segunda-feira, 30 de maio de 2011

O que são lesões bucais?

São inchaços, manchas ou feridas em sua boca, nos lábios ou na língua.
Há vários tipos de feridas e de enfermidades bucais. As mais comuns são as aftas, o herpes simples, a leucoplasia (placa branca) e a candidíase (sapinho). Estes problemas serão abordados abaixo. Se encontrar uma ferida em sua boca, não se preocupe. Cerca de um terço de toda a população sofre ou sofrerá com isso em algum momento da vida. 
Contudo, as irritações e inflamações bucais podem ser muito dolorosas e interferir na fala e na mastigação.
Qualquer ferida que persista durante uma semana ou mais deve ser examinada pelo seu dentista.
Às vezes, é recomendável que se faça uma biópsia (retirada de tecido para ser examinado) para que se possa detectar a causa da ferida, e para que se possa eliminar a possibilidade de doenças sérias como o câncer e AIDS.

Como saber se tenho uma ferida ou uma lesão bucal?

Os seguintes sinais podem indicar a existência de uma ferida ou lesão bucal:
  • Aftas são inflamações pequenas e brancas cercadas por uma área avermelhada.
  • As aftas não são contagiosas, mas muitas vezes são confundidas com herpes, causado por um vírus contagioso. As aftas ocorrem dentro da boca, principalmente em mucosa, enquanto o herpes aparece no lado de fora da boca, por exemplo, no canto dos lábios.
  • As aftas podem sumir e reaparecer. 
  • Podem também ser pequenas ou grandes e aparecer agrupadas ou isoladas. As aftas são comuns e recorrentes.
  • Embora sua causa seja incerta, alguns especialistas acreditam que estão ligadas a problemas do sistema imunológico, a bactérias ou a vírus.
  • Fatores tais como o estresse, trauma, alergias, cigarro, deficiências de ferro ou vitaminas e tendências genéticas também tornam a pessoa mais susceptível às aftas.
  • O herpes simples ou herpes labial se apresenta em grupos de bolhas dolorosas que aparecem ao redor dos lábios e, às vezes, debaixo do nariz e ao redor do queixo. 
  • Essas bolhas são causadas por um tipo de vírus e são altamente contagiosas.
  • A primeira infecção muitas vezes aparece em crianças, às vezes até sem sintomas e pode ser confundida com um resfriado ou uma gripe.
  • Uma vez que a pessoa é infectada, o vírus permanece no corpo, causando, de tempos em tempos, ataques recorrentes. 
  • Em algumas pessoas, porém, o vírus permanece inativo.
  • A leucoplasia tem uma aparência esbranquiçada e pode aparecer no lado interno da bochecha, na gengiva ou na língua. Muitas vezes é associada ao fumo, ao uso de tabaco de mascar, embora outras causas incluam também dentaduras mal ajustadas, dentes quebrados e mordidas na bochecha.
  • Se considerarmos que mais ou menos 5% dos casos de leucoplasia se tornam câncer*, é possível que seu dentista recomende uma biópsia.
  • A leucoplasia muitas vezes desaparece quando se abandona o tabaco.
  • A candidíase (ou sapinho) é uma infecção fúngica causada por cândida albicans. Pode ser reconhecida por sua cor branca, amarelada ou avermelhada nas superfícies úmidas da boca.
  • Os tecidos situados sob a mancha podem ficar muito doloridos. A candidíase é comum em pessoas que usam dentaduras, em recém nascidos, em pessoas debilitadas por alguma doença e cujo sistema imunológico não funcione de maneira adequada. Também são susceptíveis pessoas que se queixam de boca seca que acabaram de fazer, ou estão fazendo, tratamentos com antibióticos.
  • Adote uma dieta equilibrada, com pouco açúcar e pouco amido. Coma os alimentos com açúcar e amido durante as refeições e não como "lanchinhos", para minimizar o número de vezes que seus dentes estão expostos ao ácido.

Como tratar irritações/lesões bucais?

O tratamento varia de acordo com o tipo de problema. Para os tipos mais comuns, descritos acima, os tratamentos são os seguintes:
  • Aftas ? quase sempre desaparecem depois de 7 a 10 dias, e as erupções recorrentes são as mais comuns.
  • Para um alívio temporário, pode se aplicar pomadas analgésicas. A lavagem com enxagüantes antisépticos pode ajudar a reduzir a irritação.
  • Às vezes, prescreve-se antibióticos para reduzir uma infeção secundária.
  • Herpes simples ? as bolhas geralmente desaparecem em uma semana. Como não existe cura para as infecções herpéticas, as bolhas podem reaparecer em momentos de instabilidade emocional, exposição ao sol, alergias ou febre.
  • Anestésicos tópicos podem proporcionar um alívio temporário. Os medicamentos antivirais, vendidos com receita médica, podem reduzir este tipo de infecção.
  • Consulte seu médico ou dentista.
  • Leucoplasia ? o tratamento começa com a remoção dos fatores que causam as lesões.
  • Para alguns pacientes isto significa deixar de usar tabaco. Para outros, significa remover as dentaduras mal ajustadas e substitui-las por dentaduras apropriadas.
  • Seu dentista fará o acompanhamento do tratamento, com exames em intervalos de três a seis meses, dependendo do tipo, local e tamanho da lesão.
  • O tratamento da candidíase ? consiste em controlar as condições que causam o seu aparecimento.
    • É importante limpar as dentaduras para evitar os problemas causados por elas.
    • Remover as dentaduras antes de dormir também pode ajudar.
    • Se a causa for um antibiótico ou um anticoncepcional oral, a redução da dose ou a mudança do tratamento podem ajudar.
    • Produtos que substituem a saliva deixam a boca mais úmida.
    • Medicamentos contra fungos podem ser usados quando a causa principal é inevitável ou incurável.
    • Em todos os casos, a boa higiene bucal é essencial.

domingo, 29 de maio de 2011

TV ESCOLA

Uma bela biblioteca digital, desenvolvida em software livre, mas que está prestes a ser desativada por falta de acessos. Imaginem um lugar onde você pode gratuitamente:

