segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Divina tolice!!!

Depois das lindas palavras de Marilena Wolf de Mello Braga, eu, ser imperfeito, vou cometer mais um dos meus pecados.
 Fui gravar a "festinha de final do ano letivo" das minhas netas.
 Até aí, tudo bem.
 Obrigação de avô.
 De repente - e juro que não sabia de nada - chamam a Luiza Stuparyk - e aí a apresentadora cometeu um pequeno, grande, pecado, esqueceu de nominar o sobre nome do pai, Luiza Stuparyk Lopes - e prestaram-lhe homenagem.
 Confesso que perdi o rebolado.
 Até me atrapalhei na filmagem.
 Não sabia mais se filmava a apresentadora ou minha neta. Fiquei tão orgulhoso que estou postando o trecho da gravação aqui.
 Mas se uma me enche de orgulho, a menorzinha também nos enche de alegria.
 Tanto que cometi mais uma "sandice", destacando-a em um círculo na hora da apresentação, para que soubessem quem é a Laura Stuparyk Lopes.
 Perdoem este velho, sentimental e tolo avô.
Oa amigos me perdoem, mas sou coruja, sim!
 Minhas netas, Luiza Stuparyk Lopes e Laura Stuparyk Lopes, participaram da "festinha" de encerramento do ano letivo.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

As equipes do Rádio

Não foi uma, nem duas as equipes das quais participei, que eram formadas pelos melhores profissionais da época.
No entanto, não conseguiram sobreviver por muito tempo.
Olhe que não foi falta de engajamento de seus profissionais ao projeto.
Algumas formadas com objetivos claramente políticos, que depois que atingiam seus ideais, deixavam seus integrantes a ver navios.
Nada a fazer.
 Muitas vezes não havia contrato, nem carteira assinada.
A última aguentou dois anos, era a da Rádio Cidade, hoje Rádio Globo.
Naufragou junto com o Consórcio Nasser, grupo proprietário.
Foi a maior e melhor equipe que já integrei.
Mas esta história fica para mais adiante, porque antes vou contar quando estive na Rádio Guairacá, sob a direção do Grupo Paulo Pimentel.
Ali trabalhei por 9 anos, até que o governo militar cassou seu prefixo, quando então já era Rádio Iguaçu. Motivo: política. Até mais.

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Jorge Miguel Nassar, ainda "A Voz do Povo"


Por vezes, tenho reblogado alguns artigos antigos, pois nunca é demais a lembrança, e sabemos que talvez muitos artigos não foram lidos na época. Recentemente,  recebi material sobre o saudoso Jorge Miguel Nassar. Aproveito para republicar matérias do Blog, enriquecendo-as com materiais que o filho do Nassar me enviou.


Encontrei um artigo, intitulado  Agora o Manha Curitibana , publicado originalmente no Blog Paulo Branco Radialistaem 07/04/2011
Equipe é tudo igual, pode ser de futebol ou de rádio, de uma hora pra outra se desfaz. E foi o que aconteceu com a equipe da Guairacá.
Muito bem, lá fui para outra emissora, desta vez a Rádio Curitibana, do saudoso Jorge Nassar, que foi cassado pelo regime militar e nunca mais foi o mesmo. Lamentável. Mas na época, no auge, ele tinha o programa "A Voz do Povo", às 10hs da manhã, era uma loucura.

Eu tinha o programa "Manhã Curitibana" da 6 às 8 hs, depois vinha o Nhô Jeca até as 10 hs, então entrava o Nassar, vozeirão, inteligente, sabia fazer as coisas, tanto que tem gente até hoje tentando imitá-lo. Com o mesmo modelo de programa que ele idealizou, ainda tem radialista sendo eleito.


Nesta altura dos acontecimentos, eu apresentava o meu programa, fazia os comerciais no programa do Nassar e de tarde apresentava notícias de hora em hora na Emissora Paranaense, que era do Nagibe Chede, pioneiro da TV no Paraná.
Esta história o Jamur Junior conta em seu livro Sintonia Fina – Histórias do Rádio, onde discorre o assunto com muita propriedade.
Aliás, Jamur começou a sua longa carreira no rádio, em 1950, como locutor de um programa infantil da Rádio Ypiranga, de Palmeira(PR).


Outra postagem, relaciono programas famosos do Rádio Paranaense, entre os quais é claro, o do Nassar. Matéria  Recordando Programas postada em  08/05/2008:

Tem uma coluna neste BLOG onde relaciono os "blogados" por mim. A tempos, citei numa matéria o Paulo Cesar e identifiquei o programa pelo qual ele ficou famoso, que era o "A baiuca do xiló". O pessoal da época sabe que esse era o nome artístico, da mesma forma que eu uso meu nome artístico, Paulo Branco. Tinha um charme a mais, deixar o verdadeiro nome em segredo. Na verdade, não citei na matéria o verdadeiro nome do Paulo Cesar, mas tomei o cuidade de colocar seu nome verdadeiro na coluna dos "blogados".

