quarta-feira, 31 de março de 2010

Minha visão, igualzinho a um bom vinho

Quando a pessoa atinge uma certa idade, ou seja quase 80 anos, é normal que alguns órgãos não funcionem muito bem, e um dos mais atingidos é a visão. Pois bem, a dois anos fui ao DETRAN/PR renovar minha carteira de motorista, que alguns chamam de "carta". Depois das fotos, pagamento de taxas, cheguei ao exame de vista. Tenho lentes implantados a muitos anos, com a garantia do meu médico de que enxergaria bem até o fim de minha vida. Não é que a doutora que me atendeu receitou óculos para dirigir, embora eu tenha informado sobre as ditas lentes. Não teve acerto, faz óculos ou não tem carteira. Gastei uma boa nota num bifocal e voltei. Resultado, fui aprovado. Nunca usei o dito óculos para dirigir, mas o tinha sempre por perto. Eu sempre sigo as leis do trânsito, respeito o próximo e tudo o mais, conforme os mandamentos do motorista (figura abaixo). Mas quando tentei utilizar o óculos bifocal, a minha visão ficava pior, distorcida e me incomodava. Tive que cometer o pecadinho de não usar óculos, apesar da lei obrigar-me. Agora em 2010, passados dois anos, tive mais uma vez que renovar a carta.  Levei o "amigo" no dia do novo exame de vista, em uma clínica especializada. Fiz o exame, não usei óculos e não deu outra, fui aprovado sem mais delongas. Caso fosse nescessário, usaria o tal no exame, mas não foi. Carteira nova, e óculos na gaveta. Ainda, a alegria de ter melhorado bastante minha visão de lá pra cá, ou seja, igualzinho a um bom vinho, quanto mais velho, melhor. Deixa a vida me leva, lá vou eu .... Fui


Paulo Branco, "amor, salud y plata"


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segunda-feira, 29 de março de 2010

Crônica "Aniversário de Curitiba"



Hoje, 29 de março, é um dia especial para nossa cidade sorriso. No CD "Crônicas e Reflexões", na faixa 12 temos a crônica "Aniversário de Curitiba", de Ubiratan Lustosa. Aproveitem e ouçam esta bela homenagem que o Bira faz para nossa querida Curitiba, no dia do seu aniversário. A narração é de Paulo Branco, sendo a gravação e sonoplastia de Wasyl Stuparyk (Basílio Junior). Mais uma vez, trago aqui uma das belas crônicas do meu amigo Bira (na fota abaixo, em evento na UNIBRASIL). Vocês vão gostar e parabéns Curitiba.
Faixa 12 - Aniversário de Curitiba



Paulo Branco e Ubiratan Lustosa na UNIBRASIL, para gravar o Programa "ZYZ - O Rádio Contado por quem fez história" , com orientação de Thays Poletto.

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sexta-feira, 26 de março de 2010

O sorriso de Woods, o bad boy do golfe mundial

 Tiger Woods, e ao fundo, uma das marcas patrocinadoras de sua fortuna

O maior golfista americano, Tiger Woods, se apresentou a poucos meses na TV perante um seleto grupo de amigos e de centenas de repórteres, em grande performance. Woods anunciou seu afastamento dos campos de golfe, para se tratar e "melhorar como pessoa". Ele disse precisar disso para reparar seus erros e para reaproximar da família. Certamente deixou a certeza que além de esportista, é um bom ator (aguardem filme brevemente). Resolveu aparecer para fazer sua "mea-culpa", por ter traído sua mulher com outras 10, mais ou menos. Serviu de base para a encenação, o caso Ronaldo aqui no Brasil. Só que em super produção como é comum e recomendável naquele país do norte, principal e talvez unicamente, porque envolve milhões e milhões de dólares. Lamentou, entre outras "cositas más", que reconhecia ter sido irresponsável e egoísta, e no final abraçou a mãe e saiu de cabeça baixa. O golfista, sempre tratado como "bom menino", viu sua imagem pública ruir e alguns analistas de mercado e editoriais da indústria de jogos eletrônicos viram a possibilidade de vários rompimentos de contratos com o esportista, temendo que a (deteriorada) imagem do esportista afetasse os negócios. Qual nada, pois só as vendas do jogo Tiger Woods PGA Tour 10, foram melhores em 2009 que em 2008. Anita Frazier, analista de uma empresa de consultoria, escreveu via Twitter que "os jogos de Tiger Woods venderam mais de meio bilhão (de dólares) até agora". O famoso golfista prepara seu retorno para o famoso campo de golfe Augusta, onde será disputada a próxima etapa da temporada Masters 2010, entre os dias 8 e 11 de abril de 2010. Milhões e milhões, para o agora "bad boy" do golfe mundial. Quando se fala de milhões de reais ou de dólares, a coisa muda de figura. Sorrisos dos patrocinadores e do patrocinado. Ah..., Woods estava entristecido naquela famosa entrevista. Tadinho. 