·
Ver as grandes pinturas de Leonardo Da Vinci ;
· escutar músicas em MP3 de alta qualidade;
· Ler obras de Machado de Assis
Ou a Divina Comédia;
· ter acesso às melhores historinhas infantis e vídeos da TV ESCOLA
· e muito mais....
Esse lugar existe!
O Ministério da Educação disponibiliza tudo isso,basta acessar o site:
www.dominiopublico.gov.br Só de literatura portuguesa são 732 obras! Estamos em vias de perder tudo isso, pois vão desativar o projeto por desuso, já que o número de acesso é muito pequeno. Vamos tentar reverter esta situação, divulgando e incentivando amigos, parentes e conhecidos, a utilizarem essa fantástica ferramenta de disseminação da cultura e do gosto pela leitura. Divulgue para o máximo de pessoas!

sábado, 28 de maio de 2011

Ciganos: falta de políticas públicas ainda é desafio para o governo





Os ciganos de Brasília ainda vivem em barracas

A falta de políticas públicas específicas para a população cigana, estimada em 800 mil pessoas, é hoje o maior desafio do governo federal para melhorar a qualidade de vida desses povos, respeitando as peculiaridades culturais.
Entre as poucas ações governamentais adotadas recentemente está a instituição, em 2006, do Dia Nacional do Cigano, lembrado neste 24 de maio.
A data é uma homenagem à padroeira Santa Sara Kali.

No entanto, desde então, nenhuma ação ligada à educação, saúde e programas assistenciais para os ciganos foi implantada.

– Não temos uma política para as comunidades ciganas, mas estamos trabalhando na perspectiva de ter –, afirmou a secretária de Políticas para Povos e Comunidades Tradicionais da Secretaria de Políticas e Promoção da Igualdade Racial (Seppir), Ivonete Carvalho.

A ideia é que cada ministério defina ações e destine recursos para execução de políticas voltadas a esses povos.
Os ciganos têm representação no Conselho Nacional de Políticas de Igualdade Racial (CNPIR) e na Comissão Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais. No entanto, os dois órgãos são apenas consultivos.

A ausência de políticas públicas é mais evidente entre as comunidades Calom que, até hoje, mantêm a cultura do nomadismo, mais por necessidade do que por apego à tradição.
Essa realidade pôde ser constatada em  uma comunidade de 150 famílias recém-assentadas pela Secretaria de Patrimônio da União (SPU), na zona rural da cidade de Planaltina, no Distrito Federal. Eles têm água e luz, mas ainda vivem em barracas, em meio à poeira vermelha típica do Cerrado.

Essa comunidade não dispõe de rede de esgoto e os banheiros são improvisados, com fossas.

– Queremos fazer uma vila cigana aqui para os que vêm de fora, que trazem crianças, vêm de longe e não têm onde ficar –, diz o líder do acampamento, Elias Alves da Costa, que pensa em transformar os pouco mais de 2 hectares de terra de chão batido num centro de apoio para calons e ciganos de outros clãs.

Com o apoio da Associação Cigana das Etnias Calons do Distrito Federal, a comunidade está trabalhando para construir um banheiro coletivo que também poderá ser usado por famílias que estejam apenas de passagem pela região. Além disso, a associação negocia com o governo e a Caixa Econômica Federal a liberação de recursos para a construção de uma lavanderia e de um galpão para atividades culturais.

Paralelamente às iniciativas de entidades não governamentais, a Seppir afirma que também atua no sentido de melhorar a qualidade de vida dos ciganos mais pobres.
Uma experiência foi a criação do Centro Calom de Desenvolvimento da População Cigana, no município de Souza, na Paraíba.
De acordo com a Seppir, o espaço de 300 metros quadrados foi construído para que 600 famílias da região pudessem desenvolver atividades culturais e oficinas de geração de renda.
No entanto, o local, que custou R$ 360 mil e foi concluído em 2009, ainda está vazio e não é utilizado.

Para o ex-subsecretário de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos Perly Cipriano, que ocupou o cargo durante a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, os programas governamentais voltados para os ciganos são executados de forma lenta.

– O Poder Público tem uma lentidão em entender como são os povos ciganos. Eles têm muitos direitos aos quais não têm acesso. Os nômades, por exemplo, não recebem o Bolsa Família.

Ele destaca a falta de acesso à educação como um dos principais problemas enfrentados pelos povos ciganos.
Segundo Perly, um dos fatores que levam a essa situação é a própria condição de nômades.

– É necessário que o Ministério da Educação, os prefeitos e as autoridades comecem a estabelecer uma política social adequada a essa realidade –, diz, destacando o grande número de adultos e crianças analfabetas.

Ivonete Carvalho, da Seppir, estima que a população cigana, no Brasil, ultrapasse os 800 mil, uma vez que a cultura nômade ainda persiste em muitas comunidades.
Estima-se ainda que 90% dessa população sejam analfabetos. O Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) constatou a existência de acampamentos em 291 dos 5.565 municípios brasileiros.

– Precisamos verificar agora a quantidade de famílias [ciganas] nesses municípios, quais as demandas dessas comunidades –, diz Ivonete.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

 

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou o uso de uma vacina contra o HPV (papilomavírus humano) em homens de nove a 26 anos de idade. O produto já era aplicado em mulheres.

O objetivo da vacina, chamada Gardasil, é prevenir os homens de verrugas genitais causadas pelos tipos 6,11, 16 ou 18 do HPV. Em março, foi divulgado um estudo feito no Brasil, no México e nos Estados Unidos que indicou que cerca de 50% dos homens estão infectados com o HPV.


O Brasil é um dos líderes mundiais em incidência de HPV – mais de 685 mil pessoas vivem com o vírus. A doença sexualmente transmissível, que é causada por relação sexual desprotegida ou contato genital, é a quarta mais comum no país, com números acima dos casos de Aids.


Esse vírus tem mais de 200 tipos diferentes, capazes de provocar lesões de pele ou em mucosas pelo contato entre genitais e relações sexuais sem o uso de preservativo. Na maior parte dos casos, as lesões podem regredir espontaneamente, mas em outros podem causar lesões associadas ao câncer.


O HPV pode causar câncer em ambos os sexos, mas, nas mulheres, a evolução para displasias (quadro prévio ao tumor) é mais comum. A infecção pelo HPV está relacionada a cerca de 40% dos casos de câncer de pênis e de 30% a 40% dos de câncer anal em homens. 

