domingo, 31 de agosto de 2008

PB na Secretaria de Comunicação Social

Retomando minha história de radialista, como já relatei anteriormente, deixei o circuito de Rádio Comercial e fui para o Rádio Estatal, servir na recém criada Secretaria da Comunicação Social, no início do governo de Álvaro Dias. Idos anos 80, em 1987, tendo como Secretário o jornalista Fábio Campana (na foto, Fábio ao lado de Alvaro Dias e Mussa) - fonte: http://www.cienciaefe.org.br/OnLine/0511/mussa.htm ), que me convidou por indicação de Lourival Pedrazani para criar o Setor de Radiodifusão, com a finalidade de dar amplo atendimento a radialistas e radiodifusores (donos de emissoras) em nome do governo. Foi o que fiz, sem nunca deixar de tomar as providências necessárias para facilitar o trabalho dos meus colegas, assim como, não deixava quem quer que fosse sem resposta. Logo depois fui designado para formar e coordenar uma grande Rede de Emissoras Paranaenses, que teria a transmissão de uma programa de 03 minutos diários. Era o "Bom Dia Governador", onde AD fazia uma espécie de prestação de contas ao povo paranaense, quanto arrecadava e onde empregava o dinheiro arrecadado. E olha que não dispúnhamos de Internet, nem satélite, quando muito um fax e o telefone. A Telepar foi importantíssima na transmissão do programa, porque não era fácil fazer chegar às emissoras, quase duzentas, todas entrando no ar no mesmo horário, 06:45 da manhã, de segunda à sexta. Como funcionava o bloco do "eu sozinho", para gravar com o governador e fazer chegar às mais de 20 emissoras em Curitiba e em quase 200 em todo o Paraná, já daria para escrever um livro. Mas, tem mais, muito mais. Continua.Foto Palaçio Iguaçu - fonte: http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/5/59/Palacio_Iguassu_I.jpg/278px-Palacio_Iguassu_I.jpg

Clique abaixo na foto e veja uma Panorâmica de Curitiba vista de Torre da Telepar


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PB na Secretaria de Comunicação Social

Retomando minha história de radialista, como já relatei anteriormente, deixei o circuito de Rádio Comercial e fui para o Rádio Estatal, servir na recém criada Secretaria da Comunicação Social, no início do governo de Álvaro Dias. Idos anos 80, em 1987, tendo como Secretário o jornalista Fábio Campana (na foto, Fábio ao lado de Alvaro Dias e Mussa) - fonte: http://www.cienciaefe.org.br/OnLine/0511/mussa.htm ), que me convidou por indicação de Lourival Pedrazani para criar o Setor de Radiodifusão, com a finalidade de dar amplo atendimento a radialistas e radiodifusores (donos de emissoras) em nome do governo. Foi o que fiz, sem nunca deixar de tomar as providências necessárias para facilitar o trabalho dos meus colegas, assim como, não deixava quem quer que fosse sem resposta. Logo depois fui designado para formar e coordenar uma grande Rede de Emissoras Paranaenses, que teria a transmissão de uma programa de 03 minutos diários. Era o "Bom Dia Governador", onde AD fazia uma espécie de prestação de contas ao povo paranaense, quanto arrecadava e onde empregava o dinheiro arrecadado. E olha que não dispúnhamos de Internet, nem satélite, quando muito um fax e o telefone. A Telepar foi importantíssima na transmissão do programa, porque não era fácil fazer chegar às emissoras, quase duzentas, todas entrando no ar no mesmo horário, 06:45 da manhã, de segunda à sexta. Como funcionava o bloco do "eu sozinho", para gravar com o governador e fazer chegar às mais de 20 emissoras em Curitiba e em quase 200 em todo o Paraná, já daria para escrever um livro. Mas, tem mais, muito mais. Continua.Foto Palaçio Iguaçu - fonte: http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/5/59/Palacio_Iguassu_I.jpg/278px-Palacio_Iguassu_I.jpg