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quinta-feira, 25 de março de 2010

PB e os primódios do Rádio Paranaense

Última terça, 23 de março, foi um dia bem movimentado em minha agenda. Pela manhã, reunião de trabalho na Fundação Cultural de Curitiba,  coordenada pelo jornalista e escritor Ulisses Jarochinski. Pela  tarde, sessão especial no Centro de Letras do Paraná sob o comando do Desembargador Luiz Renato Pedroso,  com a presença da quase totalidade de seus membros. A sessão foi motivada pela presença dos radialistas e radioatores Ubiratan Lustosa, Felix Miranda e Sinval Martins. Ambiente totalmente alegre e descontraido. Após brilhante dissertação do perfil dos convidados, tiveram início os depoimentos, inicialmente do nosso Bira, seguido por Silval Martins e Felix Miranda. Na platéia, e ao mesmo tempo trabalhando na documentação do evento, Paulo Branco e Wasyl Stuparik. Assistimos a uma verdadeira aula de como fazer uma boa programação de rádio, e de como as coisas funcionavam nos primórdios do rádio paranaense. Valeu amigos da Fundação Cultural de Curitiba e do Centro Paranaense Letras, e todos os ilustres participantes.

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quarta-feira, 24 de março de 2010

Político bom, morre!!!

Cheguei a esta conclusão de tanto ler e ouvir que o político tal morreu, que era um exemplo pra sociedade. Causa da morte, via de regra, porque estava fazendo uma devassa como presidente da comissão tal, auditoria em em tal setor, ou estava levantando todos os buzugos da administração anterior. Tem aquele que morreu, porque estava fazendo um excelente trabalho com o mandato que recebeu dos seus eleitores, e por ai vai. Durante os guardamentos dos políticos, ouvimos declarações de que eram excelentes administradores ou legisladores. Homens ou mulheres incorruptíveis, acima de qualquer suspeita. No Paraná, nos últimos 10 anos, foram quase vinte assassinados, e até onde eu sei, todos considerados bons políticos. Todos por motivos que nos levam a pensar na honestidade, no caráter, no trabalho árduo. Valeu a pena para eles? Então, uma conclusão lógica seria mudar de rumo e não ser assim tão imaculado, preservando sua própria vida? Ceder a uma corrupçãozinha aqui, uma propinazinha ali, uma comprinha de votos mais adiante e estamos conversados. É a alternativa do salve-se quem puder, porque faz bem para saúde. Conheci vários políticos que ficaram só no primeiro mandato, não querendo reeleição. Deve ser porque pensaram, ou entorto ou morro. Acabaram optando por uma terceira via, qual seja, cair fora antes que fôsse tarde demais. Lembro de um poema de Pedro Barroso, que começa assim:

"não me perguntem coisas daquelas que eu não creia
não me perguntem coisas daquelas que não sei
remeto para os senhores as decisões do mundo
tais como governar, fazer decretos lei"

Veja na íntegra o belo poema:
 

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terça-feira, 23 de março de 2010

Mostra continua no Cinevideo1, agora com Melhor Filme de Língua Estrangeira

Pelo segundo ano consecutivo, o Instituto Cultural CINEVIDEO1 traz durante todo o mês de março uma mostra com os premiados do Oscar de Melhor Filme e Melhor Filme Estrangeiro. A grande novidade deste ano é que a mostra contemplou filmes inéditos e que nunca foram lançados em DVD no Brasil, como os clássicos  Trens Estritamente Vigiados, da Tchecoslovaquia, Sempre Aos Domingos, da França e Começar de Novo, da Espanha, para citar alguns já apresentados. Desde o dia 1º, o público vem podendo (re)ver filmes que marcaram época, conquistaram a crítica e o coração dos cinéfilos. Confira a programação dos últimos dias:

 
(a um passo da eternidade, de fred zinemann)


MELHOR FILME DE LÍNGUA ESTRANGEIRA

DIA 23 -  Trens Estritamente Vigiados (1966), de Jiri Menzel (Tchecoslováquia )(Inédito em DVD)
DIA 24 -  Moscou Não Acredita em Lágrimas (1979), de Vladimir Menshov (Rússia )
DIA 25 -  O Jardim dos Finzi-Contini (1970), de Vittorio de Sica (Itália )(Inédito em DVD)
DIA 26 -  Preto e Branco em Cores (1976), de Jean-Jacques Annaud  (França)(Inédito em DVD)
DIA 27 -  A Noite Americana (1971), de François Truffaut (França )(Será exibido ás 17:00)
DIA 28 –  Mephisto (1981), de Istvan Szabo (Hungria)
DIA 29 –  Começar de Novo (1982),de José Luis Garci (Espanha)(Inédito em DVD)
DIA 30 –  Fora de Controle (1984), de Richard Dembo (Suíça)(Inédito em DVD)
DIA 31 – A Vida dos Outros (2006),de Florian Henckel Von Donner (Alemanha)

Local: Espaço Cultural CINEVIDEO1 - Sala Kastrup
Rua Padre Anchieta, 458, Info: 3223-4343 com EDEN ou MARCIO
Horários: 19 h – ENTRADA FRANCA
www.cinevideo1.com.br


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Músicas de Frank Skinner embalam entrevista com Lylian Vargas

"Cinemaskope, A Maravilhosa Música do Cinema", produzido por Tiomkim, que vai ao ar pela Paraná Educativa FM 97.1, toda quinta-feira à meia-noite, traz na edição do dia 1º de abril de 2010, um especial com as trilhas sonoras do compositor Frank Skkiner (1897-1968). Um dos mais importantes compositores da década de 50. Contratado pela Universal Pictures, musicou a maioria dos filmes do produtor Ross Hunter, o homem que dava veracidade aos elegantes cenários dos melodramas de diretores como Douglas Sirk e David Lowel Rich. O programa traz com exclusividade e pela primeira vez na rádio paranaense, as trilhas sonoras de dois grandes sucessos do compositor - Imitação da Vida (1959) com a canção-título interpretada por Earl Grant e Madame X (1966). O programa radiofônico com 1 hora de duração é dedicado à diretora de marketing do Shopping Crystal Lylian Vargas, que vai estar no programa falando sobre as novidades da "XXII edição do Crystal Fashion" que acontecerá de 12 a 17 de abril, no Piso G1 do Shopping Crystal Plaza.

Info: com Tiomkim (41) 88 42 83 50

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Cozinha popular: aprenda a ingerir a quantidade ideal de frutas



Terça-feira, 05/01/2010

Comer frutas é muito bom, neste tempo de calor forte, porque elas ajudam a hidratar. Só que muita gente acha que pode comer à vontade sem engordar. Veja as dicas da nutricionista Anita Sachs.



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domingo, 21 de março de 2010

O futuro da mídia progressista nos Estados Unidos





Um novo livro destaca como a mídia progressista e independente chegou a ter a maior influência de sua história nos Estados Unidos. Essa mídia já alcança um público de milhões de pessoas todos os dias e está decididamente mais influente do que nunca. Antigamente seria considerado um grande sucesso se uma revista progressista obtivesse mais de 200 mil assinantes por mês. Mas hoje há dúzias ou mais de blogs, revistas e sites de notícias online, nos EUA, que têm mais de 1 milhão de leitores únicos por mês. O artigo é de Don Hazen.
Don Hazen - AlterNet
Enquanto o establishment jornalístico, e mesmo progressistas, como Bob McChesney e John Nichols lutam pelo que resta do declínio dos anúncios dirigidos ao jornalismo corporativo, os ativistas e jornalistas Tracy Van Slike e Jessica Clark escolheram contar uma história diferente, mais positiva, sobre o futuro da mídia nos EUA. 

No seu livro "Além da Câmara de Eco: reformulando a Política através das redes de mídia progressista" [Beyond the Echo Chamber: Reshaping Politics Throug Networked Progressive Media] (New Press), os autores nos levam a uma jornada pela relativamente recente (dos últimos 8 anos para cá) surgimento da mídia progressista e independente. A conclusão a que chegam é inegável: sob qualquer ponto de vista, o que conhecemos por mídia progressista e netroots, alcança um público muito maior – milhões de pessoas todos os dias - e está decididamente mais influente do que nunca.

