terça-feira, 31 de março de 2009

BBB9 - Há manipulação para Ana Carolina?

31/03/2009 - 06h57

Diferença entre resultado de paredão e enquetes online cria suspeitas sobre permanência de Ana

Agência JB
Ao anunciar a saída da participante Josiane na noite deste domingo com 68% dos votos do público, Pedro Bial cobriu de névoa o resultado apresentado pelo Big Brother Brasil. Na maioria das enquetes online, que viraram parâmetro das disputas nos paredões do reality show, a outra loura, Ana Carolina, tinha as malas prontas para sair. A distância dos números apresentados entre o resultado do programa e, por exemplo, a enquete do UOL (53,65% de Ana contra 46,35% de Josiane, num universo de mais de 919 mil votos), levantou suspeitas entre fãs do programa e sites especializados.

PERMANÊNCIA DE ANA CAROLINA SURPREENDEU INTERNAUTAS

  • Reprodução
"No UOL temos um sistema de segurança que faz com que cada máquina só possa votar uma única vez para evitar fraudes do tipo robôs que geram votos automaticamente", diz Marcelo Negromonte, editor de Entretenimento do UOL. "Nossa enquete é baseada em amostragem, e na maioria das vezes o resultado do programa coincide com o do site. É raro quando isso não acontece. Às vezes o resultado da enquete é igual ao do programa: sai a mesma pessoa e dão as mesmas porcentagens. Em todas as edições do programa, mais de 80% dos resultados percentuais dos paredões coincidiram com o previsto pelas enquetes do UOL". Entre todas as enquetes de paredões da atual edição do BBB realizadas pelo portal, a única com resultado diferente do programa além da deste domingo foi também o único outro paredão duplo da participante Ana Carolina: a enquete indicava a saída da loira, mas quem deixou o programa foi o paulista Ralf.

No BBB, são contabilizados os votos que chegam por telefone, SMS (mensagem de texto pelo celular) e pela internet (no site oficial do programa, onde os internautas podem votar quantas vezes quiserem). A Globo não revela a fórmula matemática utilizada para chegar aos números finais - um dos segredos mais bem guardados do programa - e confirma apenas que os votos têm pesos diferentes, de acordo com cada plataforma, e são auditados. Mas também não diz por quem.

Através da Central Globo de Comunicação, a emissora afirma o seguinte sobre o assunto: "A ponderação dos votos é usada para garantir a representatividade estatística das três diferentes plataformas de votação: SMS, internet e telefone".

A edição do programa e a movimentação do público pela internet e em comunidades do orkut indicaram que Ana Carolina sairia da casa. No Globo Online, por exemplo, a enquete seguiu o caminho do UOL. Ana Carolina sairia com 57, 65%, contra 42, 35% de Josiane. A falta de uma explicação detalhada de como é medida a votação gerou insatisfação entre os fãs do programa e põe em dúvida o afunilamento do reality show, que este ano teve audiência abaixo dos padrões da atração.

"Assisto ao BBB desde a edição de estreia e é a primeira vez que o resultado não bate com a vontade popular", revolta-se Claudia Fortunato, uma das maiores fãs brasileiras do programa, acrescentando que varreu a internet em busca de respostas. "Está muito claro que a Globo quer que Ana Carolina vá à final para garantir uma audiência maior e assim poder faturar mais".

Institutos de pesquisa como Gerp e FGV desqualificam as enquetes. Alegam que são amostragens sem base científica.

"Qualquer que seja o resultado, coincidindo com o da TV ou não, será pura coincidência", diz Elizete Ignácio, analista de projetos do departamento de Pesquisas de Opinião da FGV. "Quem vota pela internet não está tão engajado quanto quem vota por telefone, que está pagando a ligação e em princípio muito mais interessado. Uma aferição dessas bem feita seria muito difícil até para institutos de pesquisa de opinião. Para conseguir um resultado mais próximo da realidade, provavelmente o que irá se configurar na tela da TV, cada pessoa pesquisada teria que assistir ao programa e estar interessada em votar".

Gabriel Eládio, diretor do Gerp, diz que não há uma tendência nas enquetes paralelas. "Para fazer algo mais correto pela internet precisaríamos conhecer os votantes, definir uma cota para este universo (por exemplo, mulheres de 25 a 60 anos, de classe A/B etc...) e o computador dos sites só aceitariam as pessoas dentro das cotas. A única informação que se pode tirar dessas enquetes é: as pessoas que navegaram pelo site durante aquele período pensam desta maneira. E só".

