domingo, 31 de agosto de 2014

CENSO 2014

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Conhecendo Leonel Brizola

Deixa a vida me leva...lá vou eu....


Transcorriam aqueles anos efervecentes, antes de 64. Este locutor que vos fala, estava numa noite fazendo locução da Rádio Farroupilha de Porto Alegre.
Lá pelas 11 da noite, do estúdio vislumbrei a chegada de um grupo tendo a frente uma figura que eu já conhecia pela imprensa, Leonel Brizola.
Era de tremer para um gauchinho de vinte e poucos anos vindo lá do Planalto Médio, de uma cidadezinha chamada Passo Fundo. Brizola entrou se apresentou e perguntou:

- és o locutor da hora?

- sim senhor,
... Respondi de pronto.

O caudilho então me disse:


- anuncia aí que a Farroupilha está sendo requisitada pelo Governo Federal. Vai falar Leonel de Moura Brizola.

Anunciei e fui saindo de fininho do estúdio, que apesar de grande, estava totalmente lotado.
E perna pra que te quero. Soube que ele falou até as 3 da manhã.
Foi assim que conheci LMB. Eta mundo. Isto aconteceu já faz quase 50 anos.

Conhecendo o Rio de Janeiro 

Tive que ir ao Rio, ou mais propriamente ao Ministério do Trabalho, muito tempo antes de Brasília ser a capital federal.
Lá chegando, pergunta daqui, pergunta dali, queria encontrar o prédio do Ministério.
Bem próximo do meu objetivo, tinha que atravessar uma rua muito larga, mas de pouco ou nenhum movimento. 
Via carros todos alinhados a uns 500 metros.
Deve ser um estacionamente, pensei.
Não mais que de repente eles acordaram e vieram em minha direção.
Estava no meio da travessia e eles (os carros) se aproximando.
Correr não dava, voltar não dava; então fiquei estático vendo carros passando pela minha direita e pela esquerda.
De repente tudo cessou e consegui ir até o outro lado. Sabem onde estava?
Estava no meio da Av. Presidente Vargas. 
Foi assim que conheci o Rio de Janeiro, que continua lindo.
Dá para esquecer uma coisa assim?

TROCA TUDO!!!

Um dos pontos altos do meu programa na Rádio Guairacá de Curitiba,a voz nativa da terra dos pinheirais(1968), foi sem duvida nenhuma o" Troca Tudo".

O ouvinte ligava ou escrevia para o programa o que queria trocar e pelo que,deu gente trocando terreno na praia por um vestido de noiva.

Trocavam de tudo carro por carro,carro por caminhão,charrete por carroça e assim por diante,só o que nunca apareceu foi alguém querendo trocar a mulher mais velha por uma mais nova,ou uma mais nova por outra mais experiente.

E nem para trocar um Crocodilo por um Jacaré.

É muito bom relembrar o passado.Há,se é.

Principalmente as coisas boas que vivemos.

É ou não é.?

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Tiago Portella comentou no Face um pouco da historia de poloneses no Brasil.Vale a pena repercutir.Parabéns Tiago!


Hoje comemoram-se os 145 anos da chegada do primeiro navio trazendo imigrantes da Polônia para o Brasil. Apesar de algumas divergências sobre a data exata da chegada do navio Victoria ao território brasileiro, a cidade de Brusque instituiu a Lei que estabelece para o dia 25 de agosto o “Dia Municipal da Imigração Polonesa para Brusque e o Brasil”.

Apesar da dura realidade em ter que abandonar suas terras natais para embarcar em um longa viagem durante meses pelo Oceano Atlântico, as condições a bordo não eram dramáticas. Um precioso relato de uma dama chamada Izabela nos informa algumas particularidades do que foi esta viagem.