De acordo com a MSD, fabricante da Vacina, a vacina aplicada em homens vai ser a mesma das mulheres. É preciso ter uma prescrição médica para se vacinar. Os homens poderão tomar a dose assim que a decisão da Anvisa for publicada no Diário Oficial da União, o que não tem data para ocorrer.

A empresa diz que resultados de testes mostram que a vacina reduz em 90,4% os casos de lesões e diminui em 85,6% a incidência de infecções persistentes relacionadas a esses tipos de HPV.


A vacina já é aplicada em homens em países como Estados Unidos, Canadá, Equador, Filipinas, Malásia e Macau.


O problema da vacina ainda é o preço. No ano passado, o
R7 mostrou que a imunização não sai por menos de R$ 1.000. Isso porque cada dose custa de R$ 240 a R$ 380, dependendo de sua composição, e são necessárias três aplicações.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Colaboração Milton C. Pignataro

Recebi esta mensagem, que vem de um sobrevivente da dengue hemorágica e que quer divulgar uma fórmula bem simples de repelente bem barato e que aparentemente funciona. Também deve funcionar para mosquitos e pernilongos.
 
 
- Abraços
- Milton Cyriaco Pignataro -
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  Este repelente caseiro, ingredientes de grande disponibilidade, fácil de preparar em casa, de agradável aroma, econômico.

FAÇA O REPELENTE DOS PESCADORES EM CASA:

1/2 litro de álcool;-
1 pacote de cravo da Índia (10 gr);-
1 vidro de óleo de nenê (100ml)

Deixe o cravo curtindo no álcool uns 4 dias agitando, cedo e de tarde; Depois coloque o óleo corporal (pode ser de amêndoas, camomila,  erva-doce, aloe vera).

Passe só uma gota no braço e pernas e o mosquito foge do cômodo. O cravo espanta formigas da cozinha e dos eletrônicos, espanta as pulgas dos animais.    O repelente evita que o mosquito sugue o sanguec, assim, ele não consegue maturar os ovos e atrapalha a postura, vai diminuindo a proliferação. A comunidade toda tem de usar, como num mutirão. Não forneça sangue para o aedes aegypti!  


Ioshiko Nobukuni
Sobrevivente da dengue hemorrágica

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Cartões de crédito! Novas regras

Com a implementação das novas regras para os cartões de crédito, o Banco Central espera uma redução nos valores médios nas tarifas e uma queda nas reclamações referentes aos cartões nos órgãos de defesa do consumidor.
Ontem, na apresentação de uma cartilha sobre a nova regulamentação, o chefe do Departamento de Normas do Banco Central (BC), Sérgio Odilon dos Anjos, disse que as mudanças darão mais segurança aos consumidores nas relações com as operadoras, uma vez que a simplificação das tarifas permitirá uma melhor identificação dos serviços que, de fato, estão sendo cobrados, além de permitir a comparação entre os preços praticados pelas instituições financeiras.

Odilon disse esperar que os cartões sigam o mesmo caminho das tarifas bancárias, que já foram padronizadas.
Desde abril de 2008, as taxas cobradas pelos bancos caíram pela metade, afirmou.
“Os dados demonstram o sucesso do modelo, e agora levamos o mesmo conceito para os cartões de crédito”, acrescentou.
As novas regas para o setor entram em vigor no dia 1.º de junho
Procon
Para a diretora do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC) do Ministério da Justiça, Juliana Pereira da Silva, a adoção das novas normas deve diminuir a quantidade de reclamações por parte dos consumidores. 
No ano passado, 33,16% das queixas recebidas pelo departamento no âmbito do sistema financeiro diziam respeito a cartões de crédito, enquanto 23,4% reclamavam de bancos e 15,81%, de financeiras. Segundo a diretora, 75% do total das queixas se referiam a cobranças indevidas, explicitando a falta de transparência com relação às tarifas do setor.
Segundo o vice-presidente executivo da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Wilson Levorato, antes mesmo das mudanças nas regras as instituições financeiras já publicaram no site da entidade uma lista com as diversas tarifas aplicadas atualmente, para conferência e comparação pelos consumidores. “Não existe uma lista semelhante em outros países”, afirmou.
Já o presidente da Associação Brasileira da Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), Claudio Yamaguti, considerou que as novas normas são positivas tanto para os consumidores quanto para as operadoras.
“Chegamos a um acordo que atende tanto às empresas quanto aos usuários.
As tarifas do setor têm caído ano após ano, e a tendência é a continuidade desse processo”, concluiu.
* * *
Pagamento mínimo de 15% combate superendividamento
As novas regras para os cartões de crédito, que entram em vigor no dia 1.º de junho, foram aprovadas para garantir o crescimento sustentado do setor, afirmou ontem o presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini.
Durante a abertura de seminário sobre as novas normas na sede da autoridade monetária, ele destacou a redução do número de tarifas cobradas pelas operadoras.
“Foi identificado um número grande de tarifas e diversas formas de cobrança, que dificultavam o entendimento dos clientes e, portanto, gerava uma relação hostil com as operadoras”, disse Tombini.
O presidente do BC também citou a exigência do pagamento mínimo mensal de 15% do valor total da fatura, a partir de junho, passando para 20% a partir do dia 1.º de dezembro.
“Esse pagamento mínimo é fundamental para ajudar a evitar o ‘sobreendividamento’ dos usuários”, acrescentou.
Segundo Tombini, as novas regras são reflexo do crescimento no uso dos cartões de crédito nos últimos anos, dada a inclusão de uma nova base de usuários, principalmente vindos das classes mais baixas.
“O Brasil vem presenciando uma melhoria das condições de vida da sociedade. 
O tripé de política econômica e um sistema financeiro bem regulado solidificaram a base para que o país voltasse a ter um crescimento sustentável”, afirmou.
Além disso, acrescentou, as políticas de transferência de renda e de inclusão financeira ampliaram o acesso a produtos e serviços financeiros para a população com menos recursos, fazendo com que o sistema financeiro nacional tenha atualmente 160 milhões de clientes.
“Mais brasileiros têm cartão e o utilizam nas suas transações cotidianas, e a expectativa é de que essa tendência de penetração nas classes mais baixas continue nos próximos anos, assim como deve ocorrer com o número de operações nas classes mais altas”, disse Tombini.
Durante o seminário, o BC também lançou uma cartilha sobre as novas regras do setor, dentro do programa de educação financeira promovido pela autoridade monetária.
“O objetivo é que o sistema financeiro nacional seja mais eficiente e inclusivo.
O Banco Central continuará acompanhando o setor e tomará novas medidas se avaliar necessário”, concluiu Tombini.