Aos que fingem não entender a metáfora “gente branca de olhos azuis”

Bookmark and Share “Essa crise não foi gerada por nenhum negro, índio ou pobre. Essa crise foi feita por gente branca, de olhos azuis.” Estas 21 palavras foram pronunciadas pausadamente pelo presidente Lula em coletiva de imprensa ao lado do primeiro-ministro da Inglaterra, Gordon Brown. Todo mundo viu pela televisão.

Colunistas alvoroçados trataram de enxergar nelas uma ponta de preconceito ou discriminação racial às avessas. Nada disso. A grande imprensa local e internacional tratou em difundir que as expressões de Lula causaram constrangimento às autoridades britânicas. É bem provável. E que diante de tão altos dignitários mancharam a honra e a credibilidade do país além de cobrir o governo brasileiro de vergonha. É o que eles especulam.


Na verdade, a metáfora de Lula, de ínfimos 21 vocábulos, vale mais que um daqueles grandiloquentes e loquazes manifestos. Vou mais além: é a síntese moderna de um tratado de sociologia e política que as massas entendem e que define claramente os lados em disputa no atual cenário internacional.
Hipérbole?

A imprensa internacional deste domingo, 29 de março, traduziu à perfeição a “gente branca de olhos azuis”. O conceituado The New York Times, nos dias que antecedem o G-20 de Londres, abriu manchete para a sua longa análise: ‘Capitalismo anglo-americano em julgamento’ Alertou que Obama vai enfrentar um mundo desafiador. “Os americanos viajavam por Brasil, India, China dando lição de moral sobre a necessidade de abrir e desregular mercados. Agora essas políticas são vistas como os réus do colapso”. Por sua vez o Huffington Post, o mais importante jornal da Internet, escancarou: “Lula: nós rejeitamos a fé cega nos mercados”. acrescentando: “Brazil’s president: White, Blue-eyed Bankers have brought world economy to the knees”, ou, “Presidente do Brasil: Banqueiros de olhos azuis fizeram a economia mundial dobrar os joelhos”. O Financial Times, catecismo dos economistas de todos os quadrantes, estampou: “O comentário de Lula diante de Gordon Brown “ressalta o risco de confronto entre os emergentes e os países mais ricos.” E para que não reste dúvidas, o prestigioso jornal inglês, The Observer trombeteou em título de página dupla: “’Blue-Eyed Bankers prompt G20 divide’”, ou seja, “’Banqueiros de olhos azuis’ levam o G20 à divisão’”.
Não precisaria explicar, mas Lula foi explícito na Cúpula de Líderes Progressistas reunida em Viña Del Mar, Chile, no dia seguinte, diante de personalidades como Joseph Biden, vice-presidente dos Estados Unidos, Gordon Brown, Michele Bachelet, Jose Luiz Zapatero, Cristina Fernández de Kirchner, Tabaré Vázquez e Jens Stoltenberg, premiê da Noruega.

O nosso presidente ao ler seu discurso incomodou, constrangeu como gostam de dizer nossos ínclitos comentaristas, o senhor Biden e outra vez o prime minister Brown, defendendo vigorosamente um Estado forte, aduzindo que o mundo está pagando o preço do fracasso de uma aventura irresponsável daqueles que transformaram a economia mundial em um gigantesco cassino. “Desemprego, pobreza, migração, desequilíbrios demográficos e ambientais, são problemas que requerem respostas economicamente coerentes, mas sobretudo responsáveis. Isto não é possível sem Estado forte”.

Em outro momento, abandonando o texto escrito e. tendo abraçado o improviso, abriu coração e mente. Registrou a mudança de época vivida em nossa região, fazendo enfática defesa dos governos de esquerda: “A América Latina passa por uma poderosa onda de democracia popular, encabeçada por segmentos historicamente deserdados e marginalizados que encontram lugar em uma sociedade mais solidária. Muitos de nossos países [como a Venezuela, a Bolívia e o Equador] precisaram ser praticamente refundados institucionalmente com a aprovação popular de novas Constituições.”


