terça-feira, 9 de dezembro de 2014

FELIZ ANO NOVO

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Divina tolice!!!

Depois das lindas palavras de Marilena Wolf de Mello Braga, eu, ser imperfeito, vou cometer mais um dos meus pecados.
 Fui gravar a "festinha de final do ano letivo" das minhas netas.
 Até aí, tudo bem.
 Obrigação de avô.
 De repente - e juro que não sabia de nada - chamam a Luiza Stuparyk - e aí a apresentadora cometeu um pequeno, grande, pecado, esqueceu de nominar o sobre nome do pai, Luiza Stuparyk Lopes - e prestaram-lhe homenagem.
 Confesso que perdi o rebolado.
 Até me atrapalhei na filmagem.
 Não sabia mais se filmava a apresentadora ou minha neta. Fiquei tão orgulhoso que estou postando o trecho da gravação aqui.
 Mas se uma me enche de orgulho, a menorzinha também nos enche de alegria.
 Tanto que cometi mais uma "sandice", destacando-a em um círculo na hora da apresentação, para que soubessem quem é a Laura Stuparyk Lopes.
 Perdoem este velho, sentimental e tolo avô.
Oa amigos me perdoem, mas sou coruja, sim!
 Minhas netas, Luiza Stuparyk Lopes e Laura Stuparyk Lopes, participaram da "festinha" de encerramento do ano letivo.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

As equipes do Rádio

Não foi uma, nem duas as equipes das quais participei, que eram formadas pelos melhores profissionais da época.
No entanto, não conseguiram sobreviver por muito tempo.
Olhe que não foi falta de engajamento de seus profissionais ao projeto.
Algumas formadas com objetivos claramente políticos, que depois que atingiam seus ideais, deixavam seus integrantes a ver navios.
Nada a fazer.
 Muitas vezes não havia contrato, nem carteira assinada.
A última aguentou dois anos, era a da Rádio Cidade, hoje Rádio Globo.
Naufragou junto com o Consórcio Nasser, grupo proprietário.
Foi a maior e melhor equipe que já integrei.
Mas esta história fica para mais adiante, porque antes vou contar quando estive na Rádio Guairacá, sob a direção do Grupo Paulo Pimentel.
Ali trabalhei por 9 anos, até que o governo militar cassou seu prefixo, quando então já era Rádio Iguaçu. Motivo: política. Até mais.

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Jorge Miguel Nassar, ainda "A Voz do Povo"


Por vezes, tenho reblogado alguns artigos antigos, pois nunca é demais a lembrança, e sabemos que talvez muitos artigos não foram lidos na época. Recentemente,  recebi material sobre o saudoso Jorge Miguel Nassar. Aproveito para republicar matérias do Blog, enriquecendo-as com materiais que o filho do Nassar me enviou.


Encontrei um artigo, intitulado  Agora o Manha Curitibana , publicado originalmente no Blog Paulo Branco Radialistaem 07/04/2011
Equipe é tudo igual, pode ser de futebol ou de rádio, de uma hora pra outra se desfaz. E foi o que aconteceu com a equipe da Guairacá.
Muito bem, lá fui para outra emissora, desta vez a Rádio Curitibana, do saudoso Jorge Nassar, que foi cassado pelo regime militar e nunca mais foi o mesmo. Lamentável. Mas na época, no auge, ele tinha o programa "A Voz do Povo", às 10hs da manhã, era uma loucura.

Eu tinha o programa "Manhã Curitibana" da 6 às 8 hs, depois vinha o Nhô Jeca até as 10 hs, então entrava o Nassar, vozeirão, inteligente, sabia fazer as coisas, tanto que tem gente até hoje tentando imitá-lo. Com o mesmo modelo de programa que ele idealizou, ainda tem radialista sendo eleito.


