Caros Ouvintes - Uma pequena história do Rádio
Direção: Silvana Corona,
Direção de fotografia: Beto Carminatti,
Direção de arte: Zenor Ribas,
Produção executiva: Léo Pasqualini de Andrade,
Narração: Sinval Martins.
FOLCLORE DA IMPRENSA - DONATO RAMOS - (dos livros ANTES QUE ME ESQUEÇA-O FOLCLORE DA IMPRENSA - 1-2-3 e 4)
BATATINHA – TAROBÁ – 27.5.05 – 13h10
- O agricultor foi alvejado no braço “QUASE PERTO” do peito.
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Entrevista com o treinador Parreira:
- A gente não seleciona jogador pelo TAMANHO nem pela ALTURA.
(Puta merda, ó filósofo! Seleciona pela GROSSURA, talvez...?
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TAROBÁ – BATATINHA – 30.10.05 – 13h45min
-... e os dois policiais praticaram o crime chamado “CONCUSÃO”.
(Concussão é o certo. CONCUSÃO deve ser prática sexual!).
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NETO
No dia 31 de janeiro de 2005, às 13 horas e oito minutos, na TV Tarobá de Cascavel,, o Neto substituiu o Batatinha no programa “Tempo Quente”. Lá pelas tantas, sai-se com esta:
- ... com MENAS violência.
Dias antes, no mesmo programa (24.1.) e pelo mesmo motivo, às 13 e 43, o excelente apresentador, falava sobre um parente de um prefeito da região, preso por porte de drogas:
- E a droga, senhores, estava dentro de uma LATA DE PAPELÃO...!
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BOLÍVAR “cacau” NEGREIROS
TV Tarobá – Cascavel – Pr
Programa “PRETO NO BRANCO” - 20.3.89.
- O Brasil tem tudo para ser um dos maiores países DO UNIVERSO...
(depois da Terra, claro!)
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PAULO MARTINS
TV Tarobá – Cascavel – 24.2.89
- Ficam fazendo ALAÚZAS, num dizer MUITO POPULAR...
(Já pensou se o termo não fosse POPULAR? Ninguém iria entender, né Paulo?)
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CADEIA – Curitiba - Pr
Mostrando um jornal onde se via claramente a frase “Susto e destruição”, o deputado Alborghetti leu assim, apontando com o dedo:
- SUSTO E DESNUTRIÇÃO.
(Um cara desnutrido, se levar um susto, morre, Cadeia!)
...
CADEIA – NO MESMO DIA
- Minha boca não é osso pra andar na boca de cachorro...
DONATO RAMOS
Publicado no Recanto das Letras em 02/06/2008
Autor: Ubiratan Lustosa
Se nós olhássemos as outras pessoas e víssemos nelas criaturas de Deus, certamente as respeitaríamos convenientemente e, mais do que isso, iríamos amá-las com desprendimento. O relacionamento humano seria bem mais elevado, as divergências seriam desfeitas com dignidade e, em conseqüência, o mundo seria bem melhor.
Todas as criaturas são um sinal de Deus, e por elas podemos descortinar a grandeza, o poder, a sabedoria divina que é infinita.
Sob esse conceito jamais poderemos desejar o mal aos outros. Ao contrário, ficaremos felizes com a felicidade das outras pessoas.
E, sob essa ótica, não cabem as violências com as pessoas amadas. E revigora-se a tese: quem ama não mata!
Por certo não é saudável o amor de quem fere ou destrói o ser amado.
A saúde do amor é caracterizada pela generosa doação sem nada se exigir em troca.
O amor pressupõe desprendimento, dedicação, entrega, um permanente esforço para fazer feliz a criatura amada.
O zelo caracteriza o amor. O ciúme é característica da paixão.
O amor é dócil, tranqüilo como a superfície dos lagos.
A paixão é violenta, agitada como os mares procelosos.
O amor preserva a vida e quem ama cerca de cuidados a pessoa amada.
