sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Amigos, conpañeros de las jornadas...



Hoje acordei com a Rádio Belgrano de Buenos Aires em minha mente, e fui dando asas ao pensamento, numa verdadeira regressão espiritual. Cheguei até a minha infância/adolecência e às emissoras que me criei ouvindo. Eram as Rádio Corrientes, Belgrano, El Mundo, Carve e tantas outras, que tinham em suas equipes grandes locutores e locutoras. Sempre trabalhavam em duplas, com excelente entrosamento no timbre de voz e afinados na leitura de textos e programas. Para mim, era um verdadeiro deleite ouví-los e aprender muito a respeito da arte de ser locutor.

Eram emissoras muito potentes, tanto as argentinas quanto as uruguaias. Tocavam tangos, milongas e outros ritmos. Ouvi muito orquestras típicas como a de Juan D'arienzo, Franscisco Canaro e Anibal Troilo. Vozes como as de Libertad Lamarque, Carlos Gardel e Hugo Del Carril. Até hoje sou apreciador do tango, como Adios Pampa Mia, Adios Muchachos, El Dia que me Quieras, Mi Buenos Aires Querido, o imortal La Cumparsita, A Media Luz, Uno, El Choclo, Mano a Mano, Donde Estas Corazon?, Cristal, En Esta Tarde Griz, Madresselvas e Alma de Bandoneon. Não poderia encerrar sem mencionar outros grandes tangos, Garufa, Portero Suba y Diga, Cuesta Bajo e Inspiracion.

Amigos argentinos e uruguaios, obrigado pelo muito que deram ao mundo, com sua obras imortais. Até breve, quando voltarei ao assunto falando mais de tangos e milongas da minha juventude. Por enquanto, vamos ver e ouvir Mi Buenos Aires Querido, com Carlos Gardel, só para relembrar um pouco. Na sequência, outros tangos famosos, é só selecionar.

E para quem gosta de ver uma boa dança de salão, que tal lembrar Al Pacino dançando tango no filme Perfume de Mulher. O filme Perfume de Mulher ganhou o Óscar da Academia na categoria de Melhor Actor (Best Actor - Al Pacino) e foi nomeado nas categorias de Melhor Realizador (Best Director), Melhor Filme (Best Picture) e Best Adapted Screenplay. Para interpretar a famosa cena de tango, Al Pacino preparou-se tendo aulas intensivas de tango no estúdio de Dança Dance Sport em Manhattan. Foram precisos quatro dias para filmar a sequência de dança.

O tango que podemos ouvir no filme é Por Una Cabeza de Carlos Gardel. O tango Por Una Cabeza aparece também em cenas dos filmes A lista de Schindler (Schindler’s List no original) e A Verdade da Mentira (True Lies). Ainda, você poderá selecionar outros vídeos, como o famoso Queja de Bandoneon, na espetacular apresentação de Patricio Touceda e Carla Chimento. Aproveite.



Adios amigos, conpañeros de las jornadas... Hasta la vista!

Paulo Branco, "amor, salud y plata"

Visite o BLOG: www.paulobranco.com

Escreva para o PB : pbradialista@yahoo.com.br

Amigos, conpañeros de las jornadas...



Hoje acordei com a Rádio Belgrano de Buenos Aires em minha mente, e fui dando asas ao pensamento, numa verdadeira regressão espiritual. Cheguei até a minha infância/adolecência e às emissoras que me criei ouvindo. Eram as Rádio Corrientes, Belgrano, El Mundo, Carve e tantas outras, que tinham em suas equipes grandes locutores e locutoras. Sempre trabalhavam em duplas, com excelente entrosamento no timbre de voz e afinados na leitura de textos e programas. Para mim, era um verdadeiro deleite ouví-los e aprender muito a respeito da arte de ser locutor.

Eram emissoras muito potentes, tanto as argentinas quanto as uruguaias. Tocavam tangos, milongas e outros ritmos. Ouvi muito orquestras típicas como a de Juan D'arienzo, Franscisco Canaro e Anibal Troilo. Vozes como as de Libertad Lamarque, Carlos Gardel e Hugo Del Carril. Até hoje sou apreciador do tango, como Adios Pampa Mia, Adios Muchachos, El Dia que me Quieras, Mi Buenos Aires Querido, o imortal La Cumparsita, A Media Luz, Uno, El Choclo, Mano a Mano, Donde Estas Corazon?, Cristal, En Esta Tarde Griz, Madresselvas e Alma de Bandoneon. Não poderia encerrar sem mencionar outros grandes tangos, Garufa, Portero Suba y Diga, Cuesta Bajo e Inspiracion.

Amigos argentinos e uruguaios, obrigado pelo muito que deram ao mundo, com sua obras imortais. Até breve, quando voltarei ao assunto falando mais de tangos e milongas da minha juventude. Por enquanto, vamos ver e ouvir Mi Buenos Aires Querido, com Carlos Gardel, só para relembrar um pouco. Na sequência, outros tangos famosos, é só selecionar.

E para quem gosta de ver uma boa dança de salão, que tal lembrar Al Pacino dançando tango no filme Perfume de Mulher. O filme Perfume de Mulher ganhou o Óscar da Academia na categoria de Melhor Actor (Best Actor - Al Pacino) e foi nomeado nas categorias de Melhor Realizador (Best Director), Melhor Filme (Best Picture) e Best Adapted Screenplay. Para interpretar a famosa cena de tango, Al Pacino preparou-se tendo aulas intensivas de tango no estúdio de Dança Dance Sport em Manhattan. Foram precisos quatro dias para filmar a sequência de dança.

O tango que podemos ouvir no filme é Por Una Cabeza de Carlos Gardel. O tango Por Una Cabeza aparece também em cenas dos filmes A lista de Schindler (Schindler’s List no original) e A Verdade da Mentira (True Lies). Ainda, você poderá selecionar outros vídeos, como o famoso Queja de Bandoneon, na espetacular apresentação de Patricio Touceda e Carla Chimento. Aproveite.