Nesta altura dos acontecimentos, eu apresentava o meu programa, fazia os comerciais no programa do Nassar e de tarde apresentava notícias de hora em hora na Emissora Paranaense, que era do Nagibe Chede, pioneiro da TV no Paraná.
Esta história o Jamur Junior conta em seu livro Sintonia Fina – Histórias do Rádio, onde discorre o assunto com muita propriedade.
Aliás, Jamur começou a sua longa carreira no rádio, em 1950, como locutor de um programa infantil da Rádio Ypiranga, de Palmeira(PR).


Outra postagem, relaciono programas famosos do Rádio Paranaense, entre os quais é claro, o do Nassar. Matéria  Recordando Programas postada em  08/05/2008:

Tem uma coluna neste BLOG onde relaciono os "blogados" por mim. A tempos, citei numa matéria o Paulo Cesar e identifiquei o programa pelo qual ele ficou famoso, que era o "A baiuca do xiló". O pessoal da época sabe que esse era o nome artístico, da mesma forma que eu uso meu nome artístico, Paulo Branco. Tinha um charme a mais, deixar o verdadeiro nome em segredo. Na verdade, não citei na matéria o verdadeiro nome do Paulo Cesar, mas tomei o cuidade de colocar seu nome verdadeiro na coluna dos "blogados".

Baseados no fato que já relacionei este e alguns outros programas famosos no rádio paranaense, deram uma idéia que achei sensacional, apesar da dificuldade. Pediram para que eu citasse famosos programas doutras épocas. Existiram aos montes, será muito difícil nominar todos, pois certamente deixaremos alguns de fora. Iniciaremos pesquisa e desde já, solicito ajuda dos "velhos" companheiros. Mas, como gosto de desafios, vou lembrando e relatando aos poucos, ou "em partes" como diria Jack. Lá vai uma primeira rodada:


Revista Matinal - Arthur de Souza - Rádio Colombo;


Despertador da Cidade - Abel Scuissiato -Rádio Cultura;


Troca Tudo - Paulo Branco - Rádio Guairacá;


Preto no Prato - Wilian Sade - não se tratava de feijão e sim de disco, que era preto e rodava no prato do toca discos;


A Voz do Povo - Jorge Nassar - Rádio Curitibana;


A Hora do Feijão - Nhô Jeca - Rádio Curitibana;


É o fim da Picada - Nhô Juvêncio - Rádio Clube, Rádio Colombo.


Na sequência, fotos envidas pelo filho do Jorge Nassar.




Nassar em evento ´político



Nassar em confraternização
Nassar e família



Com a família no RIO
Nassar e filhos
Nassar e familiares


Um dia, infelizmente somos chamados pelo Senhor lá em cima. Em 12 de maio de 2009, o nosso querido Jorge Miguel Nassar seguiu o seu caminho. Eu com muita tristeza, postei no Blog.


Jorge Miguel Nassar, esteja com Deus

Jorge Miguel Nassar faleceu esta semana, aos 84 anos de idade. Foi radialista, dono de emissora e político, além de um grande amigo. Inteligente, voz forte e bem colocada em suas apresentações. O programa "A Voz do Povo" marcou época na Rádio Curitibana, década de 60. Lembro me como se fosse hoje, o dia em que comecei a apresentar o programa "Manhã Curitibana" (Veja + em "Agora o Manhã Curitibana" - postado neste Blog em 26 de abril de 2008), das 06 as 08 horas da manhã, no dia 1º de janeiro de 1967. O Nassar fez minha apresentação. Foi um radialista que teve uma presença muito forte em nosso Rádio. Seguiu o caminho que todos nós vamos seguir um dia. Boa viagem amigo.

A seguir, matéria enviada pelo filho do Nassar.