Hoje faz dois meses que embarcamos no navio Victoria, no Porto de Hamburgo. O cansaço pela longa marítima deixou-nos desabilitados. No navio a comida era boa. Serviam sardinhas, carne duas vezes na semana e, todos os dias, café pela manhã e chá da tarde. Conhaque, vinho, limões e remédios foram de grande utilidade na travessia do Oceano Atlântico. Só não havia remédio para o cansaço da longa viagem (Anotações de uma imigrante polonesa, livro de Maria do Carmo R. Krieger Goulart. In: IAROCHINSKI, p.50)

A questão é que no navio estavam os meus familiares. Meu tataravô Simão Otto (Szymon) e minha tataravó Rosália Otto (Rosalie). Eles embarcaram com 3 filhos muito pequenos. Rochus tinha 6 anos. Simon tinha 2 anos e Johann 1 mês. Após 1 ano da chegada da família, o pequeno João não resistiu e seu falecimento é considerado o primeiro óbito de um polones em terras brasileiras. Consta que foi enterrado na Colônia Príncipe Dom Pedro no dia 12 de outubro de 1870. A certidão foi assinada pelo parochi Pe. Alberto Francisco Gattone.

Em 1871, as 16 famílias que haviam desembarcado do navio Victoria foram trazidas para Curitiba e assentadas na região do Pilarzinho. Meu bisavô paterno, Mathias (Maciej) Otto, filho de Simão e Rosália, nasceu provavelmente em Curitiba. Minha avó certa vez me contou que ele foi colocado para adoção quando pequeno. Provavelmente a situação dos imigrantes não era nada fácil.

Uma questão me chamava à atenção. Meus tataravôs Simão e Rosália estão enterrados no Cemitério Municipal de Curitiba, num jazigo que é de propriedade do meu bisavô Mathias.

Foi então que descobri em um jornal do dia 02 de abril de 1908 a seguinte noticia:

Cemitério Municipal – A administração do Cemitério convida aos interessados pelos enterramentos feitos em sepulturas rasas e aos que se refere a nota abaixo a virem, até o fim do corrente mês, retirar os ossos existentes, visto já ter-se esgotado o prazo de aforamento ou adquirirem por aforamento perpétuo os mesmos terrenos. Findo este prazo serão os ossos removidos para o depósito central. Numero da placa: 9564 – Simão Otto – filiação: ignorada – data do falecimento: 10 de março de 1903.

Portanto, meu bisavô ao ler o jornal, provavelmente encontrou pela primeira vez notícias onde constava o nome do seu pai - Simão Otto. De alguma maneira ele conseguiu essa informação. O fato é que, provavelmente  foi neste mês que ele se dirigiu até o Cemitério Municipal de Curitiba para adquirir a ossada e pôde finalmente ter contato com o seu pai. A mãe dele Rosália está no mesmo túmulo.

Meu bisavô Mathias Otto tocava eufônio e regia um pequeno conjunto instrumental com presidiários do Ahú. Fez certa fortuna durante a vida, ainda não sei precisar como, mas seu nome consta como doador de alguns terrenos para a construção das sedes da União Juventus em Curitiba. Foi presidente da Sociedade Polonesa Tadeusz Koschiuszko em 1922 e 1923. Seu grande coração, sempre ajudando, acabou deixando-o sem nenhum bem material no fim de sua vida. A mesma caridade por ele oferecida não lhe foi retribuída.

Ele teve sete filhos, todos com grande disposição para fazer música. Três deles formavam o Regional dos Irmãos Otto (João Alberto Otto, Bronislaw Otto - meu avô paterno e Estanislaw Otto). Atuaram na Rádio P.R.B.2 entre 1934 e 1939. Foi este provavelmente o primeiro conjunto regional a atuar em programações radiofônicas em Curitiba. Considerando que a Rádio Nacional do Rio de Janeiro foi inaugurada apenas em 1936, podem ter sido pioneiros neste ofício.

Enfim, um viva aos 145 anos da chegada dos imigrantes poloneses ao Brasil !!!