A grande mídia internacional e local, repercutindo os interesses e os valores da ‘gente branca de olhos azuis’, pode ter reagido incomodada, constrangida, molestada, irritada com a metáfora de Lula. Mas os povos da Ásia, da África, da América Latina e os próprios trabalhadores dos países desenvolvidos da Europa e América do Norte, se e quando tomarem conhecimento da frase, se sentirão contemplados ao sentir no fundo da alma a verdade que ela encerra, porque sofreram e sofrem da exploração, da humilhação, da injustiça social, do desemprego, da pobreza, da miséria. Estou exagerando?

Tomo emprestado trecho da reportagem do jornalista Clovis Rossi da Folha de S. Paulo presente na marcha de protesto contra a crise deste domingo, 29 de março,em Londres, às vésperas da cúpula do G20, sob o lema central “put people first”, as pessoas em primeiro lugar. “O menino negro de olhos negros veste andrajos, segura a pasta executiva símbolo do Tesouro britânico e reclama: “Eles ajudaram a salvar os bancos e o ‘big business’. Agora é hora de que ajudem a salvar a vida de crianças”.

Max Altman

30 de março de 2009


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Gordura saturada faz mal ao cérebro, afirmam cientistas brasileiros


16/03/09 - 20h46 - Atualizado em 16/03/09 - 21h28 - Fonte: site do Jornal Nacional


Estudo da Unicamp demonstra, em ratos, como atua a substância. Ele afeta os neurônios ligados ao sistema de controle do apetite.


Do G1, com informações do Jornal Nacional

Que a gordura é uma vilã para a saúde, a ciência já sabe. Mas um grupo de pesquisadores brasileiros parece ter decifrado um dos mecanismos pelo qual ela faz mal. Ela interfere no funcionamento do cérebro, alterando a função do controle do apetite.

Após cinco anos de estudos com ratos, o Laboratório de Clínicas Médicas da Unicamp conseguiu identificar as consequências da gordura saturada -- aquela que tem origem animal -- no cérebro. Ela atua diretamente no hipotálamo, região responsável pelo controle do apetite e gasto energético. De acordo com os estudos, a gordura mata os neurônios encarregados de transmitir a informação de que o corpo já está safisteito.

""Portanto, a perda de alguns desses neurônios pode ter consequências bastante desastrosas para manutenção desse equilíbrio entre fome e gasto energético", explica o pesquisador da Unicamp Lício Velloso.

No experimento, os ratos comeram por impulso, muito além do que precisavam. E engordaram. Agora, os cientistas analisam, por meio de tomografias, os reflexos em seres humanos. O próximo passo é desenvolver medicamentos que eliminem os efeitos dessa gordura no cérebro. Eles recomendam cuidados no consumo dessa substância.

"Quanto mais gordura insaturada, ou seja, óleos vegetais, você puder consumir, melhor. Porque o dano causado ao neurônio é menor com essa gordura."

Hollywood ressuscita o mito Che

Hollywood ressuscita o mito ChePDFImprimirE-mail
Arte e Cultura
Flávio Braga   
Sáb, 28 de março de 2009 16:56

Flávio Braga

Flávio Braga

A recriação de Guevara pelo cinema americano, espezinhada pela mídia por complacência com o guerrilheiro argentino, deixa bastante a desejar no esclarecimento da revolução que lhe serve de fundo. Aspectos reveladores da biografia Che Guevara, de John Lee Anderson, uma das fontes do roteiro, ficaram de fora. Quando o personagem de Benício Del Toro frisa, enfático, que um revolucionário precisa amar a verdade, não lhe amparam cenas onde o espectador possa saber que o governo de Cuba era uma mentira porque não era governo. A trama não revela a máfia controlando o ditador Batista e os interesses do governo americano. A direção de Soderberg é correta e absorvente, mas não é reveladora. Um diretor como Gillo Pontecorvo, de Batalha em Argel e outros clássicos políticos, teria nos falado mais. 



A interpretação de Benício Del Toro é aclamada como transcendente e é mesmo. Mas o mito pop em que o Che se tornou, necessita mais do que empenho e semelhança. Ao assistirmos ao filme temos a impressão de que uma sucessão de batalhas mais ou menos dramáticas definiu a situação. Arrisco a dizer que uma única cena de Godfather, em que o personagem de Al Pacino visita Cuba e assiste a um atentado, comentando que não valia mais a pena investir ali, diz mais que o filme Che, porque revela as forças atuantes na ilha. 