Adios amigos, conpañeros de las jornadas... Hasta la vista!

Paulo Branco, "amor, salud y plata"

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quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Wasyl, o Basílio

Wasyl, ou Basílio (seu apelido, nome de guerra, nome artístico), descobriu o número do meu telefone e ligou. Quanta alegria, ficamos mais de uma hora conversando. Você que está no Blog, está se perguntando: - " mas quem é esse Wasyl". Pois bem meu amigo, se você tem tem um amigão do peito a quase 50 anos, deve aquilatar o que eu senti naquele momento. Já fazia mais de 10 anos que não nos encontrávamos. Ele lidando com teatro infantil, som e mais som, porque de som podemos encontrar quem entenda tanto quanto ele, agora mais do que ele, não.

Fui até sua casa conhecer o estúdio, seus equipamentos e fiquei maravilhado. Acompanharam meu filho e parceiro de BLOG, JDaniel, e minha mulher Zena, contentes com o reencontro. Estavam presentes a esposa, filha e neta, estando todos muito bem.

O Wasyl foi uma das primeiras pessoas com que fiz amizade quando aqui cheguei (Curitiba), na década de 60. Fazíamos dupla em programas de rádio, ele pintando e bordando na técnica de som, eu dando minhas "raquetadas" na apresentação. Lembro da Rádio Independência, programa "Paraná Bom Dia", das 05 às 08 da manhã, e sem falsa modéstia, primeiro lugar de audiência. Isto, a julgar pelas cartas que recebíamos, as festas para as quais éramos convidados, almoços e churrascos mil.

Quando tantos amigos já se foram e nós ainda estamos aqui? Não é mesmo, meu amigo das noitadas e madrugadas. Dinheiro? Não tínhamos tempo para pensar em dinheiro, poder, futuro, era tudo muito divertido. Mas até que a gente seu deu bem, não Basílio? Deixa a vida nos levá, lá vamos nós parceiro, para outras aventuras. Que tal, tchê?

Paulo Branco, "amor, salud y plata"

Visite e indique o BLOG: http://www.paulobranco.com
Escreva para o PB : pbradialista@yahoo.com.br

Wasyl, o Basílio

Wasyl, ou Basílio (seu apelido, nome de guerra, nome artístico), descobriu o número do meu telefone e ligou. Quanta alegria, ficamos mais de uma hora conversando. Você que está no Blog, está se perguntando: - " mas quem é esse Wasyl". Pois bem meu amigo, se você tem tem um amigão do peito a quase 50 anos, deve aquilatar o que eu senti naquele momento. Já fazia mais de 10 anos que não nos encontrávamos. Ele lidando com teatro infantil, som e mais som, porque de som podemos encontrar quem entenda tanto quanto ele, agora mais do que ele, não.

Fui até sua casa conhecer o estúdio, seus equipamentos e fiquei maravilhado. Acompanharam meu filho e parceiro de BLOG, JDaniel, e minha mulher Zena, contentes com o reencontro. Estavam presentes a esposa, filha e neta, estando todos muito bem.

O Wasyl foi uma das primeiras pessoas com que fiz amizade quando aqui cheguei (Curitiba), na década de 60. Fazíamos dupla em programas de rádio, ele pintando e bordando na técnica de som, eu dando minhas "raquetadas" na apresentação. Lembro da Rádio Independência, programa "Paraná Bom Dia", das 05 às 08 da manhã, e sem falsa modéstia, primeiro lugar de audiência. Isto, a julgar pelas cartas que recebíamos, as festas para as quais éramos convidados, almoços e churrascos mil.

Quando tantos amigos já se foram e nós ainda estamos aqui? Não é mesmo, meu amigo das noitadas e madrugadas. Dinheiro? Não tínhamos tempo para pensar em dinheiro, poder, futuro, era tudo muito divertido. Mas até que a gente seu deu bem, não Basílio? Deixa a vida nos levá, lá vamos nós parceiro, para outras aventuras. Que tal, tchê?

Paulo Branco, "amor, salud y plata"

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quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Filmes Premiados no Festival de Sundance - últimos dias

O espaço cultural CINEVIDEO1 vem promovendo durante todo o mês de janeiro uma programação especial com exibição de filmes e documentários premiados no Festival de Sundance. Um dos principais eventos norte americanos que dá destaque a filmes de baixo orçamento.

O Festival de Sundance, criado pelo ator e cineasta Robert Redford, teve sua primeira edição em 1985 e apresentou, em 2008, um total de 122 filmes, entre eles 88 estréias mundiais de 25 países diferentes. Confira abaixo a programação final, os 04 últimos dias:

MELHOR DOCUMENTÁRIO

Dia 28 – Super Size Me – A Dieta do Palhaço (2004) – Morgan Spurlock
Dia 29 – MurderBall – Paixão e Glória (2005) – Henry Alex Rubin e Dana Adam Shapiro
Dia 30 – Razões Para a Guerra (2005) – Eugene Jarecki
Dia 31 - Pátria Proibida (2006) – Christopher Dillon Quinn e Tommy Walker

Local: Espaço Cultural CINEVIDEO1 - Sala Kastrup
Rua Padre Anchieta, 458
Info: (41)3223-4343
Horários: 15h e 19 h – ENTRADA FRANCA
www.cinevideo1.com.br

Programação completa do mês de Janeiro/2009 - www.paulobranco.com

Filmes Premiados no Festival de Sundance - últimos dias

O espaço cultural CINEVIDEO1 vem promovendo durante todo o mês de janeiro uma programação especial com exibição de filmes e documentários premiados no Festival de Sundance. Um dos principais eventos norte americanos que dá destaque a filmes de baixo orçamento.