Fonte:Gazeta do Povo

terça-feira, 24 de maio de 2011

ANATEL

 Usuários de telefonia fixa de 39 regiões metropolitanas e três regiões integradas de desenvolvimento poderão efetuar chamadas para cidades com continuidade geográfica ou o mesmo DDD a custo de ligações locais, anunciou a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).
A medida deve atingir 68 milhões de brasileiros em 560 municípios.
Segundo comunicado da Anatel nesta segunda-feira, os critérios de áreas que se enquadram nessa situação serão revistos anualmente para contemplar eventuais alterações.
A medida terá validade a partir de 28 de maio.

(O) Ministro das Comunicações,vai ter que esclarecer porque só 560 municípios foram beneficiados pela medida).

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Utilidade Pública

O Conselho Federal de Medicina (CFM) informou, por meio de nota, que os médicos não estão autorizados a cobrar taxas extras nas consultas dos pacientes que pagam planos de saúde.
Segundo o CFM, houve um entendimento equivocado da liminar obtida pelo conselho, anulando a decisão da Secretaria de Direito Econômico (SDE) que, entre outras coisas, proibia as entidades médicas de organizar paralisações para reivindicar reajuste nos honorários pagos pelos planos de saúde.Naquela ocasião, a SDE proibiu que médicos cobrassem valores ‘por fora’.
A decisão foi tomada porque em abril o Conselho Regional de Medicina do Distrito Federal havia publicado uma resolução em que autorizava os médicos a cobrarem uma taxa extra de R$ 60 nas consultas.
A iniciativa do Distrito Federal, entretanto, contraria o Código de Ética Médica. O CFM autuou o conselho regional e a medida foi revogada.
O CFM esclarece que em nenhum momento pediu a liberação da cobrança de valores extras. A categoria reivindicava o direito de paralisar as atividades para negociação, o direito de descredenciamento e a possibilidade do uso de uma tabela com valores que serviriam de parâmetro para as negociações com as operadoras de planos de saúde.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

sábado, 21 de maio de 2011

Supervalorização da Felicidade

A felicidade é supervalorizada? Martin Seligman, professor de Psicologia da Universidade da Pensilvânia, agora acha que sim, o que pode parecer uma posição estranha para o fundador do movimento da psicologia positiva. 

Como presidente da Asso­­cia­­ção Psicológica Americana no final da década de 1990, Seligman criticou os colegas por se concentrarem exclusivamente em doenças mentais e outros problemas.

Ele os incentivou a estudar as alegrias da vida e escreveu, em 2002, um best-seller, Felicidade Autên­­tica.

Agora, porém, ele lamenta aquele título.

À medida que a in­­vestigação da felicidade avançou, Seligman começou a ver certas limitações no conceito.

Por que os casais têm filhos mesmo quando os dados mostram claramente que pais são menos felizes do que casais sem filhos?

Por que os bilionários buscam desesperadamente mais dinheiro mesmo não querendo fazer nada com ele?
E por que algumas pessoas continuavam jogando bridge sem alegria? Se­­ligman, ávido jogador, sempre os notava nas competições. Nunca sorriam, nem nas vitórias.
Elas não jogavam para ganhar dinheiro ou fazer amigos. Elas não saboreavam a sensação de engajamento total numa tarefa que os psicólogos chamam de fluxo.
Elas não sentiam a satisfação es­­tética de jogar uma mão com inteligência e “ganhar bonito”. 
Estavam dispostas a ganhar feio, às vezes até recorrendo à trapaça.
“Essas pessoas queriam vencer somente por vencer, mesmo sem causar uma emoção positiva”, afirma Seligman. “Elas pareciam administradores de fundos hedges que só querem acumular dinheiro e brinquedos pelo acúmulo em si. Vendo-os jogar, vendo-os trapacear, eu ficava pensando que a realização é um desejo humano em si”, acrescenta.
Essa sensação de realização contribui para o que os antigos gregos chamavam de “eudaimonia”, que em linhas gerais pode ser traduzido como “bem-estar” ou “florescente”, conceito que Se­­ligman pegou emprestado co­­mo título de seu novo livro, Flourish.

Ele também elencou os cinco elementos cruciais do bem-estar, todos buscados por si mesmos: emoção positiva, engajamento (a sensação de perder-se numa tarefa), relacionamentos, significado e realização.

“O bem-estar não pode existir somente na sua cabeça”, ele escreve.

“O bem-estar é uma combinação entre sentir-se bem e de também ter sentido, bons relacionamentos e realização.
O movimento da psicologia positiva inspirou pesquisas ao redor do mundo sobre o estado mental das pessoas, como um novo projeto na Grã-Bretanha pa­­ra medir o que David Cameron, o primeiro-ministro, chama de bem-estar ge­­ral.
Governos
Seligman se diz feliz ao ver os go­­vernos medindo algo além do PIB, mas se preocupa como o fato de essas pesquisas perguntarem principalmente sobre a “satisfação com a vida”.

Em teoria, a satisfação com a vida pode incluir vários elementos de bem-estar, mas na prática, segundo Selig­­man, as respostas das pessoas àquela pergunta são amplamente – mais de 70% – determinadas por como elas estão se sentindo no mo­­mento da pesquisa, não como avaliam suas vidas no geral. 

“A satisfação com a vida mede essencialmente estados de ânimo alegres, então não serve co­­mo ponto central em qualquer teoria que busque ser mais do que uma ‘felicidadelogia’”, ele escreve em Flourish.
Tomando isso como padrão, o pesqui­­sador observa que um governo poderia melhorar seus números distribuindo o tipo de droga euforizante que Aldous Huxley descreveu em Admirável Mundo Novo.
Então o que deveria ser medido?
Por ora, a melhor escala florescente, segundo o autor, vem de um estudo em 23 países europeus feito por Felicia Hup­­pert e Timothy So, da Universi­­dade de Cambridge.
Além de ques­­tionar os entrevistados sobre seu estado de espírito, os pesquisadores também perguntaram sobre relacionamentos com outras pessoas e a sensação de estar rea­­lizando algo compensador.

