quinta-feira, 8 de setembro de 2011

De Marjorit e Leonardo -( Guaratuba)

Lembrando de uns ditados populares:
Cada macaco no seu galho
Cavalo dado não se olha os dentes
O peixe morre pela boca
Apressado come cru
È o fim da picada
Água mole em pedra dura tanto bate até que fura
Em casa de ferreiro o espeto é de pau
A vaca foi pro brejo
Com quantos paus se faz uma canoa
Cada qual com seu igual
Quem não deve não teme
É tão difícil como achar uma agulha num palheiro
Mais pertido do que cego em tiroteio
Óculos escuro, olho seguro
A essas alturas do campeonato...
É dando que se recebe
Quem cedo madruga, Deus ajuda
Quem não chora,não mama
Quem não arrisca, não petisca
Aqui se faz, aqui se paga
É dar pérolas aos porcos
Pensando na morte do bezerro
Ou vai, ou racha
Fazer cortezia com o chapéu dos outros
Cada um por si, Deus por todos
Cor de burro quando foge
Melhor um pássaro na mão do que dois voando
Santo de casa não faz milagre
Devagar que o santo é de barro
O que os olhos não vê, o coração não sente
Quem procura, acha
Quem canta os males espanta
Devagar se vai ao longe
O seguro morreu de velho
Quem fala o que quer, ouve o que não quer
De curioso, morreu o gato
Está cavando a própria cova
Deixe que se enforque com a própria corda
Melhor previnir do que remediar
Uma andorinha só não faz verão
Tampou o sol com a peneira
Falem bem, felem mal, mas falem de mim
As paredes têm ouvidos
Nem tudo que reluz é ouro
A palavra vale prata, o silêncio vale ouro
Melhor morrer de azia, do que de barriga vazia
Onde há fumaça, há fogo
(E agora Wassyl?)

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