Nota jornalística sobre o falecimento do Jorge Nassar.


sábado, 29 de novembro de 2014



Guerra do Contestado


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Guerra do Contestado
Data 12 de outubro de 1912 - Agosto de 1916
Local Região do contestado, sul do Brasil
Resultado Acordo de limites entre os governos de Paraná e Santa Catarina
Combatentes
Bandeira do Contestado.svg Rebeldes Flag of Brazil (1889-1960).svg Brasil
Comandantes
Bandeira do Contestado.svg José Maria de Santo Agostinho Bandeira do Contestado.svg Maria Rosa
Bandeira do Contestado.svg Adeodato
Flag of Brazil (1889-1960).svg Carlos Frederico de Mesquita Flag of Brazil (1889-1960).svg Tertuliano Potyguara
Flag of Brazil (1889-1960).svg Marechal Hermes da Fonseca
Forças
10.000 soldados do Exército Encantado de São Sebastião 7.000 soldados do Exército Brasileiro e 1.000 civis contratados
Baixas
5.000-8.000 entre mortos, feridos e desaparecidos 800-1.000 entre mortos, feridos ou desertores

A Guerra do Contestado foi um conflito armado entre a população cabocla e os representantes do poder estadual e federal brasileiro travado entre outubro de 1912 a agosto de 1916, numa região rica em erva-mate e madeira disputada pelos estados brasileiros do Paraná e de Santa Catarina.

Originada nos problemas sociais, decorrentes principalmente da falta de regularização da posse de terras, e da insatisfação da população hipossuficiente, numa região em que a presença do poder público era pífia, o embate foi agravado ainda pelo fanatismo religioso, expresso pelo messianismo e pela crença, por parte dos caboclos revoltados, de que se tratava de uma guerra santa.

A região fronteiriça entre os estados do Paraná e Santa Catarina recebeu o nome de Contestado devido ao fato de que os agricultores contestaram a doação que o governo brasileiro fez aos madeireiros e à Southern Brazil Lumber & Colonization Company. Como foi uma região de muitos conflitos, ficou conhecida como Contestado, justamente por ser uma região de disputas limítrofes entre os dois estados brasileiros.

Importante: Já está a disposição do público,no catálogo das livrarias virtuais da AGbook e no Clube de autores,o livro História do trem no contestado,do historiador Nilson Thomé,em homenagem aos 100 anos de existência da ferrovia.

 A obra tem 302 páginas e 200 fotografias e mapas da época.

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Tempestade de neve?



Em 1986 eu apresentava um noticiário as 7:30 da manhã, na Radio Estadual (Educativa) juntamente com Sergio Luiz Picheto, Léa Oksenberg, Ovande (ou Ovando) Stori.

O Sergio fazia imitação de um consagrado locutor brasileiro correspondente de uma grande emissora brasileira no Canadá. O dito cujo era chegado num bom wiski e as vezes passava da conta.

Numa destas foi fazer um noticiário para o Brasil e leu:
- "VIOLENTA TEMPESTADE DE MERDA SE ABATEU SOBRE QUEBEK. AS CRIANCINHAS SE DIVERTIAM JOGANDO PELOTINHAS DE MERDA UMAS NAS OUTRAS".

Só que a tempestade realmente era de neve..., é claro!

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

PAGAR impostos... para SALVAR A VIDA.... é BRINCADEIRA..................
E de novo o Brasil vai para o fim da fila quando o assunto é o peso dos impostos(Levantamento Ranking Polítcos). ‪#‎ADComunicação‬

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Mensagem que recebi do amigo Osni Gomes que compartilho com grande satisfação.Assino em baixo.


No FOLCLORE, além de produzir os espetáculos, filmes de divulgação, abriu espaços nacionais para o BARVINOK – Ballet Folclórico Ucraniano e POLONÊS – Grupo Folclórico Polonês do Paraná, tanto em memoráveis tournées no estado como nacionais: Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo, Porto Alegre e outras.
Hoje trabalha como Cinegrafista autônomo e editor de vídeo e com gravações de áudio, tendo estúdio e equipamentos próprios, além de ser o criador, organizador e titular do site O RÁDIO DO PARANÁ, que registra para a história a participação dos principais profissionais do meio radiofônico, artístico, cultural e social do Estado do Paraná.
Este é um perfil simples, rápido, mas recheado de conquistas na vida deste notável mágico do som e do vídeo, o nosso querido Wasyl Stupark

CONFIRA!