Antigamente seria considerado um grande sucesso se uma revista progressista obtivesse mais de 200 mil assinantes por mês. Mas hoje há dúzias ou mais de blogs, revistas e sites de notícias online que têm mais de 1 milhão de leitores únicos por mês. A recém formada rede Ad Progresswww.adprogress.com, fundada por AlterNet [www.alternet.org], The Nation[www.thenation.com] e Mother Jones [www.motherjones.com], a qual se juntaram American Prospect [www.prospect.org], The New Republic[www.tnr.com] e outros têm mais de um milhão de leitores. E, a propósito, a mídia progressista não está em crise, principalmente porque não depende de uma única fonte de receita – os anúncios -, como acontece à mídia corporativa; em vez disso, é frequentemente financiada por uma mistura de subvenções, doações de leitores, vendas de anúncios e lista de parceiros do vasto setor do ativismo não lucrativo. 

Lideradas por fazedores de mídia criativa agressiva, como Robert Greenwald, da Brave New Films, Markos Moulitsas do The Daily Kos, Jane Hamsher do FireDogLake, John Byrne da Raw Story e Mark Karlin daBuzzFlash, a nova mídia progressista usa uma série de estratégias e táticas muitíssimo mais agressivas e orientadas para o ativismo do que o pequeno universo das revistas impressas que dominaram a mídia progressista por longo período (Heck, a Revista da The Nation, tem 145 anos).

Mas, antes que o establishment da mídia progressista se tornasse tão convencido do seu papel, há ainda fraquezas maiores e nuvens negras no horizonte. Clark e Van Slyke não se esquivam dos obstáculos, dedicando a melhor metade do livro a analisar os desafios do futuro com histórias de sucesso e promovendo modelos de redes sociais e colaboração que eles acham que podem fortalecer a influência recém desoberta da mídia progressista. 

O que é mídia progressista?
A mídia progressista é feita por um vasto conjunto de entidades de todos os tamanhos e formatos. Mas, com larga vantagem, sua maior audiência é online. 

A mídia progressista é ideologicamente diversa, indo do liberal ao radical. Grosso modo, as milhares de pessoas que fazem mídia progressista acreditam em tornar o mundo um lugar melhor através dos seus esforços midiáticos. Elas estão lutando por uma sociedade mais igualitária e justa, pela democratização da informação, pela transparência no exercício do poder público e pela defesa de questões sociais, cobrando responsabilidades e prestações de contas aos responsáveis (para falar de alguns dos valores que os progressistas cultivam). Muitas das entidades de mídia progressista praticam o jornalismo de opinião e a reportagem investigativa, enquanto outras estão muito mais voltadas para a agitação e propaganda altamente bem sucedidas, organizando táticas para chamar a atenção para questões e causas. 

E o termo progressista é um balaio de gatos. Há muitas diferenças entre esses grupos, na filosofia, no tipo de jornalismo praticado, na orientação ideológica e na estrutura de negócios. Algumas dessas diferenças podem não ser tão significantes para um não-iniciado, mas dentre os praticantes dessas mídias há alguns que merecem ser anotados. Por exemplo, há um abismo entre o imensamente visitado Huffington Post[www.huffingtonpost.com] e entidades menores, com foco mais restrito, como o Grit TV www.grittv.org de Laura Flander, ou o ColorLines Magazine[www.colorlines.com], ou ainda a reunião de alguns em portais de mídia progressista, como Mother Jones Magazine, The Nation e o influente programa de rádio e tevê de Amy Goodman, Democracy Now![www.democracynow.org]. O Huffington Post, que tem dez vezes mais visitação que os restantes (com exceção do Salon.com) está na liderança das mídias com visão progressista, desfrutando de uma equipe de qualidade escrevendo, e da voz influente de sua fundadora, Arianna Huffington. 

A genialidade do Huffington Post é que, virtualmente, todo comentarista liberal progressista com algo a dizer ou uma idéia a comunicar sente que precisa “blogar” no “Huff Po”, embora muita gente termine levando seus textos para o site, fazendo com que muito conteúdo fique disperso e seja perdido. Ainda, o Huffington Post é a carteira de uma grande quantidade notícias sobre celebridades, fofocas e coberturas desse tipo, como as infames votações em que leitores podem escolher o “mais engraçado de Hollywood” ou o melhor decote na entrega do prêmio Globo de Ouro. Não surpreendentemente, essas coisas são sempre muito populares. 

