quinta-feira, 30 de junho de 2016


Bolsa que tranca celular durante shows já está sendo usada nos EUA

Redação Bonde

O vício em smartphones e em redes sociais é coisa séria e atrapalha muita gente no trabalho e até mesmo nas horas de lazer. Pensando nisso, muitos artistas nos Estados Unidos já estão pedindo que os fãs deixem os aparelhos de lado durante seus shows. O objetivo não é só evitar que músicas inéditas vazem, mas também impedir que o público fique concentrado só na telinha e deixe de aproveitar o momento.


Recentemente, Adele interrompeu duas apresentações para pedir que as pessoas parassem de filmar. "Isso não é um DVD, é um show de verdade. Eu gostaria que você curtisse o meu show porque tem várias pessoas do lado de fora que não puderam entrar", disse a cantora em uma das ocasiões. Mas as medidas já vão muito além de simples pedidos e uma bolsa especial foi criada para evitar esse tipo de situação.

Funciona assim: ao entrar no show, você recebe uma bolsa de borracha chamada Yondr, onde seu celular fica trancado durante todo o tempo, mas sempre com você. Se o aparelho tocar e você precisar atender, poderá ir até um dos seguranças para que ele destranque a bolsa e, quando terminar de falar, ela será lacrada de novo.

Reprodução/ overyondr.com/
Reprodução/ overyondr.com/


Até agora, a bolsa foi usada durante o ensaio do comediante Chris Rock para o Oscar deste ano e nos shows de Alicia Keys, The Lumineers e Dave Chappelle, todos nos Estados Unidos. O público reagiu bem à invenção e não houve nenhum conflito ou protesto.

O criador da Yondr, Graham Dugoni, teve a ideia quando presenciou uma cena bem chata em um festival de música: um cara estava dançando completamente bêbado e dois desconhecidos filmaram e postaram no Youtube. "Se um cara não consegue ir a um show para se soltar, que tipo de interações sociais estamos tendo em apresentações desse tipo?", questiona Dugoni no site da Yondr.

De acordo com uma pesquisa realizada pela operadora T-Mobile, só nos Estados Unidos, 47% das pessoas acessam as redes sociais durante qualquer show, e 66% fotografam e filmam com o aparelho. Ou seja, a essência do momento é perdida por mais da metade dos espectadores.

terça-feira, 28 de junho de 2016

Afinal, o que significa qualidade na televisão?





No primeiro episódio da nova temporada da série americana Unreal – cujo mote é a exibição cruel dos bastidores nada éticos de um reality show casamenteiro -, os produtores debatem sobre o que seria um programa de televisão de impacto e o que seria um programa de qualidade.

