quinta-feira, 31 de julho de 2008

Jacaré na Sibéria

Racha na esquerda:Gomyde convida demitidos por Gleisi

Quinta-feira, 31 de Julho de 2008 – 12:07 hs.


O candidato do PCdoB, Ricardo Gomyde, decidiu convidar os quadros da campanha de Gleisi Hoffmann que acabaram caindo em conflitos internos e foram defenestrados.Essa é a razão do rumoroso encontro entre ele e Marcos Cordiolli, no Bar do Vítor, que rendeu notícia de que foi gravada pela oposição.

Cordiolli era o coordenador de programa de governo de Gleisi Hoffmann e foi substituído por divergências políticas e ideológicas com a candidata e sua entourage pessoal. Como ele, foram defenestrados o advogado Fernando, o Mário Mello, a jornalista Thea Tavares e mais uma penca graúda de quadros da esquerda que já não se ajustam à nova orientação da campanha.

É esta gente que Gomyde quer na sua campanha de prefeito.

8 comentários
  1. Malta
    Quinta-feira, 31 de Julho de 2008 – 12:27 hs

    Fará uma boa aquisição. Se contratar o pessoal que fez a campanha de 2004 fica melhor ainda.

  2. Olha bem
    Quinta-feira, 31 de Julho de 2008 – 12:46 hs

    Nem esperava mais nada. Gleisi nunca foi de esquerda.
    No máximo usava botões à esquerda.
    Então divergências com quem é da Esquerda não é novidade.
    Faltou na lista o Neylor Toscan.

  3. Lupicinio
    Quinta-feira, 31 de Julho de 2008 – 13:10 hs

    o Gomide ta atrasado….o Fabio Camargo já chamou esse pessoal…acorda gomide

  4. hang loose
    Quinta-feira, 31 de Julho de 2008 – 14:13 hs

    Conheço todos esses citados. São pessoas da melhor qualidade além de militantes políticos desde os movimentos estudantis. Sabem fazer política e enquanto oriundos da velha esquerda sempre procuraram manter posturas coerentes. Mas política é um terreno onde acontecem as coisas mais estranhas e muitas vezes dificil de se entender. Mais à frente, e isso num tempo futuro curto, teremos verdadeira noção do que ocorreu, pois há mais coisas no céu que aviões de carreira. Vamos aguardar.

  5. Carolina Bastos
    Quinta-feira, 31 de Julho de 2008 – 14:25 hs

    É verdade Lupicinio.. O Mario Mello já tá com o Fabio Camargo há mais de um mês….

  6. Rodrigo
    Quinta-feira, 31 de Julho de 2008 – 14:33 hs

    Gomyde de esquerda?

  7. Theo
    Quinta-feira, 31 de Julho de 2008 – 14:56 hs

    É lastimável que os candidatos ditos de oposição, não exerguem que nada vai adiantar estas brigas internas e externas e até entre eles, a população não está interessada mais em brigas, ataques ou difamações, este tempo já passou, será que não existe quem exergue que para derubar a murralha formada por Beto Richa, pelo trabalho e obras executadas só há um caminho, que é discutir as propostas para a Cidade, a viabilidade dos Projetos alternativos, as fontes de recursos para execusão das mesmas, senão é total perda de tempo, dinheiro, e aporinhação dos políticos profissionais de plantão, que a população rejeita e despresa!

  8. Quinta-feira, 31 de Julho de 2008 – 20:50 hs
    Olha, eu e minha família, trabalhamos voluntariamente (ainda existia isso no PT) na campanha de 2004, inclusive junto com Cordiolli no Programa de Governo. Realmente, formamos bons grupos de trabalho. O jacaré do Bariguí foi realocado pela prefeitura. Eu, o jacaré do PT, fui “realocado” pelo PT. Acho que estou na Sibéria……
Fonte: http://www.fabiocampana.com.br

As gafes do rádio ao vivo!

História extraída do ótimo livro "Loucuras do Futebol", de Emedê (o Marcelo Duarte, da ESPN Brasil, Rádio Bandeirantes e Guia dos Curiosos):

Em 1970, no extinto Torneio Roberto Gomes Pedrosa - a "Taça de Prata", antecessora do Campeonato Brasileiro -, Inter e Atlético Paranaense jogavam no Beira-Rio, em Porto Alegre. O Colorado aplicou 4 x 1 nos paranaenses. Rosildo Portela, narrador da Rádio Guairacá, gritou com emoção os gols do time gaúcho. No gol do Atlético, no entanto, pisou na bola. Ao receber uma visita de alguns diretores atleticanos, Portela virou-se de costas para o campo por alguns instantes e anunciou para os ouvintes a ilustre presença dos diretores. Naquele momento, Paulo Branco, que cuidava do plantão da rádio, anunciou:
- Atenção, Portela, gol.
- Gol onde, meu caro Paulo Branco?
- Aí em Porto Alegre, Dorval para o Atlético.
Como não havia torcida do Atlético no estádio, não houve barulho de comemoração e Portela nem percebeu a mudança no placar, mas narrou, com atraso mesmo, o gol dos paranaenses. Rosildo Portela trabalharia depois na Rádio Clube Paranaense. Faleceu em 2000.

Abraços a todos e ótimo final de semana!

Edu Cesar
Criador e editor de PAPO DE BOLA - O SITE
Jogue Junto Deste Time!
www.papodebola.com.br

Fonte: Radio Base http://radiobaseurgente.blogspot.com/2004/11/as-gafes-do-rdio-ao-vivo.html

Censura - por Eduardo Schneider

Domingo, 27 de Julho de 2008

A principal fonte de informações “quentes” durante os “anos de chumbo” era a própria censura dos militares. Quem explica o paradoxo é o blogueiro Paulo Branco que revela em seu blog (http://pbradialista.blogspot.com/) os bastidores dos anos de ouro do rádio:“ Estamos na década de sessenta e a censura corria tão solta, que toda tarde chegava na emissora um agente da Polícia Federal, com telegramas que eram afixados no quadro de avisos. Notícias que não deviam ser veiculadas pela rádio, e em cada telegrama, detalhes do que não era para ser noticiado. Assim ficávamos sabendo o que estava acontecendo, mas não podíamos tocar no assunto. Radialista não podia ter "boca de jacaré", era só "boca de siri". O dito era: "quem tem boca grande, vai pro céu". Era o Brasil do ame-o ou deixe-o”.

*
Agradeço também, por mais esta nota no jornal "horaH News", Coluna do Eduardo SCHNEIDER. Dá-lhe garoto!!!

Fonte: Blog do Paulo Branco Radialista - http://pbradialista.blogspot.com

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Mazza, impecável

Folclore - por Luiz Geraldo Mazza - O radialista Paulo Branco, de Curitiba, estava no olho do furação na crise de 1961, posterior à renúncia de Jânio Quadros. No QG da resistência e no meio da Cadeia da Legalidade pela Rádio Guaíba viveu os dramas do cerco do Palácio, o armamento do povo, a mobilização da Brigada e por fim o apoio do IIIº Exército. Passada a guerra, Brizola homenageou os radialistas que estiveram nas trincheiras da Legalidade com uma churrascada e mandou fazer uma placa de exaltação aos bravos repórteres e comentaristas. Para decepção do Paulo Branco seu nome não estava na lista e foi direto ao caudilho reclamar. Brizola prometeu que corrigiria o senão, mas nada foi feito. Alguns anos mais tarde, em função do golpe de 64, um general mandou encanar todos os que estavam na placa. Graças a isso, o Paulo Branco se viu livre da encrenca.

Aproveito para, mais uma vez, agradecer ao Mazza pela lembrança em artigo acima, escrito na sua coluna do "Folha de Londrina". Mas o intuito principal desta postagem no meu blog, é reproduzir o texto logo abaixo, que encontrei no http://www.hagah.com.br/, o qual tenho imensa satisfação de registrar e deixar documentado no Blog. Afinal, como já relatei aqui, o Mazza é um daqueles jornalistas entre "Os Impecáveis". Aprimora-se sempre para ter textos impecáveis e elegantes e, assim, prestar bons serviços aos leitores.