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quarta-feira, 27 de agosto de 2008

ViaBrasil apresenta História do Rádio

A primeira transmissão do rádio no Brasil foi feita em 1922; depois disso ele se tornou indispensável na vida dos brasileiros. Em Curitiba, exposição mostrou fotos e aparelhos de épocas diferentes. Estamos aqui, reproduzindo a reportagem do Portal da Globo ( Portal G1 da Globo -
Sexta-feira, 22/08/2008 ), sobre a exposição ocorrida em Curitiba, neste mês de agosto. Já fizemos referência ao evento dias atrás, ( http://pbradialista.blogspot.com/2008/08/um-paran-ligado-no-rdio.html ) e agora finalizamos com esta reportagem, que foi ao ar no dia 22 de agosto. Parabenizamos a todos que fizeram deste evento um sucesso.
Veja novamente fotos do evento.
Veja o vídeo.


Fonte: http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM872473-7823-EXPOSICAO+EM+CURITIBA+CONTA+A+HISTORIA+DO+RADIO,00.html


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terça-feira, 26 de agosto de 2008

PB entrevistado por formandos da UNIBRASIL

Com muita satistação estive ontem, 25 de agosto, na UNIBRASIL, com alunos formandos do Curso de Jornalismo. Estarei postando toda a entrevista e comentários, assim que todo o material for disponibilizado. Para registrar o fato, apresento vídeos, os quais são apenas os preparativos para a entrevista. Aproveito para agradecer a todos os envolvidos no trabalho, e estarei nominando assim que estiver postando por completo.

1 - Entrando no estúdio



2 - Dentro do estúdio



Bem amigos do Blog do Paulo Branco Radialista, foi só um "aperitivo" com o pessoal da UNIBRASIL. Em breve, teremos o audio da entrevista completa. Até.

Indique o Blog para os amigos, entre em contato: http://pbradialista.blogspot.com

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Seu Miguel, desde 1924

Nesta entrevista, um pouco da História de Curitiba, contada por quem viveu nos tempos de dantes "dos de 1931". É o Miguel Ledaniwiski Filho, ou Seu Miguel,de descendência austríaca, que desde 1924 vive a nossa Curitiba. Ele nos conta, comentários surgidos com o alargamento da Avenida João Gualberto (e posteriormente também na Av. Paraná), importante via de ligação até hoje.
Como foi a plantação do primeiro Pinheiro na Praça Tiradentes, a construção do Edifício Moreira Garcêz. A passagem do dirigível Zepelin sobre o Bairro Águas Verdes.
Conta também, como eram os cortejos fúnebres da
época, e como funcionavam conforme a classe social. Eu lembro que para os mais abastados, era elegante, carruagem tirada por quatro cavalos, com boleeiro de libré clara, e dentro dela, o ataúde.
Lembro, que as visitas de condolências eram realizadas com as formalidades da moda.
As pessoas que não as faziam vestidas de luto, eram consideradas desrespeitosas. Trajes inteiramente pretos representavam uma condição "sine qua non" para os visitantes de ambos os sexos, e, a não ser para os vizinhos mais próximos, a etiqueta exigia uma carruagem, cocheiro com fraque e um criado de libré. Porém, todos tinham o mesmo destino.
Seu Miguel lembra-nos ainda, sobre o Bonde
simples e aberto, ou com reboque, que se chamava Bonde dos Operários e transportava os trabalhadores, pela metade do preço. Curioso era o Bonde da Carne, de cor vermelha, vindo lá do abatedouro do Guabirotuba.
Ao final, para minha surpresa, Seu Miguel encerra com um poema, de improviso e sem nome, mas belo na letra e na declamação:

que tarde feliz
que tarde alegre
o sol já se derrama
se recolhe no poente
a noite se prepara
para que seja vestido, das estrelas do céu
e nós meditamos profundamente
quando dizemos:
que saudades do dia de amanhã,
que saudades do meu primeiro amor.
Mas, nada melhor do que escutar, na voz do Miguel, numa entrevista de apenas 9 minutos. Vale a pena conferir.


