quinta-feira, 2 de maio de 2013

MEMÓRIA CURITIBANA


FOTÓGRAFOS DO PASSADO.
“Os fotógrafos curitibanos de antigamente durante muito tempo usaram máquinas de fole, com chapa de vidro.
 Para dizer que iam tirar fotografia as pessoas diziam que iam tirar uma chapa.
 Não existia o flash naquele tempo e para obter iluminação para a foto usava-se magnésio.
 No momento da foto o magnésio se inflamava, ouvia-se um estouro e de imediato uma claridade intensa e uma onda de fumaça.
 Era tudo muito rápido e isso assustava os fotografados.
 Muitas vezes as fotos saiam com as pessoas de olhos fechados e expressão de assombro.
 Só havia fotos em preto e branco e para colorir as mesmas usava-se tinta, o que era um trabalho dificílimo que poucos faziam.
 Foi marcante o surgimento em nossa cidade, após algum tempo, dos populares lambe-lambes, fotógrafos ambulantes que eram encontrados em diversas praças da cidade.
 Havia lambe-lambes no Passeio Público e nas Praças Osório e Eufrásio Correia. Muita gente tirava fotografias com eles, pois entregavam as fotos em alguns minutos.
 Turistas, casais de namorados, especialmente pessoas que vinham do interior, eram fregueses assíduos dos lambe-lambes.
Tiveram sua época e até hoje você pode encontrar alguns remanescentes dessa época tão singela e provinciana da nossa amada Curitiba”.
Do livro “Raia, Setra, Sapecada e outras narrativas curitibanas” publicado pelo Instituto Memória. Informações:
www.institutomemoria.com.br
MEMÓRIA CURITIBANA.
FOTÓGRAFOS DO PASSADO.
     “Os fotógrafos curitibanos de antigamente durante muito tempo usaram máquinas de fole, com chapa de vidro. Para dizer que iam tirar fotografia as pessoas diziam que iam tirar uma chapa. Não existia o flash naquele tempo e para obter iluminação para a foto usava-se magnésio. No momento da foto o magnésio se inflamava, ouvia-se um estouro e de imediato uma claridade intensa e uma onda de fumaça. Era tudo muito rápido e isso assustava os fotografados. Muitas vezes as fotos saiam com as pessoas de olhos fechados e expressão de assombro. Só havia fotos em preto e branco e para colorir as mesmas usava-se tinta, o que era um trabalho dificílimo que poucos faziam. Foi marcante o surgimento em nossa cidade, após algum tempo, dos populares lambe-lambes, fotógrafos ambulantes que eram encontrados em diversas praças da cidade. Havia lambe-lambes no Passeio Público e nas Praças Osório e Eufrásio Correia. Muita gente tirava fotografias com eles, pois entregavam as fotos em alguns minutos. Turistas, casais de namorados, especialmente pessoas que vinham do interior, eram fregueses assíduos dos lambe-lambes. Tiveram sua época e até hoje você pode encontrar alguns remanescentes dessa época tão singela e provinciana da nossa amada Curitiba”.
Do livro “Raia, Setra, Sapecada e outras narrativas curitibanas” publicado pelo Instituto Memória.  Informações: www.institutomemoria.com.br

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