A paixão, com freqüência, conduz à morte, e quem está apaixonado envolve em ameaças a pessoa objeto do seu querer.
O amor é caminho largo e claro. A paixão é viela escura.
O amor é saúde. A paixão é doença. Muitos os confundem e, por isso, há tantos desvios e tantas violências. Substitui-se o carinho pelos maus tratos, troca-se o respeito pela ofensa, e ao invés de se cantar um hino de louvor à vida entoam-se loas enaltecendo à morte.
É preciso que respeitemos a todas as pessoas, especialmente aquelas a quem amamos.
Todo afeto deve ser saudável e ter características construtivas. Isso obteremos vendo nas pessoas criaturas de Deus criadas, como nós, a Sua imagem e semelhança.
Por amor a Deus, dedicar-nos-emos e nos doaremos.
Por amor a Deus, faremos de nós mesmos uma oferenda às pessoas amadas, procurando o seu bem, a sua felicidade, aceitando e respeitando a sua personalidade, compreendendo as suas falhas e deficiências.
E agindo assim, há entendimento, ternura e respeito.
E a violência não tem vez e o crime não existe.
É por esse amor que devemos propugnar.
É esse amor que devemos enaltecer!
Quando escrevi neste Blog sobre minhas andanças pela Guairacá, contei uma história sobre o Elon Garcia, grande amigo. A matéria Que divulgação, hein? - Sexta-feira, 25 de Abril de 2008, conta como fiz para promover meu nome para um programa que fazia na emissora.
Pretendia logo depois, fazer uma entrevista com Elon para o Blog. Encontrei com ele nas homenagens realizadas pelo Museu da Imagem e do Som (MIS), já relatadas no Blog. Soube duma entrevista sobre a sua carreira, quando foi entrevistado pelo Wille e Mazza na CBN/Curitiba, e como a entrevista atende muito bem a minha intençao, resolvi colocá-la no Blog. Aproveitei então o audio, através do sítio do José Willi - www.jws.com.br -, e algumas imagens que consegui do Elon.
Antesa de ouvir o VídeoSlide, vejamos o que foi dito na Câmara Municipal de Curitiba, qundo Elon da Silva Garcia foi agraciado com a distinção honorífica "Prêmio Colunista Dino Almeida", na categoria "Publicitário, Radialista, Ator-Produtor":
- Falar de Elon Garcia é falar de uma figura conhecidíssima em Curitiba, principalmente por causa de sua imagem na televisão local. Quem não se lembra de seu rosto simpático anunciando produtos das Lojas HM e das lojas Disapel ? De sua dicção impecável e de sua voz, que convencia a todos a comprar o que anunciava ?
- Ele iniciou sua vida profissional em 1952, como locutor na Rádio Guairacá. Continuou no ramo na PRB2 e na Emissora Paranaense, mantendo programas de grande audiência popular, patrocinados pelas Lojas HM. Com experiência e jeito para comunicador, foi dos primeiros a participar dos testes de televisão em Curitiba, nos anos de 1957 e 1958, ainda em circuito fechado. Já com com os canais abertos instalados, Elon tinha presença garantida nas telas como "garoto-propaganda" dos mais requisitados.
- Autodidata em matéria de marketing, não deixou de atuar em rádio e televisão, passando também pela Rádio Independência (Departamento Comercial) e algum tempo em Joinville, assessorando as Lojas Freitag. Pelo menos, desde 1965, ele tem um associação plena de imagem com as Lojas Disapel. Sua iniciativa como "marketeiro" provocou um resultado inesperado de vendas de geladeiras na, então pequena, loja. Com uma faixa e anúncios em rádios, liqüidou rapidamente o estoque de geladeiras, recebido em consignação, e continuou "para sempre" como Assessor de Marketing e Publicidade da Disapel. Adotando o estilo "varejão", de acordo com o perfil do consumidor, criou campanhas antológicas, e se especializou em batizar produtos com nomes curiosos (dormitórios, salas e cozinhas), sempre vendidos com o "precinho Disapel, a mais simpática !". Quem não se lembra das ofertas com pagamento inicial de um cruzeiro, ou "apenas um beija-flor de entrada" ?
