quinta-feira, 27 de outubro de 2011

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O Hospital da Polícia Militar (HPM), que fica no bairro Jardim Botânico, em Curitiba, irá assumir a partir desta sexta-feira (28) o Serviço de Atendimento de Saúde (SAS) na região da capital.
Com isso, o HPM assume a prestação de serviços de saúde para cerca de 118 mil servidores públicos do Governo do Paraná que moram e trabalham em Curitiba, cidades da região metropolitana e no litoral.
O convênio, sem data definida para ser encerrado, foi anunciado nesta quarta-feira (26) pelo governador Beto Richa (PSDB) em um encontro com Fórum das Entidades Sindicais do Paraná (FES
A parceria com o hospital militar foi a solução encontrada para substituir o convênio, que acaba nesta quinta-feira (27), entre a Secretaria da Administração e Previdência (Seap) e a Fundação de Estudos das Doenças do Fígado (Funef) – entidade mantenedora dos hospitais São Vicente e Santa Isabel.
Até o fim de novembro, o HPM irá prestar apenas atendimentos de urgência e emergência. Gestantes continuarão a ser acompanhadas por médicos da Maternidade Santa Brígida, como já acontecia no convênio anterior.
Calendário
Somente após novembro é que os funcionários públicos do estado devem retomar os atendimentos ambulatoriais, serviços de exames e consultas.
O calendário do início das consultas em especialidades médicas será divulgado nos próximos dias pelo governo estadual. “O HPM vem trabalhando com capacidade ociosa”, disse o secretário de Administração e Previdência, Luiz Eduardo Sebastiani, ao explica um dos motivos da escolha do hospital público.
Atualmente, cerca de 40 mil policiais militares e seus familiares na região de Curitiba utilizam o HPM.
Para viabilizar o convênio, o Governo do Paraná irá repassar R$ 3,2 milhões ao hospital para prestar os serviços de saúde aos servidores civis. O valor se soma aos R$ 700 mil entregues mensalmente para o cuidado com a saúde dos militares.
Licitação
O governo do estado tentou fazer uma licitação, no último dia 10 de outubro, para substituir o atual convênio com o Funef, mas o procedimento não deu certo por falta de interessados. As informações sobre a possibilidade de um novo processo licitatório são contraditórias depois do anúncio da parceria com o HPM.
Sebastini descartou uma nova licitação disse que o convênio com o HPM só seria cancelado se houvesse problemas financeiros ou no atendimento.
Ele destacou ainda que a contratação de hospitais públicos para atender os servidores estaduais é estudada para ser expandida ao interior, através dos hospitais universitários.
“O Hospital da Polícia Militar pode servir de modelo”, falou.
o superintendente do SAS, José Fernando Macedo, declarou em entrevista a Agência Estadual de notícia, órgão do Governo do Paraná que uma nova licitação deve ocorrer em breve. “O projeto de um novo modelo de assistência à saúde continua sendo construído”, declarou.
Heitor Rubens Raimundo, coordenador da FES e diretor do Sindicato dos Servidores da Secretaria de Agricultura do Paraná (SindiSeab), elogiou o convênio com o HPM e disse que a medida atende uma reivindicação da categoria, que é destinar dinheiro público para entidades públicas.
“O HPM pode melhorar o atendimento”, acredita o servidor.

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