terça-feira, 29 de agosto de 2017

Helio Puglielli no Face!

Meu Dicionário Curitibês (PRIMEIRA PARTE)
(Se a palavra curitiboquice existisse seria grafada com “c”, e não com “ss”. Como não existe, grafada correta ou incorretamente, uso a hipótese para inocentes provocações e ingênuas insinuações, que jamais afetarão a incolumidade histórica dos capitães Leme e Carrasco dos Reis).
CURITIBÓFILOS – Os que, curitibanos ou não, amam Curitiba. Substantivo: CURITIBAFILIA
CURITIBÓFOBOS – Os que, curitibanos ou não, detestam Curitiba. Substantivo: CURITIBAFOBIA.
CURITIBÓFONOS - Os que, curitibanos ou não, pronunciam leite quente, e jamais leitchi quentchi, e vão ao teatro, e não ao tiatro, comendo bolacha, e não bulacha. Substantivo: CURITIBANOFONIA.
CURITIBARDOS – Poetas, voluntária ou involuntariamente, de forma implícita ou explícita, de algum modo identificados com Curitiba, real ou imaginária, a exemplo de Reinoldo Atem Antonio Thadeu Wojciechowski , Roberto Prado, Regina Bostulim, Batista de Pilar, Vera Albuquerque, Chloris Casagrande Justen e seu neto Ivan, Geraldo Magela Cardoso Magela, Liamir Hauer (que escreve em prosa), e mais algumas centenas.
CURITIBALOGIA – Campo científico, abrangendo estudos e pesquisas físicos, sociológicos, antropológicos, psicológicos e geopolíticos sobre Curitiba e seus habitantes.(Abrange a investigação do "homo curitibanus", mas não dá pra usar a expressão, vetada pelas feministas).
CURITIBASOFIA – Campo filosófico abrangendo a lógica curitibana, gnoseologia, epistemologia e metafísica curitibanas,e principalmente o conhecimento não-exotérico preservado no Templo das Musas de Dario Vellozo pelos neopitagóricos sobreviventes.

sábado, 26 de agosto de 2017



O QUE ACONTECEU?
Ubiratan Lustosa.
Repetindo o que já escrevi e parece ainda estar valendo:
“Eu me lembro dos tempos em que os homens tinham por dever de honra o cumprimento da palavra empenhada. Não era preciso assinar; falavam e cumpriam. Hoje muitos não cumprem sequer o que assinam e o que dizer então daquilo que apenas falam.
Lembro da época em que era feio mentir. Crianças que mentiam eram castigadas pelos pais, homens que mentiam eram execrados pela comunidade em que viviam. Hoje a gente vê tanta gente mentindo, no maior descaramento, com tranquilidade, como se ninguém mais tivesse compromisso com a verdade.
Nos tempos idos os alunos tinham um grande respeito pelos professores e os tratavam com educação e carinho.
Hoje temos notícias de alunos que batem em seus professores, alunos que vão armados às escolas e aos mestres desrespeitam, ameaçam e agridem.”
Para ler na íntegra clique

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

FIQUE BEM INFORMADO.

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