O Festival de Sundance, criado pelo ator e cineasta Robert Redford, teve sua primeira edição em 1985 e apresentou, em 2008, um total de 122 filmes, entre eles 88 estréias mundiais de 25 países diferentes. Confira abaixo a programação final, os 04 últimos dias:

MELHOR DOCUMENTÁRIO

Dia 28 – Super Size Me – A Dieta do Palhaço (2004) – Morgan Spurlock
Dia 29 – MurderBall – Paixão e Glória (2005) – Henry Alex Rubin e Dana Adam Shapiro
Dia 30 – Razões Para a Guerra (2005) – Eugene Jarecki
Dia 31 - Pátria Proibida (2006) – Christopher Dillon Quinn e Tommy Walker

Local: Espaço Cultural CINEVIDEO1 - Sala Kastrup
Rua Padre Anchieta, 458
Info: (41)3223-4343
Horários: 15h e 19 h – ENTRADA FRANCA
www.cinevideo1.com.br

Programação completa do mês de Janeiro/2009 - www.paulobranco.com

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Filmes Premiados no Festival de Sundance - última semana

O espaço cultural CINEVIDEO1 vem promovendo durante todo o mês de janeiro uma programação especial com exibição de filmes e documentários premiados no Festival de Sundance. Um dos principais eventos norte americanos que dá destaque a filmes de baixo orçamento.

O Festival de Sundance, criado pelo ator e cineasta Robert Redford, teve sua primeira edição em 1985 e apresentou, em 2008, um total de 122 filmes, entre eles 88 estréias mundiais de 25 países diferentes. Confira abaixo a programação final, nesta última semana de janeiro:

MELHOR DOCUMENTÁRIO
Dia 26 – Na Captura dos Friedmans (2003) – Andrew Jarecki
Dia 27 – A Corporação (2003) – Mark Achbar e Jennifer Abbott
Dia 28 – Super Size Me – A Dieta do Palhaço (2004) – Morgan Spurlock
Dia 29 – MurderBall – Paixão e Glória (2005) – Henry Alex Rubin e Dana Adam Shapiro
Dia 30 – Razões Para a Guerra (2005) – Eugene Jarecki
Dia 31 - Pátria Proibida (2006) – Christopher Dillon Quinn e Tommy Walker

Local: Espaço Cultural CINEVIDEO1 - Sala Kastrup
Rua Padre Anchieta, 458
Info: (41)3223-4343
Horários: 15h e 19 h – ENTRADA FRANCA
www.cinevideo1.com.br

Programação completa do mês de Janeiro/2009 - www.paulobranco.com

domingo, 25 de janeiro de 2009

A Terra em miniatura

Se pudéssemos reduzir a população da Terra a uma pequena aldeia de exatamente

100 habitantes,

mantendo as proporções existentes atualmente,sería algo assim, haveria:

57 asiáticos

21 europeus

08 africanos

04 americanos

  • 52 mulheres
  • 48 homens
  • 70 não seriam brancos
  • 30 seriam brancos
  • 70 não cristãos
  • 30 cristãos
  • 89 heterossexuais
  • 11 homossexuais

06 pessoas possuiriam 59% de toda riqueza e 06 (sim, 06 de 06) seriam norte americanos.


Das 100 pessoas,

80 viveriam em condições sub-humanas.

70 não saberiam ler

50 sofreriam de desnutrição

01 pessoa estaria a ponto de morrer

01 bebê estaria prestes a nascer

01 (sim, só 01) teria educação universitária.


Nesta aldeia, haveria apenas 01 pessoa a possuir um computador.

Ao analisar nosso mundo desta perspectiva tão reduzida, se faz mais presente a necessidade de aceitação, entendimento, e educação.

Agora pense...

Se você levantou nesta manhã com mais saúde que doenças, então você tem mais sorte do que milhões de pessoas que não sobreviveram nesta semana.

Se você nunca experimentou os perigos da guerra, a solidão de estar preso, a agonia de ser torturado, ou a aflição da fome,

Então, você está melhor que 500 milhões de pessoas.

Se você pode ir à sua igreja sem medo de ser humilhado, preso, torturado ou morto,

Então você é mais afortunado que 3 bilhões de pessoas no mundo.

Se você tem comida na geladeira,roupa no armário,um teto sobre sua cabeça e um lugar onde dormir,

você é mais rico que 75% da população mundial.

Se você guarda dinheiro no banco, na carteira,e tem algumas moedas em um cofrinho...

já está entre os 8% mais ricos deste mundo.

Se seus pais ainda estão vivos e unidos,

você é uma pessoa muito rara.

Se você está lendo esta mensagem, acaba de receber uma dupla benção:

alguém esta pensando em você e, mais ainda,tem melhor sorte que

mais de 2 bilhões de pessoas neste mundo,

que não sabem sequer ler.


Paulo Branco, "amor, salud y plata"

Visite o BLOG: www.paulobranco.com
Escreva para o PB : pbradialista@paulobranco.com / pbradialista@yahoo.com.br

A Terra em miniatura

Se pudéssemos reduzir a população da Terra a uma pequena aldeia de exatamente

100 habitantes,

mantendo as proporções existentes atualmente,sería algo assim, haveria:

57 asiáticos

21 europeus

08 africanos

04 americanos

  • 52 mulheres
  • 48 homens
  • 70 não seriam brancos
  • 30 seriam brancos
  • 70 não cristãos
  • 30 cristãos
  • 89 heterossexuais
  • 11 homossexuais

06 pessoas possuiriam 59% de toda riqueza e 06 (sim, 06 de 06) seriam norte americanos.


Das 100 pessoas,

80 viveriam em condições sub-humanas.

