sábado, 9 de janeiro de 2010

Desculpem a "gnorância do macaco"

"Por que não investem em remédios para combater o hábito de fumar? Ou ainda, com os remédios existentes, por que não são distribuídos gratuitamentes nas farmácias populares? Desculpem a "gonorância do macaco", mas não entendo a falta de vontade política para atacar o assunto pra valer, incluindo governos, produtores, fabricantes, laboratórios, comerciantes, consumidores e não fumantes."
Tenho para mim, que dentro de pouco tempo será apresentado projeto prevendo que todo o fumante seja jogado na fogueira, como aconteceu na Santa Inquisição. Mas, os fabricantes de cigarros e os produtores de fumo continuarão numa boa? Por que não são apresentados projetos para, pelo menos, haver diminuição nos "miles e miles" de componentes dos cigarros? O cigarro mata tanta gente em nosso país, e pouco se faz para amenizar o número de mortes? Ou seja, parece que as campanhas visam apenas informar que fumo mata, e quem quer morrer, que fume. Acho que não bem por aí. Sempre tem um por quê. Vai mais um, então. Por que os produtores, através de suas organizações não informam os componentes do fumo" in natura", para questionar se o fumo por si só mata, ou são os componentes dos fabricantes que matam. Estes componentes que matam, deveríam ser proibidos e amplamente anunciados como verdadeiros "serial killer'. Sim, porque são os verdadeiros matadores, já que é improvavel que alguem fume deliberadamente para a auto-destruição. Antigamente criou-se a ilusão de status social e emagrecimento para quem fumasse, e até hoje muitos ainda pensam que fumar emagrece. "Sei que fumar faz mal, mas não quero parar porque o cigarro emagrece," conta a modelo gaúcha Taís Thormann (fonte: Site Pauta Antidrogas), que tem 23 anos e 57 quilos distribuídos por 1,77 metro de corpo. "Quando sinto fome, apelo para o cigarro e o cafezinho.". Questão de campanhas antigas e massificadas, principalmente voltadas para a juventude, já que 90% dos fumantes começam antes dos 19 anos. O cigarro era quase exclusivamente associado a termos como sucesso, prazer, satisfação, liberdade e atitude. Já em contrário por exemplo, hoje nos informam que a incidência do vírus HIV diminuiu X por cento, graças a novos medicamentos que são distribuídos ou vendidos. Para livrar a pessoa do HIV existem campanhas e remédios, e para livrar do fumo? Somente frases de efeito em carteiras de cigarros? Custa muito caro ao país como um todo, e principlmente ao sistema de saúde brasileiro, cuidar dos adoecidos pelo cigarro. Por que não investem em remédios para combater o hábito de fumar? Ou ainda, com os remédios existentes, por que não são distribuídos gratuitamentes nas farmácias populares? Desculpem a "gonorância do macaco", mas não entendo a falta de vontade política para atacar o assunto pra valer, incluindo governos, produtores, fabricantes, laboratórios, comerciantes, consumidores e não fumantes. Só jogar pedras nos fumantes, não é justo e nem aconselhável, mas do jeito que vai, logo vamos ter notícias sobre pessoas linchadas porque estavam fumando no tubo de ônibus. É isso. Se estou certo ou errado ao menos estou tentando fazer alguma coisa, levantando as questões para conscientização e refflexões.

Paulo Branco, "amor, salud y plata"

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