sexta-feira, 29 de março de 2013

sábado, 23 de março de 2013

Paulo Branco.com

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Rádio Independência...Curitiba....Paraná...



Pedro Brasil Jr. publicou uma foto na linha do tempo de Wasyl Stuparyk.
Foto

terça-feira, 19 de março de 2013

Eulampio no Face


  • PARA NÃO FICAR SÓ NA SAUDADE
    Quem viveu em Curitiba nos anos de 1960 e 1970 com certeza lembrará das noites que se estendiam em passeios pela madrugada.
     Quem poderá esquecer o caminhar pelas ruas da cidade sem ter medo das pessoas que passavam ou que calmamente conversavam nas esquinas e portas de bares.
     Quem pensaria na possibilidade de um atropelamento?
     Pelo contrário, era comum o aceno para os amigos do outro lado da calçada, acompanhados pelas suas donzelas, se dirigindo à praça Ruy Barbosa para pegar o madrugueiro ou mesmo um carro de praça.
     Aliás, pegar carro de praça era mais comum acontecer quando o amigo desejava levar a companheira para um lugar mais distante do centro, nos famosos hotéis de pernoite de Curitiba.
    Lembro-me de vários lugares tais como a Boate Marrocos onde o dono, amigão Paulo cumprimentava a gente no final daquele escadão imenso.
     Ou então outras boates como a Jane 1//2/3, na Rua Vicente Machado, a boate Clube Curitiba...
    PARA NÃO FICAR SÓ NA SAUDADE
Quem viveu em Curitiba nos anos de 1960 e 1970 com certeza lembrará das noites que se estendiam em passeios pela  madrugada. Quem poderá esquecer o caminhar pelas ruas da cidade sem ter medo das pessoas que passavam ou que calmamente conversavam nas esquinas e portas de bares.  Quem pensaria na possibilidade de um atropelamento? Pelo contrário, era comum o aceno para os amigos do outro lado da calçada, acompanhados pelas suas donzelas, se dirigindo à praça Ruy Barbosa para pegar o madrugueiro ou mesmo um carro de praça. Aliás, pegar carro de praça era mais comum acontecer quando o amigo desejava levar a companheira para um lugar mais distante do centro, nos famosos hotéis de pernoite de Curitiba.
Lembro-me de vários lugares tais como a Boate Marrocos onde o dono, amigão Paulo cumprimentava a gente no final daquele escadão imenso. Ou então outras boates como a Jane 1//2/3, na Rua Vicente Machado, a boate Clube Curitibano, a boate Irene, a GENI…  Às vezes eu me arriscava ir até os bairros Parolin, Portão e outros mais distantes.

Passava antes pela rua Westfalen, no bar Tebé, conhecido como Peixe Frito, e então me deliciar comendo pão com bife e um chopinho bem gelado, e voltava para o centro, não esquecendo dos bares Mignon, Cachorro Quente, Stuart, Bar do Hermes, na avenida Iguaçu onde rolava samba e muito terecoteco. Ah,… Quem não se lembra da Sociedade Operário? Nas quintas-feiras, sob o comando do Tatu, show dançante das 19h00 até a a meia noite!

São tantas as passagens que daria um livro e faltariam paginas para complementar com os encontros de fim de noite no Restaurante e Bar do Luiz (no antigo prédio onde foi instalado o Canal 6) e que eram mais emocionantes reunindo para contar suas histórias, músicos, cantores, radialistas, atores e jornalistas.

Como é bom relembrar as trocas de idéias, os apelidos e as fofocas e ainda com um detalhe – sempre com o máximo respeito para com as donzelas que nos acompanhavam naquelas noites  de Curitiba. Gostaria de ser poeta para escrever frases que rimassem para contar o que realmente  eram as noites naqueles lugares de Curitiba.

A diferença daqueles para estes dias é muito grande, mas precisamos nos adaptar a evolução dos tempos para não ficar somente na SAUDADE.

quarta-feira, 6 de março de 2013

É NO MÍNIMO CURIOSO! CEGUEIRA DE MOVIMENTO Nas batidas em que um carro que seguia rapidamente atinge um mais lento saindo de uma via transversal, os motoristas dos carros rápidos geralmente afirmam não terem visto o veículo vindo da direita ou da esquerda. Eles não estão mentindo, apenas não viram realmente o outro veículo, mesmo à plena luz do dia. O fenômeno que diz respeito aos motoristas do carro rápido é chamado de “Cegueira de Movimento”. É incrível mas é verdade e preocupante. Os pilotos militares recebem instrução sobre cegueira de movimento durante seu treinamento porque ela ocorre em velocidades mais altas e, até certo ponto, isto é aplicável a motoristas também, especialmente aqueles de carros mais velozes. Desse modo, se você dirige, leia o que segue com atenção. Os pilotos são instruídos a alternar o olhar entre varrer o horizonte e o painel de instrumentos quando em vôo, e nunca fixá-lo mais que alguns segundos num único objeto. Eles são ensinados a manter a cabeça como se ela estivesse montada numa rótula e a movimentar os olhos continuamente. Isso porque quando se está em movimento, fixar o olhar num objeto por algum tempo faz a visão periférica sumir. Essa é a razão desse fenômeno ser chamado de cegueira de movimento. Para os pilotos de caça essa é a única maneira de sobreviver no ar, não apenas durante um combate aéreo, mas também sob as ameaças de tempos de paz como as colisões no ar. Até cerca de três décadas atrás, esta técnica de “cabeça numa rótula & olhos se movimentando” era a única maneira de avistar outros aviões por perto. Hoje os pilotos contam com radares, mas a velha técnica ainda tem utilidade. Veja uma pequena demonstração da cegueira de movimento. É a mesma que é usada para pilotos em treinamento na salas de aula antes mesmo que cheguem perto de um avião. Clique no atalho abaixo. Vê-se um conjunto de cruzes azuis sobre um fundo preto. Há um ponto verde piscante no centro e três pontos amarelos fixos à volta dele. Se fixarmos o olhar no ponto verde mais que alguns segundos, os pontos amarelos desaparecerão aleatoriamente, isolados ou em pares, ou os três de uma vez. Na verdade, os pontos amarelos estão sempre lá. Observe os pontos amarelos por algum tempo para certeza de que não foram parar em algum lugar. http://www.msf-usa.org/motion.html Pode-se alterar a cor de fundo ou a rotação do conjunto clicando nos botões apropriados. As observações do autor sob o conjunto giratório são educativas. Assim, se estivermos dirigindo em alta velocidade numa rodovia e se fixarmos o olhar na estrada à frente, não veremos um carro, um scooter, um bugue, uma bicicleta, uma vaca ou mesmo um ser humano vindo de um lado. Agora invertamos a cena. Se estivermos atravessando a estrada a pé e um carro rápido vier se aproximando, há 90% de chance que o motorista não esteja nos vendo, pois a visão periférica dele pode estar zerada. E poderemos estar naquela zona cega!

FIQUE BEM INFORMADO.

Leia mais: Hoje é dia de que? Datas comemorativas • A arte da vida. Apon HP. Literatura para pensar e sentir http://www.aponarte.com.br/p/hoje-e-dia-de-que-e-amanha_09.html