Baseados no fato que já relacionei este e alguns outros programas famosos no rádio paranaense, deram uma idéia que achei sensacional, apesar da dificuldade. Pediram para que eu citasse famosos programas doutras épocas. Existiram aos montes, será muito difícil nominar todos, pois certamente deixaremos alguns de fora. Iniciaremos pesquisa e desde já, solicito ajuda dos "velhos" companheiros. Mas, como gosto de desafios, vou lembrando e relatando aos poucos, ou "em partes" como diria Jack. Lá vai uma primeira rodada:


Revista Matinal - Arthur de Souza - Rádio Colombo;


Despertador da Cidade - Abel Scuissiato -Rádio Cultura;


Troca Tudo - Paulo Branco - Rádio Guairacá;


Preto no Prato - Wilian Sade - não se tratava de feijão e sim de disco, que era preto e rodava no prato do toca discos;


A Voz do Povo - Jorge Nassar - Rádio Curitibana;


A Hora do Feijão - Nhô Jeca - Rádio Curitibana;


É o fim da Picada - Nhô Juvêncio - Rádio Clube, Rádio Colombo.


Na sequência, fotos envidas pelo filho do Jorge Nassar.




Nassar em evento ´político



Nassar em confraternização
Nassar e família



Com a família no RIO
Nassar e filhos
Nassar e familiares


Um dia, infelizmente somos chamados pelo Senhor lá em cima. Em 12 de maio de 2009, o nosso querido Jorge Miguel Nassar seguiu o seu caminho. Eu com muita tristeza, postei no Blog.


Jorge Miguel Nassar, esteja com Deus

Jorge Miguel Nassar faleceu esta semana, aos 84 anos de idade. Foi radialista, dono de emissora e político, além de um grande amigo. Inteligente, voz forte e bem colocada em suas apresentações. O programa "A Voz do Povo" marcou época na Rádio Curitibana, década de 60. Lembro me como se fosse hoje, o dia em que comecei a apresentar o programa "Manhã Curitibana" (Veja + em "Agora o Manhã Curitibana" - postado neste Blog em 26 de abril de 2008), das 06 as 08 horas da manhã, no dia 1º de janeiro de 1967. O Nassar fez minha apresentação. Foi um radialista que teve uma presença muito forte em nosso Rádio. Seguiu o caminho que todos nós vamos seguir um dia. Boa viagem amigo.

A seguir, matéria enviada pelo filho do Nassar.

Nota jornalística sobre o falecimento do Jorge Nassar.


sábado, 29 de novembro de 2014



Guerra do Contestado


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Guerra do Contestado
Data 12 de outubro de 1912 - Agosto de 1916
Local Região do contestado, sul do Brasil
Resultado Acordo de limites entre os governos de Paraná e Santa Catarina
Combatentes
Bandeira do Contestado.svg Rebeldes Flag of Brazil (1889-1960).svg Brasil
Comandantes
Bandeira do Contestado.svg José Maria de Santo Agostinho Bandeira do Contestado.svg Maria Rosa
Bandeira do Contestado.svg Adeodato
Flag of Brazil (1889-1960).svg Carlos Frederico de Mesquita Flag of Brazil (1889-1960).svg Tertuliano Potyguara
Flag of Brazil (1889-1960).svg Marechal Hermes da Fonseca
Forças
10.000 soldados do Exército Encantado de São Sebastião 7.000 soldados do Exército Brasileiro e 1.000 civis contratados
Baixas
5.000-8.000 entre mortos, feridos e desaparecidos 800-1.000 entre mortos, feridos ou desertores

A Guerra do Contestado foi um conflito armado entre a população cabocla e os representantes do poder estadual e federal brasileiro travado entre outubro de 1912 a agosto de 1916, numa região rica em erva-mate e madeira disputada pelos estados brasileiros do Paraná e de Santa Catarina.

Originada nos problemas sociais, decorrentes principalmente da falta de regularização da posse de terras, e da insatisfação da população hipossuficiente, numa região em que a presença do poder público era pífia, o embate foi agravado ainda pelo fanatismo religioso, expresso pelo messianismo e pela crença, por parte dos caboclos revoltados, de que se tratava de uma guerra santa.

A região fronteiriça entre os estados do Paraná e Santa Catarina recebeu o nome de Contestado devido ao fato de que os agricultores contestaram a doação que o governo brasileiro fez aos madeireiros e à Southern Brazil Lumber & Colonization Company. Como foi uma região de muitos conflitos, ficou conhecida como Contestado, justamente por ser uma região de disputas limítrofes entre os dois estados brasileiros.

Importante: Já está a disposição do público,no catálogo das livrarias virtuais da AGbook e no Clube de autores,o livro História do trem no contestado,do historiador Nilson Thomé,em homenagem aos 100 anos de existência da ferrovia.

 A obra tem 302 páginas e 200 fotografias e mapas da época.

FIQUE BEM INFORMADO.

Leia mais: Hoje é dia de que? Datas comemorativas • A arte da vida. Apon HP. Literatura para pensar e sentir http://www.aponarte.com.br/p/hoje-e-dia-de-que-e-amanha_09.html