domingo, 29 de novembro de 2015

Para matar um grande amor

sábado, 28 de novembro de 2015


Curitiba - Carrotiba 

Gralha-azul

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Como ler uma caixa taxonómicaGralha-azul
Gralha-azul.jpg

Estado de conservação
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Passeriformes
Família: Corvidae
Género: Cyanocorax
Espécie: C. caeruleus

Nome binomial
Cyanocorax caeruleus
(Vieillot, 1818)

Distribuição geográfica
CyanocoraxCaeruleusHabitat.jpg
A gralha-azul (Cyanocorax caeruleus) é uma ave passeriforme da família dos corvídeos, com aproximadamente 40 cm de comprimento, de coloração geral azul vivo e preta na cabeça, na parte frontal do pescoço e na superior do peito. Machos e fêmeas tem a mesma plumagem e aparência embora as fêmeas em geral sejam menores.
Embora se diga que seu habitat é a floresta de araucárias do sul do Brasil, por força da dieta composta de insetos, frutos e pequenos invertebrados, esta ave não tem dependência restrita dessas florestas e sua área de distribuição abrange desde o sul do Estado do Rio de Janeiro para o sul, até o Estado do Rio Grande do Sul, sendo frequente na Mata atlântica da Serra do Mar.
As gralhas-azuis são aves muito inteligentes só suplantadas pelos psitacídeos. Sua comunicação, bastante complexa, consta de pelo menos 14 termos vocais (gritos) bem distintos e significantes. Gregárias, as gralhas-azuis formam bandos de 4 a 15 indivíduos hierarquicamente bem organizados, inclusive com divisão de clãs, bandos estes que se mantêm estáveis por até duas gerações.
No período reprodutivo que se inicia em outubro e se prolonga até março, todos os indivíduos colaboram na construção de ninhos nas partes mais altas das mais altas árvores, preferencialmente na coroa central da araucária, quando lá existente. No ninho feito de gravetos, de cerca de 50 cm de diâmetro, em forma de taça, são postos 4 ovos, em média.
A gralha-azul é o principal animal disseminador da araucária uma vez que, durante outono, quando as araucárias frutificam, bandos de gralhas laboriosamente estocam os pinhões para deles se alimentar posteriormente.
Neste processo, as gralhas-azuis encravam fortemente os pinhões no solo ou em troncos caídos no solo, já em processo de putrefação, ou mesmo nas partes aéreas de raízes nas mesmas condições, local propício para a formação de uma nova árvore.
No folclore do estado do Paraná atribui-se a formação e manutenção das florestas de araucária a este pássaro, como uma missão divina, razão porque as espingardas explodiriam ou negariam fogo quando para elas apontadas. Além disso, a ave, que como dito anteriormente está associada à Mata das Araucárias e sendo o estado famoso pelo bioma, é um dos símbolos do Estado do Paraná, segundo a Lei Estadual n. 7957 de 1984 que a consagra como "ave símbolo" deste estado.
Como a floresta das araucárias tenha sido reduzida a cerca de 4% do que fora antes, a perpetuidade desta espécie de aves é vista com preocupação.

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Quem passou pela vida e não sofreu,apenas passou pela vida,não viveu!

Porque sorrir faz bem pra alma.!!!
Gratidão ao poder superior, as pessoas incríveis que estão ao meu lado, me acolhendo com tanto respeito e carinho, sou grata, por está força divina que me faz seguir em frente, todos os dias e vencer os desafios da vida.

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

cleusa virginia farias

“HOMENAGEM PÓSTUMA AO RIO DOCE”
... assassinado há uma semana pela lama tóxica despejada pelo rompimento da barragem da mineradora Samarco.

“Lira Itabirana”, Carlos Drummond de Andrade, 1984
I
O Rio? É doce.
A Vale? Amarga.
Ai, antes fosse
Mais leve a carga.
II
Entre estatais
E multinacionais,
Quantos ais!
III
A dívida interna.
A dívida externa
A dívida eterna.
IV
Quantas toneladas exportamos
De ferro?
Quantas lágrimas disfarçamos
Sem berro?