PRESENTES.
Quer homenagear alguém? Dê livros de presente.
Quer me prestigiar? Escolha um dos meus abaixo relacionados ou de outros autores do Instituto Memória Editora.
O RÁDIO DO PARANÁ – FRAGMENTOS DE SUA HISTÓRIA...

sábado, 8 de novembro de 2014

COMPARTILHANDO

aos meus Amigos Radialistas
Radialista
colega primeiro
meu mestre, meu parceiro
de todos, o maior companheiro
do cotidiano, de toda hora
o radialista de tantos amigos,
de tanta solidão (no anonimato da sua ribalta)
no estúdio, na madrugada, no feriado
trabalho por inteiro, sem dia marcado -

radialista a companhia da gente a qualquer hora,a toda hora
no ar o crítico, o palhaço, o louco, o anarquista
o radialista... o "show-man"
O GRANDE ARTISTA.
(dedico aos saudosos Jair Brito e Euclydes Cardoso.

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

O gravador Geloso,uma revolução técnológica





O aparelho parece um trambolho aos olhos acostumados com players MP3, telefones celulares e qualquer traquitana tecnológica miniaturizada deste início de século 21. Na virada dos 50 para os 60, há quase cinco décadas, é, no entanto, uma maravilha, um tremendo avanço tecnológico para quem trabalha em rádio. Por Luiz Artur Ferraretto

Imagine, sem precisar de um técnico a acompanhar e usando apenas um rolinho de fita magnética, registrar com facilidade a fala de um jogador de futebol no treino da tarde e reproduzi-la no noticiário logo em seguida! O gravador italiano da marca Geloso fez, por isto tudo, muito sucesso entre os repórteres daqueles tempos, talvez mais simples, mas, é certo, sem as facilidades da época da internet e do satélite.

Que tempos eram estes então? Com certeza, de gravadores, quando existentes, enormes, muito caros e sem a confiabilidade necessária à sua utilização freqüente. Usavam um fiozinho enrolado em carretéis que, quando rebentava, saltava com a força de uma mola e tinha de ser, na melhor das hipóteses, emendado. Na pior das possibilidades – quase sempre –, perdia-se a gravação. Tempos de uma rede telefônica reduzida, com pouca abrangência em Porto Alegre. E, é claro, para outros estados, pior ainda. Para falar com o centro do país, recorria-se a telefonistas que iam fechando o contato entre uma e outra cidade. Vale lembrar que uma ligação para o Rio de Janeiro, a então capital federal, podia demorar – Que inferno! – horas para ser completada.

Nesta realidade, no final da década de 50, começam a chegar gravadores de fita rolo mais portáteis e de marcas norte-americanas e européias. É o italiano Geloso, entretanto, que vai se popularizar entre os radialistas de Porto Alegre. Fabricados em Milão, pela Societá per Azione Geloso, os modelos mais usados por aqui – vários deles considerados semiprofissionais pelo fabricante – possuem, então, até 5 kg de peso e permitem o seu manuseio sem a necessidade de recorrer à rede elétrica, registrando o som em pequenos rolos de fita magnética. E ficam na memória de uma geração de profissionais. Antes dos Geloso, o trabalho dos repórteres dependia da existência de telefones instalados próximos ao entrevistado que tinha de ser convencido a falar para o rádio, visto ainda com boa dose de preconceito, como um veículo de entretenimento mundano. No telefone mais próximo, o jornalista colocava, na maioria das vezes, a fonte no ar ao vivo, em boletins de três a cinco minutos, procurando explorar ao máximo opiniões e informações, valorizando, deste modo, a presença de ambos ao microfone. Portanto, que avanço aqueles “pequenos” Geloso com seus 5 kg, seu microfone de mão, sua bolsa a tiracolo e suas pilhas! Estas últimas, vez por outra, estavam fracas e os repórteres perdiam o material também, mas – Ora bolas! – que diferença mesmo assim, deviam pensar eles.

Exatamente, meu caro Luiz Artur, porque para nós (na época eu trabalhava na Rádio Gaúcha de Porto Alegre) não fazia diferença, pois iriamos atrás de outra reportagem.