Embora a influência da mídia progressista seja crescente e a sua audiência, maior do que nunca (eles chegam até a terem representação na TV corporativa, como é o caso de Rachel Maddow, Keith Olbermann e Ed Schulz), a defesa justificável em Beyond the Echo Chambers não é toda a história. O fechamento recente da rádio Air America nos lembra que nem tudo vai bem no universo da mídia progressista. De fato, há vários problemas fundamentais muito similares [nos veículos dessa mídia], em termos de um futuro de longo prazo. 

A primeira questão é a demografia. Embora haja algumas pequenas organizações de mídia tocadas por pessoas negras, a imensa maioria das organizações midiáticas com recursos tem audiência predominante de pessoas brancas, bem-educadas, quase sempre com mais de 60% de homens, com idades que abarcam a geração baby boomer [nascidos entre 1945-63]. Isso reflete a maioria da audiência que segue mais de perto as notícias da mídia corporativa, e a mídia de direita conservadora. Esse fato demográfico é o que se expressa na visitação de blogs, revistas de opinião e em sites de notícias. As consequências são duplas. Primeiro, a mídia progressista, a despeito de seus valores, reflete o universo masculino branco. (Há exceções óbvias de lideranças de audiência, como Katrina vanden Heuvel, na The Nation e o time editorial feminino de Monika Bauerlein e Clara Jeffries no Mother Jones, enquanto o Women's Media Center – Centro de Mídia da Mulher -, sob a nova direção de Jehmu Greene trabalha para melhorar a situação de um longo período de desequilíbrio quando se trata de articulistas mulheres.

A esmagadora brancura não é um valor progressista; uma falta de diversidade embaraça a mídia progressista há décadas, como nas questões de classe, dado que a mídia progressista tem sido sempre o lar de elites, em sua maioria altamente educadas. Clark e Van Slyke enfrentam esse desafio no capítulo inteligentemente intitulado “Pale, Male and Stale” (Pálido, Masculino e Batido). Focando sempre o lado positivo das coisas, os autores citam o crescimento da vida online da comunidade afro-americana, com alguns blogs populares. Então, há campanhas altamente bem sucedidas daColor of Change (http://colorofchange.org/) [Organização cujo slogan é mudando a cor da democracia, em inglês]. No ano passado, a organização lançou uma campanha contra a cobertura racista da Fox News, pressionando dezenas de anunciantes a abandonarem o programa de Glenn Beck e o ranço diabolicamente racista do demagogo favorito de Rupert Murdoch. E, liderados por Roberto Lovato, um veterano da mídia progressista, a www.presente.org instrumentalizou a pressão para que o programa do anti-imigrante Lou Dobbs saísse do ar. 

Essas conquistas dão uma dimensão da influência do setor progressista e da sua estratégia sofisticada nas questões de raça. Mas elas também sugerem que há uma mistura fundamental entre várias organizações e táticas de mídia online, que borram as fronteiras entre o jornalismo e o puro ativismo. Se essa mudança é o melhor para a evolução da mídia progressista é um debate que eu deixo para depois, mas é claramente verdade que os nossos maiores sucessos foram alcançados via esforços que muitos não chamariam de jornalismo, ou mesmo mídia, mas uma nova forma de organização que usa os dispositivos da mídia na internet. 

Um segundo desafio é o financiamento. Embora a mídia progressista vá melhor das pernas do que a mídia corporativa, porque não é dependente de anúncios, ela nunca foi bem financiada por fundações ou indivíduos ricos (embora a sobrevivência de veículos mais antigos da mídia progressista dependam da lealdade e da estada no poder de alguns doadores individuais-chave). E isso que a grande recessão só está encolhendo as doações das fundações. 

Um caso de grande sucesso em financiamento é a história do Media Matters[www.mediamatters.org], que acompanha as transgressões da mídia corporativa e de direita. Empreendimento importante na mídia ecológica em geral, Media Matters beneficiou-se muito de doações de parte da Democracy Alliance www.democracyalliance.org, um grupo de doadores progressistas com muito dinheiro. 