- Elon Garcia fundou sua própria agência de publicidade, a Elon Garcia Publicidade S/C, em 10 de dezembro de 1971. Em pouco tempo, já era uma das mais procuradas de Curitiba.
- Mas Elon Garcia foi, também, uma das primeiras figuras da televisão do Paraná, quando participou da inauguração da TV Paranaense Canal 12, em 29 de outubro de 1960. Durante o evento, foi o Mestre de Cerimônias, aparecendo no momento do descerramento da fita inaugural. E, também foi um assíduo "garoto-propaganda", reconhecido hoje, como um dos primeiros rostos a aparecer na tela da televisão, "oficialmente".
Bem, mas o melhor é ouvir tudo isso na voz do próprio Elon, e na brilhante apresentação do Willi e do Mazza. Vamos conferir então como ficou?
Rosaldo Pereira (foto de Mauro Frasson, ao lado) já perdeu as contas de quantas cartas leu em seu ‘‘Quadro Casamenteiro’’, programa que apresenta na Rádio Colombo 1.020 kHz AM, de Curitiba, desde 1982. Os convites para os casamentos de pessoas que se conheceram pela emissora ele parou de guardar e contar quando chegaram aos quatro mil, o que aconteceu há oito anos. ‘‘O mais interessante foi a história de um casal que estava se correspondendo por cartas. Você não imagina o susto deles quando se encontraram. Os dois eram vizinhos há décadas e moravam a três quadras um do outro’’, conta Rosaldo, que afirma que os dois estão juntos até hoje. Baile é ponto de encontro dos casais‘


O comentarista esportivo Sílvio de Tarso, da Rádio e TV Paraná Educativa, já teve outros dois nomes “artísticos”: Sílvio Roberto (até os anos 80) e Sílvio Silva (90). Hoje ele é o entrevistado no programa "ZYZ - o rádio contado por quem fez história". A entrevista faz parte de um CD, gravado por 25 alunos do 6º período de Jornalismo, noturno, da UNIBRASIL. "Em sete programas buscamos resgatar informações sobre jornalismo, radiodramaturgia, cobertura esportiva, relações com o governo, censura, expectativas sobre o futuro do rádio e muitas histórias de locutor", explica a estudante Stefhany Zgoda. O trabalho foi orientado pela professora
Mais entrevistas que alunos do 6º período de jornalismo da UNIBRASIL realizaram com radialistas e que originou num CD (foto ao lado). Como já demonstramos em artigos anteriores, foi por meio de entrevistas ao vivo, que os acadêmicos tiveram a oportunidade única de mesclar exercício jornalístico e resgate histórico, em uma série de programas batizados de "ZYZ - o rádio contado por quem fez história", um projeto sob a supervisão da professora Thays Poletto.
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Além de palestras e oficinas, o II Ciclo de Debates sobre Jornalismo e Novas Produções Universitárias também prestou uma homenagem aos radialistas do Paraná, pela comemoração dos 85 anos de rádio no estado. Nesta quarta, 1º de outubro, durante o evento, a UniBrasil lançou o CD "ZYZ, o rádio contado por quem fez história", com uma série de entrevistas que resgatam a memória do rádio no Paraná.
Entre os entrevistados estão: Ubiratan Lustosa, Rosaldo Pereira, Paulo Branco, Sílvio de Tarso, Sinval Martins, José Tadeu Basso, Mario Celso Cunha. Eles foram convidados para a abertura do Ciclo de Debates e receberam uma cópia do CD. Logo depois foi realizada a palestra "A sociedade enfrenta a sua mídia", com o professor José Luiz Braga, da Unisinos, no Rio Grande do Sul.
