segunda-feira, 31 de agosto de 2015

INADIMPLÊNCIA

A inadimplência no mercado de crédito brasileiro no segmento de recursos livres subiu a 4,8% em julho, alcançando o patamar mais alto em dois anos, em meio ao cenário de juros elevados e consequente encarecimento dos financiamentos, divulgou o Banco Central nesta quarta-feira (26).
A taxa é a maior desde o mesmo mês de 2013, quando atingiu 4,84%. Em junho, a inadimplência neste segmento, em que as instituições financeiras definem as taxas de juros livremente, havia sido de 4,6%, segundo dado revisado pelo BC.

O crescimento da inadimplência no segmento em julho foi maior entre empresas, com o índice passando a 4,1%, contra 3,9% em junho. Entre pessoas físicas, também houve avanço no período, a 5,4%, contra 5,3%.
A maior inadimplência, que são atrasos acima de 90 dias nos pagamentos de dívidas, tem como pano de fundo o cenário de deterioração do mercado de trabalho, baixo crescimento econômico e inflação acima de 9% no acumulado em 12 meses, muito superior ao centro da meta do governo – de 4,5% pelo IPCA, com margem de dois pontos para mais ou para menos.
Reagindo ao avanço persistente dos preços, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC aumentou a Selic em 0,5 ponto percentual no fim de julho, a 14,25% ao ano, patamar mais elevado em nove anos. Com isso, ainda segundo o BC, a taxa média de juros no segmento de recursos livres manteve trajetória de alta em julho, indo a 44,2% ao ano, novo recorde da série histórica iniciada em março de 2011.
O spread bancário --diferença entre o custo de captação e a taxa efetivamente cobrada pelos bancos ao consumidor final-- seguiu igual toada, indo a 31,4 pontos percentuais no mesmo segmento, ante 30,6 pontos percentuais em junho.
No mês passado, informou ainda o BC, o estoque total de crédito no Brasil subiu 0,3% sobre junho, chegando a R$ 3,111 trilhões, ou 54,5% do Produto Interno Bruto (PIB). Em 12 meses a alta foi de 9,9%.

Endividamento

O BC também divulgou que o endividamento das famílias em junho, dado mais recente disponível, caiu a 45,8, contra 46,1% em maio. O percentual considera o impacto de financiamentos imobiliários. Excluído esse efeito, o endividamento das famílias recuou para 27,1% em junho, contra 27,4% em maio. Já o comprometimento de renda considerando financiamentos imobiliários manteve-se em junho, a 21,9%.

sábado, 29 de agosto de 2015

Quase 100.
Parabéns Chapecó - SC!
, 25/08/2015, nosso município comemorou 98 anos de emancipação político-administrativa.
Chapecó é considerada a Capital do Oeste Catarinense e atualmente possui uma população com cerca de 210 mil habitantes.

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

CEPMF

Descartada no início do ano, a proposta de volta da CPMF, também conhecida como “imposto do cheque”, ganha força no governo para fechar as contas em 2016. Fontes do governo confirmaram que o envio de uma proposta de emenda constitucional ao Congresso Nacional faz parte do conjunto de medidas de aumento de tributos em discussão na elaboração da proposta do Orçamento da União do ano que vem.
Apesar do clima desfavorável no Congresso e na sociedade para um novo aumento da carga tributária, a avaliação é de que a volta do tributo – extinto em 2007, durante o governo de Luiz Inácio Lula da Silva – é indispensável para tirar as contas públicas de um quadro deficitário em 2016, ano em que a economia brasileira continuará em ritmo lento, segundo todas as previsões
Se as medidas de corte dos programas e despesas não tiverem grande alcance para garantir o cumprimento da meta de economia de R$ 43,834 bilhões de 2016, o equivalente a 0,7% do Produto Interno Bruto (PIB), o governo terá de recorrer a uma dosagem maior de aumento da carga tributária.
O rombo previsto – ou seja, a distância entre o que se projeta hoje de receitas e despesas sem novas medidas em comparação à meta de superávit primário de 0,7% do PIB – é superior a R$ 60 bilhões. O valor é maior do que a própria meta, o que mostra que a equipe econômica começou a preparar a proposta de Orçamento partindo de um déficit primário no fim do ano.
O problema é que o corte de programas e despesas obrigatórias que está sendo definido pela Junta Orçamentária (formada por representantes dos Ministérios da Fazenda, Planejamento e Casa Civil) é muito menor que o necessário para fechar as contas. “É preciso ter um Orçamento com mais imaginação e olhar melhor para a natureza do gasto”, disse uma fonte da equipe econômica. Ele deu como exemplo medidas para reduzir as despesas com benefícios como o auxílio-doença e a aposentadoria por invalidez.
Por causa do ambiente de alta instabilidade política, não há definição sobre a conveniência de enviar a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) da CPMF. A proposta está sendo analisada pela presidente Dilma Rousseff. E o governo já tem uma minuta pronta da PEC.