* ‘Nilo brasileiro’. Vista aérea do Parque Florestal Estadual do Rio Doce, na região sudoeste de Minas Gerais, cortado pelo rio que foi completamente poluído há dez dias, ao receber rejeitos químicos da mineradora Samarco – Foto: Ana Branco
http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/feira-livre/rio-doce-sobrevive-nas-poesias-cronicas-romances-e-cancoes/



terça-feira, 24 de novembro de 2015

Voos de Natal e Ano Novo serão até 80% mais caros




As viagens de avião para aproveitar as festas de fim de ano estão pesando no bolso dos brasileiros, principalmente se o destino for cidades do Nordeste e capitais turísticas. Levantamento do site Decolar mostrou que o aumento médio do bilhete para embarques entre os dias 20 e 31 de dezembro chega a 80% em média, sobre o valor no cobrado no mesmo período do ano passado. Esse é o caso de Natal (RN), por exemplo. Para Porto Seguro, a alta é de 60%; nos voos para Salvador e Recife, o preço do bilhete subiu 54%. Viajar para Fortaleza está custando 45% mais caro, para Florianópolis 41% e para o Rio, 35%.
Os preços também estão bem mais salgados nas viagens para fora do país para aquela época do ano. As altas mais expressivas foram nos voos para Buenos Aires, de 41%; para Santiago, com elevação de 24% e Lisboa, com alta de 22%. Miami e Nova York são exceções, com quedas de 14% e 11%, respectivamente, nos preços das passagens. O levantamento foi feito com base nas vendas de passagens e pacotes para embarque entre os feriados de Natal e de Ano Novo. Os destinos citados estão entre os mais procurados no mercado doméstico e internacional, segundo o site Decolar.
“De uma maneira geral, podemos observar que, mesmo com as diversas promoções durante o ano, para alta temporada a maioria dos destinos apresentou um aumento no ticket médio”, informou o site.

Para evitar aviões vazios e prejuízos na certa, as empresas intensificaram as promoções fora da temporada e, com isso, os preços dos bilhetes caíram em média 30% entre janeiro e outubro, no cômputo geral. No IPCA-15, divulgado na última quinta-feira, os preços recuaram em média 5,36% em relação a outubro. Para novembro, ainda é uma incógnita, disse Oliveira, mas, em dezembro, a inflação das passagens deve voltar a subir em média 7%.
Para minimizar os prejuízos, agravados com a alta do dólar, as empresas intensificaram os cortes de voos, principalmente nos últimos meses, e a tendência é que ação resulte em aumento de preços, com o início da alta temporada. Segundo informações da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), neste mês TAM, Gol e Azul fizeram ao todo 16 solicitações de redução de voos no mercado doméstico e internacional. E o ano pode fechar com prejuízo histórico no setor.

Porque isso acontece?