Dinamarca e Suíça ti­­veram os índices mais altos na Europa, com mais de um quarto dos cidadãos en­­cai­­xando-se na definição do conceito florescente.
Per­­to do fim, com menos de 10% do conceito florescente, ficaram França, Hungria, Portugal e Rús­­sia.
Não existe comparação disponível com os Estados Unidos, embora alguns pesquisadores digam que os americanos se sairiam razoavelmente bem por causa de sua noção de realização. 

O economista Arthur Brooks observa que 51% dos americanos dizem estar muito satisfeitos com os empregos, uma porcentagem mais alta do que em qualquer país europeu, menos Dina­­marca, Suíça e Áustria.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Oba...oba...foi criada a Defensoria Pública

Com atraso de 23 anos, foi criada a Defensoria Pública do Paraná.

Finalmente o Governador do Estado assinou,sob palmas e rojões, a lei que cria o órgão,previsto na Constituição de 1988,que o então deputado federal Ulisses Guimarães exibiu como um troféu no Congresso Nacional.

Tudo muito bem...tudo muito bom.

Agora é só esperar mais 23 anos para que tudo esteja nos conformes,e o primeiro alerta já foi feito pelo presidente da OAB-PR José Lúcio Glomb:

"O Paraná é muito grande e não há como termos defensores públicos em todos os municípios".

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Uma Tenda muito especial

Um grupo de cientistas desenvolveu um novo modelo de tenda mais resistente e capaz de se adaptar a várias situações atmosféricas.
A invenção de Peter Brewin e Will Crawford, assim que é molhada, transforma-se em 24 horas, num abrigo de cimento.

A tenda, revestida a plástico no interior, deve prender-se ao chão com pregos de metal, depois deve ser regada com água que não necessita de ser doce ou potável.

Actualmente este já está a ser usada na Etiópia e mesmo Barack Obama recorreu a esta invenção num hotel do Rio de Janeiro porque estamos perante um material insonorizado.

No entanto, ainda é bastante caro, ronda os 16 mil dólares a unidade, mas pode baixar se aumentar a procura.

"Se estivéssemos a produzir em escala, nós podíamos cortar substancialmente uma parte do custo. Mas para atrair esse tipo de pedidos, nós teríamos que já ter um preço mais baixo agora", diz Brewin.

Estas tendas pode, à semelhança de um prédio comum, ser furada e está preparada para receber tomadas e candeeiros.
Para os dois criadores é uma boa alternativa para campos de refugiados, já que os abrigos podem durar décadas, são à prova de fogo, podem ser fechados com portas e não atingem grandes temperaturas ao sol.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Aprovado cadastro para bons pagadores

 
O país vai contar com um cadastro de bons pagadores, uma espécie de lista que vai reunir os consumidores brasileiros que têm um histórico positivo de pagamentos.
O Senado aprovou nesta quarta-feira medida provisória que cria o cadastro positivo e o texto segue para sanção da presidente Dilma Rousseff --que tem 15 dias para analisar a matéria.
Como o cadastro positivo era uma das prioridades do governo federal no Congresso este ano, a expectativa é que o cadastro vire lei sem nenhum veto da presidente à matéria.
O país não tinha nenhum cadastro de bons pagadores, apenas listas com informações referentes à inadimplência e falta de pagamentos dos consumidores.
Pelo texto aprovado no Congresso, o consumidor incluído no cadastro positivo poderá ter acesso a juros mais baixos em operações de crédito_uma vez que as empresas que oferecem crédito poderiam abaixar os juros com base em informações positivas dos clientes.
Cada consumidor vai ter que autorizar, previamente e por escrito, a inclusão do seu nome na lista de bons pagadores. Uma única autorização pelo cadastrado permite a inclusão de vários tipos de dados--como histórico de pagamentos de contas de água, luz e telefone.
A exceção, por enquanto, vale para as contas de telefone celular pós-pago, que ainda não farão parte do cadastro.
O texto aprovado no Congresso permite que o consumidor solicite a retirada do seu nome do cadastro a qualquer momento.
Também é possível ao consumidor consultar suas informações por telefone e pela internet uma vez a cada quatro meses, de forma gratuita.
A MP determina que a fiscalização e a aplicação de punições serão feitas pelos órgãos de proteção e defesa do consumidor.
Empresas privadas vão ser responsáveis pelo controle da lista--e terão o prazo de dez dias para cancelar as informações ou retirar o nome do contribuinte depois de recebido o seu pedido de saída.
Também é obrigatório que a atualização dos dados seja feita em no máximo dois dias úteis pelos gestores do cadastro.
Demora
No ano passado, a Câmara e o Senado chegaram a aprovar o projeto que criava o cadastro positivo.
O governo, porém, vetou integralmente o texto por considerar que poderia abrir brechas para contestações judiciais por falta de clareza.
Após o veto, o governo enviou a MP para análise do Congresso.
A medida provisória foi aprovada pela Câmara na semana passada. Como perderia a validade no dia 1o. de junho, foi aprovada pelos senadores em menos de sete dias.
Não houve mudanças no texto durante sua tramitação no Senado uma vez que o texto teria que retornar à Câmara se houvesse qualquer alteração na MP--o que faria a medida perder a validade.

terça-feira, 17 de maio de 2011

T A L A S S E M I A

ABRASTA inicia campanha de conscientização sobre talassemia

Quase 3 milhões de brasileiros podem gerar filhos com forma grave da doença

 

 

A ABRASTA (Associação Brasileira de Talassemia) começa uma nova campanha de conscientização no dia 8 de maio, o Dia Internacional da Talassemia.

O objetivo é fazer um alerta acerca da doença, que altera a produção de hemoglobina, a proteína do sangue responsável pelo transporte de oxigênio para todos os tecidos do organismo.