Luiz Geraldo Mazza

Com 57 anos de carreira e 77 de vida, Luiz Geraldo Mazza ainda continua sua profissão na Folha de Londrina e na Rádio CBN de Curitiba. É considerado um ícone do jornalismo paranaense pela carreira e personalidade erudita, de perfil crítico como pouco se encontra no jornalismo atual.

Ele acompanhou de perto a história da imprensa paranaense participando de ações como a greve-geral que parou os jornais paranaenses por um dia no ano de 1963 que foi proposta por ele, na época, líder sindical. Quando perguntado sobre largar o jornalismo ele é bem objetivo: "Não posso e nem devo", diz. Hoje em dia trabalha em uma coluna diária no jornal Folha de Londrina e faz comentários na rádio CBN de Curitiba pela manhã. Já somam 13 anos atuando nessas duas empresas. Seu tema em ambos é a política, pois é formado em Direito e quando se fala em jornalismo político Mazza é referência indispensável no Estado.

Com sua sabedoria é capaz de raciocinar sobre fatos da história política mundial, brasileira e local, mencionando correntes de pensamento, escritores e filósofos e sem se distanciar do seu público consegue notar o agito da velha e atual política e suas conseqüências na vida do cidadão comum.

A jornada de trabalho começou aos 20 anos quando, estudando Direito, escrevia crônica lírica e romântica para o Diário da Tarde. Também escrevia para O Estado do Paraná uma forma de contribuir com o jornal. Seu primeiro emprego como repórter foi em 1955 no Diário do Paraná, Mazza cobria geral e logo passou para a chefia de reportagem. “Sou da época em que o jornalista se formava no local de trabalho.”


Participou da primeira transmissão de tevê do Paraná, pelo canal 6, trabalhou no Correio de Notícias do Última Hora. Foi diretor de jornalismo da TV Paranaense. Além disso foi diretor do Sindicato dos Jornalistas no Paraná no início dos anos 60. Mas como nem tudo são flores, durante o período da ditadura militar ficou desempregado. “Quem me deu emprego, nessa época, foi Francisco Cunha Pereira (dono da TV Paranaense e jornal Gazeta do Povo) e o João Milanez (da Folha de Londrina).” O jornalista ficou na Folha até 1981 retornando no começo da década de 90 onde continua até hoje. Sobre trabalhar em jornal impresso, Mazza comenta: "Jornal agora é pretérito. Não consigo me livrar, todo dia, da sensação de estar trabalhando em uma coisa vencida", diz ele, comparando com a internet e a divulgação em massa da televisão.


E quando se fala em rádio nos tempos antigos e nos de hoje? “Estação de rádio não tinha e ainda não tem recursos econômicos para se viabilizar. Muitas vezes elas dependem do departamento comercial para se manter.” Mesmo não tendo a tecnologia atual nos tempos passados, não era difícil fazer rádio. Era mais trabalhoso, porém gratificante. Mazza cita dois de seus companheiros que não esquece até hoje: Alceu Schwabe e José Maria Pires, ambos tem lugar especial em suas referencias pela maneira sofisticada como escreviam.


Como momentos marcantes de seus trabalhos ele cita jornalismo de ensaio para a revista Referencia em Planejamento e Memórias Urbanas de Curitiba do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (IPPUC). Seu desejo para o futuro é continuar na profissão, “jornalismo para mim é trabalho, mas também é um repouso. Lido com gente muito jovem e de boa formação. É um intercâmbio agradável.” finaliza o jornalista, que não deixa de freqüentar a tradicional
Boca Maldita na Rua XV, ponto de encontro de políticos, jornalistas, advogados, funcionários públicos e aposentados no centro de Curitiba.

Maneko’s bar está na sua lista dos preferidos, “gosto de lá por causa da variedade de comida popular. Lá também tem uma boa birita e uma cerveja gelada”. Gosta muito de comer o famoso peixe venenoso, o Baiacu. E esse ele só encontra no Bar do Edmundo.

O
Pantagruel o faz lembrar do personagem da literatura crônica. “Lá saboreio a boa feijoada e a variedade de massas, peixes e carnes.” No Fornão ele gosta das pizzas e no Shopping Mueller acompanha a família.

Luiz Geraldo Mazza desperta nos alvos de suas críticas como também nos ouvintes sentimentos contraditórios, é amado e odiado, mas não importa qual é voracidade do comentário que o jornalismo faça uma coisa é certa: o respeito que todo o mundo jornalístico e político tem por seus comentários.

domingo, 27 de julho de 2008

Censura - por Eduardo Schneider

A principal fonte de informações “quentes” durante os “anos de chumbo” era a própria censura dos militares. Quem explica o paradoxo é o blogueiro Paulo Branco que revela em seu blog (http://pbradialista.blogspot.com/) os bastidores dos anos de ouro do rádio:“ Estamos na década de sessenta e a censura corria tão solta, que toda tarde chegava na emissora um agente da Polícia Federal, com telegramas que eram afixados no quadro de avisos. Notícias que não deviam ser veiculadas pela rádio, e em cada telegrama, detalhes do que não era para ser noticiado. Assim ficávamos sabendo o que estava acontecendo, mas não podíamos tocar no assunto. Radialista não podia ter "boca de jacaré", era só "boca de siri". O dito era: "quem tem boca grande, vai pro céu". Era o Brasil do ame-o ou deixe-o”.

*
Agradeço também, por mais esta nota no jornal "horaH News", Coluna do Eduardo SCHNEIDER. Dá-lhe garoto!!!

Em Alta - Paraná Online

O radialista Paulo Branco virou blogueiro. Com 70 anos de idade, 50 deles no microfone, agora conta histórias do rádio e suas histórias no rádio. Também escreve sobre política e assuntos do cotidiano, com humor e crítica. Nota 10. Para conferir, basta acessar: http://pbradialista.blogspot.com/
*
Fonte: Em Alta - Paraná Online -
25/07/2008 às 00:00:00 - Atualizado em 24/07/2008 às 23:03:25

Agradeço a atenção, e indicação, dos amigos e amigas Colunistas do Tribuna POP - ParanáOnline

sábado, 26 de julho de 2008

Falemos do amigo querido José Messias, por Cajucy Cajuman

Caríssimo Paulo,

Foi uma surpresa chegar em seu blog e ver o meu artigo - comentário que fiz no blog do jornalista e não menos amigo, Fábio Campana, sobre o progresso pessoal e financeiro do hoje ilustre Ratinho.

Aliás, tomei conhecimento do seu espaço cibernético pelo blog do sempre dinâmico Zé Beto, do Jornale. Aliás, esses blogs estão fazendo escola, assim como faziam os colunistas de antigamente, não é mesmo?

Desejo a você muito sucesso nessa modalidade de comunicação e que você possa passar um pouco - ou, se puder, muito! - da sua universidade radiofônica! Você é a instituição e o mestre ao mesmo tempo. Tem muito para nos ensinar e, ainda mais, aos mais jovens da profissão.

Falemos do amigo querido José Messias

Gente boa, cara honesto, justo, amigo dos amigos.
Conheci o Messias no mesmo período em que conheci o Emir Sfair - outro grande sujeito -, lá pelos idos de 70, se não me engano.

Trabalhamos juntos: eu, o Messias, o Emir, o Nelson Faria de Barros, Dino Almeida e uma pá de outros jornalistas desde o tempo da revista Quatro Estações, livro Bandeirantes do Progresso, Coluna D.A. Informa, Jornal da Sociedade, edições especiais da Gazeta do Povo, eu nunca vi nada que desabonasse a conduta do sempre agitado Messias.

Trabalhamos juntos também no programa Mário Vendramel (eu e o Messias, ambos vinculados ao Emir na produção, edição e comercialização do programa); O Paraná, de Cascavel; revista TV Programas, e por aí vai... Depois no tempo em que o Messias estava na Secretaria de Comunicação e Prefeitura de Araucária.

