segunda-feira, 30 de julho de 2012

sábado, 21 de julho de 2012

O Paraná perde mais um grande readialista:Euclydes Cardoso faleceu

Reconhecido como um dos mais importantes nomes do rádio paranaense, Euclydes Cardoso de Almeida, o Kid, morreu aos 77 anos, na última sexta-feira (20), e foi sepultado no início da tarde deste sábado (21), no Cemitério Água Verde, em Curitiba.
 Mesmo lutando contra as complicações da diabete, Euclydes trabalhava para realizar seu grande sonho: viabilizar um museu do rádio.
 Segundo o amigo e radialista Wasyl Stuparyk, que mantém o site O Rádio do Paraná, Kid estava próximo de realizá-lo.
 Ambos estavam conversando sobre como disponibilizar na internet o grande acervo que Euclydes tinha sobre décadas do rádio.
Nascido na capital São Paulo, em 1935, o radialista se mudou para o Paraná em 1939, morando em Londrina e, depois, em Curitiba, em 1953.
 Na capital paranaense, passou de porteiro de rádio a diretor, trabalhando nas rádios Cruzeiro do Sul, Cidade, Independência, Iguaçu, FM 104 e Clube Paranaense, além de ser colaborador da Paraná Educativa, E-Paraná.
Segundo o amigo Luiz Carlos Chacon, Euclydes colocava todas as rádios em que trabalhava em primeiro lugar em audiência.
 Mesmo tendo trabalhado em emissora concorrente, o radialista Ubiratan Lustosa também destaca o trabalho de Kid. “Ele era um profissional muito sério, um radialista de valor que honrou a nossa produção.
 Apesar de trabalharmos em emissoras rivais, sempre nos demos bem, havia muito respeito.”
Quem trabalhou diretamente com Euclydes se lembra de como ele agia de forma atenciosa. Wasyl Stuparyk diz que o amigo foi uma inspiração para uma geração inteira de radialistas, pela competência e qualidade do trabalho.
 “Um exemplo é o ocorrido em 1964, quando fizemos a primeira e única greve de radialistas. A greve começava no dia seguinte e a programação da rádio Cruzeiro do Sul seguia até uma [hora] da madrugada.
 Euclydes dispensou os funcionários depois da meia-noite, para que participassem da greve e, mesmo sendo o diretor, assumiu a mesa de som e fez a programação até de madrugada”, conta.
O publicitário e radialista Renato Mazânek diz que Kid foi a pessoa do rádio mais correta que conheceu, que o colega era muito dedicado ao trabalho e que ajudou a formar muita gente. Como ex-funcionário de Kid, o jornalista e radialista Carlos Alberto Pena, conta que foi um privilégio ter trabalhado com Euclydes, que “escrevia textos fantásticos e era um diretor sem igual”.
 “Foi uma perda irreparável, de um diretor que acreditava nas pessoas e era muito humano”, diz Pena. 
Quanto mim assino embaixo de todas as declarações de radialistas publicadas pela Gazeta do Povo e conto um pouco da minha história no rádio curitibano ao lado de Euclydes Cardoso:trabalhei pela primeira vez com o Kid em 1965 na Rádio Guairacá.
A rádio foi vendida para o Grupo Paulo Pimentel e em 68 voltei a ser contratado pelo Euclydes onde permanecemos tanto ele quanto eu,nove anos até que depois de deixar a marca Guairacá passou a ser Iguaçu e finalmente fechada pelo governo militar em 1978.
Tenho certeza prezado amigo de que realizamos uma grande programação.

Aprendi muito contigo e agradeço a Deus por isso e espero que ele tenha te recebido de braços abertos.
Descança em paz companheiro.Inté...

A origem dos nomes Curitiba e Paraná

Em 1721 o ouvidor Raphael Pires Pardinho visitou a vila. O ouvidor, provavelmente, foi a primeira autoridade a se preocupar com o meio ambiente da cidade, tradição pela qual Curitiba atualmente é reconhecida internacionalmente. Hoje o ouvidor tem o seu nome em praça na cidade.

O ouvidor determinou aos habitantes que tomassem alguns cuidados com a natureza. O corte de árvores, por exemplo, só poderia ser feito em áreas delimitadas. O ouvidor determinou várias medidas em beneficio da natureza. As casas não poderiam ser construídas sem autorização da Câmara e deveriam ser cobertas com telhas. As ruas já iniciadas teriam de ser continuadas, para que a vila crescesse com uniformidade. Além disso, os moradores ficavam obrigados a limpar o Ribeiro (hoje Rio Belém), a fim de evitar o banhado em frente à igreja matriz.

