sábado, 26 de fevereiro de 2011

Recordar é viver!!!

Em 1986 eu apresentava um noticiário às 7:30 da manhã, na Rádio Estadual (Educativa), juntamente com Sérgio Luiz Picheto, Léa Oksenberg, Ovande (ou Ovando) Stori.

O Sérgio fazia imitação de um consagrado locutor brasileiro, correspondente de uma grande emissora brasileira no Canadá.
O dito cujo era chegado num bom wiski, e as vezes passava da conta.

Numa destas foi fazer um noticiário para o Brasil e leu:
- "VIOLENTA TEMPESTADE DE MERDA SE ABATEU SOBRE QUEBEK. AS CRIANCINHAS SE DIVERTIAM JOGANDO PELOTINHAS DE MERDA UMAS NAS OUTRAS".

Só que a tempestade realmente era de neve..., é claro!

Em Curitiba existem grandes locutores, dois destes, o Castro e o Stori. Só que um é Ovando e outro é Ovande. Daí minha confusão.
Desculpem nossa falha.


Ei cara, está fugindo por quê? -   (Publicado em 2003)

Não é um causo do rádio, mas tem um radialista presente.
Então, vale. A poucos dias fui até o Hospital Evangélico, um dos mais tradicionais de Curitiba, e enquanto esperava minha vez de consultar, ouvi relato de um paciente. Referia-se a um parente que fôra fazer exame de tórax no Evangélico, que está passando por grandes reformas, e ao tentar deixar o hospital, não encontrava a saída por causa do amontoado de obras. Tenta aqui, tenta ali, até que o parente viu uma luz no fim do túnel. Ao chegar lá, finalmente vislumbrou a rua, pensou ele. Ledo engano. Um enfermeiro que vinha acompanhando as manobras do dito cujo, segurou o infeliz pelo braço e perguntou:
- "Onde pensa que vai, seu fujão!"
Havia confundido nosso herói com um doente que estaria tentando fugir. De nada adiantou tentar explicar. O profissional da saúde foi logo perguntando:
- "Qual andar é seu quarto?", enquanto conduzia o apavorado, e agora denominado "paciente", pelo braço. E segue a conversa entre os dois:
- "Você é do quarto andar, do quinto, fala cara".
- "Não, eu só vim fazer um exame."
- "Qual o que, você não me engana, sou experiente nesse assunto. Qual é teu médico?"
- "É o doutor fulano".
- "Vamos procurá-lo e passar esta história a limpo."
Acontece que o médico, do atarantado e já não tão paciente parente do nosso amigo, estava num Congresso em Porto Alegre.
- "Ah! viu, você está mentindo!"
Não teve jeito. Pegou "nosso achegado" e o conduziu para um quarto. Não importava qual. Deixou o nosso já "impaciente achegado" com ordem de que se saísse, seria amarrado à cama. Como já estava na hora do lanche, o parente do nosso amigo pensou:
- "bem..., a confusão está formada..., eles que se virem. Vou mais é lanchar!"
Tomou lanche, até que chegou uma filha e disse:
- "estamos todos preocupados lá em casa.
Por que o senhor não voltou do hospital?"
Desfeita a confusão, com os devidos pedidos de desculpas, tudo voltou ao normal. Comentam que ele só voltará a fazer qualquer exame, quando as obras acabarem.
Leve o tempo que levar...

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