tvhistoria
Há uma disputa interessante sobre “fazer a história da televisão” (no caso, conseguir emplacar um protagonista negro e sofisticar a discussão dentro de um reality show fútil) e “fazer aquilo que o público quer” (ou seja, apostar nas mesmas fórmulas, já testadas milhares de vezes, entendendo que elas funcionam justamente por ir ao encontro da demanda e dos desejos da audiência).
Não há uma resposta fácil a esta questão, é claro. O debate sobre qualidade na televisão é uma constante enfrentada pelo veículo desde sempre, mas aparentemente, sem que se nunca consiga defini-la. De alguma forma, a busca por ela é uma espécie de mito de Sísifo, ou seja, é uma saga diária e nunca atingida, pois as fórmulas parecem incapturáveis e irrepetíveis (algo que deu certo num momento não funciona no outro).
E, afinal, o que é “dar certo”? É aí que se chega ao âmago da questão da qualidade. Sendo um veículo caro, de natureza massiva, que só se paga com grandes audiências (as que atraem anunciantes de peso), a televisão parece profundamente atrelada ao compromisso de angariar números estratosféricos para poder existir. Os programas televisivos não podem se dar ao luxo de arriscar perder este bem tão precioso chamado audiência – diferente de alguns produtos digitais, mensurados por outras lógicas (basta ver, por exemplo, o quadro recente do Porta dos Fundos que satiriza, de alguma forma, o público incomodado com o tom altamente político de alguns esquetes).
É claro que o caminho seguro, então, torna-se tentar percorrer as estradas já testadas – ainda que nem sempre elas sejam garantias de boas audiências. A repetição da fórmula “folhetim do horário das 18h” é, por exemplo, o que parece ter explicado o sucesso de Êta Mundo Bom!, novela de Walcyr Carrasco – que, numa espécie de lógica circular, repete com vagas mudanças outras novelas que vingaram neste horário, como O cravo e a rosa e Chocolate com Pimenta. São todas novelas que apostam na mesma fórmula melodramática tradicional, com personagens planos e marcados, além de bater na tecla da nostalgia do campo, reforçado pela caracterização das personagens e pelo uso de uma comicidade pueril. Resumindo, são boas tramas, mas sem grandes novidades ou vontade de testar os limites deste meio.
Mas o pior dilema enfrentado pela tevê talvez seja esse: todos defendem uma televisão de qualidade, mas nem todos parecem dispostos a assisti-la. Não há medida do que seria essa tal programação mais madura e como ela estaria necessariamente adequada aos gostos de um público que, por essência, é heterogêneo. Este eterno descompasso transparece, por exemplo, no caso da novela Velho Chico. É um consenso que a trama escrita por Benedito Ruy Barbosa e dirigida por Luiz Fernando Carvalho é de forte qualidade – os críticos chegaram a reconhecer mesmo a intertextualidade com a literatura, nas obras de Gabriel García Marquez – mas tem sofrido para manter seus espectadores grudados à tela. Alguns falam de problemas de ritmo, pois Velho Chico, para desenvolver suas cenas e tramas, transcorreria numa velocidade a que as pessoas não parecem acostumadas. Quem, afinal, precisa se adaptar: o público ou a televisão?

Visão idealizada da realidade

Talvez haja um erro implícito neste raciocínio, que é o de carregar uma visão extremamente idealizada de qualidade, associando-a apenas aos programas educativos, mais típicos da TV pública que da privada. Por vezes, associamos à falta de qualidade tudo aquilo que parece direcionado ao “povão” (é claro que todos que sustentam esta concepção inevitavelmente se excluem disto a que chamam de povo). Se não refletirmos sobre o que chamamos de qualidade, corremos o risco de acreditar que tudo aquilo que tenta falar às massas – sejam novelas, programas de entretenimento, atrações jornalísticas – está, e sempre estará, condenado ao rebaixamento de nível, à produção mal feita, ao menosprezo da inteligência, a tudo que não é “edificante”, etc.
Para tentar problematizar esta ideia, trago um exemplo saído de um dos programas de pior reputação das grades emissoras. Refiro-me ao famigerado Casos de Família, veiculado pelo SBT e apresentado por Christina Rocha desde 2009 – ela sucedeu Regina Volpato, que comandava uma versão mais “sóbria” do programa. Casos de Família parece reunir vários aspectos que associamos à baixa qualidade: uma apresentadora exagerada e histriônica, meio como um Ratinho de saias; humilhação pública; discussões que não se elevam para além do senso comum; barracos e catarse de mau gosto; a exposição dos problemas que denotam os dramas dos mais pobres; a suspeita constante de que nada que acontece ali é “real” e que todos estão sendo pagos. Parece, afinal, uma grande celebração da miséria humana.
Portanto, há alguma surpresa ao vermos certos episódios do programa como “Homossexualidade não é uma doença contagiosa”, que traz uma discussão contundente e, por que não, corajosa, ao posicionar-se claramente contrário à homofobia e a alguns discursos religiosos. Esteticamente, a (falta de) qualidade permanece a mesma, mas o discurso – que continua adequado ao público a que se direciona, e que espera pelo tom excessivo de Casos de Família – traz sinais de maturidade na sua abordagem.
No fim das contas, quiçá seja possível encontrar luz e reflexão neste que é considerado por muitos um dos piores programas da TV. Inclusive, talvez o grande trunfo associado à qualidade da discussão deste episódio de Casos de Família seja justamente o fato de ele estar direcionado ao “povão”, e não a um público para o qual o debate contra a homofobia já está consolidado e, por isso mesmo, não tem tanta necessidade de enfrentar o assunto.
Em outras palavras: talvez a grande questão para pensar em qualidade na televisão tenha menos a ver com a natureza dos programas e mais a ver com a régua que estamos usando para medi-la.
***
Maura Oliveira Martins é jornalista, professora universitária e editora do site A Escotilha
(Por Observatório da Imprensa, 20/06/2016)