Fonte fotos dos Bondes, Zepelin, Av. Paraná: http://www.museudantu.org.br/EParana.htm

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PB entrevistado por formandos da UNIBRASIL

Com muita satistação estive ontem, 25 de agosto, na UNIBRASIL, com alunos formandos do Curso de Jornalismo. Estarei postando toda a entrevista e comentários, assim que todo o material for disponibilizado. Para registrar o fato, apresento vídeos, os quais são apenas os preparativos para a entrevista. Aproveito para agradecer a todos os envolvidos no trabalho, e estarei nominando assim que estiver postando por completo.

1 - Entrando no estúdio



2 - Dentro do estúdio



Bem amigos do Blog do Paulo Branco Radialista, foi só um "aperitivo" com o pessoal da UNIBRASIL. Em breve, teremos o audio da entrevista completa. Até.

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segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Privilégios dos de 1931

Sim, me sinto um privilegiado por ter nascido em 1931.
E sabem por quê?
Porque acompanhei o progresso científico e tecnológico desde a minha infância,
vendo a chegada dos primeiros automóveis em Passo Fundo, no Rio Grande do Sul,
do primeiro ônibus para transporte coletivo,
de ter lido na Revista Seleções, as primeiras experiências com uma plantinha que daria para fazer bife, farinha etc..., etc...: A Soja.
Experiências também, com um raiozinho chamado "Laser".
Assisti a chegada dos primeiros rádios, telefones, TV, fotografia.
Vi também, a chegada do gravador, do tele tipo, do telex, do fax, do celular,
do disco 78 rotações feito de cêra (caiu-quebrou),
do "Long Play", do CD, do DVD, do MP3 (parece que já tem o MP7),
da máquina de fotografia Digital, fotografa, filma e grava na mesma hora.
O arado ser substituído por grandes colheitadeiras.
As retroescavadeiras substituindo centenas de trabalhadores,
que abriam valas nas ruas, para os primeiros encanamentos de água e esgoto.
Vi também a chegada dos aviões "Teco-Teco", até os Supersônicos.
E as verdadeiras fortalezas voadoras, com capacidade para transportar centenas de pessoas.
Aompanhei a viagem do homem à Lua.
E a Segunda Grande Guerra, que ceifou milhões de vidas humanas,
outras guerras de menor porte, mas nem por isso, menos sangrentas.
Vi minha cidade crescer, o Rio Grande do Sul crescer,
o Brasil crescer.
Vi o amor nascer, crescer e morrer.
Vi criança nascer, vi também, criança morrer.
Vi os velhos serem respeitados,
e vejo hoje tão menosprezados pela sociedade em que vivem.
Isto tudo, depois de terem trabalhado a vida inteira e se sacrificado,
para que o progresso de hoje fosse um fato, e não um sonho.
Por isso admiro tanto a música de Raul Seixas,
"Eu vivi, a dez mil anos atrás".
Acompanhei o surgimentos dos satélites,
do computador, da Internet, do controle remoto, da fotocélula.
A descoberta de medicamentos milagrosos para cura de várias doenças.
A descoberta do plástico, um dos maiores poluidores do planeta.
Vi as bombas de Hiroshima, de Nagazaki, e também a Bomba H.
Mas..., também a chegada da fralda descartável e das papinhas para nenens.
Acompanhei a escolha e a morte de alguns Papas,
e o surgimento de várias seitas religiosas, algumas, verdadeiros caça-níqueis.
Superei um câncer, e aqui estou lutando,
para decifrar o meu COMPUTADOR.