Saúde e educação

A avaliação de pessoas próximas às discussões é de que a medida pode ser aprovada caso os recursos arrecadados tenham destino certo, como, por exemplo, saúde e educação. “Os governos estaduais podem ajudar a aprovar se ela estiver bem detalhada e atendendo a demandas específicas”, disse uma fonte ouvida pela reportagem. O importante é que o dinheiro não seja usado para criar novas despesas.
Ainda não está definido se as propostas fiscais para 2016 serão encaminhadas com o Orçamento. Segundo uma fonte, o governo pode deixar para depois do envio do projeto orçamentário. Algumas medidas já foram anunciadas, como a reforma administrativa e a venda de imóveis da União.
O impasse cresceu nos últimos dias dentro do governo por causa da pouca disposição para aprovar propostas de cortes mais profundos e duradouros nas despesas obrigatórias. A estratégia inicial do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, era a de aprofundar os cortes e as reformas estruturais, mas há uma pressão grande para novas medidas de aumento de impostos para reforçar a arrecadação.
“A conta não vai fechar sem aumento de tributos”, disse um integrante da equipe econômica. Outras alternativas de aumento de tributos estão em análise, entre elas, a possibilidade de envio ao Congresso de proposta para acabar com benefício tributário para a distribuição de Juros de Capital Próprio para as grandes empresas.

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

sábado, 24 de maio de 2008

Os Festivais da MPB

Nós daqui podíamos assistir a tudo ou, como a maioria do povo, ouvir pelo radinho. Entao, cada "Festival da MPB" da Record(1) sempre era uma grande cobertura e marcou época também no nosso rádio paranaense. Cobríamos da maneira que dava, e sempre dávamos um jeitinho. Na quinta-feira, eu e o Carlos Rocha íamos para São Paulo acompanhar os ensaios no Teatro para estar seguro na transmissão do sábado. Assim conheci "Os Mutantes", com a Rita Lee carregando instrumentos nas costas para os ensaios. Reencontrei Elis Regina, aquela menina lá do Rio Grande do Sul, vi Jair Rodrigues nos primórdios, e tantos outros. A cobertura, bem..., não havia celular, muitos menos satélite. Era tudo feito com raça, coragem e determinação.

(1) Na década de 1960 começam os chamados "Anos Dourados" da emissora que tornou-se líder na audiência. A partir de 1965 a emissora volta suas atenções à MPB e alcança grandes índices de audiência. Programas como "O Fino da Bossa" de Jair Rodrigues e Elis Regina, Os "Festivais da MPB" vindo da TV Excelsior, e "Jovem Guarda" de Roberto Carlos tinham como objetivo divulgar a música brasileira. Torna-se muito popular na época os Festivais da Música opular Brasileira. Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/TV_Record

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Medicamento controverso

Um medicamento controverso para tratar o baixo desejo sexual em mulheres foi aprovado nesta terça-feira (18) pela agência responsável por regulamentar alimentos e remédios nos Estados Unidos, mas com uma advertência sobre os efeitos colaterais potencialmente perigosos.

A agência FDA rejeitou duas vezes a droga “flibanserin”, produzida pela companhia privada Sprout Pharmaceuticals.
 A decisão atual foi tomada depois que um painel consultivo concluiu em junho que o medicamento deveria ser aprovado junto a medidas rigorosas para garantir que os pacientes estejam plenamente conscientes dos riscos.

O medicamento será vendido sob o nome comercial Addyi.

 Ele foi apelidado de “viagra feminino” em reportagens na mídia, mesmo que não funcione como a pílula masculina Viagra, da Pfizer, que em 1998 se tornou a primeira droga aprovada para a disfunção erétil.

domingo, 16 de agosto de 2015

Diminuir a velocidade nas ruas para reduzir a gravidade de acidentes de trânsito é uma prática adotada em muitos países e que está começando a ganhar espaço nas cidades brasileiras. O assunto entrou em debate, com força, desde que a prefeitura de São Paulo baixou, no mês passado, a velocidade máxima nas marginais Tietê e Pinheiros. Nas pistas que permitiam 90 km/h, agora as placas indicam 70 km/h. E onde era 70 km/h só pode até 50 km/h.