Talvez seja pedir demais que um filme norte-americano recrie os interesses envolvidos na guerra fria, demonstrando como a invasão da Baía dos Porcos foi traída por Kennedy, por exemplo, levando os contra-revolucionários ao desastre. Seria uma oportunidade de mostrar aos jovens que gostam de cinema um pouco da História contemporânea. 



Um dos melhores momentos do filme é um debate na ONU, em 1964, quando o Che acusa o representante do Panamá de cumplicidade com milícias homicidas. Há algumas falas fortes contra o imperialismo norte-americano, que na boca de Guevara soam um tanto engajadas demais. Um roteiro mais eficiente mostraria tudo sem afirmações diretas. 



O governo de Fulgêncio Batista caiu há 50 anos. As décadas de Fidel no poder acumularam capítulos variados. Atentados da CIA contra a sua vida com a habitual incompetência da agência americana; sustentação pelos soviéticos da economia da ilha; a morte de Che na Bolívia; o afundamento da economia de Cuba até o atual afastamento de Fidel. Se o doutor Ernesto Guevara ainda vivesse em Cuba, provavelmente no governo, seria classificado pela mídia ocidental como um velho decrépito da cúpula ditatorial comunista. Jamais inspiraria um filme. Sua morte lhe valeu a eternidade. Hollywood só perdoa os que soam românticos.




Flávio Braga é escritor

Fonte: www.socialismo.org,br


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Os novos vendilhões do templo

por J Pimentel em www.carosouvintes.org.br

Com surpresa, me deparo com a notícia de que Carlos Massa, o Ratinho, vendeu a TV Serra do Mar, em Paranaguá, no Paraná, para o bispo R.R. Soares, aquele mesmo que apresenta um programa no horário nobre da TV Bandeirantes.

O preço teria sido algo em torno de 13 milhões de reais. A emissora é geradora e poderá encabeçar uma rede para todo o País, com programas da Igreja Internacional da Graça de Deus.

Cada vez me surpreendo mais com os altos valores dessas transações e com a facilidade com que essas seitas conseguem levantar tanto dinheiro. Ninguém acredita que toda essa fortuna gasta na compra de rádios e TVs vise apenas divulgar a palavra de Deus. Há um claro interesse comercial, uma rede de negócios, que envolve meios de comunicação, gravadoras, editoras, shows, viagens turísticas, empreendimentos imobiliários, franquias e muito mais.

São os modernos Vendilhões do Templo. Querem explorar o promissor mercado da fé, ocupar cada vez maiores espaços para divulgação de seus negócios, aumentarem o número de fiéis, iludi-los com discursos ocos e faturar cada vez mais, com dízimos, contribuições e sabe-se o quê mais, porque a arrecadação religiosa é uma imensa caixa preta, uma excelente alternativa para insuspeita lavagem de dinheiro.

O interesse adjacente é o Político. Basta ver o aumento significativo da tal bancada evangélica no Congresso, que funciona como tropa de choque em defesa de seus interesses e que visa boicotar eventuais projetos de lei que tentem acabar com os abusos.

Pessoalmente não gosto do estilo do Ratinho, mas não lhe podemos negar invulgar talento. Foi assim que conseguiu alguns canais de televisão, já possuía um canal de rádio e era de se supor que suas empresas de comunicação viessem a servir a comunidade e ao mercado com boa programação e produção de programas regionais.

Sem contrato com o SBT e sem propostas de trabalho Ratinho poderia muito bem usar seus canais para realizar seus projetos artísticos. Mas, como a maioria dos radiodifusores, preferiu o caminho mais fácil, o de utilizar uma concessão do governo para ficar ainda mais rico.

Se qualquer cidadão, sem um poderoso padrinho político tentar conseguir uma concessão, enfrentará tantos empecilhos burocráticos, legais e financeiros que acabará desistindo. Mas para um privilegiado grupo, tudo é muito simples. As tais concessões invariavelmente acabam manipuladas, transferidas, negociadas a torto e a direito, sem que o poder concedente atente para sua legalidade.

Trata-se de uma negociata entre empresários gananciosos, mercadores da fé ou manipuladores políticos. No fim, esses veículos, que deveriam produzir conteúdo para servir à população, gerar empregos e formar bons profissionais vão ser utilizados para induzir pessoas conforme os interesses de seus donos.