70 não saberiam ler

50 sofreriam de desnutrição

01 pessoa estaria a ponto de morrer

01 bebê estaria prestes a nascer

01 (sim, só 01) teria educação universitária.


Nesta aldeia, haveria apenas 01 pessoa a possuir um computador.

Ao analisar nosso mundo desta perspectiva tão reduzida, se faz mais presente a necessidade de aceitação, entendimento, e educação.

Agora pense...

Se você levantou nesta manhã com mais saúde que doenças, então você tem mais sorte do que milhões de pessoas que não sobreviveram nesta semana.

Se você nunca experimentou os perigos da guerra, a solidão de estar preso, a agonia de ser torturado, ou a aflição da fome,

Então, você está melhor que 500 milhões de pessoas.

Se você pode ir à sua igreja sem medo de ser humilhado, preso, torturado ou morto,

Então você é mais afortunado que 3 bilhões de pessoas no mundo.

Se você tem comida na geladeira,roupa no armário,um teto sobre sua cabeça e um lugar onde dormir,

você é mais rico que 75% da população mundial.

Se você guarda dinheiro no banco, na carteira,e tem algumas moedas em um cofrinho...

já está entre os 8% mais ricos deste mundo.

Se seus pais ainda estão vivos e unidos,

você é uma pessoa muito rara.

Se você está lendo esta mensagem, acaba de receber uma dupla benção:

alguém esta pensando em você e, mais ainda,tem melhor sorte que

mais de 2 bilhões de pessoas neste mundo,

que não sabem sequer ler.


Paulo Branco, "amor, salud y plata"

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sábado, 24 de janeiro de 2009

Ressarcimento do IPVA

A ocorrência é verdadeira. Ouvi entrevista esclarecendo que o cálculo do DETRAN é feito sobre o valor dos carros. Acontece que esse cálculo foi feito no ano passado, antes de ocorrer a desvalorização dos veículos em decorrência da crise mundial. Está, portanto, errado.

Importante:

Mais de 180 mil IPVA's do PR foram impressos e distribuídos pelos correios com valores a maior, o DETRAN/PR pede para o motorista, antes de efetuar o pagamento da guia recebida pelo correio, consultar junto ao site do DETRAN/PR se o valor é o mesmo do site, caso seja a maior, imprimir a guia do site e descartar a recebida pelo correio.

Devido um erro no sistema deles, foi impresso mais de 180mil guias erradas, mas no site do DETRAN já está recalculado e com valores corretos.

Quem já pagou e o valor pago foi a maior, basta entrar em contato com o DETRAN/PR para o ressarcimento.

(fonte: rádio globo 16/01/09). Fique de olho.

Paulo Branco, "amor, salud y plata"

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Ressarcimento do IPVA

A ocorrência é verdadeira. Ouvi entrevista esclarecendo que o cálculo do DETRAN é feito sobre o valor dos carros. Acontece que esse cálculo foi feito no ano passado, antes de ocorrer a desvalorização dos veículos em decorrência da crise mundial. Está, portanto, errado.

Importante:

Mais de 180 mil IPVA's do PR foram impressos e distribuídos pelos correios com valores a maior, o DETRAN/PR pede para o motorista, antes de efetuar o pagamento da guia recebida pelo correio, consultar junto ao site do DETRAN/PR se o valor é o mesmo do site, caso seja a maior, imprimir a guia do site e descartar a recebida pelo correio.

Devido um erro no sistema deles, foi impresso mais de 180mil guias erradas, mas no site do DETRAN já está recalculado e com valores corretos.

Quem já pagou e o valor pago foi a maior, basta entrar em contato com o DETRAN/PR para o ressarcimento.

(fonte: rádio globo 16/01/09). Fique de olho.

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sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

BBB, vale tudo?

Nunca fui ligado no BBB, mas este de número 09, resolvi dar uma espiada. Tudo bem, até o dia em que o excelente Pedro Bial fez uma recomendação aos participantes. Era sobre o consumo de água na casa, como deixar a torneira aberta enquanto se barbeiam, ou quando estão escovando os dentes. Bial finaliza, afirmando que a recomendação é para que as crianças não sigam o mal exemplo de gastar água à toa. Exemplo, por exemplo, lembrei-me de frases que já foram ditas pelos moradores da casa. Uma moça disse: - "Já beijei tantos de graça, porque não beijar por dinheiro", respondendo uma pergunta do apresentador sobre se beijaria alguém no programa. E vão rolando trapaças, conchavos, pequenas traições, desapontamentos e tudo o mais. Não seriam mais perniciosos para as crianças estes tipos de comportamento, do que gastar água demais? Para mim, é moral duvidosa a admoestação do Pedrinho. Vejam mais uma frase dita em verso e prosa, nada poética: - "por dinheiro, vale tudo". Beleza..., por favor não gastem muita água, pois as crianças estão vendo. Será que não estão ouvindo? Plim... Plim...!


Paulo Branco, "amor, salud y plata"

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BBB, vale tudo?

Nunca fui ligado no BBB, mas este de número 09, resolvi dar uma espiada. Tudo bem, até o dia em que o excelente Pedro Bial fez uma recomendação aos participantes. Era sobre o consumo de água na casa, como deixar a torneira aberta enquanto se barbeiam, ou quando estão escovando os dentes. Bial finaliza, afirmando que a recomendação é para que as crianças não sigam o mal exemplo de gastar água à toa. Exemplo, por exemplo, lembrei-me de frases que já foram ditas pelos moradores da casa. Uma moça disse: - "Já beijei tantos de graça, porque não beijar por dinheiro", respondendo uma pergunta do apresentador sobre se beijaria alguém no programa. E vão rolando trapaças, conchavos, pequenas traições, desapontamentos e tudo o mais. Não seriam mais perniciosos para as crianças estes tipos de comportamento, do que gastar água demais? Para mim, é moral duvidosa a admoestação do Pedrinho. Vejam mais uma frase dita em verso e prosa, nada poética: - "por dinheiro, vale tudo". Beleza..., por favor não gastem muita água, pois as crianças estão vendo. Será que não estão ouvindo? Plim... Plim...!