A discussão ficou centrada na possibilidade de a medida causar ainda mais congestionamentos e lentidão na cidade que tem o trânsito mais caótico do país. Mas não é bem assim, defende Ailton Brasiliense, assessor do Departamento Nacional de Trânsito e presidente da Associação Nacional de Transportes Públicos.
Ele argumenta que um tráfego que flui melhor, mesmo mais devagar, permite que os motoristas completem o trajeto em tempo semelhante, com menos riscos de contratempos. É a paráfrase da torneira e do ralo, quando o volume precisa respeitar a capacidade de vazão. “Ou seja, fazer sair mais água, em menos tempo, não vai fazer tudo fluir. Vai empoçar, encher a pia. O mesmo acontece com o trânsito”, compara. Com a diferença que as moléculas da água, ao contrário dos carros, se adaptam em qualquer espaço. Sendo assim, mais velocidade em uma via incompatível terminaria, entre outros problemas, apenas por potencializar os danos em caso de acidente.
Além disso, Brasiliense lembra que as pequenas colisões – aquelas que não causam feridos, apenas estragos materiais – também complicam o trânsito. Nas marginais paulistanas, por exemplo, um carro sinistrado na pista por alguns minutos já é suficiente para provocar longos congestionamentos. Apesar das vantagens apontadas para a redução em larga escala das velocidades nas vias, o assessor conta que não há planos do Departamento Nacional de Trânsito ou mesmo do Conselho Nacional de Trânsito, órgãos que regulam o setor, de tomar a dianteira nessas decisões. É que a regulamentação das velocidades nas ruas cabe às cidades.
Um dos motivos que levaram São Paulo a comprar a briga com os velocímetros foi o número de mortes no trânsito. Depois de dois anos em queda, em 2014 a quantidade voltou a subir.
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sábado, 15 de agosto de 2015


Equilíbrio. Nem tanto, nem tão pouco



... roubando-nos o ponto de equilíbrio, esgarçando os limites entre certo e errado, lícito e ilícito, ético e não ético. Tal falta de parâmetros claros e a deterioração dos valores, descambam na delinquência, no desapresso pelo outro...

Sinuca.

Perdida entre os adultos que ainda não são e as crianças que já deixaram de ser, nossa juventude se desencontra nas incertezas de uma sociedade dúbia, inconstante e novidadeira. Costumes teleguiados por modismos colocam a civilização a mercê da ditadura dos interesses da grande mídia, das mil e uma teorias e invencionices que inspiram pais e educadores esquecidos, de que entre a teoria e a prática, está a vida real, onde não há receita pronta, panaceia miraculosa, alquimia ou manual de instruções.

Antes tudo era proibido, escondido dos "pequeninos". Hoje é tudo permitido, dito, explicitado. Antigamente, plena opressão. Agora, ampla permissividade. Nefasto maniqueísmo nos pôs em extremos diametralmente opostos, roubando-nos o ponto de equilíbrio, esgarçando os limites entre certo e errado, lícito e ilícito, ético e não ético. Tal falta de parâmetros claros e a deterioração dos valores, descambam na delinquência, no desapresso pelo outro, exacerbando o egoísmo e o egocentrismo que vem norteando o artificio das relações humanas.

De há muito, a sabedoria popular alerta: "tudo demais são sobras". E Paulo aos coríntios: "Tudo me é lícito mas nem tudo me convém". Sem puritanismo ou falso moralismo. Está na hora de acordarmos nosso discernimento, recuperando o equilíbrio sem o qual, seremos soterrados nesse "projeto ribanceira" em que foi transformada a vida (dita) moderna.

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

AOS INTERESSADOS.
O livro PERFUME DE MULHER pode ser adquirido diretamente na Loja Virtual do Instituto Memória.
Para mais informações clique
http://www.institutomemoria.com.br/detalhes.asp?id=298
Desde já o editor e o autor agradecem.

Poesia é a forma inspirada de comunicação através de versos. A poesia nos permite expressar ideias e exprimir sentimentos.
institutomemoria.com.br|Por Luis Hervatin

domingo, 9 de agosto de 2015

Utilidade Pública

A maioria dos curitibanos não sabe utilizar o Sistema Único de Saúde (SUS). A constatação é de uma pesquisa realizada pelo Hospital Universitário Cajuru (HUC) no primeiro trimestre de 2015, que mostrou que 81% dos usuários não sabe diferenciar as funções que cada instituição de saúde exerce no SUS. O desconhecimento sobre as possibilidades de atendimento prejudica pacientes e o próprio sistema, uma vez que algumas instituições ficam congestionadas porque absorvem demandas de outras unidades.

De acordo com a pesquisa, uma das situações mais frequentes são de pacientes que, ao apresentarem dores crônicas, buscam atendimento imediato nos Prontos-Socorros de hospitais, quando o correto seria procurar uma Unidade Básica de Saúde (UBS), na qual um clínico geral encaminharia para atendimento com médico especialista.
Outro comportamento comum entre usuários do SUS é a procura por instituições de saúde mais próximas de onde residem, e não pela funcionalidade e atribuição de cada ponto de atendimento – a pesquisa apontou que 98% dos entrevistados fazem isso.
Para esclarecer as dúvidas mais comuns dos usuários do SUS, o HUC elaborou uma cartilha com instruções sobre que tipo de serviço de saúde procurar de acordo com o problema apresentado, confira alguns trechos:

SUS sem dúvidas:

Quais são os diferentes pontos de atendimento de serviços de saúde em Curitiba?