Com o primeiro transplante de rins ele ficou novinho em folha, por um bom tempo. Depois houve a complicação e ele precisava, já bem mais adiante, de um novo órgão.

Um dia ele me telefonou e disse que estava com saudades e queria que eu fosse visitá-lo, na casa dele, se não me engano aquele bairro é o Jardim Mercês. Não lembro.

Fui. E não gostei do que vi. Ele estava feio no mapa. Abalado fisicamente, fraco, sem poder ficar de pé por mais de dez minutos, enfim. Conversamos longamente, fizemos uma retrospectiva de nossas vidas, demos boas gargalhadas.

E ele entusiasmado, me dizia que estava esperando um novo rim. Que tudo já estava arranjado e que em breves faria a cirurgia e já me convidava para uma nova parceria. Ele tinha sede de vida!

Precisei viajar por um período e na volta já tinha um recado dele, pedindo para eu ir visitá-lo, que já tinha saído do hospital e a cirurgia tinha sido um sucesso!

Fui novamente em sua casa, não me lembro quantos dias depois da cirurgia e ele estava radiante, corado e, para minha surpresa, havia recuperado o peso. Estava bem mais forte do que eu o havia visto anteriormente.

De pijama, no quarto, ele dizia: vamos arrebentar! Mais algumas semanas e você vai ver, dizia ele. Fizemos planos, muitos planos. Falamos do Emir, do Dino, do Fábio, do Nelsinho e de um rosário de pessoas. Sempre observações honestas e sinceras. Mesmo que às vezes, dura.

Vale registrar aqui no seu blog - já que é um blog documental - às palavras de José Messias quando se referiu ao Dr. Abdo Aref Kudri, do Diário Popular.

Ele me disse: independente do que digam do Dr. Abdo, ele é uma pessoa boa, amiga dos amigos e de profundo sentimento humano, quando não trabalham pelas suas costas. É um amigo leal e justo.

E disse mais: - e eu não sei porque ele fez questão de frisar isso - este meu novo rim eu devo ao Dr. Abdo. Se não fosse por ele, eu não estaria aqui agora, alegre e disposto para recomeçar a minha vida. Em todos os sentidos o mérito é dele. Nunca vou esquecer esse gesto e tantos outros que presenciei nesses anos todos, concluiu.

Ficou, essa passagem, registrada na minha memória, e, me parece, a necessidade que o amigo Messias tinha de deixar marcado, talvez, esse gesto sublime do que ele chama, do seu amigo Dr. Abdo Kudri. Pois então, que fique registrado também na blogosfera e no seu blog. Aliás, até hoje, eu não havia comentado isso com ninguém. Talvez por falta de oportunidade. E o assunto aqui encaixou.

Enquanto aguardava o seu pleno restabelecimento, precisei fazer mais uma viagem. Ao voltar, por acaso, peguei o jornal do dia e lá estava registrado o falecimento do jornalista, amigo e irmão José Messias. Uma pessoa simples - para alguns até, desleixado - mas que, sem dúvida, tinha um coração do tamanho do mundo!

Segundo informações, Messias não morreu por problema de rejeição do novo rim. Este estava vivo e vida lhe daria por muito tempo. Mas, ironia do destino, durante a operação, ele teve o seu fígado infectado e a causa da sua morte foi, segundo dizem, ocasionada pelo fígado - que até então era sadio - e não pelo novo rim que estava em plena recuperação.

E, dessa forma, ficamos sem o amigo José Messias.
Que sua alma brilhe no celeste!

Abraços
Cajucy Cajuman
cajucycajuman@hotmail.com



Postado por Cajucy Cajuman no blog PB em 26 de Julho de 2008 12:34

sexta-feira, 25 de julho de 2008

História do rádio paranaense é tema de exposição na Galeria da Caixa

O Paraná tem uma tradição de pioneiro no rádio brasileiro. É de Curitiba a Rádio Clube Paranaense, fundada em 1924, a terceira emissora a ser criada no Brasil. Foi aqui também o local da primeira transmissão de futebol do país, e onde foi realizada uma das primeiras radionovelas, com a adaptação da peça "A Ceia dos Cardeais", de Júlio Dantas. Para celebrar todo este pioneirismo, a CAIXA Cultural abriga a partir do dia 29 de julho a exposição "Um Paraná Ligado no Rádio". Ela aborda a história do rádio, desde a invenção deste que foi um dos primeiros veículos de comunicação de massa do mundo, até a década de 1960, quando a televisão passou a ocupar o papel central nos lares brasileiros.

A mostra, que tem curadoria de Gil Bermudes, reúne o acervo de seu pai, o radialista e homem de televisão, Osni Bermudes. Serão exibidos aparelhos rádio receptores fabricados entre 1920 a 1960, válvulas transmissoras e microfones, entre os quais o clássico RCA 44, o chamado "Jacaré". São 30 peças ao todo, além de fotos da época de ouro do rádio, que compreendeu as décadas de 1940, 50 e 60. Uma das atrações, segundo o curador, será a mesa de som da extinta Rádio Marumbi, a segunda emissora de Curitiba, fundada em 1946.

Para marcar o evento, na terça-feira (29), na abertura a exposição, será apresentado no Teatro da Caixa o programa radiofônico "No Ar". Nele, importantes nomes do rádio paranaense como Ubiratan Lustosa, Vicente Mikos, Sérgio Silva e Sinval Martins contarão um pouco da história desse importante meio de comunicação e apresentarão, junto com o ator Enéas Lour, um trecho da radionovela "Ceia dos Cardeais". Logo em seguida será exibido o documentário "Caros Ouvintes - Uma pequena história do rádio", da diretora Silvana Corona.

Exposição: "Um Paraná Ligado no Rádio"

Local: Galeria da Caixa

Data: Abertura 29/07/2008. 19h30.

No dia da abertura haverá a apresentação radiofônica "No Ar" e a exibição do documentário Caros Ouvintes - Uma pequena história do rádio, de Silvana Corona. A exposição permanecerá aberta até o dia 17/08/2008

Horários de visitação: De terça a quinta das 10 às 19h e de sexta a domingo às 10 às 21 h

Endereço: Rua Conselheiro Laurindo, 280 - Edifício Sede II

Informações: 2118-5114

Ingresso: Entrada franca

Fonte: http://www.parana-online.com.br/editoria/almanaque/news/314366/

Indique o Blog do Paulo Branco Radialista - http://pbradialista.blogspot.com

1ª matéria do Blog da Jacaroa

Quinta-feira, 24 de Julho de 2008

Livro de minhas memórias

do PB de

Seguidamente perguntam se estou pretendendo escrever livro de minhas memórias. Não tenho essa pretensão, até porque na maioria do meu tempo em rádio, utilizava a voz. Meu negócio era e é falar.
Escrever um bom noticiário, uma boa matéria jornalística, um bom texto de abertura, era tarefa doutro time. Cheguei a conclusão que ser redator de notícias para rádio hoje em dia é mais tranquilo. Já não sabemos da origem, se construída ou simples copia da internete. Ler noticiário seja qual for a duração, me parece mais fácil.
Difícil é enfrentar um teclado, tirar lembranças ou conceitos da cachola e ainda, preocupar em se fazer entender num bom português. Resumindo, prefiro enfrentar a "latinha", como se dizia antigamente.
Mas vamos em frente, navegando, escrevendo, postando. Conto e gostaria da sua ajuda, ora corrigindo, ora criticando e ora, por que não, elogiando meu trabalho.
Se permitido for, sem o intuito de parafrasear um trecho do livro "Memórias de Minhas Putas Tristes" de Gabriel García Marquez; ouso adaptar para minha realidade:
- "Nunca fiz nada diferente de locução e não tenho vocação nem virtude de escrever, ignoro por completo as leis da composição dramática, e se embarquei nessa missão é porque confio na luz do muito que li pela vida afora. Dito às claras e às secas, sou da raça sem méritos nem brilho, que não teria nada a legar aos seus sobreviventes se não fossem os fatos que me proponho a narrar do jeito que conseguir, minhas memórias neste espaço informático".