domingo, 26 de junho de 2016


Previsão do tempo Curitiba - PR
Domingo 26 Junho 2016
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sexta-feira, 24 de junho de 2016

Fonte: Gazeta do Povo

Ela deixou de dar aulas para comandar uma clínica de estética

Formada em Tecnologia de Estética e Cosmética, Daniele Florêncio já foi professora universitária, funcionária e palestrante. Desde criança sempre gostou de beleza, principalmente inspirada pelo vó, que era vaidosa.
Foto - divulgaçãoFoto – divulgação
“Na adolescência eu maquiava as pessoas conhecidas. Já cheguei a arrumar 14 amigas num mesmo dia – e eu cuidava uma por uma. A partir daí, a estética começou a fazer parte da minha vida”, recorda.
Ela decidiu fazer universidade na área, trabalhou em várias clínicas, e pouco tempo depois começou a dar cursos. Fez especialização em imagem pessoal, virou palestrante na área e chegou a ser maquiadora profissional.
“Uma das maiores conquistas nessa época foi ser a primeira aluna universitária da Tiuti, pós formada, a ser professora de estética no mesmo lugar”, lembra.
Com muita experiência na área, pensava em abrir seu próprio negócio, até que decidiu comprar uma clínica de referencia em Curitiba que existia desde 1996. “Começar a empreender em um estabelecimento já existente não foi fácil, mas as dificuldades foram um impulso para melhorar e mudar”, comenta Daniele.
Antes de mudar a estrutura, resolveu conhecer de perto a rotina da equipe, ficando longos períodos no local e dando abertura para que a equipe também a conhecesse.
Logo a esteticista implantou sua metodologia: “Eu busco nas pessoas as melhores qualidades dela, recuperando a auto estima. E trabalho com esses pontos tanto na saúde, beleza, quanto na parte psicológica também”.
As mudanças vieram aos poucos, investindo nos profissionais e nos melhores aparelhos do mercado. Faz três anos que assumiu a Vitaclin, que nesse ano completa 20 de existência. “Sou grata a Deus e a todos aqueles que me deram a oportunidade de conviver comigo. Nesse tempo o movimento cresceu, ganhei a confiança dos clientes, e tenho uma equipe de aproximadamente 32 pessoas que me ajudam no dia a dia”, comemora a especialista.
Foto - divulgaçãoFoto – divulgação
Ao todo foram 15 anos de muita experiência para conquistar uma carreira de sucesso e de mudanças. Daniele defende que para chegar ao objetivo, é preciso superar as dificuldades e não deixar de acreditar. “Tudo o que você quer você consegue”, finaliza.