Clique abaixo e ouça a crônica, na voz do PB



Bem amigos, discorri um pouco sobre fatos que vi, vivenciei e acompanhei, nos meus 77 anos. É um mundo maravilhoso, que vi de forma diferente, olhar crítico e jornalístico, pois deveria repassar às mentes e ouvidos de tantos. Sim, fui um privilegiado. Mas, que alegria, quando encontrei um cidadão de 1924, sobre o qual estarei escrevendo, e agora falando, já na próxima postagem. Vale a pena conferir, pois ficou muito boa a entrevista. Muitos causos interessantes, espetaculares. Até.

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domingo, 24 de agosto de 2008

PB e o Museu - por Paulo Branco

segunda-feira, 18 de Agosto de 2008

Repentinamente o telefone chama. É impressionante como bichinho sempre chama, repentinamente...

Atendo..., e uma voz anuncia ser do museu. Entrei em pânico! Pensei, cá com meus botões:
-'Mama Mia, o que será que eles querem comigo?'
Desliguei, respirei fundo, esperei um pouco e atendi uma nova chamada. Era para uma entrevista, e o assunto seria sobre o Rádio. Ufa! Restabelecido, aceitei de pronto.
-'quando, a que horas, onde?'
Óbvio que para mim era crucial saber onde seria realizada a entrevista, se sobre o passado, presente ou o futuro do Rádio. Felizmente seria em minha casa, e sobre minha história pelo Rádio.
-'Ufa!..., Arre!...Avante!'
Imaginem se o convite vem doutro Museu, tipo Museu do Cairo, e eu acabo ficando por lá. Qual nada, era só imagem e som, nada pessoal contra outros museus. Mas que dá arrepios, lá isso dá.

Agradeço o pessoal do MIS, ao mediador Professor Marcio Tadeu da Costa e ao cinegrafista Daniel Corrêa pela generosa atenção. Quando o material estiver pronto, estaremos postando no Blog - http://pbradialista.blogspot.com

E aproveitando o ensejo, para aqueles que não conhecem bem o MIS, segue uma breve apresentação:

O Museu da Imagem e do Som (MIS) tem como principal objetivo resgatar e preservar a memória audiovisual do Paraná. Possui acervos de discos, fitas de áudio, filmes, vídeos, fotografias e publicações relacionadas à sua área de atuação. Em suas dependências, o visitante pode conhecer vários objetos e equipamentos que fizeram a história do audiovisual. O MIS conta com salas de exposições, em dois pavimentos, onde realiza mostras de artistas locais e internacionais de fotografia, multimídia e artes gráficas. Nessas salas também podem ser realizados lançamentos de discos, livros e cadernos de cultura. Organiza mostras de cinema e vídeo em seu auditório de 70 lugares, em especial de obras de paranaenses, acompanhadas de palestras e debates com os realizadores. Esse auditório, além disso, pode ser ocupado por outras entidades artístico-culturais para reuniões, debates e cursos. O Museu possui, ainda, duas moviolas para filmes de 35mm, que estão à disposição para cursos e trabalhos de cineastas amadores e profissionais.

Fonte: http://www.pr.gov.br/mis/index.html
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quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Assessoria de Rádio e campanha eleitoral