E assim encerramos o programa "PB ONDE ANDA VOCÊ" que voltará ao ar amanhã, neste mesmo local. Se Deus quiser. Na mesma situação um gaúcho tradicionalista, e qual gaúcho não é, diria mais ou menos assim:
- Até amanhã, se o patrão velho lá em riba assim permitir.

(Técnica de som , prefixo musical vai subindo, subindo e CORTA). OPS! Ato falho. Não estou num estúdio com microfone à frente.

Paulo Branco - http://pbradialista@yahoo.com.br

Fonte: http://pbradialista.blogspot.com

Com muito orgulho, estarei divulgando o Blog do meu sogro querido, o Paulo Branco, que com 77 anos está escrevendo suas histórias no Rádio. É isso aí meu querido vô Paulo, como sempre o chamo, vai em frente, e eu sei que você vai converter estas memórias em um livro. Vá em frente, e conte sempre com a força da nossa família. Beijos da Noemi,

PS: Estou reproduzindo matéria do Blog da Jacaroa e também para divulgar o Blog http://jacaroa.blogspot.com - Dá-lhe Jacaroa, agora também com Blog, Orkut, Picasa e etc.... Enfim, uma nova e bela internauta que eu amo muito.

Livro de minhas memórias

do PB de

Seguidamente perguntam se estou pretendendo escrever livro de minhas memórias. Não tenho essa pretensão, até porque na maioria do meu tempo em rádio, utilizava a voz. Meu negócio era e é falar.
Escrever um bom noticiário, uma boa matéria jornalística, um bom texto de abertura, era tarefa doutro time. Cheguei a conclusão que ser redator de notícias para rádio hoje em dia é mais tranquilo. Já não sabemos da origem, se construída ou simples copia da internete. Ler noticiário seja qual for a duração, me parece mais fácil.
Difícil é enfrentar um teclado, tirar lembranças ou conceitos da cachola e ainda, preocupar em se fazer entender num bom português. Resumindo, prefiro enfrentar a "latinha", como se dizia antigamente.
Mas vamos em frente, navegando, escrevendo, postando. Conto e gostaria da sua ajuda, ora corrigindo, ora criticando e ora, por que não, elogiando meu trabalho.
Se permitido for, sem o intuito de parafrasear um trecho do livro "Memórias de Minhas Putas Tristes" de Gabriel García Marquez; ouso adaptar para minha realidade:
- "Nunca fiz nada diferente de locução e não tenho vocação nem virtude de escrever, ignoro por completo as leis da composição dramática, e se embarquei nessa missão é porque confio na luz do muito que li pela vida afora. Dito às claras e às secas, sou da raça sem méritos nem brilho, que não teria nada a legar aos seus sobreviventes se não fossem os fatos que me proponho a narrar do jeito que conseguir, minhas memórias neste espaço informático".

E assim encerramos o programa "PB ONDE ANDA VOCÊ" que voltará ao ar amanhã, neste mesmo local. Se Deus quiser. Na mesma situação um gaúcho tradicionalista, e qual gaúcho não é, diria mais ou menos assim:
- Até amanhã, se o patrão velho lá em riba assim permitir.

(Técnica de som , prefixo musical vai subindo, subindo e CORTA). OPS! Ato falho. Não estou num estúdio com microfone à frente.

Paulo Branco - http://pbradialista@yahoo.com.br

Fonte: http://pbradialista.blogspot.com

Com muito orgulho, estarei divulgando o Blog do meu sogro querido, o Paulo Branco, que com 77 anos está escrevendo suas histórias no Rádio. É isso aí meu querido vô Paulo, como sempre o chamo, vai em frente, e eu sei que você vai converter estas memórias em um livro. Vá em frente, e conte sempre com a força da nossa família. Beijos da Noemi,

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Meu amigo José Messias

Na década de 80 passei a apresentar um programa político na Rádio Colombo do Paraná, das 07 às 08 da manhã, juntamente com o jornalista José Messias. Era um programa tipo Willi/Mazza, eu lia a notícia e o JM comentava, conhecedor que era das coisas políticas do Paraná. Além das coisas políticas, o Messias participava de várias atividades na mídia paranaense. Gostaria de reproduzir uma notícia interessante, não conhecia e descobri no Blog do Fábio Campana, na qual relata uma história do Carlos Roberto Massa - o Ratinho -, em que o José Messias esteve presente. Foi relatada num dos comentários do Blog do Fábio ( http://www.fabiocampana.com.br/?p=5402 , matéria "Rabada com Polenta"), dias atrás, e tomei a liberdade de repassá-la na íntegra. Segue:
  1. "Cajucy Cajuman
    Quarta-feira, 2 de Julho de 2008 – 16:18 hs

    Tudo bem, tudo bem, tudo bem…
    Interesses à parte e política também, Carlos Roberto Massa - o Ratinho - está dando um tapa que não é de luvas de pelica na cara de muita gente. É com luvas de boxe.

    Quando ele trabalhava na CNT do Martinez, como repórter policial vivia numa “M” de dar dó! Mas, no que fazia, fazia com amor e sabia que era dali que tinha que sobreviver e dar a volta por cima. Contra todos os inconvenientes e não eram poucos.

    Lembram do carro dele? Uma Brasília (branca) velha que para pegar era só no tranco… Para sair do pátio da CNT era duro, né? Mas, não esmoreceu. Com a sua ida para a Rede Record tudo mudou.

    E digo mais: quando abriu a possibilidade de um programa popular na Rede Record em São Paulo, EU (esse que vos escreve) e também o jornalista José Messias e três outras personalidades estávamos numa reunião com o diretor da Record no Paraná, quando ele recebeu um telefonema da direção da rede nacional, cogitando a possibilidade da ida de um apresentador popular e bom de verbo para fazer um programa em rede nacional. E a resposta tinha que ser rápida.

    Esse diretor no Paraná nos pediu licença, explicou a situação, e ali mesmo, na nossa frente, ligou para o Alborguetti que era da emissora e fez o convite, priorizando o pessoal da casa, naturalmente e respeitosamente. Porém, Alborguetti por questões pessoais e políticas declinou do convite. Não se interessou.

    O então diretor da emissora, liberado da responsabilidade de prestigiar um profissional da casa telefonou na mesma hora para o apresentador Ratinho (CNT) e fez o convite. E a partir dali a vida do apresentador mudou e por COMPETÊNCIA PRÓPRIA. Digo isso, pois se não às tivesse, não chegaria aonde chegou. Ou estou enganado?

    Nunca trabalhamos juntos. Mas sempre vi a sua dedicação e profissionalismo na busca pelos seus objetivos. Uma década e pouco depois, tornou-se milionário e dono de vários empreendimentos, sendo o mais recente, UMA DAS MAIS COBIÇADAS REDES DE TELEVISÃO DO PARANÁ a TV Iguaçu, até então do todo-poderoso Dr. Paulo Pimentel.

    Ou seja: Ratinho saiu do Paraná para vencer lá fora e voltou vitorioso e comprou uma das maiores redes de comunicação do estado, entre outros empreendimentos. Esse é o verdadeiro valor do profissional.

    Quem diria que ele chegaria ao ápice de receber em sua casa - ou onde quer que seja - o Presidente da República? Qual outro representante da terra pode nos dar exemplo igual? Refiro-me, obviamente, na área da comunicação e vindo de outra cepa, que não a do poderio econômico dos barões da comunicação.

    Portanto, finalizando e pedindo desculpas pelo alongado, concluo que os méritos são todos pessoais dele, pois, mesmo sem estudo e sem berço financeiro mostrou que estava preparado, tinha talento e não teve medo de mostrar a face para ver o resultado. Resultado hoje visível por todos.

    Gostemos ou não, Carlos Roberto Massa, o Ratinho, é um talento paranaense que venceu o dragão da miséria e hoje é empregador e tem uma responsabilidade social elevada, além de ser extorquido pelos altos impostos da República, como todo cidadão brasileiro.