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Faz 15 anos que escrevi o que está abaixo. Parece que ainda se adapta pelo menos em parte.
PRA NÃO DIZER QUE
NÃO FALEI DE LAMA.
Ubiratan Lustosa (1998).
Há vendilhões no templo!
A Pátria amada, achincalhada, sofre;
ninguém consegue proteger o cofre
que se esvazia em falcatruas mil.
Pobre Brasil!
Há safados demais!
Ao ver tantos milhões passando fome,
(Betinho, lá no Alto, se consome)
pouco se importa a corja de corsários.
Que salafrários!
Tristeza e desalento...
Autoridades vis, tanta lambança,
cada vez mais se esvai nossa esperança,
há medo, covardia ou frouxidão.
Viva o ladrão!
E a gente desespera!
A cada dia aumenta esse mau cheiro,
fazem da Pátria esgoto de banheiro
e ninguém paga pelo mal que fez!
Que sordidez!
Até quando, Brasil?
Por quanto tempo assistiremos quietos
o banquete desses vermes abjetos
que cobrem de vergonha este País?
Povo infeliz!
A gente tem que agir,
fazer andar essa Justiça lerda,
botar um dique nesse mar de merda
mandando pra cadeia esses ladrões...
Aos bofetões!

segunda-feira, 20 de junho de 2016


Bebidas muito quentes podem levar a câncer de esôfago, diz OMS

Em temperaturas 'normais', café e mate não têm efeitos cancerígenos.
Conclusão foi de estudo realizado por comitê de 23 especialistas.

Da France Presse
 Estudo de agência da OMS conclui que bebidas quentes 'provavelmente' provocam câncer de esôfago  (Foto: Reuters/Jorge Silva) Estudo de agência da OMS conclui que bebidas quentes 'provavelmente'; provocam câncer de esôfago (Foto: Reuters/Jorge Silva)
As bebidas muito quentes 'provavelmente' provocam câncer de esôfago, anunciou nesta quarta-feira (15) a agência especializada em pesquisas de câncer da Organização Mundial da Saúde (OMS), que fez questão de explicar que a temperaturas "normais" o café e o mate não possuem efeito cancerígeno.

"O consumo de bebidas muito quentes é uma causa provável de câncer de esôfago e é a temperatura - não a bebida em si - que parece ser a causa", disse Christopher Wild, diretor da Agência Internacional para a Pesquisa sobre Câncer (IARC, na sigla em inglês), ao apresentar o estudo realizado por um comitê de 23 especialistas.
As bebidas "muito quentes" são aquelas consumidas a temperaturas superiores a 65 graus, segundo a IARC.
A organização não encontrou qualquer evidência conclusiva de que o café ou o maté possam causar câncer - em temperaturas normais, é claro. O tabaco e o álcool continuam sendo os mais causadores de câncer no esôfago.

Estudos realizados na China, Irã e Turquia, e no caso do mate na Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai, onde as infusões geralmente são ingeridas a pelo menos 70 graus, demonstraram que o risco de câncer aumenta com a temperatura da bebida, destaca a agência da OMS.

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Atenção namorados e namoradas!!!

CONTRATO DE ADESÃO AO NAMORO


Os abaixo-assinados, ___________________, doravante conhecido apenas como o NAMORADO, e ___________________, doravante conhecida única e exclusivamente como a NAMORADA, têm entre si justa e contratada a constituição de uma sociedade civil, que se regerá pelas cláusulas e condições seguintes:

Título 1 - Dos princípios gerais
Primeira - A NAMORADA compromete-se em prover amor única e exclusivamente para o NAMORADO, assim como o NAMORADO compromete-se a prover amor e carinho única e exclusivamente para a NAMORADA.
Segunda – O NAMORADO sempre obedecerá todas as vontades da NAMORADA, inclusive escolher roupas no shopping e experimentá-las com prazer.
Terceira – O NAMORADO compromete-se, nas viagens de negócios e estudos, não se interessar por nenhuma outra mulher, nem mesmo sendo esta loira, bonita e gostosa.
Quarta - A NAMORADA compromete-se em prover ao NAMORADO todo sexo necessário.
Quinta – O NAMORADO compromete-se a se formar e ganhar muito dinheiro para gastar com a NAMORADA.
Sexta – O NAMORADO compromete-se desde o início a NUNCA trair a NAMORADA com nenhuma mulher.
§1 - Em caso de traição com algum ser do sexo feminino, a NAMORADA reserva-se o direito de utilizar qualquer tipo de material afiado e cortante nas partes íntimas do NAMORADO.
§2 - Em caso de traição com algum ser do sexo masculino, o contrato está anulado.
Sétima - A NAMORADA compromete-se em deixar o NAMORADO assistir os jogos de futebol de seu time preferido.
Oitava - O NAMORADO tem o dever de aturar a NAMORADA em seus piores dias.
Nona – O NAMORADO deve fazer viagens com a NAMORADA e trazer sempre presentes e cartões em datas comemorativas para fazê-la feliz.
Título 2 - Do regime de bens
Décima - O casal adotará o Regime Híbrido. Quando houver aumento patrimonial advindo da NAMORADA, vigorará a Separação Total de Bens. Quando o aumento advier do NAMORADO, vigorará a Comunhão Parcial de Bens, somando-se tais bens aos do casal.
Título 3 - Do regime da sociedade
Décima primeira– Quando a NAMORADA decidir fazer regime, o NAMORADO não poderá fazer comentários e muito menos fazer propostas indecentes de jantares maravilhosos.
Título 4 - Das disposições finais
Décima segunda - O contrato passa a ter validade a partir de _________________e a sociedade tem duração por um ano.
Décima terceira – Todos os anos o contrato deve ser renovado ou refeito.
Décima quarta – O contrato pode ser renovado apenas __ vezes, ficando o compromisso do NAMORADO de trocar o referido contrato pelo contrato de adesão ao NOIVADO e não satisfeita essa condição, a sociedade será desfeita.
MEMÓRIA CURITIBANA.
NOTICIÁRIOS.
Ubiratan Lustosa.
“A notícia através do Rádio sempre foi de extrema importância. Durante a Segunda Guerra Mundial, nosso povo ansiava por informações sobre as batalhas que eram travadas. No Paraná, com tantos imigrantes oriundos dos países em luta, esse interesse pelas notícias era ampliado. A Rádio Clube Paranaense passou a apresentar edições extraordinárias, dia e noite. Estabelecendo um convênio com o jornal Gazeta do Povo, a Bedois recebia as notícias de última hora e as transmitia imediatamente. Na Rua XV de Novembro, a mais movimentada via de Curitiba naquela época, a emissora colocou alto-falantes para que os transeuntes ouvissem as notícias. Naquele tempo ainda não havia rádio de pilha.”
(***)

“Outra passagem marcante ocorreu no auge da campanha "Diretas já".
No dia da votação no Congresso Nacional, ainda sob os resquícios do regime militar, apenas nove emissoras do Brasil conseguiram autorização para transmitir diretamente do plenário. Uma delas foi a Bedois. A orientação era de que os locutores fornecessem as informações para os ouvintes, mas não fossem transmitidos os discursos. Nosso locutor José Maria Pizarro, astutamente, fazia pausas em sua narração deixando que se ouvissem trechos dos inflamados pronunciamentos dos parlamentares com críticas acerbas ao regime que chegava ao fim. Não demorou muito, recebi um telefonema do DENTEL e fui advertido das punições que a emissora poderia receber. Tivemos que maneirar.
E assim foi em todas as grandes ocorrências que marcaram a História nacional durante toda a existência da Rádio Clube Paranaense. A emissora sempre esteve presente, pois sempre havia um locutor noticiarista pronto a narrar os fatos.”
Foto: José Maria Pizarro foi valor exponencial dos noticiários da Bedois. Grande voz, timbre excelente, ótima interpretação.
Excertos do livro O RÁDIO DO PARANÁ – FRAGMENTOS DE SUA HISTÓRIA.
Instituto Memória Editora.

sexta-feira, 10 de junho de 2016

DIA DOS NAMORADOS (Data e história)