Mas, no maior financiamento pessoal recente de mídia independente, as bilionárias Herb e Marion Sandler escolheram criar o ProPublicahttp://www.propublica.org, com 10 milhões de dólares por ano, pondo um ex-editor do Wall Street Journal ao custo de 550 mil dólares por ano.Propublica tende a ser fóbico quanto a todas as coisas progressistas. 

Propublica emprega alguns bons jornalistas e produz um trabalho de qualidade. Mas a organização é constituída no antigo modelo de: “produzir trabalho investigativo e, de alguma maneira, magicamente, o problema descoberto será resolvido”. Falta-lhes investimento substancial em marketing, promoção e organização na internet. Todos esses elementos são essenciais para que se consiga uma mudança política numa era dominada por milhares de lobistas e de relações públicas propagandistas e centenas de milhões de dólares protegendo o interesse de todo e qualquer interesse imaginável.

O terceiro desafio é provavelmente o mais fundamental. A despeito desses sucessos recentes, a mídia progressista ainda não está pronta para chegar aonde pode travar uma batalha real com a mídia de direita. Muitos estão familiarizados com o poder da Fox e de Rupert Murdoch, com a imensa audiência de Rush Limbaugh e dezenas de outros jogadores de direita. E há muito mais direitosos online e nas revistas.

Os conservadores sempre investiram muito dinheiro na mídia e nas comunicações, enquanto muito do dinheiro progressista se destina a uma miríade de questões da preferência de doadores individuais. É como se eles de alguma maneira contassem com a mídia establishment para fustigar a mídia de direita. Bem, nós sabemos como isso tem funcionado. Muitas questões liberais são recepcionadas por conservadores, e negligenciadas por uma aparentemente super tímida administração Obama. 

Uma série de números ilustra o problema. Enquanto progressistas vibram felizes com o sucesso da MSNBC e de Rachel Maddow, e cada vez mais estejam grudados na tevê todas as noites, o domínio continuado da Fox News, na tv a cabo é acachapante. Eis os números da audiência comparados no dia 27 de janeiro, quando Obama falou à nação, de acordo com o site TV by the Numbers: Bill O'Reilly marcou 4.067 000 espectadores, Glenn Beck alcançou 3.140 000 espectadores, e Sean Hannity obteve 3. 636 000 espectadores – audiências gigantescas, aproximadamente três vezes o tamanho de Keith Olbermann (1. 159 000 espectadores) e Rachel Maddow (883 000 espectadores). Clark e Van Slyke tratam do problema no capítulo “Luta contra a Direita”, destacando o sucesso da Brave New Films perturbando a Fox News. Mas, como sabemos muito bem, a avassaladora mídia Murdoch continua a bradar, chafurdando na lama.

O capítulo 8 do livro "Além da Câmara de Eco", intitulado “Assembléia do Coro Progressista”, analisa as características do trabalho do FireDogLake[www.firedoglake.com] e inclui elementos de uma entrevista comigo, na qual tento descrever o pensamento por trás da AlterNet.org. 

Se você quiser uma visão compreensiva de muitas mídias progressistas bem sucedidas ao longo dos últimos 8 anos, por favor compre uma cópia deBeyond the Echo Camber. Há desafios imensos pela frente, os quais Van Slyke e Clark conhecem muito bem. Porém, os autores insistem que há muito mais resultado em construir alternativas e, usando as novas ferramentas online – Facebook, Twitter e muitas outras – os progressistas podem se mover para um estágio de luta de longo prazo por uma sociedade melhor. 

Nota da Redação: Media Consortium (www.themediaconsortium.org) é uma rede de mídias alternativas que criaram uma espécie de associação, nos moldes da recém criada Altercom, no Brasil, da qual Carta Maior faz parte. 

Tradução: Katarina Peixoto

fonte: Carta Maior


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sábado, 20 de março de 2010

Saiba quais frutas ajudam no emagrecimento saudável



Quinta-feira, 07/01/2010

Algumas frutas dão a sensação de saciedade e podem segurar a fome por duas horas. É preciso ter cuidado com mamão, melancia, abacaxi, uva e banana porque essas frutas têm poucas fibras solúveis.