    Não há porque tirar os seus méritos
    Cajucy Cajuman
    cajucycajuman@hotmail.com"

Mas, voltando ao meu relato com o JM, quando transplantado de rim, não suportou a última cirurgia e faleceu. Tive uma grande tristeza com o falecimento do colega e grande amigo. Até hoje tenho dificuldade emocional em falar do acontecido, mas fazer o que, todos nós iremos um dia. Como dizia meu velho pai, "a única coisa certa da vida é a morte". Descanse em paz, meu amigo José Messias.

Indique o Blog do Paulo Branco Radialista - http://pbradialista.blogspot.com

Jacaroa O-briga jacare a treinar para o PAN 2007


quarta-feira, 23 de julho de 2008

Teatro ou "Tiatro"


Certa vez, estava apresentando um programa de rádio em que fazia entrevistas, comentários, notícias e divulgação de acontecimentos sociais e artísticos. Foi então que anunciei um determinado espetáculo, que seria apresentado no Teatro Guaíra.

Logo em seguida, entra no estúdio o diretor da Rádio, e estrilou: - "Ô gaúcho, não é TEATRO, é TIATRO".

Daí para frente, eu evitava falar a palavra "Teatro". Por quê? Ora bolas, porque é muito difícil para mim dizer "T-I-A-T-R-O". Imagina se fosse na época do Theatro Guayra, ou antes ainda, Theatro São Theodoro.

Não menciono nomes, pois pode parecer revanchismo, mas se quiseres saber quem era o diretor, manda um email. Eu conto.

E-mail Paulo Branco:
contato@paulobranco.com
pbradialista@yahoo.com.br
pbradialista@gmail.com

Fonte das fotos: http://www.tguaira.pr.gov.br/

terça-feira, 22 de julho de 2008

A Rádio Panorama e o velho feudo - por Paulo Branco

Terça-feira, 22 de Julho de 2008

A Rádio Panorama e o velho feudo


Passei também por Mandirituba, uma pequena cidade da Região Metropolitana de Curitiba(foto 1 - praça central de Mandirituba), na Rádio Panorama. Como curiosidade, Mandirituba é vocábulo indígena que significa "lugar onde há muitas abelhas", colmeal, do tupy manduri; e tyba: abundância, grande quantidade. Na Rádio Panorama, fui o 1º gerente, 1º locutor-apresentador-repórter-redator, e ufa!..., também o 1º programador, pois a emissora estava na fase experimental. Tinha que fazer de tudo um pouco. Coordenei a instalação, fiz o projeto de programação, comecei a contratar profissionais de Curitiba, e treinar pessoal local para tocar a Rádio. Foi uma ótima experiência, trabalhei muito, mas me diverti bastante. Depois de um certo tempo, com a Rádio dominando a audiência na região, veio a ciumeira dos políticos locais. Afinal, eu era um forasteiro, que era mais falado do que os nativos. O velho feudo se manifestando, mesmo eu afirmando publicamente, que não tinha intenções de ser candidato a coisa alguma. Afirmava e reafirmava, que não queria nada com política, afirmações que foram interpretadas como sendo uma estratégia, muito da ardilosa. As pressões e o patrulhamento continuaram. Assim sendo, entendi o recado, peguei meu LP do Francisco Canaro, e mais uma vez, peguei meu velho e surrado boné, ... - "Adios Pampa Mia, em ritmo de tango, fui cantar noutra freguesia".
Fonte: http://pbradialista.blogspot.com

A Rádio Panorama e o velho feudo


Passei também por Mandirituba, uma pequena cidade da Região Metropolitana de Curitiba(foto 1 - praça central de Mandirituba), na Rádio Panorama. Como curiosidade, Mandirituba é vocábulo indígena que significa "lugar onde há muitas abelhas", colmeal, do tupy manduri; e tyba: abundância, grande quantidade. Na Rádio Panorama, fui o 1º gerente, 1º locutor-apresentador-repórter-redator, e ufa!..., também o 1º programador, pois a emissora estava na fase experimental. Tinha que fazer de tudo um pouco. Coordenei a instalação, fiz o projeto de programação, comecei a contratar profissionais de Curitiba, e treinar pessoal local para tocar a Rádio. Foi uma ótima experiência, trabalhei muito, mas me diverti bastante. Depois de um certo tempo, com a Rádio dominando a audiência na região, veio a ciumeira dos políticos locais. Afinal, eu era um forasteiro, que era mais falado do que os nativos. O velho feudo se manifestando, mesmo eu afirmando publicamente, que não tinha intenções de ser candidato a coisa alguma. Afirmava e reafirmava, que não queria nada com política, afirmações que foram interpretadas como sendo uma estratégia, muito da ardilosa. As pressões e o patrulhamento continuaram. Assim sendo, entendi o recado, peguei meu LP do Francisco Canaro, e mais uma vez, peguei meu velho e surrado boné, ... - "Adios Pampa Mia, em ritmo de tango, fui cantar noutra freguesia".

sábado, 19 de julho de 2008

A arte de ser locutor

Muita gente acha que a profissão de radialista é ser locutor. Em parte é, mas acontece que existem nesta atividade, dezenas de funções, tando que você pode ser radialista, sem ser locutor. Quanto ao locutor, somos pagos para ler, que é uma arte. Saber ler para outros ouvirem, não é o mesmo que saber ler. Demonstração desta arte, talvez das mais famosas, tenha sido no Repórter Esso, principalmente na voz de Heron Domingues (foto 1). O Repórter Esso encerrou sua progamação, numa histórica e emocionada transmissão na Rádio Globo, no último dia de 1968 (Clique a seguir no link para ouvir)
Repórter ESSO com Heron Domingues e Roberto Figueiredo de 1941 a 1954 na Rádio Nacional e na TV Tupi com Gontijo Teodoro de 1952 a 1970 - Última Edição no Rádio no final de 1968

Mas é sobre a locução em geral que quero falar. Como todos sabem, eu trabalhei em várias atividades dentro das empresas de radiodifusão, mas a locução era minha especialidade. Sou, e serei sempre, um locutor. Portanto, era pago para ler. Pois bem, passo a relatar o que muitas vezes aconteceu comigo, ser contratado por um empregador que é contra um determinado governo, um parlamentar ou, geralmente, contra àqueles de plantão no executivo. Tínhamos que ler editoriais, ou notícias, dando um "baita cacete" no dito cujo governador, por exemplo. Mais adiante, trocávamos de empresa, não de lado, e daí tínhamos que elogiar aquele que malhávamos. E toca descer a lenha no antigo contratante. E assim, sucessivamente, trocando de novo, invertendo as posições. O ouvinte ficava roubado e pensando: "Pô, esse cara é maluco". Nada disso. O profissional está fazendo o que tem que fazer, seguindo sua profissão, obedecendo certas regras da casa que o empregou. Caso contrário, é rua na certa. Já ouvi frase como esta: - "Se não quiser ler o que está escrito ( sabe-se lá por quem), compre uma Rádio". Por isso, o símbolo do locutor, não do radialista, é o Papagaio. Dá o pé rico, e reze para que fique só no pé.

Clique abaixo e ouça noticiário completo da última edição do Repórter Esso.
Repórter ESSO - Última Edição no Rádio no final de 1968 (completo)

Fonte dos Links: http://www.locutor.info/ - SITE: A História do Rádio).

