terça-feira, 3 de agosto de 2010

Dez reportagens diariamente

Antes de entrar no assunto que sugere o titulo da postagem de hoje, agradeço o comentário do Basílio Júnior sobre o que estamos escrevendo (dificuldades em se fazer rádio naquela época). Principalmente, a sua promessa de novas colaborações com nosso modesto trabalho.

Desejo também, acrescentar o nome do excelente locutor Rogério Serman, que integrava nossa equipe. Mais adiante, estaremos falando do destino profissional de cada um. Estava pensando, por que não mencionei mulheres radialistas? Acontece que na Rádio Guairacá, se não me engano, só havia uma mulher nos trabalhos de radiofonia. Por sinal, a primeira mulher a entrar em estádios de futebol, que foi a nossa queridíssima Sonia Nassar (ou seria Sonia Nasser?), a primeira repórter desportiva brasileira. Foi um espanto: mulher a quase 50 anos passados, entrevistando jogadores, técnicos e dirigentes. Soninha, onde quer que esteja, receba nossas homenagens pelo grande feito.

Comecei a trabalhar na Guairacá, no dia Primeiro de Maio de 1968 (pela segunda vez), apresentando o programa "Manhã Guairacá", das 6 às 8 da manhã. Com muita música, informação e quadros como o "Troca Tudo", onde os ouvintes anunciavam o que tinham para trocar, pelo que queriam trocar. Entrarei em detalhes dos programas que fiz, na sequência da programação. Terminado o programa, ia para as ruas fazer reportagens com um gravadorzinho portátil "Geloso", de fabricação italiana. Começava na feira livre, gravava mais uma ou duas intervenções, e corria para o estúdio para deixar com o operador, que colocava uma intervenção a cada hora de programação. Voltava para a rua a pé, porque não havia carro e também, porque de carro era impossível sem um motorista que providenciasse estacionamento, etc..., etc... Telefone celular? Nem pensar! Satélite? O que era isso? E para completar a semana, ainda fazia o plantão esportivo aos domingos, a partir da 01 da tarde até o encerramento da jornada esportiva. Harre!!! Hufa!!!

Mas o importante é que o trabalho foi feito e deu tudo certo, e que para tudo desse certo, era preciso o empenho de toda a equipe de abnegados colegas. Abnegados e altamente profissionais, e o que nunca faltou foi: Espírito de equipe, competência e profissionalismo daqueles queridos e indispensáveis amigos, irmãos da "Voz Nativa dos Pinheirais". Do fundo do coração, agradeço muito a todos vocês, que tanto me ajudaram. Obrigado amigos, e que sejam felizes pelos caminhos da vida. Mil vezes obrigado!!!

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