terça-feira, 3 de maio de 2011

BLOGUEIRO

Idas e vindas, nas ondas do Rádio (História)


Paulo Branco - Enfim "blogueiro - 25 de março de 2008

Viva!!! Mal comecei a escrever e já tenho cinco leitores, todos da família, nada mal.
A quem interessar possa: Iniciei minha "brilhante" carreira de radialista na década de 50, e só tive essa profissão em minha vida.
Tudo que vi e tudo o que vivi, foi no Rádio. Alegrias mil, algumas tristezas e foi tudo maravilhoso. Ah!... minha primeira emissora foi a Rádio Cultura de Erechim (RS). Rodei bolsinha pelo interior, até me aventurar na capital e graças ao saudoso mestre, a quem rendo minhas homenagens, Mendes Ribeiro, ingressei na equipe da Rádio Gaúcha de Porto Alegre.
Depois eu conto mais. Vamos por partes como diria Jack.

As gafes do rádio ao vivo! - 25 de março de 2008

 História extraída do ótimo livro "Loucuras do Futebol", de Emedê (o Marcelo Duarte, da ESPN Brasil, Rádio Bandeirantes e Guia dos Curiosos):
Em 1970, no extinto Torneio Roberto Gomes Pedrosa - a "Taça de Prata", antecessora do Campeonato Brasileiro -, Inter e Atlético Paranaense jogavam no Beira-Rio, em Porto Alegre. O Colorado aplicou 4 x 1 nos paranaenses. Rosildo Portela, narrador da Rádio Guairacá, gritou com emoção os gols do time gaúcho.
No gol do Atlético, no entanto, pisou na bola. Ao receber uma visita de alguns diretores atleticanos, Portela virou-se de costas para o campo por alguns instantes e anunciou para os ouvintes a ilustre presença dos diretores. Naquele momento, Paulo Branco, que cuidava do plantão da rádio, anunciou:
- Atenção, Portela, gol.
- Gol onde, meu caro Paulo Branco?
- Aí em Porto Alegre, Dorval para o Atlético.
Como não havia torcida do Atlético no estádio, não houve barulho de comemoração e Portela nem percebeu a mudança no placar, mas narrou, com atraso mesmo, o gol dos paranaenses. Rosildo Portela trabalharia depois na Rádio Clube Paranaense. Faleceu em 2000.



Edu Cesar

Criador e editor de PAPO DE BOLA - O SITE

Fonte: Radio Base

Folclore - por Luiz Geraldo Mazza - 26 de março de 2008

O radialista Paulo Branco, de Curitiba, estava no olho do furação na crise de 1961, posterior à renúncia de Jânio Quadros.
No QG da resistência e no meio da Cadeia da Legalidade pela Rádio Guaíba viveu os dramas do cerco do Palácio, o armamento do povo, a mobilização da Brigada e por fim o apoio do IIIº Exército.
Passada a guerra, Brizola homenageou os radialistas que estiveram nas trincheiras da Legalidade com uma churrascada e mandou fazer uma placa de exaltação aos bravos repórteres e comentaristas.
Para decepção do Paulo Branco seu nome não estava na lista e foi direto ao caudilho reclamar.
Brizola prometeu que corrigiria o senão, mas nada foi feito.
Alguns anos mais tarde, em função do golpe de 64, um general mandou encanar todos os que estavam na placa. 
Graças a isso, o Paulo Branco se viu livre da encrenca.


Fonte: Folha de Londrina - por Luiz Geraldo Mazza - FolhaPolítica

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