Divulgue nosso Blog, seja nosso parceiro, colocando como favoritos, cadastrando seu e-mail ou assinando os feeds, nos links indicados ao final do BLOG - http://pbradialista.blogspot.com

A arte de ser locutor

Muita gente acha que a profissão de radialista é ser locutor. Em parte é, mas acontece que existem nesta atividade, dezenas de funções, tando que você pode ser radialista, sem ser locutor. Quanto ao locutor, somos pagos para ler, que é uma arte. Saber ler para outros ouvirem, não é o mesmo que saber ler. Demonstração desta arte, talvez das mais famosas, tenha sido no Repórter Esso, principalmente na voz de Heron Domingues (foto 1). O Repórter Esso encerrou sua progamação, numa histórica e emocionada transmissão na Rádio Globo, no último dia de 1968 (Clique a seguir no link para ouvir)
Repórter ESSO com Heron Domingues e Roberto Figueiredo de 1941 a 1954 na Rádio Nacional e na TV Tupi com Gontijo Teodoro de 1952 a 1970 - Última Edição no Rádio no final de 1968

Mas é sobre a locução em geral que quero falar. Como todos sabem, eu trabalhei em várias atividades dentro das empresas de radiodifusão, mas a locução era minha especialidade. Sou, e serei sempre, um locutor. Portanto, era pago para ler. Pois bem, passo a relatar o que muitas vezes aconteceu comigo, ser contratado por um empregador que é contra um determinado governo, um parlamentar ou, geralmente, contra àqueles de plantão no executivo. Tínhamos que ler editoriais, ou notícias, dando um "baita cacete" no dito cujo governador, por exemplo. Mais adiante, trocávamos de empresa, não de lado, e daí tínhamos que elogiar aquele que malhávamos. E toca descer a lenha no antigo contratante. E assim, sucessivamente, trocando de novo, invertendo as posições. O ouvinte ficava roubado e pensando: "Pô, esse cara é maluco". Nada disso. O profissional está fazendo o que tem que fazer, seguindo sua profissão, obedecendo certas regras da casa que o empregou. Caso contrário, é rua na certa. Já ouvi frase como esta: - "Se não quiser ler o que está escrito ( sabe-se lá por quem), compre uma Rádio". Por isso, o símbolo do locutor, não do radialista, é o Papagaio. Dá o pé rico, e reze para que fique só no pé.

Clique abaixo e ouça noticiário completo da última edição do Repórter Esso.
Repórter ESSO - Última Edição no Rádio no final de 1968 (completo)

Fonte dos Links: http://www.locutor.info/ - SITE: A História do Rádio).

Divulgue nosso Blog, seja nosso parceiro, colocando como favoritos, cadastrando seu e-mail ou assinando os feeds, nos links indicados ao final do BLOG - http://pbradialista.blogspot.com

sexta-feira, 18 de julho de 2008

Contribuições a uma folha corrida - Boletim H S Liberal

Terça-feira, 15 de Julho de 2008

Por Luc Levi, publicada no Portal Vermelho[*]

Ministro fanfarrão

Em 28/04/2008, o Boletim H S Liberal [*] postava, sob o título acima, o seguinte texto referente ao fanfarronesco discurso de posse de Gilmar Mendes:

“A concorrida posse do novo presidente do STF, ministro Gilmar Mendes, foi uma festa para a mídia e para as oposições que enxergaram em seu discurso um puxão de orelha no governo e a abertura de uma nova trincheira contra o presidente Lula. A mesma mídia e a oposição, que por vezes se confundem, fazem de conta que a fanfarronice do ministro é uma vestalina preocupação de um novo herói que desembarca na corte para cuidar bem da coisa pública”.

“A identidade da fala novo presidente com a mídia começa com a criminalização dos movimentos sociais, com ênfase para o MST e respingo nos estudantes de São Paulo e de Brasília. Com a oposição, uma identidade mais antiga. (...) o ministro-presidente serviu com desvelo na Advocacia Geral da União do governo tucano e, por isso, foi elevado à categoria de ministro. Não consta que, como membro do governo FHC, o novo “paladino” da República tenha feito o menor esforço contra o excesso de medidas provisórias que somente agora (...) vê imobilizar o legislativo”.

“(...) Acusado de participar das famosas “blindagens” durante o governo FHC, o ministro causou grande polêmica no Supremo com procuradores da República quando da sua intervenção em defesa de seus ex-colegas do governo, o ministro Raul Jungmann e outros, (...) por lesão ao patrimônio público e à probidade administrativa. Na pauta imediata do Supremo, agora sob presidência correligionária tucana, serão julgadas matérias de interesse político do PSDB contra o governo Lula. O próprio ministro é relator”.

Antecedentes

Em 08 de maio de 2002, o jurista Dalmo Dallari [*] escreveu para a Folha de S. Paulo um atualíssimo texto sobre a degradação do judiciário. Com Gilmar Mendes na berlinda.

O professor denunciava o presidente FHC que, “com afoiteza e imprudência muito estranhas, encaminhou ao Senado uma indicação para membro do Supremo Tribunal Federal (que é uma) verdadeira declaração de guerra do Poder Executivo ao Poder Judiciário e a toda a comunidade jurídica”. E, premonitório: “não há exagero em afirmar que estarão correndo sério risco a proteção dos direitos no Brasil, o combate à corrupção e a normalidade constitucional”

Dallari diz que a indicação de Gilmar Mendes, alto funcionário da Presidência, para a Suprema Corte seria o indício de que “estaria sendo montada uma grande operação para anular o STF, tornando-o completamente submisso ao chefe do Executivo, mesmo depois do término de seu mandato”. E “o nome indicado está longe de preencher os requisitos necessários”

Segue o professor Dalmo: Gilmar era especialista em "inventar" soluções jurídicas no interesse do governo. Embora pertencendo ao Ministério Público da União, Gilmar “vê” inconstitucional as demarcações de terras indígenas, duas vezes negado pelo STF. Mesmo assim, a tese serviu para um decreto de FHC revogando as demarcações. Gilmar costumava, quando derrotado no judiciário, recomendar aos órgãos do governo para não cumprir as decisões judiciais.

O atual presidente do STF sempre se mostrou grosseiro, de público, com juizes e tribunais que emitiam decisões contrárias ao governo. Dizia que toda liminar concedida contra ato do executivo federal é produto de conluio corrupto entre advogados e juízes, sócios na "indústria de liminares". Há também problema ético: Gilmar Mendes pagou R$ 32.400,00 a um instituto, do qual é um dos proprietários, para ministrar cursos a servidores do órgão que presidia.

Um santo nome no colo do banqueiro

Hoje, os membros do Ministério Público [*] Federal e os Procuradores da República reafirmam que “as instituições democráticas brasileiras foram frontalmente atingidas pelas decisões liminares proferidas, em tempo recorde, pelo Presidente do Supremo Tribunal Federal, em flagrante supressão de instâncias, bem como pela inaceitável remessa de decisões judiciais para órgãos administrativos disciplinares, impondo grave risco à independência funcional de Magistrado Federal".

Para confundir o ouvinte, leitor e espectador, a maior parte da imprensa vem manipulando as informações. Entretanto, o site Terra Magazine [*], que tem feito uma ampla cobertura do episódio, revelou, ontem, com exclusividade, provas de que as relações promíscuas de Dantas com o tucanato atingem a mais alta plumagem: uma gravação feita pela Polícia Federal no bojo da Operação Satiagraha mostra diálogos que envolvem o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso nas negociatas do banqueiro.

Não é sem razão que não se vê reclamações sobre o uso de algemas nas prisões efetuadas pela PF senão nas hostes do demo-tucanato envolvidas com o banqueiro aloprado. Na realidade, a reclamação é contra a prisão em si. Por outro lado, não é sem razão que as atividades do Opportunity Fund, o principal instrumento de manobra de Daniel Dantas, era dirigido pelo próprio Daniel, por Verônica Dantas e pelo recém ex-presidente do Banco Central do governo FHC, Pérsio Arida. Um alto escalão de governo tucano. Como Gilmar Mendes.

[*] Clicando em Boletim H S Liberal você terá acesso a todos as fontes desta postagem.