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Gafes: Paulo Chaves e Gilberto Fontoura

Tempos atrás, encontrei o Paulo Chaves e o Gilberto Fontoura no MIS - Museu da Imagem e do Som(na foto: PB, Marisa Vilella - Diretora Presidente do Centro Cultural Teatro Guaíra -, Paulo Chaves e Gilberto Fontoura), numa homenagem a radialistas. Meu filho, que pesquisa muito pela Internet, achou essas 02 histórias, envolvendo estes grandes amigos, da velha guarda. Está no Site do Bira, o Ubiratan Lustosa (+Detalhes), onde vocês podem achar outras muitas "Gafes" de outros artistas do rádio paranaense.

Vale a pena conferir.


Este aconteceu em 2005.Rádio Paraná Educativa AM, sábado, 18 horas, programa "Nossa História", comandado com muita competência pela apresentadora Zélia Maria Sell. Um belo programa.

A audição do dia 27 de agosto de 2005 foi em comemoração à assinatura por Dom Pedro II, em 29 de agosto de 1.853, da Lei 704 que elevou a Comarca de Curitiba à categoria de Província, com o nome de Paraná.

Para esse patriótico programa, Zélia Maria teve convidados especiais, de acordo com a importância da data. Estavam presentes o desembargador Luiz Renato Pedroso, presidente do centro de Letras do Paraná e vice-presidente do Movimento Pró- Paraná, a diretora do Arquivo Público, Daysi Lucia de Andrade, e o economista Rubens Stelmachuk, pesquisador do Instituto Histórico, autor de um trabalho sobre os "Anos Dourados do Paraná".

Deu-se ao programa o título "O Paraná Dos Anos Dourados", lembrando toda a pujança do estado agrícola que naquela época se industrializava e os grandes nomes que se destacavam então. Zélia escolheu, para iniciar o programa, o "Hino do Paraná", com a Banda da Polícia Militar, e toda a pompa que a mesma representa. Muito solícito, o diretor da emissora, Paulo Chaves, já no início da semana havia falado a ela:

- "Zélia, para facilitar o seu trabalho, eu já vou deixar no computador o Hino do Paraná para o operador colocar na abertura do seu programa". Zélia Maria agradeceu contente a gentileza e ficou despreocupada.

Chegou o dia do programa, 27 de agosto de 2005.

O desembargador Luiz Renato Pedroso chegou mais cedo e, enquanto esperava pelos demais, ficou conversando com Enevaldo Moreira, o operador do horário. O assunto: futebol, pois sábado é dia de jogo. Quando Zélia chegou, após os cumprimentos, falou para o operador:

- "A música da abertura já está no computador: é o Hino do Paraná".

Tudo bem. Só que nem sempre as coisas saem conforme o programado. Ao ser iniciado o programa, não deu outra: logo após a vinheta de abertura, "A Paraná Educativa, AM 630, apresenta Nossa História, com Zélia Sell", eis que entrou o hino: "Meu Paranáááá, meu tricoloooor!", e até aquela chamadinha: "Paraná-á". Em vez do Hino do Estado do Paraná, entrou o hino do Paraná Clube.

- "Quase enfartei, Bira," - contou-me a Zélia, "você pode imaginar que situação?"

Na hora, microfone ligado, sem saber o que fazer e tendo que dizer alguma coisa, a apresentadora comentou com compreensível desconforto:

- "Alguém fez uma travessura; deveríamos abrir o programa com o Hino do Estado do Paraná, com a banda da Polícia Militar, e não com o hino do Paraná Clube." E, para desanuviar, brincou:

- "Acho que foi o senhor, desembargador, que estava conversando sobre futebol com o nosso operador."

O desembargador Pedroso, que sempre está bem humorado, topou a brincadeira e confirmou:

- "Fui eu, sim, que além de paranista fui torcedor do Ferroviário. Sou torcedor dos velhos tempos e queria ouvir o hino do meu time."

E depois dos risos e da descontração, o programa seguiu em frente e foi festejada a data histórica do nosso Estado. E meu arquivo de gafes e fatos cômicos ganhou mais um registro.

Zélia Sell, jornalista e pesquisadora, apresenta o programa "NOSSA HISTÓRIA", na Rádio Paraná Educativa.
* * * * *
Este fato aconteceu com o Paulo Chaves que no início dos anos 2000 assumiu a direção da Rádio Paraná Educativa, no governo Roberto Requião.

Foi lá pelos anos 80. Paulo Chaves, cantor e compositor, autor da música de sucesso "Piá Curitibano" (veja ao final a letra), na época cantava em orquestra e em suas atuações conversava com o público, fazia imitações e divertia a platéia. Sabedor disso, Gilberto Fontoura, que era diretor da Rádio Independência, pediu ao Aldo Malucelli que convidasse Paulo Chaves para uma conversa. O resultado foi a contratação do cantor e animador para apresentar um programa nas madrugadas da Independência. Tinha o sugestivo nome de "Clube das Corujas" e era apresentado das 2 às 4 da madrugada. Paulo criou um personagem, o Matraquinha, que ficou famoso.

Quando o locutor Tôni Marcos deixou de atuar, Paulo passou para o horário da tarde num programa do qual os ouvintes participavam por telefone. Paulo os atendia fora do ar, dizia quais as músicas que estavam disponíveis, anotava a escolha e, depois, conversava ao vivo com a pessoa, fazendo de conta que não haviam falado antes.


Certa vez, uma jovem ouvinte ligou para pedir uma música. Bem a que ela queria ouvir não estava programada e ela, contrariada, teve que escolher outra. Já no ar, inesperadamente ela se queixou:


- "Pois é, vocês não têm a música que eu queria e tive que escolher outra que eu nem gosto".