Os programas foram gravados por 25 alunos do 6º período de Jornalismo, noturno. "Em sete programas buscamos resgatar informações sobre jornalismo, radiodramaturgia, cobertura esportiva, relações com o governo, censura, expectativas sobre o futuro do rádio e muitas histórias de locutor", explica a estudante Stefhany Zgoda. O trabalho foi orientado pela professora
Entrevistados
Sobre programas de variedades e jornalismo, foram entrevistados os locutores Ubiratan Lustosa, Rosaldo Pereira e Paulo Branco, todos com mais de 50 anos de atuação. Eles trazem viva a memória dos programas ao vivo, relação entre ouvintes e rádio, problemas técnicos, a relação com órgãos de poder e histórias que marcaram suas vidas profissionais.
Sobre jornalismo e cobertura esportiva, o ZYZ entrevistou o jornalista e radialista Sílvio de Tarso, que conta sobre as dificuldades técnicas na transmissão esportiva e também relata os problemas com a censura na produção de reportagens.
Da área da dramaturgia, vieram as entrevistas com Sinval Martins e José Tadeu Basso. Ambos destacaram-se na realização de radionovelas e radioteatros, programas muito ouvidos na época. O mais novo dos entrevistados é Mario Celso Cunha. Filho do primeiro locutor do Paraná, Jacinto Cunha, e da rádio-atriz Zezé Ribas, ele está no ar há mais de 40 anos.
Equipe
Na produção da série atuaram os alunos: Adriano César Gomes, Adriano Valenga Carneiro, Ana
Congresso
O relato sobre o trabalho realizado foi transformado por alunos e pela professora no artigo "85 anos de rádio no Paraná: a recuperação da memória histórica do veículo pelo programa ZYZ", que foi aceito e será apresentado no VI Encontro Paranaense de Pesquisa
Fotos: Adriano Carneiro e Stefhany Zgoda, acadêmicos do 6º período de Jornalismo. Reportagem:
Adriano Carneiro
Sobre programas de variedades e jornalismo, foram entrevistados locutores com mais de 50 anos de atuação
Adriano Carneiro
Os programas foram gravados por 25 alunos do 6º período de Jornalismo, noturno
Stefhany Zgoda

A UniBrasil lançou o CD "ZYZ, o rádio contado por quem fez história"
Fonte:^http://www.unibrasil.com.br/noticias/detalhes.asp?id_noticia=3769
Nova entrevista que alunos do 6º período de jornalismo da UNIBRASIL realizaram com radialistas e que originou num CD.Por meio de entrevistas ao vivo, os acadêmicos tiveram a oportunidade única de mesclar exercício jornalístico e resgate histórico, em uma série de programas batizados de "ZYZ - o rádio contado por quem fez história", um projeto sob a supervisão da professora Thays Poletto.
tiveram a oportunidade única de mesclar exercício jornalístico e resgate histórico, em uma série de programas batizados de "ZYZ - o rádio contado por quem fez história".
O projeto Depoimentos procurou registrar em vídeo, um pouco da história do Rádio do Paraná. Assim começa o relato de Marcio Veiga Costa neste curta-metragem RadioOndas Paranaenses.O primeiro pacote trouxe a Coleção audiovisual Série Depoimentos (10 Dvds), com depoimentos de radialistas e radioatores que marcaram época na era de ouro do Rádio.
A produção da série foi o inicio de um projeto inédito do MIS, que beneficiará futuramente profissionais de outras áreas como músicos, cineastas, fotógrafos, artistas populares e designers.
O "RadioOndas Paranaenses", conta com entrevistas de Renato Mazanek, Ubiratan Lustosa, Paulo Chaves, Sinval Martins, Gilberto Fontoura, Boris Mozialowski, Irene de Moraes, Elon Garcia, Vinicius Coelho e Paulo Branco.
Os Cenários/Figurinos são do Centro Cultural Teatro Guaíra, Atelier Ney Souza. Representaram, os atores Luiz Renato Ribas (Pai) e Leonardo Pimenta (Filho), com Fotografias do Acervo do Museu da Imagem e do Som, Curadoria Graça Bandeira e Daniel Corrêa. Na trilha sonora tivemos as vozes de Angela Maria, Caubi Peixoto, Francisco José, Roberto Inglez e Orquestra, Victor Young & Orchestra.
