segunda-feira, 30 de março de 2015

NA SEMANA SANTA

sábado, 28 de março de 2015

HISTÓRIA DE CURITIBA

 Catedral
Era uma região de floresta exuberante onde reinavam as araucárias. Os nativos tupi-guaranis, que a habitavam região, referiam-se a ela como Curii Tiba, que pode ser traduzido como pinheiral.
No início da Era Cristã, o Planalto Curitibano era habitado por povos ceramistas de tradição Itararé. Casas subterrâneas, encontradas em sítios arqueológicos nos arredores de Curitiba, mostram a adaptação dos nativos às condições adversas do clima, como os ventos frios.
Por época da chegada dos portugueses ao Brasil, o Planalto Curitibano era ocupado por grupos das famílias lingüísticas Jê e Tupi-Guarani.
As primeiras décadas do século 16 marcaram o início de uma guerra de conquista dos europeus contra os povos indígenas que habitavam os planaltos do Sul e Sudeste do Brasil. Eram expedições portuguesas e espanholas em busca de metais e pedras preciosas e índios para escravizar.
Existem relatos de que os campos de Curitiba foram descobertos pela expedição de Pero Lobo, em 1531. Essa expedição bandeirante partiu de Cananéia em busca de ouro e prata na região dos Incas, seguindo uma trilha indígena que passava pelos arredores da atual cidade de Ponta Grossa. A expedição acabou sendo dizimada pelos índios guaranis, nas proximidades de Foz do Iguaçu, durante a travessia do rio Paraná

Em meados do século 16, surgiram as primeiras informações da existência de minas de ouro nos campos de Curitiba, atraindo os primeiros garimpeiros para a região. 
Em 1649, Ébano Pereira, capitão das canoas de guerra da Costa do Sul, comandou uma expedição exploratória para subir os rios e atingir o planalto em busca de ouro. Para isso, recrutou pessoal na Vila de Nossa Senhora do Rosário de Paranaguá. Estabeleceram-se, inicialmente, na margem esquerda do rio Atuba, entre os atuais bairros de Vila Perneta e Bairro Alto. Posteriormente, mudaram-se para um local às margens do rio Ivo, atual centro de Curitiba.
Em 1668, foi autorizada a instalação do pelourinho no povoado. Contudo, as autoridades públicas não foram eleitas para a instalação da justiça. Isso era necessário, pelas leis da época, para que o povoado passasse à condição de vila
Curitiba Debret

quarta-feira, 18 de março de 2015

OLHA A FRENTE FRIA AÍ GENTE!!!

A temperatura deve cair no Paraná na próxima semana logo depois da chegada de uma massa de ar frio no estado. Em Curitiba, a temperatura mínima prevista será de 12 graus na segunda-feira (22). Segundo o meteorologista do Instituto Tecnológico Simepar, Tarcízio Valentin da Costa, a massa de ar chega logo após a passagem de uma frente fria.

O fim de semana deve ser chuvoso. “A massa de ar fria fica na retaguarda da frente (fria)”, afirmou Costa. De acordo com ele, a frente fria passa entre sábado (21) e domingo (22) e traz ventos fortes, além da chuva.
A princípio, mesmo com a frente fria, o tempo esquenta, mas a temperatura diminui logo em seguida. Na segunda-feira, é possível ainda ter alguma nebulosidade. Nos dois casos, Costa ressalta que não há um motivo específico. A massa de ar fria entra pelo Uruguai, passando pela Argentina até chegar na região Sudoeste e Sul do estado.
A chegada da massa de ar fria coincide com a mudança de estação. O outono inicia na próxima sexta-feira (20). Segundo o Simepar, essa estação é de transição entre o período chuvoso do verão e o seco do inverno.
Neste período, a previsão inicial é que as chuvas no estado sigam de forma isolada, com ocorrências principalmente entre os períodos da tarde e noite.
Durante a segunda quinzena de março, as regiões do centro-sul, região metropolitana de Curitiba e o sul do Estado, devem apresentar temperaturas amenas ao amanhecer. Nas outras regiões, as temperaturas mínimas apresentarão uma queda em relação ao verão.

terça-feira, 10 de março de 2015

MULHER INVULGAR

Inezita Barroso foi uma mulher invulgar.
 Rica e bonita, trocou o sucesso fácil como cantora para tentar traduzir em música a alma do povo brasileiro, principalmente aquele que mora no mato.
 Conseguiu de forma notável ao transformar cantigas folclóricas em sucessos de rádio. O escritor Rodrigo Faour, amigo e colaborador, a definia em três palavras: integridade, rebeldia e resistência.

Elas resumem bem a carreira longeva de uma artista que nunca se vendeu e viveu como bem quis.

 Quando iam a seu programa na TV, neo-sertanejos como Daniel tinham que abandonar seus arranjos pop e voltar para a viola caipira da qual ela não abria mão.
 É certo que as fusões são importantes para a vitalidade da música porém, tão importante é ter que alguém não deixe a cultura se desvirtuar por inteiro.

Algo que Inezita Barroso fazia sem se “atrapaiar”.

FIQUE BEM INFORMADO.

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