Muitas vezes o custo da passagem aérea para voos dentro do Brasil custa mais do que as de voos para o exterior, mas por que isso acontece?
Um motivo apontado pela Associação Brasileira das Empresas Aéreas (ABEAR), é o preço do querosene de aviação (QAV). O combustível é o item que corresponde ao maior custo das companhias aéreas. No Brasil, seu preço é pelo menos 12% mais caro do que a média internacional. A diferença, entretanto, pode ultrapassar 50%, dependendo da situação. Isso compromete a competitividade das companhias brasileiras frente às concorrentes estrangeiras. Com isso também o turismo e todos os deslocamentos aéreos dentro do país são prejudicados, uma vez que torna as viagens domésticas proporcionalmente mais caras do que as internacionais.
Em razão de acordos da aviação global, o combustível que é utilizado nos voos que ligam as cidades brasileiras às do exterior, e vice-versa, é isento de tributos. Isso vale tanto para as aéreas nacionais quanto para as estrangeiras. A fórmula de precificação adotada no país, todavia, faz com que esse preço-base do insumo vendido aqui tenha o patamar 12% superior à média internacional. A diferença é explicada pelo câmbio. “A maior parte do QAV consumido pelas companhias brasileiras é produzido localmente. No entanto, os valores são corrigidos pelo mercado internacional, com cotações em dólar. Com a valorização da moeda americana, esse custo fica ainda mais alto”, explica Maurício Emboaba, consultor técnico da ABEAR.
Já nos voos domésticos, cuja operação é realizada exclusivamente por companhias do próprio país (como acontece em todo o mundo), taxas e tributos aumentam muito o preço final do combustível, tornando-o mais de 50% mais caro que a média internacional. Como o insumo tem um peso muito grande na estrutura de custos do setor, isso impacta diretamente o valor das passagens. “As companhias nacionais pagam ICMS, PIS, COFINS, entre outros. No Brasil, aproximadamente 40% do valor da passagem é para cobrir custos do QAV”, explica o consultor da ABEAR. “Se consideradas distâncias semelhantes, por exemplo, São Paulo-Buenos Aires e São Paulo-Fortaleza, para as quais são necessárias quantidades equivalentes de combustível, a tendência é que na rota doméstica os bilhetes sejam mais caros por causa da tributação”, conclui Emboaba

segunda-feira, 23 de novembro de 2015



Sr. Editor, peço que publique no site o processo seletivo que beneficiará novos autores.
Segue abaixo um breve release.
Obrigado, Isaac Almeida, Vivara Editora Nacional



Concurso Nacional Novos Poetas. Prêmio Poetize 2016

Estão abertas as inscrições para o Concurso Nacional Novos Poetas, Prêmio Poetize 2016.
Podem participar do concurso todos os brasileiros natos ou naturalizados, maiores de 16 anos.
Cada candidato pode inscrever-se com até dois poemas de sua autoria, com texto em língua portuguesa.
O tema é livre, assim como o gênero lírico escolhido. Serão 250 poemas classificados.
A classificação dos poemas resultará no livro, Prêmio Poetize 2016. Antologia Poética.
Concurso Literário e uma importante iniciativa de produção e distribuição cultural,
alcançando o grande público, escolas e faculdades.
Inscrições gratuitas até 05 de dezembro de 2015, pelo site: www.premiopoetize.com.br
Realização: Vivara Editora Nacional

domingo, 22 de novembro de 2015

LIVRO NOVO.
Ubiratan Lustosa.
Hélio Puglielli e Anthony Leahy tiveram a ideia de reunir num livro e ao seu lado diversos autores contando em crônicas as suas vivências em Curitiba. Confirmando o dito popular que preceitua “quem tem padrinho não morre pagão” esses dois estimados amigos me brindaram com o honroso convite para participar dessa publicação contando algum dos meus causos vividos nesta cidade em que nasci e tanto amo. Escrevi MEMÓRIAS DE UM GINASIANO.
Será terça-feira, 25, 19h no Palacete dos Leões o lançamento do livro CURITIBA QUE EU VIVI.
O Instituto Memória, o Centro de Estudos da Contemporaneidade e o BRDE – Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo-Sul estão convidando para o grande evento em que serão lançadas mais 13 obras, entre Jurídicas e Literárias.
Desejo sucesso para autores e editores ao mesmo tempo em que agradeço a Anthony Leahy e Hélio Puglielli a confiança com que me honraram colocando-me ao lado de excelentes escritores.
Envio um grande abraço para todos.


terça-feira, 17 de novembro de 2015

A lista das 100 músicas mais tocadas nas rádios brasileiras atualmente mostra que o cardápio dificilmente poderia ser mais restrito.