Curitiba passou por um período de grande pobreza. A vila estava esquecida pelos governantes da Capitania de São Paulo. A partir de 1812 o tropeirismo trouxe proximidade para a vila, que estava localizada em um ponto estratégico no caminho do Viamão a São Paulo e às Minas Gerais. Com a passagem dos tropeiros o povoado viu o comércio crescer.

Os habitantes do campo transferiam-se para o povoado por conta do aluguel de fazendas para as invernadas. Surgiram lojas, armazéns e escritórios de negócios ligados ao transporte de gado. O desenvolvimento havia chegado e junto com ele, em 1853, o Paraná conquista sua emancipação. Curitiba torna-se capital.

O nome da capital, Curitiba, tem sua origem no Guarani. Kur yt yba significa “grande quantidade de pinheiros, pinheiral”, na linguagem dos primeiros habitantes do território, os índios.

No inicio da ocupação humana, as terras onde hoje está localizado o território de Curitiba apresentavam grande quantidade de Araucária angustifólia, o pinheiro do Paraná. A semente da araucária, o pinhão, é um alimento de grande consumo e é utilizado também como ingrediente da culinária regional paranaense. O pinhão servia de alimento a um pássaro também encontrado em grande quantidade no começo da ocupação do território: a gralha-azul. Diz a lenda que os pássaros enterravam a semente para consumo posterior e dessas sementes enterradas nasciam novos pinheiros.

©hjobrasil





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sexta-feira, 20 de julho de 2012

DIA DO AMIGO!



Perguntei dias atrás aqui no Face: Quando é o Dia do Amigo? Informou meu amigo radialista João Carlos Amodio: “O dia oficial é dia 20 de julho, agora o dia oficioso é todos os dias do ano!"
Então, aproveitando essa data a ser comemorada na sexta-feira eu quero prestar homenagem aos amigos, aos meus e aos seus, aos amigos de todos nós.
Para eles, um grande e fraternal abraço.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

LITERATYBA - JURUÁ - (Enviado por Ubiratan Lustosa) valeu!

III LITERATYBA - JURUÁ SEMEANDO LIVROS

31/07/2012 - 19H00 - PALACETE DOS LEÕES

A Juruá Editora e o BRDE - Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo-Sul convidam para mais um evento cultural que visa o desenvolvimento humano a partir da democratização do saber.

Durante o evento os seguintes livros serão lançados:

Anthony Leahy
PORTUGUÊS SEM MISTÉRIO... NÃO EXISTE!

Francisco Sinke Pimpão
O PROTETORADO

Rui Cavallin Pinto
MOLDURAS PARANAENSES
ENSAIOS INTERPRETATIVOS DA NOSSA HISTÓRIA

Durante o evento os autores estarão disponíveis para autógrafos e bate-papos. Uma rara oportunidade de interação direta entre leitores, autores, editora e sociedade. Venha brindar com a gente em uma agradável noite no belíssimo e histórico Palacete dos Leões.

Conto com a presença de todos e de cada um!

"Oh! Bendito o que semeia
Livros... livros à mão cheia...
E manda o povo pensar!
O livro caindo n'alma
É germe -- que faz a palma,
É chuva -- que faz o mar."
Castro Alves

Anthony Leahy - Editor
semeandolivros@jurua.com.br

SERVIÇO:

JURUÁ SEMANDO LIVROS

Data: 31 de Julho de 2012

Horário: das 19h às 22h

Local: Palacete dos Leões - Av. João Gualberto, 530, Alto da Glória.

# Estacionamento interno gratuito #

Dante Mendonça,Cidadão de Curitiba

Deletar memórias desagradaveis!