Os irmãos Resende, por Paulo Branco

Parece mentira, mas é verdade. Quando trabalhei na Rádio Gaúcha de Porto Alegre, na década de 50, haviam dois irmãos. Eram conhecidos com "Irmãos Rezende", o Luiz Antonio, e o Antonio Carlos. Locutores esportivos. Bons narradores e comentaristas. Até aí tudo bem, só que ambos eram totalmente gagos. Explico: gagos fora do microfone, mas quando acendia a luz vermelha, ou seja, o sinal de microfone ligado, falavam perfeitamente, sem nenhum tropeço. Esta eu acho que nem Freud explicaria. Abaixo, duas curiosidades sobre a questão. (fonte: http://www.gagueira.info/index.html )

Cantar, falar em uníssono, sussurrar...

Os gagos não gaguejam normalmente quando cantam, falam em uníssono, sussurram, falam com um animal ou crianças pequenas.

Gagos Famosos

Sabia que, durante a Segunda Grande Guerra, a Grã-Bretanha foi conduzida à vitória por dois gagos famosos: O Rei Jorge VI e o seu Primeiro Ministro Winston Churchill?

Se você gagueja, encontra-se com certeza em boa companhia e não deveria deixar que a gagueira o impedisse de seguir uma carreira promissora. Eis alguns gagos famosos:

Aristóteles
Robert Boyle
Lewis Carrol
Rei Carlos I
Charles Darwin
Demóstenes
Scatman John
Rei Luís II
Moisés
Marylin Monroe
Imperador Napoleão o Primeiro
Isaac Newton
Theodore Roosevelt
Virgílio

Fonte: Blog do Paulo Branco - Radialista - http://pbradialista.blogspot.com


Os irmãos Resende

Parece mentira, mas é verdade. Quando trabalhei na Rádio Gaúcha de Porto Alegre, na década de 50, haviam dois irmãos. Eram conhecidos como "Irmãos Rezende", o Luiz Antonio, e o Antonio Carlos. Locutores esportivos. Bons narradores e comentaristas. Até aí tudo bem, só que ambos eram totalmente gagos. Explico: gagos fora do microfone, mas quando acendia a luz vermelha, ou seja, o sinal de microfone ligado, falavam perfeitamente, sem nenhum tropeço. Esta eu acho que nem Freud explicaria. Abaixo, duas curiosidades sobre a questão. (fonte: http://www.gagueira.info/index.html )

Cantar, falar em uníssono, sussurrar...

Os gagos não gaguejam normalmente quando cantam, falam em uníssono, sussurram, falam com um animal ou crianças pequenas.

Gagos Famosos

Sabia que, durante a Segunda Grande Guerra, a Grã-Bretanha foi conduzida à vitória por dois gagos famosos: O Rei Jorge VI e o seu Primeiro Ministro Winston Churchill?

Se você gagueja, encontra-se com certeza em boa companhia e não deveria deixar que a gagueira o impedisse de seguir uma carreira promissora. Eis alguns gagos famosos:

Aristóteles
Robert Boyle
Lewis Carrol
Rei Carlos I
Charles Darwin
Demóstenes
Scatman John
Rei Luís II
Moisés
Marylin Monroe
Imperador Napoleão o Primeiro
Isaac Newton
Theodore Roosevelt
Virgílio

quinta-feira, 17 de julho de 2008

E o PC saiu de fininho

Certa vez, sofri um acidente de carro, era um valente Fusca 66 (foto 1 - 2º fusca, em carreata na Vila Santa Efigênia (vide foto 2, no final)). Quem teve um, sabe do que estou falando. Pois o meu valente, foi recolhido ao pátio do Detran. Eu com a clávicula quebrada, não podia tratar da liberação do veículo. Foi então que entrou em ação, minha esposa Zena, acompanhada do amigo Paulo Cesar, apresentador do programa "A Baiúca do Xiló" na Rádio Independência, que se prontificou a acompanhá-la. Em lá chegando, foram procurar no pátio do Detran, em meio a centenas de outros carros. Cadê o nosso Fusca? Durante a caminhada, olha aqui, olha alí, o Paulo Cesar deu de cara com um antigo carro que havia sido roubado. - "Viva! Achei meu carro", gritou o glorioso PC. Mas, como diz aquele dito popular, "alegria de pobre dura pouco", a conta do estacionamento era maior do que valia o carro. PC fez que não viu, e saiu de fininho, antes que alguém o obrigasse a retirar o veículo de lá. Como diriam os ingleses, ele saiu à francesa: - "take french leave", na versão mais conhecida. Mas, poderia ser, sair à inglesa: - "filer à l'anglaise", exclusividade dos franceses. Como muitos diriam aqui no Brasil: - "saiu à francesa". Como diria o próprio Paulo Cesar, pernambucano: - "Vixi Santa!.
foto 2: ACAFISE (Associação Católica Filantrópica da Vila Santa Efigênia), Campanha "Reparta Seu Calor Com Quem Tem Frio", Promoção Rádio Cruzeiro do Sul, Programa Lourival Neves - Detalhe: Patrocínio da KING COLA

domingo, 13 de julho de 2008

Paulo Branco cassado

Foi uma rápida passagem pela Rádio Paraná, com o programa "Paulo Branco", do meio-dia até 01 da tarde, contando com a participação de Lineu Tomas(foto) e Edson Feltrin. Falávamos de tudo um pouco: política, esportes, panorama geral de notícias e curiosidades. Durou pouco, mas foi muito bom apresentá-lo. Ouvi coisas importantes em "OFF" nos intervalos, muito mais do que com os entrevistados frente ao microfone. Mas valeu, foi muito bom. Depois disso, apresentei o programa "Atualidades", em rede de Rádio. Fui cassado, tirado do ar, pelo TRE, a pedido de políticos e partidos políticos, que não gostavam das entrevistas com seus adversários. Mesmo colocando o programa à disposição de todos, como manda a lei. A alegação foi, que eu só entrevistava Roberto Requião. Eu soube da cassação pelos jornais. Só me restou encerrar a programação, agradecer os "Prezados Ouvintes", pegar o boné, e ir em frente.

Paulo Branco, "amor, salud y plata"

Fonte BLOG do Paulo Branco Radialista: htpp://pbradialista.blogspot.com

Visite Da Boca do Jacaré: http://dabocadojacare.blogspot.com

Paulo Branco cassado

Foi uma rápida passagem pela Rádio Paraná, com o programa "Paulo Branco", do meio-dia até 01 da tarde, contando com a participação de Lineu Tomas(foto) e Edson Feltrin. Falávamos de tudo um pouco: política, esportes, panorama geral de notícias e curiosidades. Durou pouco, mas foi muito bom apresentá-lo. Ouvi coisas importantes em "OFF" nos intervalos, muito mais do que com os entrevistados frente ao microfone. Mas valeu, foi muito bom. Depois disso, apresentei o programa "Atualidades", em rede de Rádio. Fui cassado, tirado do ar, pelo TRE, a pedido de políticos e partidos políticos, que não gostavam das entrevistas com seus adversários. Mesmo colocando o programa à disposição de todos, como manda a lei. A alegação foi, que eu só entrevistava Roberto Requião. Eu soube da cassação pelos jornais. Só me restou encerrar a programação, agradecer os "Prezados Ouvintes", pegar o boné, e ir em frente.

Paulo Branco, "amor, salud y plata"

Visite o BLOG: htpp://pbradialista.blogspot.com

Escreva para o PB: contato@paulobranco.com ou pbradialista@yahoo.com.br

sexta-feira, 11 de julho de 2008

O susto dos Tucanos

Que cena! Imagina o que passou pela cabeça dos "tucanos", em Comitê do PSDB ao lado do Clube dos Subtenentes e Sargentos do Exercito, ali na Rua Comendador Fontana, em um antigo estacionamento. É que numa tarde desta semana, adentraram no comitê, para estacionar os carros, dois personagens de outras paragens. Um, o antigo tucano-vermelho, Borges do Reis (PSC), vice da Gleisi (PT), e outro, o conhecido José Daniel, o Jacaré do PT. Quando se deram conta do ninho que estavam, ambos deram uma "meia-volta, volver". Pernas, pra quê te quero! Escafederam-se! Logo depois, estacionados os carros em estacionamento próximo, os dois andavam pela Rua da Glória e riam, mas algo passava pela cabeça deles: - "Tomara que nenhum grão-duque petista tenha visto a gente sair do comitê tucano, senão, haja fogo-amigo, ou melhor, fogo mesmo....."

