terça-feira, 19 de março de 2013

Eulampio no Face


  • PARA NÃO FICAR SÓ NA SAUDADE
    Quem viveu em Curitiba nos anos de 1960 e 1970 com certeza lembrará das noites que se estendiam em passeios pela madrugada.
     Quem poderá esquecer o caminhar pelas ruas da cidade sem ter medo das pessoas que passavam ou que calmamente conversavam nas esquinas e portas de bares.
     Quem pensaria na possibilidade de um atropelamento?
     Pelo contrário, era comum o aceno para os amigos do outro lado da calçada, acompanhados pelas suas donzelas, se dirigindo à praça Ruy Barbosa para pegar o madrugueiro ou mesmo um carro de praça.
     Aliás, pegar carro de praça era mais comum acontecer quando o amigo desejava levar a companheira para um lugar mais distante do centro, nos famosos hotéis de pernoite de Curitiba.
    Lembro-me de vários lugares tais como a Boate Marrocos onde o dono, amigão Paulo cumprimentava a gente no final daquele escadão imenso.
     Ou então outras boates como a Jane 1//2/3, na Rua Vicente Machado, a boate Clube Curitiba...
    PARA NÃO FICAR SÓ NA SAUDADE
Quem viveu em Curitiba nos anos de 1960 e 1970 com certeza lembrará das noites que se estendiam em passeios pela  madrugada. Quem poderá esquecer o caminhar pelas ruas da cidade sem ter medo das pessoas que passavam ou que calmamente conversavam nas esquinas e portas de bares.  Quem pensaria na possibilidade de um atropelamento? Pelo contrário, era comum o aceno para os amigos do outro lado da calçada, acompanhados pelas suas donzelas, se dirigindo à praça Ruy Barbosa para pegar o madrugueiro ou mesmo um carro de praça. Aliás, pegar carro de praça era mais comum acontecer quando o amigo desejava levar a companheira para um lugar mais distante do centro, nos famosos hotéis de pernoite de Curitiba.
Lembro-me de vários lugares tais como a Boate Marrocos onde o dono, amigão Paulo cumprimentava a gente no final daquele escadão imenso. Ou então outras boates como a Jane 1//2/3, na Rua Vicente Machado, a boate Clube Curitibano, a boate Irene, a GENI…  Às vezes eu me arriscava ir até os bairros Parolin, Portão e outros mais distantes.

Passava antes pela rua Westfalen, no bar Tebé, conhecido como Peixe Frito, e então me deliciar comendo pão com bife e um chopinho bem gelado, e voltava para o centro, não esquecendo dos bares Mignon, Cachorro Quente, Stuart, Bar do Hermes, na avenida Iguaçu onde rolava samba e muito terecoteco. Ah,… Quem não se lembra da Sociedade Operário? Nas quintas-feiras, sob o comando do Tatu, show dançante das 19h00 até a a meia noite!

São tantas as passagens que daria um livro e faltariam paginas para complementar com os encontros de fim de noite no Restaurante e Bar do Luiz (no antigo prédio onde foi instalado o Canal 6) e que eram mais emocionantes reunindo para contar suas histórias, músicos, cantores, radialistas, atores e jornalistas.

Como é bom relembrar as trocas de idéias, os apelidos e as fofocas e ainda com um detalhe – sempre com o máximo respeito para com as donzelas que nos acompanhavam naquelas noites  de Curitiba. Gostaria de ser poeta para escrever frases que rimassem para contar o que realmente  eram as noites naqueles lugares de Curitiba.

A diferença daqueles para estes dias é muito grande, mas precisamos nos adaptar a evolução dos tempos para não ficar somente na SAUDADE.

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