Luiz, você me fez voltar no tempo com seu artigo.

Até hoje o gravador, seja Geloso ou não, é um amigo inseparável do radialista.

PARA PENSAR!




Conta-se que um fazendeiro, dono de excelentes cavalos de muita valia, nos trabalhos de sua propriedade rural, recebeu um dia a notícia de que o preferido dele, um alazão forte e muito bonito, havia caído num poço abandonado.
O capataz que lhe trouxe a má notícia estava desolado porque o poço era muito fundo e pouco largo e não havia como tirar o animal de lá, apesar de todos os esforços dos peões da fazenda.
O fazendeiro foi até o local, tomou tento da situação e concordou com seu capataz: não havia mais o que fazer, embora o animal não estivesse machucado!
Não achou que valia a pena resgatá-lo, ia ser demorado e custaria muito dinheiro.
Já que está no buraco - disse ao capataz - você acabe de enterrá-lo, jogando terra em cima dele. Virou as costas, preocupado com seus negócios, e os peões de imediato começaram a cumprir a sua ordem. Cinco homens, sob o comando do capataz, atiravam terra dentro do buraco, em cima do cavalo.
A cada pazada, o alazão se sacudia todo e a terra ia-se depositando no fundo do poço seco. Os homens ficaram admirados com a esperteza do animal: a terra ia enchendo o poço e o cavalo subindo em cima dela!
Não demorou muito e o animal já estava com a cabeça aparecendo na saída do poço; mais algumas pazadas de terra e ele saltou fora, sacudindo-se e relinchando, feliz!
MORAL DA HISTÓRIA
Não aceite a terra que jogam sobre você os que querem enterrá-lo em vida; reaja com confiança, mexa-se, procure o seu espaço, suba sobre essa terra e aproveite para subir cada vez mais, agradecendo os que, pensando feri-lo, estão lhe dando a oportunidade de crescer material e espiritualmente.
Quando pensarem que você "já era", a sua vitória será ainda mais espetacular .
Arrisque! Viver É arriscar. O homem que vai mais longe é o que, em geral, está disposto a fazer e a arriscar.
Autor Desconhecido

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

MERECIDAMENTE!

Ubiratan Lustosa
A PRATA DA CASA NO CENTRO DE LETRAS.
Ubiratan Lustosa.
Recebi nesta terça-feira, 28, uma homenagem sui generis e muito cativante. O Centro de Letras do Paraná resolveu realizar o evento denominado Prata da Casa para um dos seus momentos de lazer e cultura. Incumbiu-se da coordenação o criativo confrade Manoel Anísio Moscalewiski que em seu imaginário brilhante instalou na sede do Centro uma emissora de Rádio dos velhos tempos. Manoel Anísio comandou o ilusório programa radiofônico como se estivéssemos no palco auditório da velha PRB-2 e contou com a participação efetiva de diversos de nossos valores artísticos. Em sua fala de abertura dessa tarde musical ele dedicou a mesma a este veterano radialista, brindando-me com referências cordiais e então compreendi o motivo pelo qual ele insistira para que eu não faltasse ao encontro dessa semana. Foi tudo muito bonito e comovente. Ao agradecer, no final do espetáculo, eu disse que recebia essa homenagem como uma manifestação de carinho dirigida a todos os nossos radialistas e por extensão aos ouvintes de Rádio de todos os tempos.
Envio meus agradecimentos para a escritora Neumar Carta Winter, presidente do Centro de Letras do Paraná, para Manoel Anísio Moscalewiski que entre tantas qualidades é também excelente músico, para todos os artistas que brilhantemente participaram do evento e para a plateia entusiasta que a todos aplaudiu.
Foi uma tarde inesquecível.

