sábado, 29 de novembro de 2014



Guerra do Contestado


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Guerra do Contestado
Data 12 de outubro de 1912 - Agosto de 1916
Local Região do contestado, sul do Brasil
Resultado Acordo de limites entre os governos de Paraná e Santa Catarina
Combatentes
Bandeira do Contestado.svg Rebeldes Flag of Brazil (1889-1960).svg Brasil
Comandantes
Bandeira do Contestado.svg José Maria de Santo Agostinho Bandeira do Contestado.svg Maria Rosa
Bandeira do Contestado.svg Adeodato
Flag of Brazil (1889-1960).svg Carlos Frederico de Mesquita Flag of Brazil (1889-1960).svg Tertuliano Potyguara
Flag of Brazil (1889-1960).svg Marechal Hermes da Fonseca
Forças
10.000 soldados do Exército Encantado de São Sebastião 7.000 soldados do Exército Brasileiro e 1.000 civis contratados
Baixas
5.000-8.000 entre mortos, feridos e desaparecidos 800-1.000 entre mortos, feridos ou desertores

A Guerra do Contestado foi um conflito armado entre a população cabocla e os representantes do poder estadual e federal brasileiro travado entre outubro de 1912 a agosto de 1916, numa região rica em erva-mate e madeira disputada pelos estados brasileiros do Paraná e de Santa Catarina.

Originada nos problemas sociais, decorrentes principalmente da falta de regularização da posse de terras, e da insatisfação da população hipossuficiente, numa região em que a presença do poder público era pífia, o embate foi agravado ainda pelo fanatismo religioso, expresso pelo messianismo e pela crença, por parte dos caboclos revoltados, de que se tratava de uma guerra santa.

A região fronteiriça entre os estados do Paraná e Santa Catarina recebeu o nome de Contestado devido ao fato de que os agricultores contestaram a doação que o governo brasileiro fez aos madeireiros e à Southern Brazil Lumber & Colonization Company. Como foi uma região de muitos conflitos, ficou conhecida como Contestado, justamente por ser uma região de disputas limítrofes entre os dois estados brasileiros.

Importante: Já está a disposição do público,no catálogo das livrarias virtuais da AGbook e no Clube de autores,o livro História do trem no contestado,do historiador Nilson Thomé,em homenagem aos 100 anos de existência da ferrovia.

 A obra tem 302 páginas e 200 fotografias e mapas da época.

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Tempestade de neve?



Em 1986 eu apresentava um noticiário as 7:30 da manhã, na Radio Estadual (Educativa) juntamente com Sergio Luiz Picheto, Léa Oksenberg, Ovande (ou Ovando) Stori.

O Sergio fazia imitação de um consagrado locutor brasileiro correspondente de uma grande emissora brasileira no Canadá. O dito cujo era chegado num bom wiski e as vezes passava da conta.

Numa destas foi fazer um noticiário para o Brasil e leu:
- "VIOLENTA TEMPESTADE DE MERDA SE ABATEU SOBRE QUEBEK. AS CRIANCINHAS SE DIVERTIAM JOGANDO PELOTINHAS DE MERDA UMAS NAS OUTRAS".

Só que a tempestade realmente era de neve..., é claro!

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

PAGAR impostos... para SALVAR A VIDA.... é BRINCADEIRA..................
E de novo o Brasil vai para o fim da fila quando o assunto é o peso dos impostos(Levantamento Ranking Polítcos). ‪#‎ADComunicação‬

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Mensagem que recebi do amigo Osni Gomes que compartilho com grande satisfação.Assino em baixo.


No FOLCLORE, além de produzir os espetáculos, filmes de divulgação, abriu espaços nacionais para o BARVINOK – Ballet Folclórico Ucraniano e POLONÊS – Grupo Folclórico Polonês do Paraná, tanto em memoráveis tournées no estado como nacionais: Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo, Porto Alegre e outras.
Hoje trabalha como Cinegrafista autônomo e editor de vídeo e com gravações de áudio, tendo estúdio e equipamentos próprios, além de ser o criador, organizador e titular do site O RÁDIO DO PARANÁ, que registra para a história a participação dos principais profissionais do meio radiofônico, artístico, cultural e social do Estado do Paraná.
Este é um perfil simples, rápido, mas recheado de conquistas na vida deste notável mágico do som e do vídeo, o nosso querido Wasyl Stupark

CONFIRA!

PRESENTES.
Quer homenagear alguém? Dê livros de presente.
Quer me prestigiar? Escolha um dos meus abaixo relacionados ou de outros autores do Instituto Memória Editora.
O RÁDIO DO PARANÁ – FRAGMENTOS DE SUA HISTÓRIA...

sábado, 8 de novembro de 2014

COMPARTILHANDO

aos meus Amigos Radialistas
Radialista
colega primeiro
meu mestre, meu parceiro
de todos, o maior companheiro
do cotidiano, de toda hora
o radialista de tantos amigos,
de tanta solidão (no anonimato da sua ribalta)
no estúdio, na madrugada, no feriado
trabalho por inteiro, sem dia marcado -

radialista a companhia da gente a qualquer hora,a toda hora
no ar o crítico, o palhaço, o louco, o anarquista
o radialista... o "show-man"
O GRANDE ARTISTA.
(dedico aos saudosos Jair Brito e Euclydes Cardoso.