Chateado, enquanto a música tocava, Paulo Chaves fez um sinal ao operador indicando que desejava falar com ele. Em casos assim, o operador liga o microfone e ouve o que o locutor fala, sem que isso saia no ar. Então, o Paulo disse:

- "Escute aqui, quando a ouvinte que ligar for meio burrinha como essa, corte o microfone pra não saírem no ar essas reclamações".

Só que, por uma falha do operador, saiu tudo no ar e, para constrangimento do Paulo Chaves, todo mundo o ouviu chamar a ouvinte de burrinha. Ela inclusive.

O pior foi o medo de que ela ligasse novamente e dissesse coisas piores.

* * * * *

Piá Curitibano (letra da música)

Paulo Chaves

Eu conheço bem o jeito desta cidade
que é menina e usa blazer no verão
e que cuida do passado feito gente grande
e no presente, tem o futuro nas mãos

Me perdoe este jeito encabulado
é que eu nasci pros lados do Taboão
Curitiba é um passo à frente, leite quente
com orgulho, geada e muito pinhão

E é tão bom ser um piá curitibano
soltar raia, bater bete, rodar pião
e levar no rosto um grande sorriso
pra quem chega ter aberto sempre o coração

Eu conheço bem o jeito desta cidade
que estuda e trabalha por tradição
por teus modos, teu progresso
apáixonado confesso,
Curitiba mora em meu coração
Curitiba...coração...


Gafes: Paulo Chaves e Gilberto Fontoura

Tempos atrás, encontrei o Paulo Chaves e o Gilberto Fontoura no MIS - Museu da Imagem e do Som(na foto: PB, Marisa Vilella - Diretora Presidente do Centro Cultural Teatro Guaíra -, Paulo Chaves e Gilberto Fontoura), numa homenagem a radialistas. Meu filho, que pesquisa muito pela Internet, achou essas 02 histórias, envolvendo estes grandes amigos, da velha guarda. Está no Site do Bira, o Ubiratan Lustosa (+Detalhes), onde vocês podem achar outras muitas "Gafes" de outros artistas do rádio paranaense.

Vale a pena conferir.


Este aconteceu em 2005.Rádio Paraná Educativa AM, sábado, 18 horas, programa "Nossa História", comandado com muita competência pela apresentadora Zélia Maria Sell. Um belo programa.

A audição do dia 27 de agosto de 2005 foi em comemoração à assinatura por Dom Pedro II, em 29 de agosto de 1.853, da Lei 704 que elevou a Comarca de Curitiba à categoria de Província, com o nome de Paraná.

Para esse patriótico programa, Zélia Maria teve convidados especiais, de acordo com a importância da data. Estavam presentes o desembargador Luiz Renato Pedroso, presidente do centro de Letras do Paraná e vice-presidente do Movimento Pró- Paraná, a diretora do Arquivo Público, Daysi Lucia de Andrade, e o economista Rubens Stelmachuk, pesquisador do Instituto Histórico, autor de um trabalho sobre os "Anos Dourados do Paraná".

Deu-se ao programa o título "O Paraná Dos Anos Dourados", lembrando toda a pujança do estado agrícola que naquela época se industrializava e os grandes nomes que se destacavam então. Zélia escolheu, para iniciar o programa, o "Hino do Paraná", com a Banda da Polícia Militar, e toda a pompa que a mesma representa. Muito solícito, o diretor da emissora, Paulo Chaves, já no início da semana havia falado a ela:

- "Zélia, para facilitar o seu trabalho, eu já vou deixar no computador o Hino do Paraná para o operador colocar na abertura do seu programa". Zélia Maria agradeceu contente a gentileza e ficou despreocupada.

Chegou o dia do programa, 27 de agosto de 2005.

O desembargador Luiz Renato Pedroso chegou mais cedo e, enquanto esperava pelos demais, ficou conversando com Enevaldo Moreira, o operador do horário. O assunto: futebol, pois sábado é dia de jogo. Quando Zélia chegou, após os cumprimentos, falou para o operador:

- "A música da abertura já está no computador: é o Hino do Paraná".

Tudo bem. Só que nem sempre as coisas saem conforme o programado. Ao ser iniciado o programa, não deu outra: logo após a vinheta de abertura, "A Paraná Educativa, AM 630, apresenta Nossa História, com Zélia Sell", eis que entrou o hino: "Meu Paranáááá, meu tricoloooor!", e até aquela chamadinha: "Paraná-á". Em vez do Hino do Estado do Paraná, entrou o hino do Paraná Clube.

- "Quase enfartei, Bira," - contou-me a Zélia, "você pode imaginar que situação?"

Na hora, microfone ligado, sem saber o que fazer e tendo que dizer alguma coisa, a apresentadora comentou com compreensível desconforto:

- "Alguém fez uma travessura; deveríamos abrir o programa com o Hino do Estado do Paraná, com a banda da Polícia Militar, e não com o hino do Paraná Clube." E, para desanuviar, brincou:

- "Acho que foi o senhor, desembargador, que estava conversando sobre futebol com o nosso operador."

O desembargador Pedroso, que sempre está bem humorado, topou a brincadeira e confirmou:

- "Fui eu, sim, que além de paranista fui torcedor do Ferroviário. Sou torcedor dos velhos tempos e queria ouvir o hino do meu time."

E depois dos risos e da descontração, o programa seguiu em frente e foi festejada a data histórica do nosso Estado. E meu arquivo de gafes e fatos cômicos ganhou mais um registro.

Zélia Sell, jornalista e pesquisadora, apresenta o programa "NOSSA HISTÓRIA", na Rádio Paraná Educativa.
* * * * *
Este fato aconteceu com o Paulo Chaves que no início dos anos 2000 assumiu a direção da Rádio Paraná Educativa, no governo Roberto Requião.