Quem já passou por alguma situação traumática, como a perda de uma pessoa próxima, um acidente grave ou um assalto, sabe que não é fácil enfrentar a situação, tampouco se lembrar dela. Mas uma pesquisa realizada pelo neurologista da Universidade de Columbia (EUA) Todd Sacktor, juntamente com cientistas do Instituto de Ciência Weizmann, em Israel, pode ser o primeiro passo para que a medicina consiga tirar as lembranças ruins da memória humana.
O estudo teve início ainda na década de 1980, quando Sacktor descobriu que a proteína PKMzeta, uma substância fortalecedora das sinapses (estímulos responsáveis pela troca de informações entre os neurônios), também era importante para a manutenção das lembranças. Com a descoberta, o cientista concluiu que uma breve interrupção da atividade dessa proteína poderia interromper a manutenção de recordações.
Processo
Para memorizar, precisamos passar por quatro etapas:
Fase 1 – Atenção: aqui, audição, tato, paladar, visão e olfato entram em ação para captar as informações que achamos necessárias. Este primeiro momento é importante porque é onde se inicia todo o processo.
Fase 2 – Compreensão: é quando entendemos a lógica, o verdadeiro sentido daquilo que captamos. É mais fácil memorizar um assunto quando o entendemos.
Fase 3 – Armazenamento: muitas das informações que adquirimos são sedimentadas em nosso cérebro enquanto dormirmos, daí a importância de respeitarmos os limites do nosso sono. Geralmente, temos acesso a muito mais informações do que o nosso cérebro é capaz de guardar.
Fase 4 – Evocação: significa localizar e resgatar a informação guardada e mantida no cérebro. Depende diretamente do armazenamento. O “branco” que temos, quando não conseguimos nos lembrar de algo, é um problema desta etapa.
Remédio em teste
O Departamento de Medicina da UFPR está selecionando pessoas para participar de testes relacionados a um novo medicamento para auxiliar a memória antes que algum tipo de demência seja diagnosticado. Podem fazer parte da seleção pessoas acima de 45 e abaixo de 85 anos que já tenham percebido algum declínio da memória, mas que sejam produtivos, que não tenham doenças neurológicas e sejam saudáveis. Contato pelo email: graciele@ig.com.br.
Cheiro enjoativo
Para colocar em prática o conceito, os pesquisadores treinaram alguns ratos a associarem o cheiro de um doce a algo enjoativo e, então, evitar o alimento. Depois de adestrados, os animais receberam doses de um inibidor da proteína PKMzeta, chamado de zeta-interactin-protein, ou ZIP, e foram aos poucos esquecendo da repulsa pelo doce até voltar a comê-lo normalmente.
Sônia Brucki, vice-coordenadora do Departamento Científico de Neurologia Cognitiva e do Envelhecimento da Academia Brasileira de Neurologia, afirma que ainda é difícil pensar em resultados concretos para essa pesquisa. “O processo de apagar totalmente uma lembrança seria um procedimento muito complicado, pois há vários mecanismos envolvidos, como a força emocional do evento, as várias memórias onde foram guardadas cada parte do fato. São múltiplas as formas de gravar um episódio, e é difícil mexer em todos os fatores ao mesmo tempo.”
Por enquanto, os tratamentos realizados com o inibidor de PKMzeta são hipotéticos e limitados apenas a ratos de laboratórios. Porém, segundo os pesquisadores, futuramente uma versão avançada da substância pode fazer com que os cientistas consigam apagar memórias específicas armazenadas no cérebro humano.
De acordo com a neurologista e professora adjunta da Universidade Federal do Paraná (UFPR) Viviane Zétola, ainda que essa droga por enquanto não tenha uma resposta para o uso em pessoas, quando for possível, será aproveitável: “Quando se trata desse tipo avanço, sempre tudo é útil, provavelmente porque o efeito do remédio seria acabar com os nossos piores traumas”.
Cuidados
Remédios não reforçam concentração
Se por um lado existe muita gente que gostaria de não se lembrar de certas situações, outras apelam para várias maneiras de manter a memória o mais ativa possível. Para isso, abusam de chás, café e até mesmo de drogas estimulantes que supostamente dariam ao cérebro mais habilidade. É o caso do metilfenidato, comercialmente conhecido como Ritalina, e usado de forma ilegal por muitos estudantes e pessoas com rotinas que demandam alta concentração.
A substância é indicada apenas para quem sofre do Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) e age como estimulante do sistema nervoso central. Isso não significa que aqueles que não convivem com o TDAH são beneficiados intelectualmente pela utilização do remédio, conforme alerta Sônia Brucki, vice-coordenadora do Departamento Científico de Neurologia Cognitiva e do Envelhecimento da Academia Brasileira de Neurologia. “A Ritalina produz efeito em pessoas que têm déficit de atenção. Não há qualquer outra indicação do medicamento fora isso.”
Alzheimer
Para a neurologista e professora adjunta da UFPR Viviane Zétola, os únicos medicamentos que efetivamente melhoram o desempenho da memória são aqueles usados para tratar a doença de Alzheimer, demência neurodegenerativa que acomete pessoas de idade. Ela explica que nesse caso o remédio não acaba definitivamente com o mal, mas prolonga a qualidade de vida dos portadores.
O uso de café e outros estimulantes naturais, como chás e guaraná em pó, também é largamente adotado para aperfeiçoar os trabalhos do dia a dia, mas eles atuam apenas como estimulantes, sem poder algum de turbinar o cérebro.
Ainda que a ciência seja clara ao afirmar que até agora nenhum remédio tenha sido criado exclusivamente para fazer com que nosso cérebro atinja um nível de inteligência invejável, nem por isso ela deixa de considerar que existe sim uma maneira de aprimorar o cérebro. “Não há nada que se possa fazer para melhorar a memória, a não ser exercício físico. E isso é cientificamente comprovado. Se o físico é melhor, a mente é melhor, pois mente e corpo trabalham juntos”, finaliza Viviane.Fonte: Gazeta do Povo 16/07/12

FIQUE BEM INFORMADO.

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