Da esquerda para a direita: João Alberto Otto, Bronislaw Otto, Estanislaw Otto e Nei Lopes. (RÁDIO P.R.B.2 - 1937)Da esquerda para a direita: João Alberto Otto, Bronislaw Otto, Estanislaw Otto e Nei Lopes. (RÁDIO P.R.B.2 - 1937)

O cobrador e o radialista

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Zoio...zuvido...zoreia...

Mal deu tempo para entender o que o último acordo ortográfico fez com o acento de voo, com o hífen de antissocial e com o trema de cinquenta, e uma nova proposta, ainda mais radical, já está em elaboração pela Comissão de Educação do Senado. A partir de 2016, se entrar em vigor o projeto que pretende fasilitar o ensino e a aprendizajem da língua portugeza, vosê poderá ser obrigado a escrever asim.
As (mais recentes) novas regras para o português devem ser apresentadas pelo grupo técnico da Comissão de Educação até 12 de setembro. Elas podem alterar as mudanças que tinham obrigatoriedade prevista para o fim de 2012, foram prorrogadas por quatro anos, e que, até agora, quase ninguém aprendeu direito. Além de reduzir o número de regras e exceções na língua, o objetivo da comissão é expandir o debate com a comunidade, especialistas e países que falam o português.
“O projeto estava entrando em vigor sem ter sido discutido no Brasil. A Academia Brasileira de Letras (ABL) estava fazendo uma reforma sozinha, de um jeito muito conservador. Então pedimos o adiamento do prazo de obrigatoriedade e montamos uma comissão para propor novas regras, simplificar a ortografia e, principalmente, padronizar a gramática com outros países”, afirma o presidente da comissão, senador Cyro Miranda (PSDB-GO).
Como senador não palpita sobre a presença ou a ausência de “cê-cedilha, hagá ou ceagá”, dois especialistas foram chamados para coordenar o grupo técnico: os professores de português Pasquale Cipro Neto e Ernani Pimentel, responsável pelo site simplificandoaortografia.com — que fomenta um movimento para “substituir o decorar pelo entender” e reúne pitacos de quem se interessar pelo assunto.
“Por enquanto estamos juntando sugestões. Pretendemos redigir o conjunto de regras e apresentar entre 10 e 12 de setembro, no Simpósio Internacional Linguístico-Ortográfico da Língua Portuguesa, em Brasília. Esse projeto será levado ao Senado, que irá realizar uma audiência pública para ouvir todos que quiserem contribuir”, diz Pimentel.
Acordo de 2008 já havia feito alterações
O último acordo ortográfico da língua portuguesa, que entrou em vigor em 2008, acabou com o trema, alterou 0,5% das palavras utilizadas no Brasil (1,6% da grafia usada em Portugal) e incorporou as letras “k”, “w” e “y” ao alfabeto.
O acento agudo desapareceu nos ditongos abertos “ei” e “oi” em palavras como “idéia” e jibóia” e nas palavras paroxítonas com “i” e “u” tônicos, quando precedidos de ditongo em palavras como “feiúra”.
Sem acento
O acento circunflexo deixou de ser usado em palavras com duplo “o”, como “enjôo”, e na conjugação verbal com duplo “e”, como vêem e lêem.
O temido hífen desapareceu em palavras em que o segundo elemento comece com “r” e “s”, como “anti-rábico” e “anti-semita” — cuja grafia passou a ser “antirrábico” e “antissemita”. O hífen foi mantido quando o prefixo termina em “r”, como “inter-racial”.

ELEIÇÕES


   Começou o horário político.


 Sei que preciso me encher de paciência para ouvir promessas que provavelmente jamais serão cumpridas, pessoas se autovalorizando sem pudor, coisas que já cansei de ouvir para depois me decepcionar.

 Mas vou ver e ouvir os programas no maior número que me for possível. Quero informações para selecionar.

 Na minha idade já não tenho o dever de votar, mas não abro mão do direito de fazê-lo.
 Mesmo que seja para perder. Jamais votei em alguém por achar que ia ganhar.

