quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Já passei por isso!



  • Enquanto presidente do Clube Atlético Para­naen­­se, e mais tarde sem perder uma migalha do po­­der que sempre concentrou o presidente do Conselho Deli­be­rativo, Mário Celso Petraglia foi um agressor contumaz da liberdade de informação.
    Mandou os seguranças do clube retirarem da Baixada, à força, um comentarista de rádio, ameaçou jornalistas, convocou entrevista coletiva para falar com o mais absurdo desrespeito de vá­­­rios profissionais de comunicação e ainda não contente foi além.

    • Proibiu este colunista de ser credenciado para exercer sua atividade profissional no Estádio Joa­­quim Américo. Ditatorial­­mente proibiu a Rádio Trans­­a­­mé­­ri­­ca de transmitir jogos das de­­pendências da Arena e sequestrou a cabine de trabalho destinada à mesma emissora. Proibiu o acesso de repórteres no CT do Caju.
    Como não nos conformamos com as atrocidades praticadas contra a liberdade de expressão e ao exercício do direito ao trabalho, este colunista e a Transa­mé­­rica reagimos dentro da lei. Sem­­pre estivemos prontos a ouvir eventuais ponderações do dirigente atleticano.
    O direito de resposta – garantido pela legislação – nunca foi usado por Petraglia, sempre preferindo a truculência ao diálogo. Por mais de uma vez pressionou a direção da Transamérica para defenestrar este profissional. Não logrou êxito, esbarrou na conduta de gente séria, que não vende opinião e não admite chantagem dos que se imaginam poderosos.
    Violentados, nós os ofendidos batemos às portas do Poder Judi­ciário. Protestamos contra a proibição de transmitir jogos da Bai­­xa­­da e de trabalhar com liberdade do cenário de tantas glórias que o Atlético acumulou.
    Fomos vitoriosos no juízo de primeiro grau. A cada proibição imposta por Petraglia para o nosso trabalho o Atlético, que não tinha culpa de ser presidido por Petraglia, receberia do Poder Judiciário uma multa de R$ 400 mil. Além de tudo já relatado, ele ainda pretendia cobrar pelos di­­reitos de transmissão dos even­­­­­tos do clube na Baixada. Perdeu e o rádio está livre para trabalhar sem censura e absurdas imposições.
    Ser democrata é um prêmio da vida honesta.
    E ser defendido pelo jurista Re­­né Dotti e pelo brilhante ad­­vo­­gado Julio Brotto é um privilégio dos que fazem e cultivam ami­­gos e convivem com pessoas e profissionais que fazem parte da vida dos humanos da melhor qualidade.
    Os que sabem ser grandes são humildes nos gestos e intocáveis na honra.
    Minhas homenagens aos julgadores do feito, realizado na ter­­ça-feira, na 7.ª Vara Cível de Curi­­tiba: Guilherme Luiz Gomes (relator), Luiz Antonio Barry (revisor) e Celso Mainardi (vogal).
    Fonte: Gazeta do Povo
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    Qualquer assunto referente ao rádio interessa ao nosso blog.

    Publico hoje o comentário de Airton Cordeiro,somente com a preocupação que devem ter todos profissionais da área sem cores esportivas,pessoais ou empresariais e principalmente porque certa vez fui vitima também de um atitude idêntica tomada por um empresário,já falecido,que fez com que eu fosse demitido pelo dono da empresa em que trabalhava,sem direito de defesa,sem explicações ou justificativas. Pbradialista.

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