Foi lá pelos anos 80. Paulo Chaves, cantor e compositor, autor da música de sucesso "Piá Curitibano" (veja ao final a letra), na época cantava em orquestra e em suas atuações conversava com o público, fazia imitações e divertia a platéia. Sabedor disso, Gilberto Fontoura, que era diretor da Rádio Independência, pediu ao Aldo Malucelli que convidasse Paulo Chaves para uma conversa. O resultado foi a contratação do cantor e animador para apresentar um programa nas madrugadas da Independência. Tinha o sugestivo nome de "Clube das Corujas" e era apresentado das 2 às 4 da madrugada. Paulo criou um personagem, o Matraquinha, que ficou famoso.

Quando o locutor Tôni Marcos deixou de atuar, Paulo passou para o horário da tarde num programa do qual os ouvintes participavam por telefone. Paulo os atendia fora do ar, dizia quais as músicas que estavam disponíveis, anotava a escolha e, depois, conversava ao vivo com a pessoa, fazendo de conta que não haviam falado antes.


Certa vez, uma jovem ouvinte ligou para pedir uma música. Bem a que ela queria ouvir não estava programada e ela, contrariada, teve que escolher outra. Já no ar, inesperadamente ela se queixou:


- "Pois é, vocês não têm a música que eu queria e tive que escolher outra que eu nem gosto".

Chateado, enquanto a música tocava, Paulo Chaves fez um sinal ao operador indicando que desejava falar com ele. Em casos assim, o operador liga o microfone e ouve o que o locutor fala, sem que isso saia no ar. Então, o Paulo disse:

- "Escute aqui, quando a ouvinte que ligar for meio burrinha como essa, corte o microfone pra não saírem no ar essas reclamações".

Só que, por uma falha do operador, saiu tudo no ar e, para constrangimento do Paulo Chaves, todo mundo o ouviu chamar a ouvinte de burrinha. Ela inclusive.

O pior foi o medo de que ela ligasse novamente e dissesse coisas piores.

* * * * *

Piá Curitibano (letra da música)

Paulo Chaves

Eu conheço bem o jeito desta cidade
que é menina e usa blazer no verão
e que cuida do passado feito gente grande
e no presente, tem o futuro nas mãos

Me perdoe este jeito encabulado
é que eu nasci pros lados do Taboão
Curitiba é um passo à frente, leite quente
com orgulho, geada e muito pinhão

E é tão bom ser um piá curitibano
soltar raia, bater bete, rodar pião
e levar no rosto um grande sorriso
pra quem chega ter aberto sempre o coração

Eu conheço bem o jeito desta cidade
que estuda e trabalha por tradição
por teus modos, teu progresso
apáixonado confesso,
Curitiba mora em meu coração
Curitiba...coração...


quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Filmes Premiados no Festival de Sundance - 22 a 24 de janeiro

O espaço cultural CINEVIDEO1 promove durante todo o mês de janeiro uma programação especial com exibição de filmes e documentários premiados no Festival de Sundance. Um dos principais eventos norte americanos que dá destaque a filmes de baixo orçamento.

O Festival de Sundance, criado pelo ator e cineasta Robert Redford, teve sua primeira edição em 1985 e apresentou, em 2008, um total de 122 filmes, entre eles 88 estréias mundiais de 25 países diferentes. Confira abaixo a programação até o final desta semana, sendo que na próxima teremos "Melhor Documentário":

MELHOR DIREÇÃO
Dia 22 – A Lula e a Baleia (2005) – Noah Baumbach
Dia 23 – Santos e Demônios (2006) – Dito Montiel
Dia 24 – Rocket Science (2007) – Jeffrey Blitz

Local: Espaço Cultural CINEVIDEO1 - Sala Kastrup
Rua Padre Anchieta, 458
Info: (41)3223-4343
Horários: 15h e 19 h – ENTRADA FRANCA
www.cinevideo1.com.br

Programação completa do mês de Janeiro/2009 - www.paulobranco.com

Filmes Premiados no Festival de Sundance - 22 a 24 de janeiro

O espaço cultural CINEVIDEO1 promove durante todo o mês de janeiro uma programação especial com exibição de filmes e documentários premiados no Festival de Sundance. Um dos principais eventos norte americanos que dá destaque a filmes de baixo orçamento.

O Festival de Sundance, criado pelo ator e cineasta Robert Redford, teve sua primeira edição em 1985 e apresentou, em 2008, um total de 122 filmes, entre eles 88 estréias mundiais de 25 países diferentes. Confira abaixo a programação até o final desta semana, sendo que na próxima teremos "Melhor Documentário":

MELHOR DIREÇÃO
Dia 22 – A Lula e a Baleia (2005) – Noah Baumbach
Dia 23 – Santos e Demônios (2006) – Dito Montiel
Dia 24 – Rocket Science (2007) – Jeffrey Blitz

Local: Espaço Cultural CINEVIDEO1 - Sala Kastrup
Rua Padre Anchieta, 458
Info: (41)3223-4343
Horários: 15h e 19 h – ENTRADA FRANCA
www.cinevideo1.com.br

Programação completa do mês de Janeiro/2009 - www.paulobranco.com

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

O mensalão da Globo

Gilson Caroni: a TV Globo, suas Floras, seus Josés

As solicitações da alta cúpula das Organizações Globo não precisam ser repetidas várias vezes. Editores, apresentadores e repórteres que lá trabalham já as têm como segunda natureza. São seus estatutos de verdade, dispositivos de criação de sentido e únicas formas aceitáveis de retratar a realidade e os atores que nela se destacam. (Por Gilson Caroni Filho, na Carta Maior)

Se uma boa maneira para se analisar uma notícia é o ângulo sob o qual o fato que a gerou é abordado, a edição do Jornal Nacional que foi ao ar na sexta-feira, 16/01/2009, é rica pelo que contém de tendenciosidade e sonegação informativa. Revela como o jornalismo global adota ritos de exclusão para quem já condenou a priori. Não estamos descrevendo um mero desvio padrão, mas o quanto há de singular na construção do discurso noticioso.