O poder concedente, que deveria fiscalizar e fazer valer a lei, tem-se mostrado poderoso cúmplice dessas negociatas.  Em pouco tempo o dial se tornará um insuportável púlpito religioso ou político e o meio irreversivelmente desacreditado.

Com a TV Digital e seus inúmeros canais alternativos, será criado um fabuloso mercado paralelo para torrar o dinheiro dos dízimos e encher os bolsos dos maus radiodifusores. Até quando isso vai continuar?

  1. Roberta

    SÃO ESSAS E OUTRAS VERDADEIRAS ABERRAÇÕES QUE VEM ACONTECENDO NOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO DESTE PAÍS: TEM QUE TER UM PROJETO DE LEI QUE PROIBE O DETENTOR DE MANDATO ELETIVO DE EXERCER A FUNÇÃO DE APRESENTADOR OU COMENTARISTA DE PROGRAMA VEICULADO POR EMISSORA DE RÁDIO E TELEVISÃO. TEM QUE ACABAR COM ESSES OPORTUNISTAS DE PLANTÃO OCUPANDO ESPAÇOS CUJO OS MESMOS DEVERIAM SER PREENCHIDOS POR PROFISSIONAIS QUALIFICADOS DA ÁREA DE COMUNICAÇÃO. POLÍTICOS QUE GANHAM CONCESSÕES EM TROCA DE FAVORES PESSOAIS; OS OPORTUNISTAS SALAFRARIOS QUE COMANDAM SEITAS RELIGIOSAS SE ENRIQUECENDO EM NOME DE DEUS E DA BOA FÉ DE PESSOAS SOFRIDAS E CARENTES. O MINISTÉRIO PÚBLICO TEM AGIR EM CIMA DESTES CANALHAS E DAR UM BASTA NESTA POUCA VERGONHA QUE TEM A CONIVÊNCIA DE ORGÃOS CRIADOS PARA FISCALIZAR E COMBATER.

  2. Carla Cascaes

    O admirável colunista J. Pimentel está sendo preciso em sua análise sobre o deplorável panorama de negociatas milionárias que constatamos a cada dia no setor rádiotelevisivo e jornalístico.
    Os políticos não têm interesse algum de criar cobras para morder seus calcanhares, entregando concessões a profissionais que não se curvam aos seus caprichos.
    Por outra lado o poder econômico grassa, cada vez com mais voracidade, sobre o que resta da imprensa, rádios e tevês que ainda exercem alguma influência.
    A ingerência de políticos e barganhadores de concessões é cada vez mais preocupante.
    Em outros tempos já havia um certo monopõlio político nos órgãos de divulgação, pois dificilmente se constatava um jornal ou uma rádio que não pertencesse a um grupo político ou econômico.
    Não poderíamos dizer que havia mais independência, mas pelo menos - e certamente - serviam a todas as comunidades e não somente a determinados donos de “cofres abarrotados”, ávidos “religiosos” ou trambiqueiros da política-partidária.
    Grande parte dos órgãos de divulgação dos dias de hoje têm muita semelhança com o cockpit de um carro de corrida: senta nele o piloto que trouxer o melhor patrocínio, não importa se medíocre e incompetente. Rádios existem que tem seus balcões de negócios: são detentores de espaços quem tiver dinheiro para cobrir o custo por hora alugada, não importando o que vai ali apresentar e nem sua qualificação profissional…

Fonte: http://www.carosouvintes.org.br/blog/?p=2773


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segunda-feira, 30 de março de 2009

Tudo Que O Céu Permite

28 março, 2009 (18:06) - fonte: http://www.cinemaskope.com/

 

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O Castelo do Batel, em Curitiba, recebeu no dia 26 de março, o ex-jogador de futebol Pelé, para um jantar beneficente - Jantar com o Rei Pelé - para 600 pessoas em prol das pesquisas científicas que buscam tratamento e cura para doenças complexas da infância e adolescência do Hospital Pequeno Príncipe. O jantar fez parte do Programa Gols pela Vida, do Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe. Vera Lupion, proprietária do Castelo do Batel, foi a patronesse do evento, que teve produção e ambientação de Rossana Lazzarotto de Oliveira. Na decoração e iluminação, destaque para o verde e amarelo. Uma quadra tridimensional foi projetada no piso de entrada do salão do jantar e vários painéis com fotos de Pelé em diversos momentos de sua carreira ficaram expostos.