Origem

Dia de São Valentim cai num dia festivo de dois mártires cristãos diferentes, de nome Valentim (padre de Roma condenado à pena capital no século III ). Mas os costumes relacionados com este dia provavelmente vêm de um antigo festival romano chamada Lupercalia, que se realizava todo dia 14 de fevereiro. A festa celebrava a fertilidade homenageando Juno (deusa da mulher e casamento) e Pan (deus da natureza) Também marcava o início oficial da primavera.[6]

História

A história do Dia de São Valentim remonta a um obscuro dia de jejum tido em homenagem a São Valentim. A associação com o amor e romantismo chega depois do final da Idade Média, durante o qual o conceito de amor romântico foi formulado.
O bispo Valentim lutou contra as ordens do imperador Cláudio II, que havia proibido o casamento durante as guerras acreditando que os solteiros eram melhores combatentes.
Continuou celebrando casamentos, apesar da proibição do imperador. A prática foi descoberta e Valentim foi preso e condenado à morte. Enquanto estava preso, muitos jovens lhe enviavam flores e bilhetes dizendo que ainda acreditavam no amor. Enquanto aguardava na prisão o cumprimento da sua sentença, ele se apaixonou pela filha cega de um carcereiro e, milagrosamente, devolveu-lhe a visão. Antes da execução, Valentim escreveu uma mensagem de adeus para ela, na qual assinava como “Seu Namorado” ou “De seu Valentim”.
Considerado mártir pela Igreja Católica, a data de sua morte - 14 de fevereiro - também marca a véspera de lupercais, festa anual celebrada na Roma antiga em honra a deusa Juno e ao deus Pan. Um dos rituais desse festival era a passeata da fertilidade, em que os sacerdotes caminhavam pela cidade batendo em todas as mulheres com correias de couro de cabra para assegurar a fecundidade.[7]
Outra versão diz que no século XVII, ingleses e franceses passaram a celebrar são Valentim como a união do Dia dos Namorados. A data foi adotada um século depois nos Estados Unidos, tornando-se o Saint Valentine's Day. E na Idade Média, dizia-se que o dia 14 de fevereiro era o primeiro dia de acasalamento dos pássaros.[8] Por isso, os namorados da Idade Média usavam esta ocasião para deixar mensagens de amor na soleira da porta do(a) amado(a). Na sua forma moderna, a tradição surgiu em 1840, nos Estados Unidos, depois que Esther Howland vendeu US$ 5000 em cartões do Dia dos Namorados, uma quantia elevada na época. Desde aí, a tradição de enviar cartões continuou crescendo, e no século XX se espalhou por todo o mundo.[9]
Atualmente, o dia é principalmente associado à troca mútua de recados de amor em forma de objetos simbólicos. Símbolos modernos incluem a silhueta de um coração e a figura de um Cupido com asas. Iniciada no século XIX, a prática de recados manuscritos deu lugar à troca de cartões de felicitação produzidos em massa.
O dia de São Valentim era até há algumas décadas uma festa comemorada principalmente em países anglo-saxões, mas ao longo do século XX o hábito estendeu-se a muitos outros países.

Data no Brasil

No Brasil, a data é comemorada no dia 12 de Junho por ser véspera do 13 de Junho, Dia de Santo António, santo português com tradição de casamenteiro.
A data provavelmente surgiu no comércio paulista, quando o publicitário João Doria[10] trouxe a ideia do exterior e a apresentou aos comerciantes. A ideia se expandiu pelo Brasil, amparada pela correlação com o Dia de São Valentim — que nos países do hemisfério norte ocorre em 14 de fevereiro e é utilizada para incentivar a troca de presentes entre os apaixonados.

FIQUE BEM INFORMADO.

Leia mais: Hoje é dia de que? Datas comemorativas • A arte da vida. Apon HP. Literatura para pensar e sentir http://www.aponarte.com.br/p/hoje-e-dia-de-que-e-amanha_09.html