Unidade Básica de Saúde (UBS)

Também conhecidas como “postinhos de saúde”, essas unidades são responsáveis pelos cuidados contínuos; promoção de campanhas de prevenção e vacinas; atendimentos gerais para gestantes, crianças e adultos; agendamentos de consultas com especialistas – tanto em ambulatórios especializados quanto em ambulatórios de hospitais que atendem ao SUS. O SUS em Curitiba conta com 109 UBS.

Unidade de Pronto Atendimento (UPA)

As UPAs oferecem assistência 24 horas por dia para casos clínicos de urgência e emergência – como pedras nos rins, dificuldades respiratórias, convulsões, dor abdominal e no peito, entre outros. Curitiba possui nove unidades desse tipo nos seguintes bairros: Fazendinha, Alto da Glória, CIC, Pinheirinho, Campo Comprido, Boa Vista, Cajuru, Boqueirão e Sítio Cercado.

Prontos-Socorros

Unidades destinadas à assistência a pacientes com ou sem risco de vida, cujos agravos necessitam de atendimento imediato. Pode ou não ter internação. Todos os hospitais com pronto-socorro ou pronto-atendimento devem contar com a classificação internacional de Manchester para determinar o risco da situação do paciente. Quem recebe uma classificação “vermelha” não fica na fila e vai direto para atendimento, caso de pessoas com parada cardiorrespiratória ou inconscientes.

Em casos de emergência, quem devo chamar?

A pesquisa encomendada pelo HUC revelou que 75% dos entrevistados desconhece números de atendimento do SAMU ou SIATE e não sabe para quem pedir ajuda em situações de urgência ou emergência.
Em casos de urgência, deve-se acionar o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) ou o Sistema Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência (SIATE). São eles os canais pré-hospitalares responsáveis pelo encaminhamento dos pacientes para a instituição de saúde mais adequada.

SAMU

Acionado pelo número 192, realiza os primeiros atendimentos de urgência e emergência e transporta o paciente para a unidade de saúde. Durante o trajeto, orienta a equipe do hospital que irá receber o paciente.
Chame o SAMU para casos de complicações respiratórias e cardíacas, queimaduras graves, crise de hipertensão, intoxicações graves, trabalhos de parto e convulsão.

SIATE

Acionado pelo número 193, presta atendimento de urgência e emergência para vítimas de traumas, como acidentes de trânsito e violência. É um serviço vinculado a Central de Operações do Corpo de Bombeiros.
Chame o SIATE para socorrer vítimas de acidentes de trânsito, casos de afogamento, de ataques de animais, choques, quedas e ferimentos provocados por arma de fogo ou branca.

Como faço para marcar consulta médica?

O paciente que necessitar de consulta médica com especialista deve procurar a Unidade Básica de Saúde mais perto de sua casa. Lá, será avaliado e encaminhado para os serviços que ofertem o atendimento especializado indicado.

sábado, 8 de agosto de 2015




Ser pai

Ser pai é ter compromisso.
E usar como artifício.
O seu jeito de amar.
É sentir muita alegria.
De estar em sintonia.
Como a areia e o mar.
Ser pai é um presente.
Que alegra e deixa contente.
A nação do mundo inteiro.
É como uma árvore atrativa.
Que dá fruto e cativa.
Lá no centro do canteiro.
Ser pai é a convicção.
De ter a preocupação.
De o filho ser vencedor.
No caráter e na verdade.
Manter sempre a humildade.
Cultivando sempre o amor.
Ser pai é perder o sono.
É sentir um cão sem dono.
Quando o filho está distante.
Mas que sempre trabalha duro.
Para garantir o futuro.
E o filho ser importante.
Ser pai é o extremo.
No mundo em que vivemos.
Nesse planeta sem brilho.
Com trabalho estressante.
Mas tem momentos marcantes.
Que são os abraços do filho.
Ser pai é um enredo.
Mas que não retrata o medo.
E tem alegria de monte.
É como um final de novela.
Seguindo num barco a vela.
A procura do horizonte.
Ser pai é acordar cedo.
E construir um brinquedo.
Com madeira e verniz.
Uma boneca ou um pião.
Uma pipa ou caminhão.
Só pra ver o filho feliz.
Pai tem que ser amado.
Além de tudo respeitado.
Do fundo do coração.
Pai é uma sensação gostosa.
Uma coisa maravilhosa.
Que não tem explicação.

FIQUE BEM INFORMADO.

Leia mais: Hoje é dia de que? Datas comemorativas • A arte da vida. Apon HP. Literatura para pensar e sentir http://www.aponarte.com.br/p/hoje-e-dia-de-que-e-amanha_09.html