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa! (Creatina/Creatinina)

 Creatina e Creatinina são substâncias diferentes, mas no laboratório não se faz à dosagem de creatina,
porque na reação existe uma enzima muito sensível que é a creatinofosfoquinase (CPK) que quando ela se altera como no trauma a CPK se eleva rapidamente.
 Toda creatinina vem da creatina e por isso através do nível de uma pode-se avaliar o nível da outra. 

domingo, 26 de outubro de 2014


Os benefícios da beringela

1. Tira a gordura do corpo
Este alimento  tem uma substância chamada saponina, que age como um detergente: quebra as moléculas de gordura presentes no sangue e impede o organismo de absorvê-la.
2. Combate a celulite
Benefícios da BeringelaO fruto tem substâncias anti-inflamatórias que trabalham para reduzir a celulite, já que os furinhos nada mais são do que uma inflamação nas células, agravada pela ingestão de alimentos gordurosos.
3. Previne doencas
Por ser cheia de compostos fenoicos – substâncias antioxidantes –, a beringela reduz os radicais livres que atacam as células. Dessa maneira, protege o organismo de doenças como o câncer.
4. Faz o intestino melhorar
As muitas fibras do fruto agem como um laxante natural, regulando o intestino e melhorando a digestão. Assim, o corpo todo fica mais saudável e a barriga a diminui.

sábado, 25 de outubro de 2014

GATA NO CIO

gata no cio
ele e ela no telhado
cio, diriam alguns
ela e ele no telhado
bruum! bruumm!ouviam alguns
telhado é coisa de gente
cio é o que está na mente
mente de quem?
quem mente?
diriam alguns outros
o fato é que gemeram juntos
ela extasiada lânguida
ele extasiado e lânguido
sob a luz das três marias
e o telhado permanece inerte?
ou quente? quem diria?
gata em teto de zinco quente
há que se ver!!
sob a luz das três marias
(marcos “black” fontinelli)
Este poema faz parte do livro “Manobras incompletas”

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

FEIRA INTERNACIONAL



Feira apresentará novidades do artesanato nacional e internacional.
Tradicional em Curitiba, a Feira Internacional de Artesanato reunirá expositores de mais de 20 países e 10 estados brasileiros. A 35ª edição do evento acontecerá de 07 até 16 de novembro no Expo Renault Barigui, dentro do Parque Barigui.
A proposta desta vez é promover a arte do artesanato e levar os mais diversos artigos, direto das mãos dos artesãos para as do consumidor.
Para quem gosta, faz ou quer começar a fazer artesanato serão promovidos cursos, oficinas e palestras gratuitamente.

35ª Feiarte
Datas: 07 a 16 de novembro
Horários: Seg-Sex: 15h às 22h Sáb: 14h às 22h Dom: 14h às 21h
Local: Expo Renault Barigui – Parque Barigui | Curitiba PR
Endereço: Rodovia do Café – km zero – BR 277 - Santo Inácio

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Tristeza - Escola de Artes de Chapecó

PEDRONA !

No meio do caminho tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
tinha uma pedra
no meio do caminho tinha uma pedra.

Nunca me esquecerei desse acontecimento
na vida de minhas retinas tão fatigadas.
Nunca me esquecerei que no meio do caminho
tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
no meio do caminho tinha uma pedra.
 Carlos Drummond de Andrade


terça-feira, 21 de outubro de 2014

CARTA DA MEDICINA PARA UM MÉDICO

Eu não tenho resposta para tudo.

Se me perguntarem como você poderia me perdoar pelo tanto que exigi e continuo exigindo de você,eu não saberia responder.

Mesmo assim eu gostaria de aproveitar para lhe pedir perdão.

Perdão por tirar tantas horas da sua juventude,absorvendo você com intermináveis paginas dos meus livros.

Perdão por lhe tomar tantas noites de descanso,embalando você em exaustivos plantões.

Perdão pelos momentos de diversão que você abriu mão por me levar tão a sério.

Perdão à sua família.Disputar comigo não é fácil.

E a compreensão dessas pessoas que estão ao seu lado pode ensinar muito sobre esse sentimento chamado amor.

E muitas vezes ter que assistir você enfrentar sozinho esse nossos inimigo implacável:a dor.

Como poderia agradecer a vida que você dedicou a mim?
Eu não sei. Eu não tenho resposta para tudo.