Os jardins do Castelo também foram cuidados com especial atenção pela família Ferro, mestres jardineiros que há vários anos atendem a família Lupion.

Os convites para a festa irão custear as pesquisas científicas que buscam tratamento e cura para doenças complexas da infância e adolescência.

O primeiro convite para que Pelé conhecesse o Castelo do Batel aconteceu em 2005, quando ele e Vera Lupion se encontraram durante um evento beneficente em Curitiba. Na ocasião, ela lembrou que eles se conheceram, na verdade, no início da década de 60, em Ribeirão Preto. Ela como Rainha do Café do Paraná e ele já como ídolo do futebol e garoto propaganda do Café Pelé.

Confira imagens exclusivas na lente de Ricardo Garcia

 

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 Um Castelo iluminado e a presença de um Rei. O cenário ideal para um filme de Douglas Sirk. A cenografia criada por Rossana Lazzarotto de Oliveira lembrava aqueles filmes famosos dos anos 50 (Palavras ao Vento, Sublime Obsessão, Tudo Que O Céu Permite) ,sob a batuta do alemão radicalizado americano Detlev Sierck, que ao chegar nos states nos anos 30 mudou o nome para Douglas. Uma festa onde os homens eram coadjuvantes e as mulheres roubavam definitivamente a cena. As imagens dizem tudo - Belas, deslumbrantes, vaporosas: Débora Dias, Maria Inês Borges da Silveira,Estela Menegati ,Mônica Gulin (Depois da fase BAND agora em negociações com a RICTV), Vera Lupion, Conceição Barindelli (Destaque na revista CARAS da semana), Marcia Toccafondo (uma das mais charmosas), Cintia Peixoto, Juril Carnasciali, Aline Kozak, Ety Cristina Forte Carneiro, entre outras.

Um momento inesperado e surpreendente da festa foi o emocionado encontro do Rei Pelé com seus netos Gabriel Arantes do Nascimento (08) e Otavio Felinto Neto (10). As imagens foram registradas com exclusividade pela apresentadora Monica Gulin.


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O olhar cinematográfico de fotógrafos paranaenses

Depois de uma temporada bem sucedida no espaço cultural do CAFEZAU, a exposição coletiva fotográfica O CINEMA NO OLHAR, produzida pelo MIS, com curadoria de Tiomkim agora  pode ser vista  no Hall da Cohapar. O convite partiu do Secretário da COHAPAR, Rafael Greca de Macedo, que já colocou o espaço à disposição do Museu da Imagem e do Som para futuras parcerias. A mostra que permanece até 12 de abril conta com a participação dos fotógrafos Lina Faria, Lya Uba, Sossella, Alice Varajão, Ricardo Garcia, Marcelo Dallegrave, Pedro Nossol, Milton Jr., Waldo Rafael e Alberto Melnechuky.

A abertura da exposição aconteceu na noite de 24 de março e contou com presenças de: Rui Baralha (Ex Secretário da Cultura de Belém do Pará),  Rafael Greca de Macedo,  Secretário da Cohapar, Maria Inês Borges da Silveira (pres. da BPW) e o ex-Ministro da Saúde Luis Carlos Borges da SilveiraStefanie Freiberger, diretora do MIS, os fotógrafos: Lina Faria, Ricardo Garcia, Pablito, Waldo Rafael e Alice Varajão, as produtoras de cinema Sandra Zawdzaki e Andréa Ramalho,Conceição Barindelli, pres. da SAMIS, Melo Viana, Secretário Especial de Governo, Tiago Chiminazzo, Leonello Palaia, Fabio Monroe, Gladys França, Mariângela SalomãoEmilisa e Sada Raquel Cury de Macedo, Lorena Schwartz, Esther Maria Braga Cortes, Marlus Coelho, pres. da SINAENCO, Andreia Borges, Lia Souza, Ney Souza, Zilda Fraletti, Gustavo Augusto,Luciano Zaina, Carlos Gugelmin, entre outros. Confira também imagens no site da fotógrafa Lina Faria www.naftalina55.blogspot.com

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Fonte: http://www.cinemaskope.com/


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FIQUE BEM INFORMADO.

Leia mais: Hoje é dia de que? Datas comemorativas • A arte da vida. Apon HP. Literatura para pensar e sentir http://www.aponarte.com.br/p/hoje-e-dia-de-que-e-amanha_09.html