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Serra confirma que é candidato e diz que Lula ‘está terminando bem o governo’

O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), disse nesta sexta-feira (19) que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) “está terminando bem o governo”. PT e PSDB deverão se enfrentar na campanha para a Presidência da República neste ano.
Serra foi questionado pelo jornalista José Luiz Datena, da Band, se os partidos que o apoiarão irão conseguir superar a força política de Lula.
“Eu não comparo uma coisa com a outra. O Lula fez dois mandatos, está terminando bem o governo. O que nós queremos para o Brasil? Que ele continue bem e até melhore. Então aí, não é o partido que vai se comparar. O partido te apóia, você tem que ver quem é que vai ser presidente, quem vai dirigir as coisas, porque o presidente é insubstituível. Ele não governa terceirizado”, disse.
Na entrevista, veiculada no SP Acontece, programa diário comandado por Datena na Band, Serra afirmou que lançará sua candidatura ao Palácio do Planalto no começo de abril. Em fevereiro, o PT lançou a candidatura da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, à Presidência.
O governador foi questionado ainda se sua estratégia de campanha seria separar a figura do presidente da figura de Dilma.
“Você, quando é eleito, eu sou governador e fui prefeito, quem toma as decisões, inclusive nos momentos difíceis é o prefeito, o governador e o presidente. Isso é insubstituível. Não há delegação nesse caso e você responde ao povo porque o povo te deu o voto. Não há ninguém que governe com alguém paralelamente – nem acho que esse seja o caso , nem o Lula pretenderia fazer isso – mas isso não funcionaria no Brasil e nenhum lugar do mundo”, respondeu.
Em outra pergunta, sobre se considerava sua história de vida mais forte do que a história da ministra, o governador respondeu: “Eu tenho uma história. O pessoal vai conhecer a história, vai conhecer a história dela, das outras, da Marina (Silva, senadora do PV que é pré-candidata à Presidência), que é uma pessoa de muitos méritos. E vai julgar, vai analisar e vai decidir”, disse.
  1.  
    Sábado, 20 de Março de 2010 – 10:37 hs
     
    Seu eu conheço um pouco de política, eu vou com a Dilma. Se o adversário diz que o governo está terminado bem, por que eu vou mudar? Como o tucano vatocinou: “O que nós queremos para o Brasil? Que ele continue bem e até melhore.” 
  2. fonte: Coluna do Fabio Campana


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O Rádio do Paraná

Meus caros amigos:

Atendendo convite do Centro de Letras do Paraná estarei na próxima terça-feira, dia 23 de março, na sede dessa entidade cultural, falando um pouco sobre o tema PRIMÓRDIOS DO RÁDIO DO PARANÁ. Convidei para participarem e focalizarem o radioteatro os meus amigos Sinval Martins e Felix Miranda. O início desse encontro será às 16 horas e o endereço é: Rua Professor Fernando Moreira, 370 (a rua do rio e dos Chorões). O ingresso é gratuito e se algum dos meus amigos desejar assistir considere-se convidado. Ficarei honrado com a sua presença.


Um grande abraço a todos.


Ubiratan Lustosa.
 
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sexta-feira, 19 de março de 2010

A vírgula, ah!.... que diferença faz.

A vírgula pode ser uma pausa... ou não.
Não, espere.
Não espere.

Ela pode sumir com seu dinheiro.
23,4.
2,34.

Pode ser autoritária.
Aceito, obrigado.
Aceito obrigado.

Pode criar heróis.
Isso só, ele resolve.
Isso só ele resolve.

E vilões.
Esse, juiz, é corrupto.
Esse juiz é corrupto.

Ela pode ser a solução.
Vamos perder, nada foi resolvido.
Vamos perder nada, foi resolvido.

A vírgula muda uma opinião.
Não queremos saber.
Não, queremos saber.

Uma vírgula muda tudo.

ABI: 100 anos lutando para que ninguém mude uma vírgula da sua informação'.
Campanha dos 100 anos da ABI (Associação Brasileira de Imprensa) 
 
Detalhes Adicionais:

SE O HOMEM SOUBESSE O VALOR QUE TEM A MULHER ANDARIA DE QUATRO À SUA PROCURA.


* Se você for mulher, certamente colocou a vírgula depois de MULHER...
* Se você for homem, colocou a vírgula depois de TEM...


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quinta-feira, 18 de março de 2010

A internet veio para rejuvenescer o rádio

Mílton Jung, âncora da Rádio CBN, conseguiu, por meio de seu blog, estender o alcance do rádio. Além disso, o apresentador afirma que dedica cerca de duas horas do dia para responder os e-mails que lhe são enviados por ouvintes e também utiliza o Twitter e no Flickr publicando imagens que repórteres e ouvintes lhe enviam. Ele falou ao Portal IMPRENSA sobre o beneficio da interação entre internet e o rádio.