Mas,se me perguntarem qual é o meu motivo de orgulho,eu tenho a resposta:



É VOCÊ




Sinceramente


Medicina

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

As Mocinhas da Cidade - Escola de Artes de Chapecó

PARQUES DE CURITIBA




PARQUE DA VILINHA.

“O Parque Histórico de Curitiba, também conhecido como Parque Histórico da Vilinha fica na Rua Arno Feliciano de Castilho, esquina com Rua Marco Polo, no Bairro Alto.
 O local também é conhecido como Praça Max Sesselmeier, nome do antigo proprietário da área que foi doada à Prefeitura em 1967 para a construção do parque.
 O Parque Histórico foi inaugurado em 1972 para marcar o local de fundação da vila que daria origem a Curitiba. 

Um acampamento de garimpeiros, às margens do Rio Atuba, deu início ao povoamento europeu dos campos de Curitiba. 
Eram portugueses, em sua maioria.
 O Parque Histórico de Curitiba marca a área onde os garimpeiros se estabeleceram inicialmente, no século 17. 
Posteriormente transferiram-se para o atual centro de Curitiba.

Segundo a lenda, a imagem de Nossa Senhora da Luz trazida por eles amanhecia sempre voltada para uma mesma direção. 
O cacique Tindiquera, da tribo Tingui, consultado pelos portugueses, teria encontrado o local indicado pela santa, onde se formaria a nova Vila de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais.
 O local indicado pelo cacique é hoje o marco zero de Curitiba, a Praça Tiradentes”. 

Informações e fotos colhidas no Guia Geográfico e no Portal da Prefeitura de Curitiba.

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

terça-feira, 14 de outubro de 2014

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

PB,plantão esportivo,via o jogo pelo Canal 4 do mesmo grupo da Guairacá

Gafes e causos do Rádio


História extraída do ótimo livro Loucuras do Futebol", de Emedê (o Marcelo Duarte, da ESPN Brasil, Rádio Bandeirantes e Guia dos Curiosos):

Em 1970, no extinto Torneio Roberto Gomes Pedrosa - a "Taça de Prata", antecessora do Campeonato Brasileiro -, Inter e Atlético Paranaense jogavam no Beira-Rio, em Porto Alegre.

 O Colorado aplicou 4 x 1 nos paranaenses. Rosildo Portela, narrador da Rádio Guairacá, gritou com emoção os gols do time gaúcho.
 No gol do Atlético, no entanto, pisou na bola.
 Ao receber uma visita de alguns diretores atleticanos,
 Portela virou-se de costas para o campo por alguns instantes e anunciou para os ouvintes a ilustre presença dos diretores.
 Naquele momento, Paulo Branco, que cuidava do plantão da rádio, anunciou:

- Atenção, Portela, gol.

- Gol onde, meu caro Paulo Branco?

- Aí em Porto Alegre, Dorval para o Atlético.

Como não havia torcida do Atlético no estádio, não houve barulho de comemoração e Portela nem percebeu a mudança no placar, mas narrou, com atraso mesmo, o gol dos paranaenses. Rosildo Portela trabalharia depois na Rádio Clube Paranaense. Faleceu em 2000.

domingo, 12 de outubro de 2014

Domingo que vem (19) começa o Horário de Verão!

O horário brasileiro de verão 2014/2015 começa no próximo dia 19 de outubro – dia em que os relógios terão de ser adiantados em uma hora, a partir da meia-noite.
 Adotada por dez estados do país, todos entre as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, a medida é estabelecida para economizar energia no horário de maior consumo, entre as 18h e as 21 horas.