 

Cerca de 2,7 milhões de brasileiros carregam traços genéticos da doença, o chamado traço talassêmico, e não desenvolvem sintomas nem precisam de tratamento. 
Porém, ao se relacionarem com outros portadores do gene, podem gerar portadores da talassemia major, forma mais grave da doença, que provoca complicações como aumento do baço, atraso no crescimento e problemas nos ossos, além de exigir transfusões de sangue periódicas (geralmente, a cada vinte dias) por toda a vida.

 

“Um portador de talassemia minor pode passar a vida toda sem saber disso.
É aí que mora o problema.
Um casal com traços talassêmicos tem 25% de chance de gerar uma criança com talassemia major”, diz Merula Steagall, fundadora e presidente da ABRASTA (Associação Brasileira de Talassemia), entidade que representa os portadores da talassemia no Brasil.

 

Merula, 44, três filhos, é portadora de talassemia major.
Os médicos disseram a seus pais que ela não passaria dos 5 anos de idade. “Nunca deixei de fazer nada de que gostasse porque tinha talassemia. Pratiquei paraquedismo. Viajei. Aos 14 anos, já ia para a transfusão sozinha – apesar do pavor da minha mãe”, conta. 
Hoje, a empresária atua para que outras pessoas tenham as informações e o tratamento ao qual ela teve acesso.

 

A Associação irá distribuir folders informativos em centros de tratamento de todo o país, e dará continuidade à ação ao longo do ano com o projeto ABRASTA nas Universidades, que tem o objetivo de divulgar a talassemia para os residentes de medicina por meio de palestra com especialista e depoimento de pacientes ou familiares.

 

Att,

 

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Do perfil da jornalista Stela Piardi

JORNALISTA POR FORMAÇÃO!

Depois de algum tempo você aprende a sutil diferença
entre segurar uma mão e acorrentar uma alma,

E você aprende que amar não significa apoiar-se
e companhia não quer sempre dizer segurança,

E você começa a aprender que beijos não são contratos
e presentes não são promessas.

E você começa a aceitar suas derrotas
com sua cabeça erguida e seus olhos adiante,
com a graça de adulto, não a tristeza de uma criança,

E você aprende a construir todas as estradas hoje
porque o terreno de amanhã é demasiado incerto para planos,
e futuro tem costume de cair em meio do vôo.

E depois de um tempo você aprende
que até mesmo a luz do sol queima se você ficar exposto por muito tempo.

Então você planta seu próprio jardim e enfeita sua própria alma,
ao invés de esperar que alguém lhe traga flores.

E você aprende que você realmente pode resistir...
que você realmente é forte e que você realmente tem valor

E você aprende e aprende...
com cada adeus, você aprende.

sábado, 14 de maio de 2011

Mais vale prevenir do que remediar

WINNIPEG, Canadá (Reuters) - A província canadense de Manitoba abriu os diques do rio Assiniboine, neste sábado, deixando as águas inundarem fazendas e casas para evitar uma catástrofe na região.
Nos Estados Unidos, as autoridades estão lutando contra o aumento do Rio Mississippi e também tiveram de abrir um desvio no sábado, uma decisão que pode inundar casas e plantações mas evitará um desastre nas maiores cidades da Louisiana.
A abertura dos diques em Manitoba vai inundar ao menos 225 quilômetros quadrados de terra, inclusive 150 casas, para tirar o excesso de pressão dos diques sobrecarregados pela cheia do rio Assiniboine.
Depois de discutir a abertura do dique, o governador de Manitoba, Greg Selinger, disse que a inundação gradual e controlada ia bem e que ele não sabia de nenhuma casa haver sido danificada no caminho .
A água estava espalhando rapidamente pelos campos, contudo, enchendo a terra justo quando os fazendeiros locais estão realizando o plantio de trigo, canola e verduras.
"Foi uma necessidade porque se o rio tivesse sobreposto a represa levaria consigo toda a população da área e teria causado cinco vezes mais danos do que a abertura", disse Selinger a repórteres perto do local da abertura.
"Os diques estão sob muita pressão por causa do volume de água passando por eles, por isso tivemos de fazer essa pequena abertura."
A inundação controlada parecia que ia continuar por mais uma semana se o volume aumentar porque o rio continua a subir, disse Selinger.
Tempo seco e quente estava ajudando os voluntários a reforçar os diques.
Os níveis do Assiniboine, que segue de oeste para leste do Estado de Saskatchewan para Manitoba, atingiram um recorde depois de um inverno com muita neve que também deixou a terra encharcada.
Além do reforço dos diques, autoridades rapidamente criaram um canal que desvia água do Assiniboine para o Lago Manitoba para evitar inundações.
Residentes da área que sofrerá inundações, a leste de Portage la Prairie, em Manitoba, se prepararam esta semana enquanto as autoridades atrasavam a abertura do dique para dar-lhes tempo.
Não foi suficiente, disse Doug Connery, cuja família possui uma fazenda de produção de verduras na região.
"Tudo depende do tempo que a água vai levar para chegar aqui", disse ele. "Há muita coisa lá que não foi protegida na noite passada."
Autoridades de Manitoba aumentaram o volume de água que vai para o desvio para o lago até um terço a mais do que a capacidade da tubulação. Isso retirou um pouco da pressão sobre os diques, mas causou inundações na principal região produtora de gado.
Pecuaristas já retiraram milhares de cabeças de gado para locais mais altos mas temem que não vão conseguir alimentá-los apropriadamente este ano.
Nos Estados Unidos, mais de 3.300 pessoas haviam deixado suas casas até sexta-feira por causa da ameaça de inundação, inclusive 1.400 em Brandon, a segunda maior cidade da província. Aproximadamente 100 casas foram inundadas, a maioria em reservas indígenas.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

DE QUAL LADO VOCÊ ESTÁ?