Só para começar: são 76% de sertanejo (contra 13% de outros gêneros nacionais e 11% de músicas de outros países). Todas as letras falam de um mesmo tema: relacionamento entre homem e mulher. E as mulheres não têm muita vez: apenas em seis casos a voz principal, que conta a história, é feminina.
Dentro do tema do relacionamento, o ângulo também não varia muito. São basicamente três hipóteses: o sujeito está completamente apaixonado por uma mulher ideal (a típica música romântica); ou foi abandonado por ela e lamenta a perda (a típica música de dor de corno); ou está solteiro e na balada, dizendo a plenos pulmões que pega todas e bebe até cair.
A reportagem baseou a lista das mais tocadas num software que acompanha a programação de 95% das rádios brasileiras e que faz a lista das mais tocadas mensalmente, o Spybat. Comparando com as rádios populares de maior audiência de Curitiba, o resultado é bastante semelhante. Em Curitiba, aliás, o software afirma monitorar 23 FMs, 2 AMs e três rádios web.



Hedonismo

A mais tocada do mês de setembro (última atualização disponível do sistema) dá uma amostra da mistura de “farra, bebida e mulher” que marca a programação. “Pensa num trem doido que é gostoso/Hoje não tem choro nem migué/Se essa sapequinha cair na minha lagoa hoje eu sou jacaré”, começa a letra de “Sapequinha”, de Eduardo Costa. A segunda mais tocada segue na mesa linha. “Tô namorando todo mundo/99% anjo, perfeito/Mas aquele 1% é vagabundo”, cantam Marcos e Belutti em “Aquele 1%”.
A seguir vêm várias letras românticas, todas com mais uma característica em comum: cantadas na primeira pessoa. Nunca se fala da história de terceiros, por exemplo. É sempre o cantor o personagem principal de um drama que não muda muito. “Prepare a nossa cama põe vinho no gelo/Que eu quero brindar pra esquecer/Esses dez minutos longe de você”, dizem Victor e Léo na quarta mais tocada. “Com a velha calça jeans/Na TPM unha por fazer/Mesmo de mal de mim/Eu vou estar com você” diz Lucas Lucco em “Quando Deus Quer”, a número seis da lista.
Apesar do domínio sertanejo, em geral os “clássicos”, como Chitãozinho e Xororó e Zezé di Camargo e Luciano estão bem para trás na lista. A geração de Fernando e Sorocaba e Michel Teló é que domina. Talvez por ter se adaptado melhor ao esquema desejado pelas rádios, que mistura o gênero “violeiro” com um gosto pela balada urbana. “É dia 10 e o que é que aconteceu?/Papai recebeu, papai recebeu/Eu tô patrão, hoje eu tô pagando tudo/Avisa que o after vai ser no apartamento superluxo”, cantam Fernando e Sorocaba em “Dia Dez”.


O sertanejo “clássico” aparece quando o personagem quer dizer que está triste. Aparece, nesses casos, sob o codinome “modão”. “Tô na solidão, ouvindo modão/Eu só sei sofrer, pensando em você”, dizem Guilherme e Santiago em “Meia-Noite e Meia”. “Rapaz, você aí na rádio, tá de brincadeira/Tá tocando só modão chonado a noite inteira”, dizem Fernando e Sorocaba em “O Cara da Rádio”.
A primeira música nacional sem ser sertaneja é também a primeira cantada unicamente por uma mulher. “Deixa Ele Sofrer”, de Anitta, mostra também uma diferença das músicas cantadas por homens e mulheres. Enquanto eles prometem se acabar, elas, mesmo funkeiras, às vezes preferem prometer um certo resguardo. “Pode implorar meu prazer/Que eu não vou me arrepender/Eu não sou tão fácil assim/Já acabou pra mim”, diz a letra.