 Se nenhum dos candidatos satisfizer os meus anseios votarei no que mais se aproxime deles.

 Poder votar é um dos bens que só a democracia proporciona e eu acho que ainda é o melhor regime para a nação.
Ubiratan Lustosa.

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Fonte: Gazeta do Povo

Rodrigo Wolff Apolloni

Sonhando em ondas curtas

Publicado em 12/08/2014 | Um dos grandes baratos de minha infância, um daqueles vividos há milênios e preservados na memória com uma boa dose de fantasia, era a escuta de rádio. Não a das rádios locais, que ouvia, por exemplo, pela manhã em casa, mas a das internacionais, captadas nas ondas curtas de antigos aparelhos.
Era um verdadeiro deslumbramento, coisa de ficção científica, sentar ao lado de um desses rádios ao cair da tarde e girar o botão até garimpar os fiapos de algum discurso do “outro lado”, quase inaudível de tão precioso, precioso de tão cifrado. Verdadeiro “radiotelescópio”, projeto Seti em escala terrestre.
Os programas menos inteligíveis, aliás, eram os que chamavam mesmo a atenção. Quanto mais rasgados, agudos e guturais, melhor; quanto mais riscados de estática, mais raros, mais arcanos. Alguns, aliás, vinham acompanhados de música igualmente estranha. Para o faiscador radiofônico, todas eram o canto gutural mongol e a orquestra de janízaros atacando, juntos, de um estúdio distante.
Hoje, os aparelhos de rádio estão sendo engolidos por outras tecnologias. E rádios de todo o mundo, mesmo dos lugares mais afastados (exemplos: Pyongyang FM Pangsong, da Coreia do Norte, e Radio Vaovao Mahasoa, de Madagascar), podem ser ouvidas em alto e bom som a partir de qualquer computador conectado à internet.
Se, por um lado, a coisa dispensa o grande barato do manuseio micrométrico do botão do dial e da atenção total aos sons captados, por outro desvela um campo extraordinário de possibilidades de pesquisa e conhecimento. Uma plataforma como o Tunein (tunein.com), por exemplo, oferece gratuitamente as transmissões de 100 mil estações de rádio de todo o mundo. 100 mil! Do Azerbaijão, Chopinzinho, Fukuoka ou Tiblisi.
Com um pouco de imaginação e boa vontade, portanto, é possível reeditar os fins de tarde de busca a programas estrangeiros – ligar o computador, apagar a luz, pegar uma caneca de Nescau e olhar para o céu.
Com um pouco de criatividade, aliás, seria possível até mesmo criar um aplicativo para smartphone que, a partir de pesquisas aleatórias no Tunein ou outras plataformas, simulasse a busca por estações de outros mundos. Tão inútil quanto mágico, enfim. Extraordinário a ponto, inclusive, de me levar a estudar informática. Interessados em participar do projeto, entrem em contato!

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

PRESENTES


Quando Deus criou Adão e Eva, disse aos dois:
- Tenho dois presentes para distribuir entre vocês: um é para fazer xixi em pé e...
Adão, ansioso , interrompeu, gritando:
- Eu! Eu! Eu! Eu quero, por favor... Senhor, por favor. Sim, iria me facilitar a vida substancialmente!  Por favor! Por favor!
Eva concordou e disse que essas coisas não tinham importância para ela. Então, Deus presenteou Adão, que ficou maravilhado. Gritava de alegria, corria pelo jardim do Éden fazendo xixi em todas as árvores. Correu pela praia fazendo desenhos com seu xixi na areia. Brincava de chafariz. Acendia uma fogueirinha e brincava de bombeiro...
Deus e Eva contemplavam o homem louco de felicidade, até que Eva perguntou a Deus:
- E... Qual é o outro presente, Senhor?
Deus respondeu:
- Cérebro, Eva, o cérebro é seu.

terça-feira, 5 de agosto de 2014

O HOMEM DOS CAMELOS/colaboração de Paulo Bearzoti




Um homem, que tinha 17 camelos e 3 filhos, morreu.
Quando o testamento foi aberto, dizia que metade dos camelos ficaria para o filho mais velho, um terço para o segundo e um nono para o terceiro.
O que fazer?