Portal IMPRENSA - De que maneira a internet beneficiou o rádio?
Mílton Jung - O rádio conseguiu sobreviver e se manter por um fator fundamental, que foi a criação da internet. Ela se tornou um meio transmissor de informação de diferentes tipos - escrito, visual, auditivo - permitiu que o rádio rejuvenescesse e ganhasse uma nova vida. Por isso, mais uma vez o rádio não foi superado. Já temos previsões de superação do fim do rádio desde a década de 40, quando a televisão começou a ser criada, à época existia uma famosa frase da revista Time: "Ouvir rádio no futuro será tão obsoleto como utilizar transporte animal". E de lá pra cá já ouvimos e lemos vários atestados de óbitos do rádio, mas eu sempre tive a convicção de que a internet daria uma nova vida ao radio. De que ela seria o novo oxigênio do radio, e eu tenho plena convicção disso hoje, todas as pesquisas que temos hoje mostram como o meio radio se presta a navegar na internet.

IMPRENSA - Como essas pesquisas apontam a maneira que as pessoas utilizam o rádio?
Jung - Há 10 anos quando eu cheguei à CBN estávamos migrando do telefone da rádio para o e-mail do âncora. Isso, para mim, foi fundamental, porque a partir do momento que houve essa migração ocorreu a democratização do acesso público à emissora, por enquanto no radio eu atendo uma pessoa no e-mail eu recebo 300 mensagens. Isso deixou muito claro que as pessoas ouvem rádio e permanecem diante do computador. E é isso que as pesquisas apontam. Elas deixaram muito claro que há um percentual enorme de pessoas que ouvem rádio pelo computador, 80% das pessoas que ouvem rádio no equipamento estão diante do computador. Outros 61% afirmaram que ouvem radio também pelo computador. E 60% ouve rádio no carro, ou seja, o número que ouvia pelo computador foi maior que a audiência do carro, que sempre foi a maior audiência do radio.

IMPRENSA - O rádio digital seria uma nova forma de absorver com efetividade todas essas ferramentas?
Jung - Muitas pessoas investiram e acreditaram na digitalização do sinal do rádio. Eu nunca acreditei nesta tecnologia, e sempre achei que era a internet o caminho para o radio se propagar e para mim, isso está muito claro. A maneira como muitos estavam desenhando modelo da rádio digital era excludente, muitas pessoas que hoje tem acesso ao rádio analógico não teriam acesso ao rádio digital. Acredito que o rádio na internet, isso sim, possibilita coisas maravilhosas, O fato de um ouvinte se espalhar pelo mundo, em qualquer ponto do mundo.

IMPRENSA - Qual o desafio das emissoras dentro deste contexto super- dinâmico?
Jung - O rádio oferece hoje parte daquilo que as pessoas começaram a exigir em função do costume provocado pela internet, agilidade. Nenhum veiculo tinha a agilidade maior do que o rádio. Ele está diretamente conectado com as necessidades do publico. Isso faz que as emissoras de rádio tenham de se adaptar e oferecer cada vez mais recursos para pessoa. As pessoas ainda reproduzem na internet os mesmos hábitos do que fora na internet, ouvem on-line como se fossem off-line. Num segundo no momento que as pessoas já começam usufruir de outras ferramentas, muitos utilizam o blog do apresentador e do âncora, ele vai lá no site para procurar isso. a fidelidade dele vai estar diretamente ligada aquilo que a emissora oferece, fundamental e oferecer jornalismo de qualidade

IMPRENSA - Com toda essa velocidade como fica o conteúdo jornalistico?
Jung - A qualidade do jornalismo tende a melhorar com a participação maior do ouvinte, há 10 anos eu criei o habito de responder a todos os e-mails, isso me toma duas horas por dia, primeiro porque eu sou um jornalista segundo eu sou jornalista e nos buscamos noticias e as riquezas de informação. Esa velocidade e interação podem melhorar a qualidade de nossa pauta, com mais dados com mais pensamentos, o e-mail hoje e uma fonte de informação muito importante, o e-mail e o Twitter os dois canais que eu uso como fonte de informação.

fonte: Portal Imprensa - Publicado em: 29/10/2009

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