Objetificação da mulher

Em algumas letras é muito clara a intensão dos músicos em, a partir de um estereótipo, fazer da mulher mero objeto de uso e descarte. É quase como se elas fossem uma lata de cerveja: enquanto se tem o líquido ali é a melhor coisa do mundo, mas depois de consumida torna-se inutilizável.
A letra cômica a partir da objetificação é também uma forte característica. Exemplo é a música “Made in Roça”, de Loubet, que sentencia: “Você é muito areia pra aquela carroça./Tá viciada na pegada made in Roça.”
Na lista há espaço até para canções que conotam violência contra a mulher ( e a tratam com uma banalidade suficiente e indigesta). É o caso de “O Defensor”, da dupla Zezé di Camargo & Luciano, que diz “Eu vim pra te buscar, eu vou te amar/E onde ele bateu, eu vou te beijar.”

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Absolutamente certo! Valeu Wasyl.

Sou totalmente contra os absurdos ataques na França e seu povo. Mas, pra mim, antes que varram para debaixo da rampa do palácio do planalto, vou lembrar da foto de Claudia Lopes Borio e os acontecimentos de Mariana, onde o povo está nas ruas, sem casa, com fome e sem água. Brasileiros, diante da tragédia internacional, não esqueçamos a nossa, brasileira.

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Exageros à parte

A decisão da Organização Mundial de Saúde (OMS) de colocar a carne processada na lista de substâncias que provocam câncer praticamente dividiu o mundo em dois times: os que defendem o bacon e os que são contrários a ele. Exageros à parte, o consenso entre a comunidade médica é que o problema das carnes processadas e da carne vermelha – que foi classificada como “provavelmente cancerígena” – não está no consumo em si, mas no excesso.




“Qualquer substância é uma droga potencial. O segredo é a quantidade consumida. Só espero que não ocorra agora o mesmo que aconteceu com o ovo, condenado nos anos 80 e agora absolvido”, diz o médico Beny Schmidt, chefe do Laboratório de Patologia Neuromuscular da Unifesp. Ele ainda ressalta que muitos desses alimentos, em especial as carnes vermelhas, têm alto valor nutricional e são historicamente importantes para a dieta humana.
De acordo com a médica Andrea Pereira, nutróloga especialista em oncologia do Hospital Albert Einstein de São Paulo, as sociedades brasileira e americana de oncologia recomendam um consumo de até meio quilo de carne vermelha por semana (100 gramas por dia), já que elas são ricas em proteínas, ferro e vitamina B12. Já as processadas, pela grande quantidade de conservantes e de sal, devem ser consumidas em quantidades menores.
“O que sempre recomendamos é manter uma alimentação saudável, que mescle carne vermelha com peixes, ovos e vegetais. Enfim, o mais indicado é equilibrar todos esses alimentos ao longo da semana”, resume a especialista.




Os estudos da OMS apontaram que o o consumo diário de 50 gramas de carne processada por dia – o equivalente a duas fatias de bacon –amplia em 18% o risco de câncer colorretal. No caso da carne vermelha, o consumo diário de 100 gramas amplia em 17% o risco de se desenvolver a mesma

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Algumas datas importantes do Rádio







É feita a primeira transmissão de rádio em cadeia no mundo, envolvendo a WEAF e a WNAC, de Boston.
No dia 30 de novembro é criada a Sociedade Rádio Educadora Paulista - PRA-E.

        1931 - É fundada a PRB 9 - Rádio Record de São Paulo.
No início dos anos 30 o Brasil já tinha 29 emissoras de rádio, transmitindo óperas, músicas e textos instrutivos.
        1932 - O Governo de Getúlio Vragas autoriza a publicidadee em rádio.
Ademar Casé  estréia seu programa na Rádio Philips. Casé (avô da atriz Regina Casé) criou o 1º jingle do rádio brasileiro: "Oh! Padeiro desta rua/Tenha sempre na lembrança/Não me traga outro pão/Que não seja o pão Bragança..."



Assis Chateaubriand inaugura em 25 de setembro a PRG-3, Rádio Tupi do RJ.