sábado, 11 de outubro de 2014

O QUE É O EBOLA

Ebola

ebola
Ebola é uma febre grave do tipo hemorrágico transmitida por um vírus do gênero Filovirus, altamente infeccioso, que desenvolve seu ciclo em animais. Há cinco espécies diferentes desse vírus, que recebem o nome dos locais onde foram identificados: Zaire, Bundibugyo, Costa do Marfim, Sudão e Reston. Este último não foi identificado em humanos.
A doença é classificada como uma zoonose. Embora os morcegos frutívoros sejam considerados os prováveis reservatórios naturais do vírus ebola, ele já foi encontrado em gorilas, chimpanzés, antílopes e porcos. Os especialistas defendem a hipótese de que a transmissão dos animais infectados para os seres humanos ocorra por meio do sangue e de fluidos corporais, como sêmen, saliva, lágrimas, suor, urina e fezes.
Daí em diante, o vírus ebola pode ser transmitido pelo contato direto entre as pessoas, pelo uso compartilhado de seringas e, por incrível que pareça, até depois da morte do hospedeiro. Ou ainda, caso o paciente tenha sobrevivido, o vírus ebola pode persistir ativo em seu sêmen durante semanas. Possivelmente, uma das razões para ser tão mortal e resistente é que compromete o sistema de defesa do organismo.
Surtos de ebola atingiram países da África em 1995, 2000, 2007, mas foram controlados. O surto de 2014 atinge Guiné, Serra Leoa e Libéria e já há casos confirmados na Nigéria. A OMS determinou estado de “emergência sanitária mundial” com o objetivo de conter o vírus e barrar surto de ebola, o maior de que se tem conhecimento até agora.

Sintomas
Febre, dor de cabeça muito forte, fraqueza muscular, dor de garganta e nas articulações, calafrios são os primeiros sinais da doença que aparecem de forma abrupta depois de cinco a dez dias do início da infecção pelo vírus ebola. Com o agravamento do quadro, outros sintomas aparecem: náuseas, vômitos e diarreia (com sangue), garganta inflamada, erupção cutânea, olhos vermelhos, tosse, dor no peito e no estômago, insuficiência renal e hepática, hemorragia interna, sangramento pelos olhos, ouvidos, nariz e reto.
O período de incubação dura de 2 a 21 dias. Os sinais e sintomas variam de um paciente para outro.
Diagnóstico
Uma das dificuldades para estabelecer o diagnóstico precoce da doença provocada pelo vírus ebola é que, no início, os sintomas podem ser confundidos com os de enfermidades como gripe, dengue hemorrágica, febre tifoide e malária. O levantamento da história do paciente, se esteve exposto a situações de risco e o resultado de testes sorológicos (Elisa IgM, PCR) e o isolamento viral são fundamentais para determinar a causa e o agente da infecção.
Diante da possibilidade de uma pessoa ter entrado em contato com o vírus ebola, ela deve ser isolada e os serviços de saúde notificados.
Tratamento
Não existe tratamento específico para combater o vírus ebola, que infecta adultos e crianças sem distinção. Não existe também uma vacina contra a doença, mas já foi testada uma fórmula em macacos, morcegos e porcos-espinhos que mostrou resultados positivos nesses animais.
O único recurso terapêutico contra a infecção causada pelo ebola é oferecer medidas de suporte, como reposição de fluidos e eletrólitos, hidratação, controle da pressão arterial e dos níveis de oxigenação do sangue, além do tratamento das complicações infecciosas que possam surgir.
Recomendações
As seguintes medidas são fundamentais para evitar o contato com o vírus ebola, como forma de prevenir a infecção e evitar a disseminação da doença:
  • Lave as mãos com frequência com água e sabão. Se não for possível, esfregue-as com álcool gel;
  • Procure não frequentar lugares que facilitem a exposição ao vírus ebola;
  • Evite contato com pessoas infectadas. Quanto mais avançada a doença, maior a concentração de vírus e mais fácil o contágio;
  • Use vestimentas de proteção, como macacões e botas de borracha, aventais, luvas e máscaras descartáveis e protetores oculares, sempre que tiver de lidar com os pacientes. Sob nenhum pretexto reutilize agulhas e seringas. Instrumentos médicos metálicos que serão reaproveitados devem ser esterilizados;
  • Só coma alimentos  de procedência conhecida;
  • Lembre que o corpo dos doentes continua oferecendo risco de contágio mesmo depois da morte.

FIQUE BEM INFORMADO.

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