Fonte: http://dabocadojacare.blogspot.com

Paulo Branco - http://pbradialista.blogspot.com
Contato: contato@paulobranco.com

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Camburão, Caveirão

- "Atira e vamos ver no que dá....". Este deve ser o diálogo entre policiais, antes de começar um tiroteio. Como é que pode? Se uma pessoa passar correndo perto de uma viatura policia, está sujeita a receber uma saraivada de balas. Se estiver carregando uma malote de dinheiro, aí então, não tem escape: vai pro "camburão" (foto 1 ). foto 1 : Nos anos 90, a Chevrolet parou de fabricar o Camburão e no lugar colocou um carro chamado BLAZER. A polícia comprou um monte de Blazer, mas agora, os bandidos não têm medo dele.

E agora, ainda tem o tal do "caveirão" ( fotos 2, 3), que ficou famoso em todo o mundo através do filme "Tropa de Elite (*), que também consagrou o ator Wagner Moura" (foto divulgação, fonte: - http://www.comunidadesegura.org/?q=pt/comment/reply/36888)


foto 2 : Caveirão, agora com logotipo da Ford - http://www.global.org.br/docs/caveiraopostcard2.pdf

Depois vem as explicações: - "Ah! eu pensava que era um assaltante, quando ia imaginar que ele estava correndo para chegar ao carro forte que o esperava?". É bem assim, em fração de segundo, os policiais julgam, condenam e executam a pena, e ainda por cima, de morte. Assaltantes, ladrões, são pessoas que não merecem viver em nosso convívio, mas tem também, direito a julgamento. Será que não existe treinamento, curso, sobre direitos e deveres de cada um? A função de cada um? Como então, sair atirando a torto e direito, muitas da vezes em meio a multidão, dando exemplo de selvageria muito maior do que o crime, ou contravenção, que está sendo praticada. O policial se sente com o direito de julgar, condenar e executar a pena. E pior, a indignação só sobrevive até o "Fantástico" (Rede Globo), que vai rememorar tudo. Alguém ainda lembra do "Ônibus 174"?


Daí pra frente, ficamos a espera de quem será o próximo. .



foto 3 - Caveirão - http://pt.wikipedia.org/wiki/BOPE


(*) Tropa de Elite: veja mais detalhes em http://pt.wikipedia.org/wiki/Tropa_de_Elite_(filme)

Paulo Branco, "amor, salud y plata"

Visite o BLOG: htpp://pbradialista.blogspot.com
Contato: contato@paulobranco.com

quarta-feira, 9 de julho de 2008

O susto dos Tucanos

Que cena! Imagina o que passou pela cabeça dos "tucanos", em Comitê do PSDB ao lado do Clube dos Subtenentes e Sargentos do Exercito, ali na Rua Comendador Fontana, em um antigo estacionamento. É que numa tarde desta semana, adentraram no comitê, para estacionar os carros, dois personagens de outras paragens. Um, o antigo tucano-vermelho, Borges do Reis (PSC), vice da Gleisi (PT), e outro, o conhecido José Daniel, o Jacaré do PT. Quando se deram conta do ninho que estavam, ambos deram uma "meia-volta, volver". Pernas, pra quê te quero! Escafederam-se! Logo depois, estacionados os carros em estacionamento próximo, os dois andavam pela Rua da Glória e riam, mas algo passava pela cabeça deles: - "Tomara que nenhum grão-duque petista tenha visto a gente sair do comitê tucano, senão, haja fogo-amigo, ou melhor, fogo mesmo....."

Paulo Branco - http://pbradialista.blogspot.com

Avós corujas

Pois é, último domingo, 06/06,teve festa no arraiá dos Freitas, Farias, Zelinski e Branco, com a chegada do Yuri de Cuba, onde cursa Educação Fisica na "Escuela Internacional de Educación Física y Deportes". Meu jovem neto veio em férias. Já no aeroporto começou a bagunça, a festa, com direito a cartazes de boas vindas e apitaço. Lá estavam os irmãos Daniel e Juliana, os país Jacaroa (Noemi) e Jacaré (Daniel pai). Também presentes os avós Paulo Branco e Zena, a prima Paola, o Alexandre Elias, que filmou e fotografou toda folia. Ainda, a Milena, namoradinha do Yuri. O almoço e encontro com demais integrantes da família, foi na casa do meu filho e colaborador do BLOG, o JDaniel. No site da "familia jacareziana - http://dabocadojacare.blogspot.com -, as fotos e o filme, muito bacanas. O vovô coruja tinha que registrar o evento, com muito orgulho. E viva eu, viva tú, e viva o rabo do Tatú.

Paulo Branco

Visite http://pbradialista.blogspot.com
Contato: contato@paulobranco.com

segunda-feira, 7 de julho de 2008

E agora José?

Voltemos à nossa história no Rádio curitibano, finalizando a Rádio Cidade. Em 1982, venceram os contratos que tinham vigência de 2 anos. Só que estes contratos, foram apresentados depois que estávamos trabalhando na emissora. Quando nos convidaram, não falaram em contratos por 2 anos. Eu, por exemplo, tinha 5 anos de casa na Atalaia, pedi demissão. E agora José? Entrei na justiça trabalhista e ganhei a questão. Fiquei o ano de 83 trabalhando em Jornal, que não era forte, mas, temendo represálias. Sabe como é, patrão com patrão se entende.

Na sequência, comprei um horário na Rádio Paraná, das 12 até 01 da tarde. Certo dia, comentei que a
PETROBRAS(foto 1) tinha obtido um grande lucro, como até hoje obtém. Veja: "Em 2008 a Petrobras ultrapassou a Microsoft, tornando-se a terceira maior empresa do continente americano em valor de mercado, segundo a consultoria Economática" (fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Petrobras#Lucratividade_e_desempenho_em_bolsas_de_valores).
Sede da PETROBRAS no centro do Rio de Janeiro Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Petrobras-HQ-RdJ.jpg

Elogiei a companhia. Só que eu achava, e ainda acho, que parte deste lucro deveria reverter em benefício de quem construiu a empresa, ou seja, o povo brasileiro. Poderia ser na forma de combustível mais barato, por exemplo. Sei do incentivo a Cultura, Esporte ou outros, que a
Petrobras oferece. Mas, e a massa, como é que fica? Fica onde sempre esteve, no fim da fila, pagando.

Feito o comentário, fui chamado pelo diretor da Rádio, para um pequeno diálogo. Ele me disse que Ney Braga (foto 2), quando Ministro da Educação, fôra muito legal com a Pontifícia Universidade Católica (PUC), detentora da concessão da Rádio. Agora, Ney Braga, era o Presidente da Petrobras, por isso, eu deveria me abster de fazer alusão àquela empresa. E agora José? Na mesma hora entreguei o horário para a Rádio. Censura em estado puro.

Superado o episódio com a Rádio Paraná, fui trabalhar com Augusto
Luiz Juck, na Folha do Comércio. Vendia anúncios, e não é que me dei bem? Gostei, mas voltei para o Rádio, desta vez na Rádio Educativa, onde apresentava um noticiário das 7 ás 7.30 da manhã, juntamente com o Sérgio Luiz Picheto e
Léa Okseanberg(foto 3), depois com o Ovande Stori, que entrou no lugar da Léa. Realizava entrevistas e fazia cobertura de todos os atos da Câmara de Vereadores, inclusive assistindo a todas as sessões. Vai daí que, ... depois eu conto, tá bom?


Abraços, Paulo Branco


Visite: http://
pbradialista.blogspot.com
Contatos: contato@paulobranco.com

FIQUE BEM INFORMADO.

Leia mais: Hoje é dia de que? Datas comemorativas • A arte da vida. Apon HP. Literatura para pensar e sentir http://www.aponarte.com.br/p/hoje-e-dia-de-que-e-amanha_09.html