Voltando à minha trajetória no meio radiofônico, e "pulando mais do que minhoca em terra lavrada", fui para a equipe da Rádio Educativa. Convidado com muito orgulho pelo Palito, Lourival Pedrazani, que fôra meu diretor na Rádio Atalaia. Comecei apresentando notícias das 07 às 07.30 da manhã (já relatei no Blog sobre este momento). Logo em seguida, o diretor do Departamento de Notícias, Lineu Borges, designou para que eu fizesse cobertura completa dos trabalhos da Câmara de Vereadores de Curitiba. Assistiria todas as sessões, faria comentários e entrevistaria vereadores. Aprendi um pouco do funcionamento parlamentar, além é claro, de realizar minhas atividades profissionais. Neste meio tempo, fui apresentado ao senador Álvaro Dias, pré-candidato ao governo do Paraná. A coordenadoria de campanha do senador me convidou para participar da campanha, numa equipe de Assessoria em Rádio. Atuava nos horários livres da Rádio, fazendo gravações, preparando "releases" entre outras atividades da equipe. Nos finais de semana, viajava para o interior e preparava a chegada do senador para os comícios. Neste ponto, entrava em ação outra equipe de campo, com carretas de palco e equipamentos de sonorização. Chegavam também, os convidados em geral, e os cantores como Vando, duplas sertanejas e Sérgio Reis, todas atrações no auge de suas carreiras(1986). Para arrematar, um helicóptero sobrevoava a cidade, voando baixo, e a população vibrando, a fanfarra tocando e o senador, sendo carregado pela multidão. Imaginem o que acontecia. Certa vez, o aparelho pousou próximo ao local da concentração, e o povão que nunca tinha visto algo parecido, correu para ver de perto aquela geringonça, que tinha hélice em cima. Foi preciso fazer uma decolagem, levando o helicóptero para outro lugar, para que o comício fosse realizado. Na Assessoria de Rádio, atuava como precursor, portanto, eu já havia visitado setores da imprensa local. Priorizava Rádios e Jornais locais, passando a agenda do candidato na região, organizando entrevistas coletivas, anunciava o comício ou reunião, o local e horário, e aproveitava para levar ao ar, pronunciamentos gravados pelo senador. E as "alvarétes", desfilavam pela cidade, convidando a população para o evento. As 186 emissoras de Rádio do Paraná receberam diariamente "releases", 450 mil notícias aproximadamente. Cheguei a percorrer 50 municípios , entre os principais do Paraná. Realmente foi uma grande campanha, na qual tive meu trabalho profissional valorizado. A campanha foi um sucesso, tanto que o Álvaro praticamente não tinha concorrente. Elegeu-se com maioria absoluta. (foto abaixo - já como governador - http://www.cienciaefe.org.br/OnLine/0511/mussa.htm - Mussa e Bacilla Neto, João Dedeus Freitas Neto e Ênio Malheiros: encontro com o governador Alvaro Dias, em 1987 (Arquivo). Interessante que no interior da campanha, tomei conhecimento das queixas dos radiodifusores, relativas a vários problemas de contato com o governo estadual, os quais um novo governo poderia dar vazão. Retornando da jornada do fim de semana, relatava ao meu coordenador. Daí, surgiu a idéia de ser criado um Setor de Radiodifusão, para fazer honras da casa, nas visitas de radialistas e radiodifusores. Assim, organizávamos entrevistas, a pedidos dos radialistas, com autoridades governamentais. Conseguíamos a entrevista solicitada, local para sua realização,cuidando até do cafézinho e transporte na capital. Não deixávamos ninguém sem resposta. Fui até guia turístico para muitos deles, inclusive suas famílias quando em férias, pela capital. Abrindo um parêntesis, fiz um bom trabalho durante os quatro anos do governo Alvarista, continuei com trabalho similar no governo Requianista, e como já relatado também neste Blog ( http://pbradialista.blogspot.com/2008/07/alvaristas-requianistas-ou-lernistas.html ), fui convidado pelo governo Lernista, fechando parêntesis. No final do governo Álvaro eu ..., bem, depois eu conto. "A pressa é inimiga da perfeição.", se bem que por vezes, também transforma-se em inovadora, criativa, corajosa, e por que não, pode beirar à perfeição. Ambigüidades a parte, até ...

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Assessoria de Rádio e campanha eleitoral