Comemos carne diariamente mas preferimos não pensar muito em como o pedaço chegou no prato, talvez porque somos conscientes que ao saber os detalhes, perderíamos a fome, sugere o escritor Jonathan Safran Foer, na obra "Comer Animais" que reacendeu o eterno debate sobre o hábito de comer carne.
Safran Foer, considerado um dos jovens prodígios literários nos Estados Unidos, sabe que há muita gente que resistirá a leitura de seu novo projeto por medo que exista fortes argumentos que vão impedi-los de desfrutar um bom churrasco.
"Esses são precisamente os leitores que me interessam, porque obviamente estão preocupados com o tema e têm valores.
Se não tivessem, leriam o livro e não seriam afetados.
Se concordam comigo ou não, é o de menos, o importante é que estejam de acordo que é um assunto importante", assinala Safran em entrevista à Agência Efe.
O livro surge depois do sucesso de Safran Foer por trás dos romances "Está Tudo Iluminado" e "Extremamente Alto e Incrivelmente Perto".
Apesar de não poupar detalhes sobre sua pesquisa secreta de dois anos e a rotina de matadouros e exploração intensiva de gado, o escritor considera "realmente horrível" a constatação que "que a violência contra os animais não é acidental, mas consciente, como é também a destruição do meio ambiente".
De acordo com sua pesquisa, a comercialização por trás da carne é a responsável por boa parte do efeito estufa, de desproporcionais emissões poluentes no ar e na água e, sobretudo, a possíveis doenças pelo uso de hormônios.

terça-feira, 10 de maio de 2011

EINSTEIN DA SOCIOLOGIA (Colaboração Alexandre S. Ribeiro)


Esse professor é  um Einstein da Sociologia!
Estamos empobrecendo, então?
 
Ótima analogia!

Socialismo

Um professor de economia disse na universidade que ele nunca havia reprovado um só aluno antes, mas tinha, uma vez, reprovado uma classe inteira.
Esta classe em particular tinha insistido que o Socialismo realmente funcionava: ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e “justo”.

O professor então disse: "Ok, vamos fazer um experimento socialista nesta classe...

Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas."

Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e portanto seriam “justas”.

Isso quis dizer que todos receberiam as mesmas notas, o que significou que ninguém seria reprovado.

Isso também quis dizer, claro, que ninguém receberia um "A"...

Depois que a média das primeiras provas foram tiradas, todos receberam "B". Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.
Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos - eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma.

Aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se aproveitariam do trem da alegria das notas.

Portanto, agindo contra suas tendências, eles copiaram os hábitos dos preguiçosos...
Como um resultado, a segunda média das provas foi "D". Ninguém gostou.
Depois da terceira prova, a média geral foi um "F".
As notas não voltaram a patamares mais altos, mas as desavenças entre os alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe.
A busca por “justiça” dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma.

No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala. Portanto, todos os alunos foram reprovados...

Para sua total surpresa!

O professor explicou que o experimento socialista tinha falhado porque ele foi baseado no menor esforço possível da parte de seus participantes.

Preguiça e mágoas foi seu resultado.

Sempre haveria fracasso na situação a partir da qual o experimento tinha começado.

"Quando a recompensa é grande", ele disse, "o esforço pelo sucesso é grande, pelo menos para alguns de nós.
Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros sem seu consentimento para dar a outros que não batalharam por elas, então o fracasso é inevitável."
Esta “estória” torna claras as verdades abaixo...!

1. “É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os ricos pela prosperidade.
2.
Para cada pessoa que receba sem trabalhar, é preciso que haja outra pessoa que trabalhe sem receber, pois o governo não pode dar para alguém aquilo que não tira de outro alguém.
3.
Quando metade da população entende a idéia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.
4.
É impossível multiplicar riqueza dividindo-a."



segunda-feira, 9 de maio de 2011

Maio de 2008



Não é um causo do rádio, mas tem um radialista presente. Então, vale. A poucos dias fui até o Hospital Evangélico, um dos mais tradicionais de Curitiba, e enquanto esperava minha vez de consultar, ouvi relato de um paciente. Referia-se a um parente que fôra fazer exame de tórax no Evangélico, que está passando por grandes reformas, e ao tentar deixar o hospital, não encontrava a saída por causa do amontoado de obras. Tenta aqui, tenta ali, até que o parente viu uma luz no fim do túnel. Ao chegar lá, finalmente vislumbrou a rua, pensou ele. Ledo engano. Um enfermeiro que vinha acompanhando as manobras do dito cujo, segurou o infeliz pelo braço e perguntou:
- "Onde pensa que vai, seu fujão!"
Havia confundido nosso herói com um doente que estaria tentando fugir. De nada adiantou tentar explicar. O profissional da saúde foi logo perguntando:
- "Qual andar é seu quarto?", enquanto conduzia o apavorado, e agora denominado "paciente", pelo braço. E segue a conversa entre os dois:
- "Você é do quarto andar, do quinto, fala cara".
- "Não, eu só vim fazer um exame."
- "Qual o que, você não me engana, sou experiente nesse assunto. Qual é teu médico?"
- "É o doutor fulano".
- "Vamos procurá-lo e passar esta história a limpo."
Acontece que o médico, do atarantado e já não tão paciente parente do nosso amigo, estava num Congresso em Porto Alegre.
- "Ah! viu, você está mentindo!"
Não teve jeito. Pegou "nosso achegado" e o conduziu para um quarto. Não importava qual. Deixou o nosso já "impaciente achegado" com ordem de que se saísse, seria amarrado à cama. Como já estava na hora do lanche, o parente do nosso amigo pensou:
- "bem..., a confusão está formada..., eles que se virem. Vou mais é lanchar!"
Tomou lanche, até que chegou uma filha e disse:
- "estamos todos preocupados lá em casa. Por que o senhor não voltou do hospital?"
Desfeita a confusão, com os devidos pedidos de desculpas, tudo voltou ao normal. Comentam que ele só voltará a fazer qualquer exame, quando as obras acabarem. Leve o tempo que levar...Esta postagem é de Maio de 2008,as obras portanto já foram concluídas.



Fatos marcantes, entre outros que já mencionei, foi o da cobertura dos vestibulares das universidades curitibanas. Certa vez fui cobrir os resultados da Evangélica. A guerra para divulgar primeiro as extensas listas de aprovados e sair na frente, era total.

A nossa audiência era fenomenal, e sabedor deste trunfo, tive uma ideia.Fui até a sala onde estavam sendo fechados os envelopes com os nomes das rádios que cobririam o evento, pois o intuito deles era para que todas recebessem a informação ao mesmo tempo.

