DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE.
É o Dia da Ecologia.
Sic é um termo da língua latina cuja tradução literal é "assim". A palavra Sic é usada freqüentemente em português para indicar é desta forma (Sic et simpliciter). É possível, de facto, que a palavra "sim" do português tenha origem neste termo.
A palavra "sic" é usada para evidenciar que o uso incorreto ou incomum de pontuação, ortografia ou forma de escrita presente em uma citação, provem do autor original da mesma. Serve assim para deixar claro ao leitor que não houve um erro de tipografia. Além desse uso como advertência, a palavra também pode ser empregada para denotar ironia, como neste exemplo:
"O ministro Antônio Rogério Magri afirmou ontem que Fernando Collor é imexível [sic]."
Via de regra a palavra aparece no texto da forma exemplificada: entre colchetes e itálico. Isto visa deixar claro que o "sic" não faz parte da citação em si mas foi acrescentado pelo autor da transcrição..
Aliás, lembrando que quando Ivo Arzua foi administrador da cidade, fez entre outras coisas, a Avenida Paraná.
venda do Biotônico Fontoura - em abril de 2001 a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) publicou no Diário Oficial uma portaria determinando que as empresas produtoras de fortificantes retirassem o etanol (álcool etílico) das fórmulas de seus produtos -, ainda tenho na farmácia de casa o Biotônico Fontoura, como também os tradicionais Merthiolate e Hipoglós. Recorrerei então ao Biotônico Fontoura, aliás recomendado por Monteiro Lobato no "Almanaque do Jeca Tatu", editado pelo Laboratório Fontoura (Fonte: www.rxonline.com.br/publicacoes/ revista Pharmacia Brasileira, mar/abr 2001).
RELÓGIO DAS FLORES - (Praça Garibaldi, Alto São Francisco), Setor Histórico de Curitiba. (foto: www.curitibacityphotos.blogger.com.br - Luiz Bocian )
Ulisses – Não. Algum tempo depois, estava trabalhando numa peça de teatro com direção dos jornalistas Marilú Silveira e Reinado Jardim. Era um espetáculo de poesias de natal. Não sei como foi, mas a verdade é que o Jardim acertou com o Jair Brito que nosso espetáculo seria o especial de natal da Rádio Cidade.
Ulisses – Sim, o mesmo! Jair Brito tinha montado aquela grande equipe de jornalismo da Rádio Cidade e acertou com o Jardim e a Marilú para gravar o espetáculo “Atestado de Nascimento”. E lá foi todo o elenco para a AUDISOM do Camargo. Terminada a gravação, acompanhada pelo Jardim, Marilú, Camargo, Cláudia Paciornick, o Jair Brito chega para mim e diz: “Você não gostaria de trabalhar em rádio. Estou precisando de um locutor noticiarista que possa também redigir".
Ulisses – Bem... Fiquei nervoso, vermelho como um pimentão. Sabia que aquele senhor era o famoso diretor de rádio. O Jardim, ao nosso lado dizendo: “Mas claro que ele vai sim, Jair. Além dessa voz bonita ele está estudando jornalismo na Federal.” E assim foi que no dia seguinte fui até a Rádio, lá na Rua Princesa Isabel. No estúdio de gravação me esperava o Tuiutí. Sim, um dos decanos dos operadores de rádio de Curitiba. Mas não apenas ele. Um "bando de gente", ficou lá para ouvir a descoberta do Jair. Apesar do nervosismo fui contratado e passei a fazer parte daquela equipe fabulosa. Com o desmantelamento da equipe de jornalismo, fiquei ainda na rádio durante a fase do “ligue, peça e ouça”.
Ulisses – Sim. Em seguida, a programação mudou e vieram se juntar Paulo Branco, Jurandir Carioca, Cláudio Ribeiro, Reginaldo Loyola... O Jamur Júnior e o Pirajá Ferreira. Sim acabei me encontrando novamente com o Pirajá e agora como repórter do Programa dele. Mas, outra vez a emissora mudou a programação e daí só sobraram eu, o Toni Mineiro e o próprio Luiz Ernesto como locutores. Foi a época no “Ligue, peça e ouça”... Música escolhida pelo ouvinte 24 horas. A rádio se transformou num verdadeiro serviço de alto-falantes de quermesse.
Ulisses – Não. O Jamur me levou para a TV Iguaçu e parei com o rádio. Voltei depois na Rádio Cidade como redator dos comentários políticos do Maurício Nasser, então candidato a deputado, pelas mãos do mesmo Jair Brito. Andei trabalhando com o Jamur na experiência da Clube FM, sintonizada nos ônibus de Curitiba, através de um contrato com a Fundação Cultural de Curitiba.
(Continua - última parte)
Contato com Ulisses Iarochinski, http://www.ui.jor.br/radio.htm , ou pelo iarochinski@gmail.com.
Ulisses – Paulo. Pois foi ainda na Rádio Sociedade Monte Alegre, lá em Telêmaco Borba. Nem sei se a rádio ainda existe com este nome. Parece que o fundador da emissora, Samuel Klabin, das Indústrias Klabin de Papel e Celulose a vendeu anos atrás para um grupo de Ponta Grossa.
Ulisses – Pois então. Tinha 14 anos de idade e soube que um dos melhores locutores da rádio estava indo embora para Jacarezinho, onde ia estudar na Faculdade de Direito. Sintonizei nos 1580 kHz e ouvi que estavam fazendo testes para escolher um novo locutor. Apesar da pouca idade fui lá. Sabia ler e já tinha participado de umas gravações do Presépio ao Vivo, uma representação teatral da Páscoa, que acontecia na cidade. Como era ao ar livre, a narração e os diálogos eram previamente gravados com música e efeitos especiais. Eu fazia a voz do profeta Isaías. Assim que, com a cara e a coragem, me apresentei na Rádio. Havia uma fila enorme. O teste consistia em ler um bloco de 3 notícias, uma lista de músicas e 3 propagandas. Fui o escolhido entre 22 candidatos. Apesar da voz em processo de mudança, fui escolhido porque era o único que sabia ler sem gaguejar.
Ulisses – Sim... Comecei num domingo a tarde. Lia nome das músicas e cantores, hora certa, prefixo da rádio e publicidade. Num dado momento, a operadora que trabalhava comigo, entrou no estúdio e me deu uma dica: “quando for música em inglês, escute. Porque sempre o cantor canta um verso onde está o nome da música”.
Paulo Branco – Mas você foi só locutor musical na Monte Alegre?
Ulisses – Cerca de um ano. Mas lá na Monte Alegre fiz ainda o programa “Conversando com a Saudade”, um musical noturno com músicas de Francisco Alves, Orlando Silva e todos os grandes da época de ouro dos musicais de rádio das décadas de 40, 50 e 60. Foi lá que comecei também a ler noticiários.
(Continua)
Contato com Ulisses Iarochinski, http://www.ui.jor.br/radio.htm , ou pelo iarochinski@gmail.com.