domingo, 29 de junho de 2014

EXATAMENTE!!!


domingo, 22 de junho de 2014

TAL E QUAL PASSO FUNDO (RS),AMIGO LUSTOSA!

MEMÓRIA CURITIBANA.
O FRIO DE CURITIBA.
Ubiratan Lustosa.
“Eu lembro saudoso dos meus tempos de criança, quando no inverno a gente ia pra escola pisando na grama coberta de geada, tiritando de frio e se encolhendo todo na tentativa de se aquecer. A cada passada ouvia-se o ruído do gelo quebrando sob o peso da gente. Ah, como fazia frio em Curitiba. Abria-se a torneira e a água não saía, pois estava congelada. As roupas que ficavam estendidas nos coradouros ao chegar a manhã estavam rígidas, geladas. Podia-se levanta-las como se fossem pedaços de madeira. Os telhados amanheciam brancos, cobertos de geada. Coisa linda. As árvores ganhavam uma nova e encantadora aparência. Parecia que tinham pendurado fios de gelo em seus ramos e folhagens. Quem à noite deixava o carro ao ar livre na hora de sair pela manhã precisava jogar água quente sobre os vidros para desmanchar as barras de gelo que se formavam. Naqueles tempos os carros tinham manivelas que a gente usava quando a bateria estava fraca e não se conseguia dar partida, principalmente nos dias de geada. Essas manivelas às vezes giravam em sentido inverso e ao voltar machucavam a mão das pessoas sem muita habilidade. Hoje, em geral, só fora da zona central é que se vê geada. O inverno é diferente, mas continua castigando muita gente. Junto com o seu lado bonito, nas frias madrugadas e manhãs curitibanas o frio traz também o agravamento de muitos problemas.
A gente revive com saudade os tempos distantes do gélido inverno curitibano. É bom lembrar que até já nevou por aqui tempos atrás”.

Texto extraído do livro RAIA, SETRA, SAPECADA E OUTRAS NARRATIVAS CURITIBANAS.
Instituto Memória Editora.
http://www.institutomemoria.com.br/detalhes.asp?id=138

quinta-feira, 12 de junho de 2014

quarta-feira, 4 de junho de 2014

segunda-feira, 2 de junho de 2014

COPA: AEROPORTOS

As concessões aceleraram obras e reformas há muito necessárias nos aeroportos brasileiros. Depois de 18 meses, os primeiros resultados começam a aparecer, ainda que velhos problemas façam parte do dia a dia dos passageiros. “Tivemos obras gigantescas em uma velocidade inesperada para o setor, resultado da agilidade da iniciativa privada. A Infraero não faria o que foi feito com a mesma qualidade e no mesmo período”, avalia Martha Seillier, diretora do departamento de regulação e concorrência da Secretaria de Aviação Civil (SAC).
O edifício garagem do Terminal 3 em Guarulhos é um exemplo da agilidade das obras. Construído em tempo recorde, tem 2.644 vagas e oito andares. O Terminal 3 também cumpriu o cronograma. De acordo com a GRU Airport, empresa responsável pela concessão, o projeto original foi adaptado para ficar pronto a tempo da Copa do Mundo. Oito companhias aéreas operam no local. As demais serão transferidas depois do evento. Até setembro, 21 companhias vão usar o novo terminal, que vai absorver 80% dos voos internacionais de Guarulhos.
O saguão espaçoso e iluminado é radicalmente diferente dos outros terminais do aeroporto, construído em 1985. Totens de auto check-in, estações compartilhadas e leitura ótica dos bilhetes de embarque são alguns dos exemplos das mudanças na área pública. “Tá bonito, mas parece inacabado. Faltam bancos nessa área”, reclama a estudante Amanda Velkof, de 27 anos, acompanhada pela família no embarque para temporada de estudos em Berlim. Neste quesito, o ambiente briga com um comportamento típico do brasileiro, que tem o hábito de levar o viajante para o aeroporto e fazer do programa um passeio familiar.
Para atender a essa demanda, o projeto incluiu uma área de alimentação maior, no piso intermediário entre embarque e desembarque.
Mas as maiores diferenças entre o novo e os velhos terminais estão mesmo após o raio X. São mais de cem locações para lojas de conveniência, e o passageiro encontra ainda um espaço onde estão sendo instaladas grifes de luxo, para começar a gastar antes mesmo de entrar no avião. No desembarque, sete esteiras eletrônicas para restituição de bagagem estão disponíveis em um amplo salão. O desafio agora é estimular a eficiência na prestação de serviços, sob responsabilidade das companhias aéreas, que também começam a sentir os primeiros efeitos das concessões.
As empresas estão otimistas com a entrada da iniciativa privada, principalmente pelos prazos recordes de conclusão de obras e a possibilidade de discutir novos modelos de atendimento ao passageiro. “Operações distintas geram competitividade entre os aeroportos e também impactam nos custos operacionais. Temos registrado altas no aluguel de áreas e na confecção de crachás de funcionários, por exemplo. A expectativa é ganharmos em eficiência”, explica o consultor técnico Adalberto Febeliano, da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear).
Obra atrasada rende multa
Nem todos os cronogramas foram cumpridos à risca. Viracopos não conseguiu concluir o novo terminal, com capacidade para 14 milhões de passageiros por ano e 28 pontes de embarque em três píeres, além de um edifício garagem com quatro mil vagas e a nova torre de controle. O atraso vai render uma multa inédita que pode chegar a R$ 170 milhões, aplicada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). A concessionária garante que mais de 95% das obras estão concluídas, mas não informa novo prazo de entrega.
Para a Copa do Mundo, as seis delegações que desembarcam em Campinas – Costa do Marfim, Japão, Rússia, Argélia, Honduras, Nigéria e Portugal – vão usar o píer A, no terminal em obras. Os demais passageiros ainda estarão restritos aos serviços do atual terminal, que recebeu reformas no valor de R$ 69 milhões, como ampliação da área de embarque, novos banheiros e mais opções na praça de alimentação.

FIQUE BEM INFORMADO.

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