Acontece que o "macaco velho aqui", entrou na sala e como quem não quer nada, só ser "agradável", saiu anotando nomes dos funcionários juntamente com seus pedidos de músicas preferidas, para anunciá-los na rádio. Nisso, consegui apanhar o envelope da Iguaçu

Saí de fininho, assoviando baixinho, e disfarçadamente, corri para o telefone onde já estava postado o meu operador.Comecei rapidamente a leitura, e depois que uma lista saiu e já estava sendo anunciada, quem iria sintonizar noutra emissora?

Foi assim que marcamos mais um golaço e consolidamos mais o nome Iguaçú em vestibulares. Ficamos conhecido como "A primeira em vestibulares".

É isso aí: "cobra que não anda,não engole sapo".


Após ter escrito sobre a 1ª Rádio em coberturas de vestibulares, vieram outras lembranças. Uma das que mais me marcou, foi quando fazia uma cobertura do vestibular da Universidade Federal. Apanhei meu envelope e corri para a sala de transmissão reservada na Reitoria da UFPR. Um calhamaço meus amigos, e organizado por disciplina. Meu filho José Daniel concorria em Ciências Exatas, um dos últimos blocos daquelas listagens. Fui lendo, firme, e ao mesmo tempo, procurando o nome dele. Estava lá. Neste momento subiu um nó pela garganta, que tratei de engolir, e continuei a leitura. Cavacos da profissão. Terminada a leitura, corri para o Fusquinha, pois deveria levar tudo lá para o Canal 4, onde também funcionava a Rádio Iguaçú. Era costume dos vestibulandos irem lá, para conferir e ver seus nomes vitoriosos na listagem oficial. Hoje em dia, costuma-se ir em frente ao prédio da Gazeta do Povo, na Praça Carlos Gomes. Após entregar os documentos, missão cumprida. Andei um pouco, cá e lá, e aí sim o pai, não mais o profissional, chorava, e chorava copiosamente. Exatamente como estou fazendo agora ao escrever esta memória. Engoli novamente aquele nó. Terminando minha narrativa, enxugo as lágrimas e vamos para o fecho. Vale a pena viver, e viver intensamente cada dia. Ah! se vale. Obrigado meu Deus.

domingo, 8 de maio de 2011

DAVA DINHEIRO E ERA DIVERTIDO




Gafes e causos cômicos - Pedro Mikilita

Mais esta do estoque do Donato: Pedro Mikilita, futuro vereador, era titular de um programa de grande audiência na Rádio Cidade. Certa vez, muito empolgado com a prestação dos serviços de utilidade pública que imprimia ao seu programa, ele largou essa:
- "Atenção. O Açougue Londrina, em frente ao Hospital Nossa Senhora da Salete, está precisando de sangue para um garoto que passa mal."
Apesar da seriedade do assunto e da elogiável intenção do Pedrão, a irreverente turma não conseguiu segurar o riso.
Necessidade de sangue, logo num açougue?

Grandes radialistas e suas gafes - Edson Morais

Mais uma que o Donato Ramos me enviou: Édson Morais, da Rádio Colméia de Cascavel, na inauguração do estádio do Cascavel, em 10.11.82, emocionado, disse o seguinte:
- "Este é o melhor estádio do Paraná. Veja você, meu caro Nelson Rodrigues, da TV Cultura de Maringá, o pessoal da Rádio agora não precisa ir muito longe para fazer as suas necessidades".
E o Nelson, irônico, respondeu:
- "É... pode fazer da janela mesmo, né?"
*****

Grandes radialistas e suas gafes - Ado Junior

Outra, que o Donato Ramos me enviou, aconteceu com Ado Júnior, na TV Carimã, de Cascavel.
Ao entrevistar um perigoso traficante que havia sido preso, Ado Júnior falou assim:
- "E aqui está o traficante de drogas que acaba de ser preso.
Qual é o seu nome COMPANHEIRO?"
A turma ficou pensando e tirando sarro: Que intimidade é essa?
É do ramo?
*****
fonte: Gafes e causos cômico - Site do Ubiratan Lustosa

sábado, 7 de maio de 2011

TUDO TEM SEU TEMPO

O tempo perguntou ao tempo,quanto tempo o tempo tinha.

O tempo respondeu pro tempo que não tem tempo de dizer pro tempo que o tempo do tempo é o tempo que o tempo tem!
-

Filho, é tempo de se comunicar com sua mãe,e não venha me dizer que não tem tempo de homenagear  aquela que sempre teve e tem tempo para você.
Dia das mães é todos os dias,mas o Segundo Domingo de Maio é especial.
Minha mãe já foi para o andar de cima
então só me resta uma oração.

QUEM SABE...SABE!!!


 Parece piada,mas seria assim mesmo, ou receberia asilo político.
1.    Os advogados dele teriam que estar presentes na hora da prisão para garantir seus direitos;
2.
    Todas as escutas seriam consideradas ilegais por não terem autorização de um juiz;
3.
    Os policias e militares seriam acusados de “abuso de poder”;
4.
    Em três dias teria um “Habeas Corpus” decretado por irregularidade nas investigações;
5.
    Por ser réu primário, não possuir outra condenação, ter nível superior e endereço fixo, seria logo posto em liberdade;
6.
    Por possuir “livre direito de ir e vir” seria liberado para visitas à Meca;
7.
    Pelo direito de “ampla defesa” alocaria milhares de testemunhas a seu favor;
8.
    O processo levaria uma década com ele em “liberdade provisória”;
9.
    Condenado a pena máxima de 35 anos, cumpriria 1/6 como manda a lei;
10.
Durante o cumprimento da pena de cerca de cinco anos, poderia receber visitas das suas cinco esposas e seria liberado para sair nos feriados, inclusive no Natal (!);
11.
Depois de alguns meses preso, um Juiz decretaria que a prisão dele é ilegal por não constar Terrorismo no nosso Código Penal;
12.
E por último, para não manchar a imagem do Brasil junto ao mundo, ele sofreria a terrível punição de doar 10 cestas básicas para as Obras Assistenciais de Irmã Dulce.

Pronto: Justiça feita como mandam nossas leis!
 

FIQUE BEM INFORMADO.

Leia mais: Hoje é dia de que? Datas comemorativas • A arte da vida. Apon HP. Literatura para pensar e sentir http://www.aponarte.com.br/p/hoje-e-dia-de-que-e-amanha_09.html