A realização do evento, dia 29 de setembro de 2008 no Centro de Convivência Casa Andrade Muricy (foto no início), já estivemos postando no Blog. Agradeçemos, a parceria com o Governo do Estado do Paraná, através das Secretaria de Estado da Cultura (SEEC), do Museu da Imagem e do Som (MIS), e da Rádio e Televisão Paraná Educativa.
Curta-metragem: RadioOndas Paranaenses:
"Se ando, não me apresso, envelheço igual o vinho
Se tem estrada eu sigo, se não tem, faço o caminho
Quem me preza, vira amigo, peleio pela verdade
Do meu poncho faço dois, prá quem tem necessidade"
Herdei dos pais este nome, marca de gente direita
Minh`alma não tem segredo, em qualquer reza se ajeita
Carrego as lições da vida, nos pesuelos da memória
Sei que me vou algum dia, prá ser página da história
Conheço a voz de deus, pois mora dentro de mim
Gaúcho, campeiro e taura, me orgulho de ser assim!"
Quero registrar aqui, a alegria que senti ao rever meu amigo e colega de tantas jornadas pelas emissoras do Paraná, Luiz Ernesto Pereira. Além de se dedicar ao programa na Rádio Mais, de São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba, é também vereador em nossa capital. Luis vai se dedicar somente ao Rádio, e não tentou a reeleição na câmara de vereadores. A Rádio Mais está em casa nova, com excelentes instalações,e uma vista privilegiada de toda cidade de São José (vide foto ao lado). Também conheci o operador de som Valdecie, e os locutores Anarew de Souza e Adir Vieira. A recepção ficou por conta da Aninha. O Anarew é também produtor da Rádio. Foi só alegria minha gente. É muito bom reencontrar amigos. Veja o SlideShow da visita. Valeu Luiz, meu amigo e compadre.
Fecho a semana com agradecimentos, mais uma vez, a toda equipe do Museu da Imagem e do Som do Paraná pela homenagem, e a inclusão para este primeiro trabalho "RadioOndas Paranaenses". Para mim, foi uma grande honra estar entre 10 profissionais da "Era de Ouro" do Rádio Paranaense.
Agradeço tambem, a equipe de jovens estudantes de jornalismo da UNIBRASIL e seus professores, em especial a Thays Polleto. Este evento findou o trabalho "ZYZ - o rádio c0ntado por quem fez história" e que gerou um CD, o qual também estaremos reproduzindo neste Blog. Agradeço pela homenagem não só a mim, mas a todos que que foram incluídos no trabalho acadêmico. Foi um belo evento aquele do dia 01 de outubro, no auditório da univesidade.Eram 10h55m da manhã de sexta-feira. Nos olhos de quase trinta pessoas, lágrimas. No coração, revolta. Morria uma voz. Uma voz que há mais de 30 anos vinha levando o som à casa de milhões de paranaense. Um som puro, da melhor qualidade.
Morria um ideal. Um ideal do Euclides, Castro, Paulo Branco, Tuiuti, Paulo, Jane e tantos outros. Um ideal de propagar a música a todos, principalmente entre os jovens. Um ideal ceifado pela espada cega de interêsses mesquinhos. Tão mesquinhos que nem se preocupam com o prejuízo de milhares de jovens, que deixaram de ter em seus rádios os 670 khz. A Iguaçu não existe mais. Aos irmão da Rádio Iguaçu e aos seus familiares, a nossa solidariedade...
Fonte: http://www.millarch.org/artigo/em-todas-rotacoes - tablóide digital
Indique o Blog do Paulo Branco para amigos: www.paulobranco.com
Esta semana tive mais uma agradável surpresa. Após homenagens do Museu da Imagem e do Som no dia 29 de setembro, recebi convite para comparecer num evento da UNIBRASIL.