O ano de 1936 marca também a estréia no rádio de Ary Barroso . Um polêmico narrador esportivo que tocava gaita quando narrava os gols. Tornou-se uma das mais importantes figuras do Rádio. Começou na Rádio Cruzeiro do Sul, do Rio de Janeiro. Apresentador de vários programas de sucesso e compositor da música "Aquarela do Brasil", entre outras.
        1938 - Início da televisão na Rússia.
No dia das bruxas, a rádio americana CBS, apresenta o programa "A Guerra dos Mundos", com Orson Welles, que simula uma invasão de marcianos aos Estados Unidos. O realismo era tamanho que uma onda de pânico tomou conta do País. O locutor anunciava: "Atenção senhoras e senhores ouvintes... os marcianos estão invadindo a Terra...".  A emissora teve que interromper a transmissão tamanha foi a confusão.
Também em 1938 acontece a primeira transmissão esportiva em rede nacional no Brasil, na Copa de 38, por Leonardo Gagliano Neto, da Rádio Clube do Brasil do RJ.
        1939 - O americano Edwin Armstrong inicia operação da primeira FM em Alpine, New Jersey.
Almirante  ("a maior patente do rádio!") chamava-se Henrique Foréis Domingues. Fez sucesso nas décadas de 30 e 40. Criou o primeiro programa de auditório do rádio barsileiro, chamado "Caixa de Perguntas". Em 1939, na Rádio Nacional.
        1941 - Em 12 de julho, começa a transmissão da primeira rádio novela do País, que foi apresentada durante cerca de três anos, pela PRE-8, Rádio Nacional do RJ.  Era a novela "Em Busca da Felicidade" . A seguir foi a vez de "O Direito de Nascer".
Na década de 40 entra no ar o primeiro jornal falado do rádio brasileiro:  o "Grande Jornal Falado Tupi", de São Paulo.
Surge o noticiário mais importante do rádio brasileir: o "Repórter Esso".  A primeira transmissão aconteceu às 12h45min do dia 28 de agosto de 1941, quando a voz de Romeu Fernandez anunciou o ataque de aviões da Alemanha à Normandia, durante a 2ª Guerra Mundial.  O gaúcho Heron Domingues marcou a história do rádio apresentando durante anos o "Repórter Esso". Em São Paulo a transmissão era feita pela Record PRB-9.
O humorista Chico Anysio começou no rádio, na década de 40, produzindo e apresentando programas, entre eles o "Rua da Alegria", na Rádio Tupi do Rio de Janeiro.
        1942 - Abelardo Barbosa (Chacrinha) surgiu no final dos anos 30, na PRA-8 Rádio Clube de Pernambuco. Em 1942 ele foi para a Rádio Difusora Fluminense. A partir de então ficou conhecido como Chacrinha, pois a emissora ficava numa chácara em Niterói. É criado o "Cassino do Chacrinha".  Em 1959 o "Velho Guerreiro" estréia na Televisão.

Num dia 1º de abril, em algum ano próximo à Copa de 1950, o locutor esportivo Geraldo José de Almeida, da Rádio Record, irradia um jogo inteiro do time do São Paulo, que estava excursionando pela Europa. No final da partida um resultado que chocou os torcedores: o São Paulo havia perdido por 7 X 0.   No dia seguinte a Rádio Record anuncia que tudo não passou de uma farsa. O jogo nem tinha acontecido. Era brinacadeira do dia da mentira.

        1951 - É inaugurada a TV Tupi do Rio de Janeiro.
        1953 - A cantora Emilinha Borba, que começou na Rádio Cruzeiro do Sul, foi consagrada a "Rainha do Rádio", na Rádio Nacional, em 1953.





        1967 - Criado no dia 25 de fevereiro o Ministério das Comunicações.

FIQUE BEM INFORMADO.

Leia mais: Hoje é dia de que? Datas comemorativas • A arte da vida. Apon HP. Literatura para pensar e sentir http://www.aponarte.com.br/p/hoje-e-dia-de-que-e-amanha_09.html