Voltando à minha trajetória no meio radiofônico, e "pulando mais do que minhoca em terra lavrada", fui para a equipe da Rádio Educativa. Convidado com muito orgulho pelo Palito, Lourival Pedrazani, que fôra meu diretor na Rádio Atalaia. Comecei apresentando notícias das 07 às 07.30 da manhã (já relatei no Blog sobre este momento). Logo em seguida, o diretor do Departamento de Notícias, Lineu Borges, designou para que eu fizesse cobertura completa dos trabalhos da Câmara de Vereadores de Curitiba. Assistiria todas as sessões, faria comentários e entrevistaria vereadores. Aprendi um pouco do funcionamento parlamentar, além é claro, de realizar minhas atividades profissionais. Neste meio tempo, fui apresentado ao senador Álvaro Dias, pré-candidato ao governo do Paraná. A coordenadoria de campanha do senador me convidou para participar da campanha, numa equipe de Assessoria em Rádio. Atuava nos horários livres da Rádio, fazendo gravações, preparando "releases" entre outras atividades da equipe. Nos finais de semana, viajava para o interior e preparava a chegada do senador para os comícios. Neste ponto, entrava em ação outra equipe de campo, com carretas de palco e equipamentos de sonorização. Chegavam também, os convidados em geral, e os cantores como Vando, duplas sertanejas e Sérgio Reis, todas atrações no auge de suas carreiras(1986). Para arrematar, um helicóptero sobrevoava a cidade, voando baixo, e a população vibrando, a fanfarra tocando e o senador, sendo carregado pela multidão. Imaginem o que acontecia. Certa vez, o aparelho pousou próximo ao local da concentração, e o povão que nunca tinha visto algo parecido, correu para ver de perto aquela geringonça, que tinha hélice em cima. Foi preciso fazer uma decolagem, levando o helicóptero para outro lugar, para que o comício fosse realizado. Na Assessoria de Rádio, atuava como precursor, portanto, eu já havia visitado setores da imprensa local. Priorizava Rádios e Jornais locais, passando a agenda do candidato na região, organizando entrevistas coletivas, anunciava o comício ou reunião, o local e horário, e aproveitava para levar ao ar, pronunciamentos gravados pelo senador. E as "alvarétes", desfilavam pela cidade, convidando a população para o evento. As 186 emissoras de Rádio do Paraná receberam diariamente "releases", 450 mil notícias aproximadamente. Cheguei a percorrer 50 municípios , entre os principais do Paraná. Realmente foi uma grande campanha, na qual tive meu trabalho profissional valorizado. A campanha foi um sucesso, tanto que o Álvaro praticamente não tinha concorrente. Elegeu-se com maioria absoluta. (foto abaixo - já como governador - http://www.cienciaefe.org.br/OnLine/0511/mussa.htm - Mussa e Bacilla Neto, João Dedeus Freitas Neto e Ênio Malheiros: encontro com o governador Alvaro Dias, em 1987 (Arquivo). Interessante que no interior da campanha, tomei conhecimento das queixas dos radiodifusores, relativas a vários problemas de contato com o governo estadual, os quais um novo governo poderia dar vazão. Retornando da jornada do fim de semana, relatava ao meu coordenador. Daí, surgiu a idéia de ser criado um Setor de Radiodifusão, para fazer honras da casa, nas visitas de radialistas e radiodifusores. Assim, organizávamos entrevistas, a pedidos dos radialistas, com autoridades governamentais. Conseguíamos a entrevista solicitada, local para sua realização,cuidando até do cafézinho e transporte na capital. Não deixávamos ninguém sem resposta. Fui até guia turístico para muitos deles, inclusive suas famílias quando em férias, pela capital. Abrindo um parêntesis, fiz um bom trabalho durante os quatro anos do governo Alvarista, continuei com trabalho similar no governo Requianista, e como já relatado também neste Blog ( http://pbradialista.blogspot.com/2008/07/alvaristas-requianistas-ou-lernistas.html ), fui convidado pelo governo Lernista, fechando parêntesis. No final do governo Álvaro eu ..., bem, depois eu conto. "A pressa é inimiga da perfeição.", se bem que por vezes, também transforma-se em inovadora, criativa, corajosa, e por que não, pode beirar à perfeição. Ambigüidades a parte, até ...

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FIQUE BEM INFORMADO.

Leia mais: Hoje é dia de que? Datas comemorativas • A arte da vida. Apon HP. Literatura para pensar e sentir http://www.aponarte.com.br/p/hoje-e-dia-de-que-e-amanha_09.html