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

O gravador Geloso,uma revolução técnológica





O aparelho parece um trambolho aos olhos acostumados com players MP3, telefones celulares e qualquer traquitana tecnológica miniaturizada deste início de século 21. Na virada dos 50 para os 60, há quase cinco décadas, é, no entanto, uma maravilha, um tremendo avanço tecnológico para quem trabalha em rádio. Por Luiz Artur Ferraretto

Imagine, sem precisar de um técnico a acompanhar e usando apenas um rolinho de fita magnética, registrar com facilidade a fala de um jogador de futebol no treino da tarde e reproduzi-la no noticiário logo em seguida! O gravador italiano da marca Geloso fez, por isto tudo, muito sucesso entre os repórteres daqueles tempos, talvez mais simples, mas, é certo, sem as facilidades da época da internet e do satélite.

Que tempos eram estes então? Com certeza, de gravadores, quando existentes, enormes, muito caros e sem a confiabilidade necessária à sua utilização freqüente. Usavam um fiozinho enrolado em carretéis que, quando rebentava, saltava com a força de uma mola e tinha de ser, na melhor das hipóteses, emendado. Na pior das possibilidades – quase sempre –, perdia-se a gravação. Tempos de uma rede telefônica reduzida, com pouca abrangência em Porto Alegre. E, é claro, para outros estados, pior ainda. Para falar com o centro do país, recorria-se a telefonistas que iam fechando o contato entre uma e outra cidade. Vale lembrar que uma ligação para o Rio de Janeiro, a então capital federal, podia demorar – Que inferno! – horas para ser completada.

Nesta realidade, no final da década de 50, começam a chegar gravadores de fita rolo mais portáteis e de marcas norte-americanas e européias. É o italiano Geloso, entretanto, que vai se popularizar entre os radialistas de Porto Alegre. Fabricados em Milão, pela Societá per Azione Geloso, os modelos mais usados por aqui – vários deles considerados semiprofissionais pelo fabricante – possuem, então, até 5 kg de peso e permitem o seu manuseio sem a necessidade de recorrer à rede elétrica, registrando o som em pequenos rolos de fita magnética. E ficam na memória de uma geração de profissionais. Antes dos Geloso, o trabalho dos repórteres dependia da existência de telefones instalados próximos ao entrevistado que tinha de ser convencido a falar para o rádio, visto ainda com boa dose de preconceito, como um veículo de entretenimento mundano. No telefone mais próximo, o jornalista colocava, na maioria das vezes, a fonte no ar ao vivo, em boletins de três a cinco minutos, procurando explorar ao máximo opiniões e informações, valorizando, deste modo, a presença de ambos ao microfone. Portanto, que avanço aqueles “pequenos” Geloso com seus 5 kg, seu microfone de mão, sua bolsa a tiracolo e suas pilhas! Estas últimas, vez por outra, estavam fracas e os repórteres perdiam o material também, mas – Ora bolas! – que diferença mesmo assim, deviam pensar eles.

Exatamente, meu caro Luiz Artur, porque para nós (na época eu trabalhava na Rádio Gaúcha de Porto Alegre) não fazia diferença, pois iriamos atrás de outra reportagem.

Luiz, você me fez voltar no tempo com seu artigo.

Até hoje o gravador, seja Geloso ou não, é um amigo inseparável do radialista.

PARA PENSAR!




Conta-se que um fazendeiro, dono de excelentes cavalos de muita valia, nos trabalhos de sua propriedade rural, recebeu um dia a notícia de que o preferido dele, um alazão forte e muito bonito, havia caído num poço abandonado.
O capataz que lhe trouxe a má notícia estava desolado porque o poço era muito fundo e pouco largo e não havia como tirar o animal de lá, apesar de todos os esforços dos peões da fazenda.
O fazendeiro foi até o local, tomou tento da situação e concordou com seu capataz: não havia mais o que fazer, embora o animal não estivesse machucado!
Não achou que valia a pena resgatá-lo, ia ser demorado e custaria muito dinheiro.
Já que está no buraco - disse ao capataz - você acabe de enterrá-lo, jogando terra em cima dele. Virou as costas, preocupado com seus negócios, e os peões de imediato começaram a cumprir a sua ordem. Cinco homens, sob o comando do capataz, atiravam terra dentro do buraco, em cima do cavalo.
A cada pazada, o alazão se sacudia todo e a terra ia-se depositando no fundo do poço seco. Os homens ficaram admirados com a esperteza do animal: a terra ia enchendo o poço e o cavalo subindo em cima dela!
Não demorou muito e o animal já estava com a cabeça aparecendo na saída do poço; mais algumas pazadas de terra e ele saltou fora, sacudindo-se e relinchando, feliz!
MORAL DA HISTÓRIA
Não aceite a terra que jogam sobre você os que querem enterrá-lo em vida; reaja com confiança, mexa-se, procure o seu espaço, suba sobre essa terra e aproveite para subir cada vez mais, agradecendo os que, pensando feri-lo, estão lhe dando a oportunidade de crescer material e espiritualmente.
Quando pensarem que você "já era", a sua vitória será ainda mais espetacular .
Arrisque! Viver É arriscar. O homem que vai mais longe é o que, em geral, está disposto a fazer e a arriscar.
Autor Desconhecido

FIQUE BEM INFORMADO.

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