Ao anunciar a decisão judicial que absolvia o ex-ministro chefe da Casa Civil da presidência da República de um processo movido por ação do Ministério Público Federal, a jornalista e apresentadora Fátima Bernardes se limitou a informar que "Justiça Federal de Brasília excluiu os ex-ministros José Dirceu e Anderson Adauto de uma ação de improbidade administrativa relacionada ao escândalo do mensalão. O juiz Alaôr Piacini alegou que os ex-ministros têm direito a foro privilegiado e não podem responder a processo por improbidade administrativa. Segundo o juiz, eles só podem ser julgados por crime de responsabilidade no Senado e não no Judiciário. Os ex-ministros ainda respondem a uma ação penal no Supremo Tribunal Federal e a outras quatro ações por improbidade também na Justiça Federal."

A "concisão" textual, no entanto, oculta um detalhe e, como todos sabem, é nele que mora o diabo. A sentença é clara ao dizer que não há indício de qualquer ato de improbidade administrativa cometido por José Dirceu. E mais, como noticiaram outros veículos, inclusive o diário das Organizações, Alaôr não poupou críticas aos procuradores que subscreveram a petição por "proporem cinco ações de improbidade versando sobre os mesmos fatos".

Será que o trecho omitido mostra algo que cale fundo no fazer jornalístico da TV Globo? Descortinaria uma pactuação do Judiciário com o roteiro da grande imprensa? Se, como destacamos em artigo escrito para Carta Maior ("Sobre organizações e seus crimes" 31/08/2007) "a conduta do STF foi festejada pelo Partido Globo como absolvição
política de sua cobertura jornalística", qual seria a reação em caso de mudança de rumo? Deformar ainda mais a informação ou fazer mea-culpa? Ressalve-se aqui que nossa postura permanece a mesma. Não prejulgar, respeitando o princípio do contraditório e da ampla defesa assegurado pela Constituição Federal.

É bom lembrar que Piacini explicou que o teor das outras ações é idêntico ao do processo no qual o nome de Dirceu foi excluído. Pode ser o prenúncio de mudança de uma trama. Um ponto a partir do qual a justiça possa ser feita dentro do seu próprio campo, sem sobreposição
de editoriais furiosos e recortes elaborados nos laboratórios do monopólio informativo.

Encerrada a novela das 21 horas, resta saber quem será a " Flora" da vida política brasileira, seus crimes e canções prediletas. Afinal, Ali Kamel sabe o quão folhetinesco é o jornalismo da Rede Globo. Um reforço dramatúrgico teria alguma serventia.

Gilson Caroni Filho é professor de Sociologia das Faculdades
Integradas Hélio Alonso (Facha), no Rio de Janeiro, colunista da Carta Maior e colaborador do Observatório da Imprensa

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postado por Grupo Beatrice http://grupobeatrice.blogspot.com/

[A rede castorphoto é uma rede independente tem perto de 33.000 correspondentes no Brasil e no exterior. Estão divididos em 20 operadores/repetidores e 170 distribuidores; não está vinculada a nenhum portal nem a nenhum blog ou sítio. Os operadores recolhem ou recebem material de diversos blogs, sítios, agências, jornais e revistas eletrônicos, articulistas e outras fontes no Brasil e no exterior para distribuição na rede]

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Jamur Junior, um profissional irreprensível

Já algum tempo, escrevi sobre uma reportagem realizada numa tarde quente de verão ( Profissão Repórter, numa tarde de verão ). Dizia que lá pelos idos de 1952, havia iniciado minha carreira de radialista sendo um ledor de noticiários, e ao transcorrer dos tempos, fui apresentador de programas, redator e repórter. Lembrei que certa vez, designado pelo então diretor Jamur Junior da Rádio Guairacá de Curitiba, deveria realizar 3 reportagens. E segui com a história das reportagens. Ao final da postagem, abri um parêntesis, para falar do Jamur:
- "... Nascido em Guaratuba, Jamur Júnior (foto ao lado, em 1.982, Jamur Júnior assinando contrato, ladeado por Jurandir Ambonatti e Ubiratan Lustosa - fonte: www.ulustosa.com.br ) é um profissional que já está identificado com o que de mais importante tem acontecido na rádio e televisão do Paraná nos últimos 50 anos. E embora tenha tido sua primeira experiência como locutor na Rádio Palmeira, em 1952 - "quando ainda usava calças curtas" - Jamur fixa em sua atuação nos microfones da ZYC-5, Difusora de Paranaguá, em fins de 1954, o seu real início de carreira. Na metade dos anos 50 Jamur subiu a Serra e se fixou em Curitiba - aqui passando por quase todos os prefixos e sendo um dos primeiros apresentadores da ainda experimental TV-Paranaense, quando a mesma tinha como estúdio um kitnete no último andar do edifício Tijucas e suas imagens não passavam de riscos e borrões nos vídeos dos poucos aparelhos existentes na cidade. Assim como a televisão evoluiu, Jamur Júnior, em termos profissionais, marcou sua vida por um profissionalismo irrepreensível: locutor, apresentador, disck-jockey e, sobretudo, homem de visão jornalística, [contribuiu] para a dignificação da profissão tanto no rádio como na televisão". (fonte: www.millarch.org ).

Pois bem, muita coisa ainda podemos falar do Jamur e sua exitosa carreira. Pesquisando nos acervos da UFPR, encontrei essa excelente entrevista que passamos a apresentar no Blog.