Eram dezassete camelos; como dar metade ao mais velho? Um dos animais deveria ser cortado ao meio?

Tal não iria resolver, porque um terço deveria ser dado ao segundo filho. E a nona parte ao terceiro.

É claro que os filhos correram em busca do homem mais erudito da cidade, o estudioso, o matemático.

Ele raciocinou muito e não conseguiu encontrar a solução ? matemática é matemática.

Então alguém sugeriu: "É melhor procurarem alguém que saiba de camelos não de matemática".

Procuraram assim o Sheik, homem bastante idoso e inculto, mas com muito saber de experiência feito.

Contaram-lhe o problema.

O velho riu e disse: "É muito simples, não se preocupem".

Emprestou um dos seus camelos - eram agora 18 - e depois fez a divisão. Nove foram dados ao primeiro filho, que ficou satisfeito. Ao segundo coube a terça parte - seis camelos e ao terceiro filho, foram dados dois camelos - a nona parte.

Sobrou um camelo: o que foi emprestado.

O velho pegou seu camelo de volta e disse: "Agora podem ir".

Esta
história foi contada no livro "Palavras de fogo", de Rajneesh e serve para ilustrar a diferença entre a sabedoria e a erudição. Ele conclui dizendo: "A sabedoria é prática, o que não acontece com a erudição. A cultura é abstracta, a sabedoria é terrena; a erudição são palavras e a sabedoria é experiência."
 

Divulgando o que é nosso





Você conhece a Ópera de Arame?

Localizada em Curitiba, no Paraná, a Ópera de Arame é um teatro construído com tubos de aço e estruturas metálicas, tudo coberto com um material que lembra a aparência frágil de arame. O teatro faz parte do Parque das Pedreiras e ainda é possível apreciar mata nativa, um lago com carpas, uma cascata de 10 metros e várias aves.

Não deixe de visitar mais essa beleza do Paraná.
Você conhece a Ópera de Arame?

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Não deixe de visitar mais essa beleza do Paraná.

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Parabens Bira,você merece! (GAZETA DE 1/8/14)

Feed de Notícias

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HOJE NA GAZETA.
Hoje fui brindado com matéria publicada pelo jornal Gazeta do Povo em que o jornalista José Carlos Fernandes fala a meu respeito. Brilhante profissional Fernandes é também generoso e pincelou cores que enfeitaram a biografia deste velho pavão. Fico imensamente agradecido a ele e ao fotógrafo que o acompanhou. É bom ser lembrado, principalmente por se tratar de um jornal tão lido e apreciado e para o qual, muitos anos atrás, eu assinei a página que focalizava o Rádio curitibano.
Obrigado José Carlos Fernandes, obrigado Gazeta do Povo.
Foto: Parte da página com a coluna de José Carlos Fernandes. A tela que seguro foi pintada por meu amigo e parceiro maestro Edmar Correa, compositor, pintor e blogueiro.

Áudio Blog do Paulo Branco Radialista: MEMÓRIA CURITIBANA

Áudio Blog do Paulo Branco Radialista: MEMÓRIA CURITIBANA: Ubiratan Lustosa MEMÓRIA CURITIBANA. FERRO DE PASSAR ROUPA. Ubiratan Lustosa. “Não era fácil passar roupa antigamente.  N...

FIQUE BEM INFORMADO.

Leia mais: Hoje é dia de que? Datas comemorativas • A arte da vida. Apon HP. Literatura para pensar e sentir http://www.aponarte.com.br/p/hoje-e-dia-de-que-e-amanha_09.html